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Foram encontradas 80 questões.

2412332 Ano: 2011
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Chapecó-SC
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Sobre os direitos do bibliotecário, analisar os itens abaixo:

I - Exercer a profissão dependentemente de questões referentes à religião, à raça, ao sexo, à cor e à idade.

II - Apontar falhas nos regulamentos e normas das instituições em que trabalha, quando as julgar indignas do exercício profissional, devendo, neste caso, dirigir-se aos órgãos competentes, em particular, ao Conselho Regional.

III - Votar e ser votado para cargo ou função específicas em órgãos ou entidades.

IV - Auferir benefícios da ciência e das técnicas modernas, objetivando melhor servir ao seu usuário, à classe e ao país.

Está(ão) CORRETO(S):

 

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2412294 Ano: 2011
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Chapecó-SC
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De acordo com VERGUEIRO, em relação à Seleção de Materiais de Informação, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

( ) Todas as bibliotecas iniciam o processo de seleção com considerações bastante abrangentes, que são depois refinadas e adequadas a cada uma em particular. Essas considerações vão se referir ao assunto, ao usuário, ao documento em si e ao seu preço.

( ) A seleção de uma publicação periódica difere basicamente de um livro ou monografia no sentido em que na primeira é estabelecido um compromisso com sua continuidade, enquanto que no livro essa decisão se esgota naquele momento.

( ) Existe uma fórmula universal para a elaboração do documento que irá conter a política utilizada para a seleção dos materiais nas bibliotecas.

 

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2412255 Ano: 2011
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Chapecó-SC
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O serviço de referência vem sendo discutido desde o século XVIII. Conforme GROGAN (2001), o autor do primeiro trabalho sobre este serviço, publicado em 1876, foi:

 

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2412156 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Chapecó-SC

Depressão, vício, compulsão

Duas pesquisas recentes reavivam a memória sobre temas relativos aos chamados transtornos afetivos, felizmente cada vez mais debatidos, mas nem por isso suficientemente esclarecidos.

Menos mal que compulsão, ansiedade, depressão, assim como outras particularidades da mente humana, tenham deixado, bom tempo, de ser classificadas como psicoses, loucura. Muito embora tomar remédio de "tarja preta" siga sendo um estigma alimentado por indivíduos preconceituosos e/ou mal informados.

Mas o fato é que duas pesquisas nos remetem ao universo das compulsões e da depressão. Começando por esta última, um estudo realizado pelo Medical Research Council, em Londres, demonstrou que casais que concebem filhos possuem maiores riscos de desenvolver depressão, principalmente no primeiro ano de vida da criança.

Note bem: casais. Não é o caso, portanto, da conhecida depressão pós-parto que acomete as mulheres recém-saídas do episódio(I), sem dúvida nenhuma, traumático (seja qual for o grau do trauma) de dar à luz uma criança, com toda a dor, a angústia, o medo e também a euforia e a felicidade que isso propicia. Não é difícil entender, assim, que uma mulher possa mergulhar em estado depressivo, chegando, em muitos casos, a rejeitar o filho, quando não colocando a vida deste em risco.

Mas a "novidade" aqui é a constatação segundo a qual o pai também se deprime. Menos, claro, que a mulher (1/3 das mães, contra 1/5 dos pais), mas também pode enfrentar sintomas como choro e tristeza sem motivo, irritabilidade, intolerância em relação ao parceiro, insônia e agressividade.

O estudo relaciona, como justificativa para o advento do transtorno, a mudança da rotina do casal, a inexperiência em lidar com um recém-nascido, a diminuição do período de sono e das relações íntimas com a parceira, ansiedade (medo) em relação ao futuro. Mas não leva em consideração, o que não nos impede de especular a respeito, se este homem aqui já tinha algum tipo de propensão à depressão(II), servindo a chegada do filho apenas de gatilho para que os problemas se desencadeassem de vez.

Esta pesquisa é útil, sem dúvida, para ampliar o conhecimento sobre este mal, contribuindo para que as barreiras do entendimento sejam ampliadas e do preconceito, derrubadas.

Não é possível que a depressão ainda esteja, para muita gente, em um dos extremos: frescura ou loucura. Ela está arraigada na sociedade contemporânea como uma alteração de comportamento e, assim, precisa ser compreendida e tratada em nome da qualidade de vida.

(...)

Luiz Caversan, Folha.com. 25-9-2010.

Analisar os itens abaixo:

I - "Note bem: casais. Não é o caso, portanto, da conhecida depressão pós-parto que acomete as mulheres recém-saídas do episódio...”

II - “Mas não leva em consideração, o que não nos impede de especular a respeito, se este homem aqui já tinha algum tipo de propensão à depressão...”

Os termos sublinhados, chamados conjunções, podem ser substituídos, sem alteração semântica, por:

 

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2411836 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Chapecó-SC

Depressão, vício, compulsão

Duas pesquisas recentes reavivam a memória sobre temas relativos aos chamados transtornos afetivos, felizmente cada vez mais debatidos, mas nem por isso suficientemente esclarecidos.

Menos mal que compulsão, ansiedade, depressão, assim como outras particularidades da mente humana, tenham deixado, bom tempo, de ser classificadas como psicoses, loucura. Muito embora tomar remédio de "tarja preta" siga sendo um estigma alimentado por indivíduos preconceituosos e/ou mal informados.

Mas o fato é que duas pesquisas nos remetem ao universo das compulsões e da depressão. Começando por esta última, um estudo realizado pelo Medical Research Council, em Londres, demonstrou que casais que concebem filhos possuem maiores riscos de desenvolver depressão, principalmente no primeiro ano de vida da criança.

Note bem: casais. Não é o caso, portanto, da conhecida depressão pós-parto que acomete as mulheres recém-saídas do episódio, sem dúvida nenhuma, traumático (seja qual for o grau do trauma) de dar à luz uma criança, com toda a dor, a angústia, o medo e também a euforia e a felicidade que isso propicia. Não é difícil entender, assim, que uma mulher possa mergulhar em estado depressivo, chegando, em muitos casos, a rejeitar o filho, quando não colocando a vida deste em risco.

Mas a "novidade" aqui é a constatação segundo a qual o pai também se deprime. Menos, claro, que a mulher (1/3 das mães, contra 1/5 dos pais), mas também pode enfrentar sintomas como choro e tristeza sem motivo, irritabilidade, intolerância em relação ao parceiro, insônia e agressividade.

O estudo relaciona, como justificativa para o advento do transtorno, a mudança da rotina do casal, a inexperiência em lidar com um recém-nascido, a diminuição do período de sono e das relações íntimas com a parceira, ansiedade (medo) em relação ao futuro. Mas não leva em consideração, o que não nos impede de especular a respeito, se este homem aqui já tinha algum tipo de propensão à depressão, servindo a chegada do filho apenas de gatilho para que os problemas se desencadeassem de vez.

Esta pesquisa é útil, sem dúvida, para ampliar o conhecimento sobre este mal, contribuindo para que as barreiras do entendimento sejam ampliadas e do preconceito, derrubadas.

Não é possível que a depressão ainda esteja, para muita gente, em um dos extremos: frescura ou loucura. Ela está arraigada na sociedade contemporânea como uma alteração de comportamento e, assim, precisa ser compreendida e tratada em nome da qualidade de vida.

(...)

Luiz Caversan, Folha.com. 25-9-2010.

Quanto à ideia central do texto, assinalar a alternativa CORRETA:

 

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2411800 Ano: 2011
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Chapecó-SC
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Para responder à questão a figura abaixo.

Enunciado 2800088-1

O serviço de referência, que atende às demandas dos usuários que utilizam o sistema acima ilustrado, pertence às bibliotecas classificadas como:

 

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2411672 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Chapecó-SC

Assinalar a alternativa de construção CORRETA:

 

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2411563 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Chapecó-SC

Depressão, vício, compulsão

Duas pesquisas recentes reavivam a memória sobre temas relativos aos chamados transtornos afetivos, felizmente cada vez mais debatidos, mas nem por isso suficientemente esclarecidos.

Menos mal que compulsão, ansiedade, depressão, assim como outras particularidades da mente humana, tenham deixado, bom tempo, de ser classificadas como psicoses, loucura. Muito embora tomar remédio de "tarja preta" siga sendo um estigma alimentado por indivíduos preconceituosos e/ou mal informados.

Mas o fato é que duas pesquisas nos remetem ao universo das compulsões e da depressão. Começando por esta última, um estudo realizado pelo Medical Research Council, em Londres, demonstrou que casais que concebem filhos possuem maiores riscos de desenvolver depressão, principalmente no primeiro ano de vida da criança.

Note bem: casais. Não é o caso, portanto, da conhecida depressão pós-parto que acomete as mulheres recém-saídas do episódio, sem dúvida nenhuma, traumático (seja qual for o grau do trauma) de dar à luz uma criança, com toda a dor, a angústia, o medo e também a euforia e a felicidade que isso propicia. Não é difícil entender, assim, que uma mulher possa mergulhar em estado depressivo, chegando, em muitos casos, a rejeitar o filho, quando não colocando a vida deste em risco.

Mas a "novidade" aqui é a constatação segundo a qual o pai também se deprime. Menos, claro, que a mulher (1/3 das mães, contra 1/5 dos pais), mas também pode enfrentar sintomas como choro e tristeza sem motivo, irritabilidade, intolerância em relação ao parceiro, insônia e agressividade.

O estudo relaciona, como justificativa para o advento do transtorno, a mudança da rotina do casal, a inexperiência em lidar com um recém-nascido, a diminuição do período de sono e das relações íntimas com a parceira, ansiedade (medo) em relação ao futuro. Mas não leva em consideração, o que não nos impede de especular a respeito, se este homem aqui já tinha algum tipo de propensão à depressão, servindo a chegada do filho apenas de gatilho para que os problemas se desencadeassem de vez.

Esta pesquisa é útil, sem dúvida, para ampliar o conhecimento sobre este mal, contribuindo para que as barreiras do entendimento sejam ampliadas e do preconceito, derrubadas.

Não é possível que a depressão ainda esteja, para muita gente, em um dos extremos: frescura ou loucura. Ela está arraigada na sociedade contemporânea como uma alteração de comportamento e, assim, precisa ser compreendida e tratada em nome da qualidade de vida.

(...)

Luiz Caversan, Folha.com. 25-9-2010.

“Começando por esta última, um estudo realizado pelo Medical Research Council, em Londres, demonstrou..." O sublinhado no fragmento transmite noção de:

 

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2411396 Ano: 2011
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Chapecó-SC
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Para responder à questão a figura abaixo.

Enunciado 2663828-1

Assinalar a alternativa que preenche CORRETAMENTE a identificação dos itens I, II, III e IV:

 

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2411372 Ano: 2011
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Chapecó-SC
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De acordo com OLIVEIRA, assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE:

O pode ser compreendido como acontecimento importante na gênese da Ciência da Informação, do qual brota a ideia de bibliografia como registro, memória do conhecimento científico, desvinculada dos organismos como arquivos e bibliotecas, e de acervos.

 

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