Foram encontradas 80 questões.
Essa Lei dispõe sobre a Política Nacional dos Arquivos Públicos e Privados no Brasil. Marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( )-Gestão de documentos é o conjunto de procedimentos e operações técnicas referentes a sua produção, tramitação, uso, avaliação e arquivamento em fase corrente e intermediária, visando a sua eliminação ou recolhimento para guarda permanente.
( )-É assegurado o direito de acesso pleno aos documentos públicos.
( ) O Decreto nº 1.799/96 estabelece as categorias de sigilo dos documentos, previstas no art. 23 da Lei nº 8.159.
( )-Compete ao Arquivo Nacional a gestão e o recolhimento dos documentos produzidos e recebidos pelo Poder Executivo e Legislativo Federal.
( ) O Conselho Nacional de Arquivos - CONARQ define a política nacional de arquivos, como órgão central do Sistema Nacional de Arquivos - SINAR
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Depressão, vício, compulsão
Duas pesquisas recentes reavivam a memória sobre temas relativos aos chamados transtornos afetivos, felizmente cada vez mais debatidos, mas nem por isso suficientemente esclarecidos.
Menos mal que compulsão, ansiedade, depressão, assim como outras particularidades da mente humana, tenham deixado, há bom tempo, de ser classificadas como psicoses, loucura. Muito embora tomar remédio de "tarja preta" siga sendo um estigma alimentado por indivíduos preconceituosos e/ou mal informados.
Mas o fato é que duas pesquisas nos remetem ao universo das compulsões e da depressão. Começando por esta última, um estudo realizado pelo Medical Research Council, em Londres, demonstrou que casais que concebem filhos possuem maiores riscos de desenvolver depressão, principalmente no primeiro ano de vida da criança.
Note bem: casais. Não é o caso, portanto, da conhecida depressão pós-parto que acomete as mulheres recém-saídas do episódio, sem dúvida nenhuma, traumático (seja qual for o grau do trauma) de dar à luz uma criança, com toda a dor, a angústia, o medo e também a euforia e a felicidade que isso propicia. Não é difícil entender, assim, que uma mulher possa mergulhar em estado depressivo, chegando, em muitos casos, a rejeitar o filho, quando não colocando a vida deste em risco.
Mas a "novidade" aqui é a constatação segundo a qual o pai também se deprime. Menos, claro, que a mulher (1/3 das mães, contra 1/5 dos pais), mas também pode enfrentar sintomas como choro e tristeza sem motivo, irritabilidade, intolerância em relação ao parceiro, insônia e agressividade.
O estudo relaciona, como justificativa para o advento do transtorno, a mudança da rotina do casal, a inexperiência em lidar com um recém-nascido, a diminuição do período de sono e das relações íntimas com a parceira, ansiedade (medo) em relação ao futuro. Mas não leva em consideração, o que não nos impede de especular a respeito, se este homem aqui já tinha algum tipo de propensão à depressão, servindo a chegada do filho apenas de gatilho para que os problemas se desencadeassem de vez.
Esta pesquisa é útil, sem dúvida, para ampliar o conhecimento sobre este mal, contribuindo para que as barreiras do entendimento sejam ampliadas e do preconceito, derrubadas.
Não é possível que a depressão ainda esteja, para muita gente, em um dos extremos: frescura ou loucura. Ela está arraigada na sociedade contemporânea como uma alteração de comportamento e, assim, precisa ser compreendida e tratada em nome da qualidade de vida.
(...)
Luiz Caversan, Folha.com. 25-9-2010.
Assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE:
Não sabemos nos deprimimos.
Agora, já sabemos o da nossa mudança de humor.
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Depressão, vício, compulsão
Duas pesquisas recentes reavivam a memória sobre temas relativos aos chamados transtornos afetivos, felizmente cada vez mais debatidos, mas nem por isso suficientemente esclarecidos.
Menos mal que compulsão, ansiedade, depressão, assim como outras particularidades da mente humana, tenham deixado, há bom tempo, de ser classificadas como psicoses, loucura. Muito embora tomar remédio de "tarja preta" siga sendo um estigma alimentado por indivíduos preconceituosos e/ou mal informados.
Mas o fato é que duas pesquisas nos remetem ao universo das compulsões e da depressão. Começando por esta última, um estudo realizado pelo Medical Research Council, em Londres, demonstrou que casais que concebem filhos possuem maiores riscos de desenvolver depressão, principalmente no primeiro ano de vida da criança.
Note bem: casais. Não é o caso, portanto, da conhecida depressão pós-parto que acomete as mulheres recém-saídas do episódio, sem dúvida nenhuma, traumático (seja qual for o grau do trauma) de dar à luz uma criança, com toda a dor, a angústia, o medo e também a euforia e a felicidade que isso propicia. Não é difícil entender, assim, que uma mulher possa mergulhar em estado depressivo, chegando, em muitos casos, a rejeitar o filho, quando não colocando a vida deste em risco.
Mas a "novidade" aqui é a constatação segundo a qual o pai também se deprime. Menos, claro, que a mulher (1/3 das mães, contra 1/5 dos pais), mas também pode enfrentar sintomas como choro e tristeza sem motivo, irritabilidade, intolerância em relação ao parceiro, insônia e agressividade.
O estudo relaciona, como justificativa para o advento do transtorno, a mudança da rotina do casal, a inexperiência em lidar com um recém-nascido, a diminuição do período de sono e das relações íntimas com a parceira, ansiedade (medo) em relação ao futuro. Mas não leva em consideração, o que não nos impede de especular a respeito, se este homem aqui já tinha algum tipo de propensão à depressão, servindo a chegada do filho apenas de gatilho para que os problemas se desencadeassem de vez.
Esta pesquisa é útil, sem dúvida, para ampliar o conhecimento sobre este mal, contribuindo para que as barreiras do entendimento sejam ampliadas e do preconceito, derrubadas.
Não é possível que a depressão ainda esteja, para muita gente, em um dos extremos: frescura ou loucura. Ela está arraigada na sociedade contemporânea como uma alteração de comportamento e, assim, precisa ser compreendida e tratada em nome da qualidade de vida.
(...)
Luiz Caversan, Folha.com. 25-9-2010.
O vocábulo destacado no trecho: “Ela está arraigada na sociedade contemporânea como uma alteração de comportamento...” - pode ser substituído, sem alteração de sentido, por:
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O planejamento de um programa de gestão arquivística de documentos envolve o cumprimento de tarefas fundamentais para que atenda a missão institucional e a legislação vigente. Assinalar a alternativa INCORRETA:
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Segundo o DTA, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( 1 ) Indicação de um documento em dois ou mais lugares.
( 2 ) Ação pela qual se reúne um documento a outro, em caráter complementar.
( 3 ) Unidade documental em que se reúnem informalmente documentos de natureza diversa, para uma finalidade específica.
( 4 ) Parte acrescida ao final de um documento para alterar, explicar ou corrigir seu conteúdo.
( 5 ) Indicador colocado no lugar de uma unidade de arquivamento ou peça documental para assinalar sua remoção temporária.
( ) Dossiê.
( ) Referência cruzada.
( ) Aditamento.
( ) Anexação.
( ) Guia-fora.
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Depressão, vício, compulsão
Duas pesquisas recentes reavivam a memória sobre temas relativos aos chamados transtornos afetivos, felizmente cada vez mais debatidos, mas nem por isso suficientemente esclarecidos.
Menos mal que compulsão, ansiedade, depressão, assim como outras particularidades da mente humana, tenham deixado, há bom tempo, de ser classificadas como psicoses, loucura. Muito embora tomar remédio de "tarja preta" siga sendo um estigma alimentado por indivíduos preconceituosos e/ou mal informados.
Mas o fato é que duas pesquisas nos remetem ao universo das compulsões e da depressão. Começando por esta última, um estudo realizado pelo Medical Research Council, em Londres, demonstrou que casais que concebem filhos possuem maiores riscos de desenvolver depressão, principalmente no primeiro ano de vida da criança.
Note bem: casais. Não é o caso, portanto, da conhecida depressão pós-parto que acomete as mulheres recém-saídas do episódio, sem dúvida nenhuma, traumático (seja qual for o grau do trauma) de dar à luz uma criança, com toda a dor, a angústia, o medo e também a euforia e a felicidade que isso propicia. Não é difícil entender, assim, que uma mulher possa mergulhar em estado depressivo, chegando, em muitos casos, a rejeitar o filho, quando não colocando a vida deste em risco.
Mas a "novidade" aqui é a constatação segundo a qual o pai também se deprime. Menos, claro, que a mulher (1/3 das mães, contra 1/5 dos pais), mas também pode enfrentar sintomas como choro e tristeza sem motivo, irritabilidade, intolerância em relação ao parceiro, insônia e agressividade.
O estudo relaciona, como justificativa para o advento do transtorno, a mudança da rotina do casal, a inexperiência em lidar com um recém-nascido, a diminuição do período de sono e das relações íntimas com a parceira, ansiedade (medo) em relação ao futuro. Mas não leva em consideração, o que não nos impede de especular a respeito, se este homem aqui já tinha algum tipo de propensão à depressão, servindo a chegada do filho apenas de gatilho para que os problemas se desencadeassem de vez.
Esta pesquisa é útil, sem dúvida, para ampliar o conhecimento sobre este mal, contribuindo para que as barreiras do entendimento sejam ampliadas e do preconceito, derrubadas.
Não é possível que a depressão ainda esteja, para muita gente, em um dos extremos: frescura ou loucura. Ela está arraigada na sociedade contemporânea como uma alteração de comportamento e, assim, precisa ser compreendida e tratada em nome da qualidade de vida.
(...)
Luiz Caversan, Folha.com. 25-9-2010.
Assinalar a alternativa CORRETA quanto ao uso da crase:
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Quanto à concordância, assinalar a alternativa CORRETA:
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Marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) A noção de informação arquivística significa o mesmo que Couture e Rousseau denominam de “informação orgânica registrada”
( ) A informação arquivística governamental é um recurso estratégico para tomada de decisões e gestão dos negócios do Estado.
( ) A preservação da informação arquivística deve ser definida, especificamente, por meio de programas de restauração de documentos.
( ) Uma política pública de arquivos deve atender somente os aspectos da preservação do patrimônio cultural dos arquivos.
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Depressão, vício, compulsão
Duas pesquisas recentes reavivam a memória sobre temas relativos aos chamados transtornos afetivos, felizmente cada vez mais debatidos, mas nem por isso suficientemente esclarecidos.
Menos mal que compulsão, ansiedade, depressão, assim como outras particularidades da mente humana, tenham deixado, há bom tempo, de ser classificadas como psicoses, loucura. Muito embora tomar remédio de "tarja preta" siga sendo um estigma alimentado por indivíduos preconceituosos e/ou mal informados.
Mas o fato é que duas pesquisas nos remetem ao universo das compulsões e da depressão. Começando por esta última, um estudo realizado pelo Medical Research Council, em Londres, demonstrou que casais que concebem filhos possuem maiores riscos de desenvolver depressão, principalmente no primeiro ano de vida da criança.
Note bem: casais. Não é o caso, portanto, da conhecida depressão pós-parto que acomete as mulheres recém-saídas do episódio(I), sem dúvida nenhuma, traumático (seja qual for o grau do trauma) de dar à luz uma criança, com toda a dor, a angústia, o medo e também a euforia e a felicidade que isso propicia. Não é difícil entender, assim, que uma mulher possa mergulhar em estado depressivo, chegando, em muitos casos, a rejeitar o filho, quando não colocando a vida deste em risco.
Mas a "novidade" aqui é a constatação segundo a qual o pai também se deprime. Menos, claro, que a mulher (1/3 das mães, contra 1/5 dos pais), mas também pode enfrentar sintomas como choro e tristeza sem motivo, irritabilidade, intolerância em relação ao parceiro, insônia e agressividade.
O estudo relaciona, como justificativa para o advento do transtorno, a mudança da rotina do casal, a inexperiência em lidar com um recém-nascido, a diminuição do período de sono e das relações íntimas com a parceira, ansiedade (medo) em relação ao futuro. Mas não leva em consideração, o que não nos impede de especular a respeito, se este homem aqui já tinha algum tipo de propensão à depressão(II), servindo a chegada do filho apenas de gatilho para que os problemas se desencadeassem de vez.
Esta pesquisa é útil, sem dúvida, para ampliar o conhecimento sobre este mal, contribuindo para que as barreiras do entendimento sejam ampliadas e do preconceito, derrubadas.
Não é possível que a depressão ainda esteja, para muita gente, em um dos extremos: frescura ou loucura. Ela está arraigada na sociedade contemporânea como uma alteração de comportamento e, assim, precisa ser compreendida e tratada em nome da qualidade de vida.
(...)
Luiz Caversan, Folha.com. 25-9-2010.
Analisar os itens abaixo:
I - "Note bem: casais. Não é o caso, portanto, da conhecida depressão pós-parto que acomete as mulheres recém-saídas do episódio...”
II - “Mas não leva em consideração, o que não nos impede de especular a respeito, se este homem aqui já tinha algum tipo de propensão à depressão...”
Os termos sublinhados, chamados conjunções, podem ser substituídos, sem alteração semântica, por:
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Depressão, vício, compulsão
Duas pesquisas recentes reavivam a memória sobre temas relativos aos chamados transtornos afetivos, felizmente cada vez mais debatidos, mas nem por isso suficientemente esclarecidos.
Menos mal que compulsão, ansiedade, depressão, assim como outras particularidades da mente humana, tenham deixado, há bom tempo, de ser classificadas como psicoses, loucura. Muito embora tomar remédio de "tarja preta" siga sendo um estigma alimentado por indivíduos preconceituosos e/ou mal informados.
Mas o fato é que duas pesquisas nos remetem ao universo das compulsões e da depressão. Começando por esta última, um estudo realizado pelo Medical Research Council, em Londres, demonstrou que casais que concebem filhos possuem maiores riscos de desenvolver depressão, principalmente no primeiro ano de vida da criança.
Note bem: casais. Não é o caso, portanto, da conhecida depressão pós-parto que acomete as mulheres recém-saídas do episódio, sem dúvida nenhuma, traumático (seja qual for o grau do trauma) de dar à luz uma criança, com toda a dor, a angústia, o medo e também a euforia e a felicidade que isso propicia. Não é difícil entender, assim, que uma mulher possa mergulhar em estado depressivo, chegando, em muitos casos, a rejeitar o filho, quando não colocando a vida deste em risco.
Mas a "novidade" aqui é a constatação segundo a qual o pai também se deprime. Menos, claro, que a mulher (1/3 das mães, contra 1/5 dos pais), mas também pode enfrentar sintomas como choro e tristeza sem motivo, irritabilidade, intolerância em relação ao parceiro, insônia e agressividade.
O estudo relaciona, como justificativa para o advento do transtorno, a mudança da rotina do casal, a inexperiência em lidar com um recém-nascido, a diminuição do período de sono e das relações íntimas com a parceira, ansiedade (medo) em relação ao futuro. Mas não leva em consideração, o que não nos impede de especular a respeito, se este homem aqui já tinha algum tipo de propensão à depressão, servindo a chegada do filho apenas de gatilho para que os problemas se desencadeassem de vez.
Esta pesquisa é útil, sem dúvida, para ampliar o conhecimento sobre este mal, contribuindo para que as barreiras do entendimento sejam ampliadas e do preconceito, derrubadas.
Não é possível que a depressão ainda esteja, para muita gente, em um dos extremos: frescura ou loucura. Ela está arraigada na sociedade contemporânea como uma alteração de comportamento e, assim, precisa ser compreendida e tratada em nome da qualidade de vida.
(...)
Luiz Caversan, Folha.com. 25-9-2010.
Quanto à ideia central do texto, assinalar a alternativa CORRETA:
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