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Foram encontradas 80 questões.

2412789 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Chapecó-SC

Quanto à concordância, assinalar a alternativa CORRETA:

 

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2412772 Ano: 2011
Disciplina: Pedagogia
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Chapecó-SC
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Em conformidade com SMITH, é CORRETO afirmar que, as crianças com dificuldades de aprendizagem, às vezes, têm:

 

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2412727 Ano: 2011
Disciplina: Pedagogia
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Chapecó-SC
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Carnine in GARCIA explorou a possibilidade dos alunos, com “diversidade de aprendizagens”, poderem apresentar dificuldades curriculares, sendo preciso algumas modificações para sua superação. Ações precisas para sua eliminação podem partir de:

I - Mudança no uso dos instrumentos educativos, tais como os livros-texto.

II - Estudo das ideias principais diante da quantidade de informação.

III - Aumento na carga horária das aulas.

Estão CORRETOS:

 

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2412688 Ano: 2011
Disciplina: Pedagogia
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Chapecó-SC
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Em relação à Entrevista sobre a História Vital, assinalar a alternativa CORRETA:

 

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2412349 Ano: 2011
Disciplina: Pedagogia
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Chapecó-SC
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Em conformidade com SILVA, é CORRETO afirmar que:

 

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2412156 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Chapecó-SC

Depressão, vício, compulsão

Duas pesquisas recentes reavivam a memória sobre temas relativos aos chamados transtornos afetivos, felizmente cada vez mais debatidos, mas nem por isso suficientemente esclarecidos.

Menos mal que compulsão, ansiedade, depressão, assim como outras particularidades da mente humana, tenham deixado, bom tempo, de ser classificadas como psicoses, loucura. Muito embora tomar remédio de "tarja preta" siga sendo um estigma alimentado por indivíduos preconceituosos e/ou mal informados.

Mas o fato é que duas pesquisas nos remetem ao universo das compulsões e da depressão. Começando por esta última, um estudo realizado pelo Medical Research Council, em Londres, demonstrou que casais que concebem filhos possuem maiores riscos de desenvolver depressão, principalmente no primeiro ano de vida da criança.

Note bem: casais. Não é o caso, portanto, da conhecida depressão pós-parto que acomete as mulheres recém-saídas do episódio(I), sem dúvida nenhuma, traumático (seja qual for o grau do trauma) de dar à luz uma criança, com toda a dor, a angústia, o medo e também a euforia e a felicidade que isso propicia. Não é difícil entender, assim, que uma mulher possa mergulhar em estado depressivo, chegando, em muitos casos, a rejeitar o filho, quando não colocando a vida deste em risco.

Mas a "novidade" aqui é a constatação segundo a qual o pai também se deprime. Menos, claro, que a mulher (1/3 das mães, contra 1/5 dos pais), mas também pode enfrentar sintomas como choro e tristeza sem motivo, irritabilidade, intolerância em relação ao parceiro, insônia e agressividade.

O estudo relaciona, como justificativa para o advento do transtorno, a mudança da rotina do casal, a inexperiência em lidar com um recém-nascido, a diminuição do período de sono e das relações íntimas com a parceira, ansiedade (medo) em relação ao futuro. Mas não leva em consideração, o que não nos impede de especular a respeito, se este homem aqui já tinha algum tipo de propensão à depressão(II), servindo a chegada do filho apenas de gatilho para que os problemas se desencadeassem de vez.

Esta pesquisa é útil, sem dúvida, para ampliar o conhecimento sobre este mal, contribuindo para que as barreiras do entendimento sejam ampliadas e do preconceito, derrubadas.

Não é possível que a depressão ainda esteja, para muita gente, em um dos extremos: frescura ou loucura. Ela está arraigada na sociedade contemporânea como uma alteração de comportamento e, assim, precisa ser compreendida e tratada em nome da qualidade de vida.

(...)

Luiz Caversan, Folha.com. 25-9-2010.

Analisar os itens abaixo:

I - "Note bem: casais. Não é o caso, portanto, da conhecida depressão pós-parto que acomete as mulheres recém-saídas do episódio...”

II - “Mas não leva em consideração, o que não nos impede de especular a respeito, se este homem aqui já tinha algum tipo de propensão à depressão...”

Os termos sublinhados, chamados conjunções, podem ser substituídos, sem alteração semântica, por:

 

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2412053 Ano: 2011
Disciplina: Pedagogia
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Chapecó-SC
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Analisar a sentença abaixo:

Cada família tem suas próprias regras que vão sendo forjadas através de anos de convivência, as quais podem ser implícitas ou explicitas (1ª parte). A grande dificuldade em lidar com famílias reside no cuidado que é necessário para impor novas regras para governar as relações familiares, tanto internamente como com os sistemas extrafamiliares (2ª parte).

A sentença está:

 

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2412028 Ano: 2011
Disciplina: Pedagogia
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Chapecó-SC
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Para FERNANDEZ, na hora do jogo psicopedagógico, há aspectos que permitem determinar a existência de patologias no aprender e seu significado. São eles:

I - O grau de prazer presente no jogo.

II - Descobrir a deter-se nas fraturas do discurso lúdico.

III - Observar o grau de correlação entre o discurso verbal e o corporal.

IV - A disponibilidade corporal.

Está(ão) INCORRETO(S):

 

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2411846 Ano: 2011
Disciplina: Pedagogia
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Chapecó-SC
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De acordo com GARCIA, o campo das dificuldades de aprendizagem pode ser visto como um instrumento no contexto social e político concreto de apoio e justificação da ideologia da escolarização. Para superar esta realidade, NÃO é necessária a ênfase na:

 

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2411836 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Chapecó-SC

Depressão, vício, compulsão

Duas pesquisas recentes reavivam a memória sobre temas relativos aos chamados transtornos afetivos, felizmente cada vez mais debatidos, mas nem por isso suficientemente esclarecidos.

Menos mal que compulsão, ansiedade, depressão, assim como outras particularidades da mente humana, tenham deixado, bom tempo, de ser classificadas como psicoses, loucura. Muito embora tomar remédio de "tarja preta" siga sendo um estigma alimentado por indivíduos preconceituosos e/ou mal informados.

Mas o fato é que duas pesquisas nos remetem ao universo das compulsões e da depressão. Começando por esta última, um estudo realizado pelo Medical Research Council, em Londres, demonstrou que casais que concebem filhos possuem maiores riscos de desenvolver depressão, principalmente no primeiro ano de vida da criança.

Note bem: casais. Não é o caso, portanto, da conhecida depressão pós-parto que acomete as mulheres recém-saídas do episódio, sem dúvida nenhuma, traumático (seja qual for o grau do trauma) de dar à luz uma criança, com toda a dor, a angústia, o medo e também a euforia e a felicidade que isso propicia. Não é difícil entender, assim, que uma mulher possa mergulhar em estado depressivo, chegando, em muitos casos, a rejeitar o filho, quando não colocando a vida deste em risco.

Mas a "novidade" aqui é a constatação segundo a qual o pai também se deprime. Menos, claro, que a mulher (1/3 das mães, contra 1/5 dos pais), mas também pode enfrentar sintomas como choro e tristeza sem motivo, irritabilidade, intolerância em relação ao parceiro, insônia e agressividade.

O estudo relaciona, como justificativa para o advento do transtorno, a mudança da rotina do casal, a inexperiência em lidar com um recém-nascido, a diminuição do período de sono e das relações íntimas com a parceira, ansiedade (medo) em relação ao futuro. Mas não leva em consideração, o que não nos impede de especular a respeito, se este homem aqui já tinha algum tipo de propensão à depressão, servindo a chegada do filho apenas de gatilho para que os problemas se desencadeassem de vez.

Esta pesquisa é útil, sem dúvida, para ampliar o conhecimento sobre este mal, contribuindo para que as barreiras do entendimento sejam ampliadas e do preconceito, derrubadas.

Não é possível que a depressão ainda esteja, para muita gente, em um dos extremos: frescura ou loucura. Ela está arraigada na sociedade contemporânea como uma alteração de comportamento e, assim, precisa ser compreendida e tratada em nome da qualidade de vida.

(...)

Luiz Caversan, Folha.com. 25-9-2010.

Quanto à ideia central do texto, assinalar a alternativa CORRETA:

 

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