Foram encontradas 560 questões.
Paciente de 26 anos de idade, sexo masculino, vítima de
acidente motociclístico contra anteparo fixo. Segundo
informações da equipe de atendimento pré-hospitalar, o
paciente foi encontrado sem capacete e andando na cena
do acidente. Posicionado em prancha rígida com colar
cervical, evolui durante o transporte com rebaixamento do
nível de consciência. Na entrada no departamento de
emergência apresentava via aéreas aparentemente pérvias,
frequência respiratória de 18 incursões por minuto,
expansibilidade torácica simétrica e bilateral, frequência
cardíaca de 110 batimentos por minuto, pressão arterial de
100x60mmHg, abertura ocular a estímulos dolorosos,
ausência de resposta verbal, resposta motora flexora
inespecífica (sem localização) a estímulos dolorosos. Notou-se que o paciente movimentava apenas o dimídio esquerdo.
Anisocórico (pupila esquerda midriática). Tomografia sem
contraste.

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Chega ao plantão de um hospital municipal um paciente do
sexo masculino, 38 anos, com história de dor abdominal
intensa, associada a vômitos, iniciada há mais ou menos 24
horas após ingesta excessiva de bebida alcoólica.
Antecedente de doença hepática crônica secundária ao uso
de álcool, em acompanhamento irregular. Ao exame físico:
fácies de dor, frequência respiratória de 32 incursões por
minuto, saturação periférica de oxigênio de 84%, frequência
cardíaca de 140 batimentos por minuto, pressão arterial de
90x50mmHg, tempo de enchimento capilar bastante
prejudicado. Abertura ocular a estímulos verbais, confuso,
porém obedecendo comandos simples. Abdome distendido,
com dor difusa à palpação, porém sem sinais de irritação
peritoneal. Exames colhidos evidenciaram: gasometria com
pH 7,40 pO2 58mmHg pCO2 30mmHg e bicarbonato
18mEq/L. Sódio 150mEq/L; Potássio 4,5mEq/L; Cloro
113mEq/L.
Qual é o diagnóstico gasométrico?
Qual é o diagnóstico gasométrico?
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Paciente de 32 anos, sexo masculino, vítima de
atropelamento, foi trazido por equipe de atendimento pré-hospitalar com colar cervical e prancha rígida. Relato de que
queixava dor torácica no local do acidente. Na admissão, o
paciente apresentava vias aéreas pérvias. Desconforto
respiratório evidente, com uso de musculatura acessória da
respiração. Sem deformidades ou lesões aparentes na
cavidade torácica. Hemitórax direito com macicez a
percussão e murmúrio vesicular abolido. Frequência
respiratória de 28 incursões por minuto. Frequência
cardíaca de 120 batimentos por minuto. Pressão arterial de
90x50mmHg. Abertura ocular a estímulos verbais, emitindo
palavras desconexas, localizando estímulos dolorosos.
Radiografia de tórax em incidência ântero posterior
evidenciou o seguinte resultado.

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Paciente de 32 anos, sexo masculino, vítima de
atropelamento, foi trazido por equipe de atendimento pré-hospitalar com colar cervical e prancha rígida. Relato de que
queixava dor torácica no local do acidente. Na admissão, o
paciente apresentava vias aéreas pérvias. Desconforto
respiratório evidente, com uso de musculatura acessória da
respiração. Sem deformidades ou lesões aparentes na
cavidade torácica. Hemitórax direito com macicez a
percussão e murmúrio vesicular abolido. Frequência
respiratória de 28 incursões por minuto. Frequência
cardíaca de 120 batimentos por minuto. Pressão arterial de
90x50mmHg. Abertura ocular a estímulos verbais, emitindo
palavras desconexas, localizando estímulos dolorosos.
Radiografia de tórax em incidência ântero posterior
evidenciou o seguinte resultado.

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Paciente do sexo feminino, 64 anos, encaminhada para o
ambulatório de clínica médica com história de tosse
produtiva matinal diária com expectoração em pequena
quantidade e de coloração mucóide há cerca de 3 anos.
Refere ainda dispnéia progressiva. Observou que nos
últimos meses, quando vai efetuar compras na feira (há
menos de 100 metros de seu domicílio), precisa parar várias
vezes por falta de ar. Ex tabagista (dos 15 aos 60 anos de
idade), com uma média de 30 cigarros por dia. Além disso,
residiu em casa com fogão de lenha até os 22 anos de idade.
Nega internações ou uso de antibióticos. Ao exame físico,
paciente responsiva, verbalizando.
Frequência respiratória de 16 incursões por minuto, tórax
com aumento do diâmetro antero-posterior, expansibilidade
diminuída e murmúrio vesicular diminuído difusamente.
Ritmo cardíaco regular, bulhas hipofonéticas, frequência
cardíaca de 89 batimentos por minuto. Pressão arterial de
120x80mmhg. Peso 50kg. Altura 1,65m. Trouxe exames
realizados há aproximadamente 20 dias (radiografia de tórax
abaixo). Espirometria com relação volume expiratório
forçado no primeiro segundo (VEF1) / capacidade vital
forçada (CVF) abaixo de 0,7 e ausência de resposta
significativa a broncodilatador. VEF1 da paciente foi 55% do
valor predito.

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Paciente do sexo feminino, 64 anos, encaminhada para o
ambulatório de clínica médica com história de tosse
produtiva matinal diária com expectoração em pequena
quantidade e de coloração mucóide há cerca de 3 anos.
Refere ainda dispnéia progressiva. Observou que nos
últimos meses, quando vai efetuar compras na feira (há
menos de 100 metros de seu domicílio), precisa parar várias
vezes por falta de ar. Ex tabagista (dos 15 aos 60 anos de
idade), com uma média de 30 cigarros por dia. Além disso,
residiu em casa com fogão de lenha até os 22 anos de idade.
Nega internações ou uso de antibióticos. Ao exame físico,
paciente responsiva, verbalizando.
Frequência respiratória de 16 incursões por minuto, tórax
com aumento do diâmetro antero-posterior, expansibilidade
diminuída e murmúrio vesicular diminuído difusamente.
Ritmo cardíaco regular, bulhas hipofonéticas, frequência
cardíaca de 89 batimentos por minuto. Pressão arterial de
120x80mmhg. Peso 50kg. Altura 1,65m. Trouxe exames
realizados há aproximadamente 20 dias (radiografia de tórax
abaixo). Espirometria com relação volume expiratório
forçado no primeiro segundo (VEF1) / capacidade vital
forçada (CVF) abaixo de 0,7 e ausência de resposta
significativa a broncodilatador. VEF1 da paciente foi 55% do
valor predito.

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Paciente de 62 anos, sexo feminino, comparece para
consulta no ambulatório de clínica médica, sem queixas
espontâneas. Nega alterações no volume e aspecto da
urina. Refere ser diabética e hipertensa há mais de 15 anos,
em acompanhamento irregular em unidade primária de
saúde. Em uso de hidroclorotiazida 25mg 1x ao dia e
glibenclamida 5mg 2x ao dia. Ao exame: bom estado geral,
corada, hidratada, afebril. Frequência respiratória de 15
incursões por minuto, Murmúrio Vesicular fisiológico, sem
ruídos adventícios. Frequência Cardíaca de 60 batimentos
por minuto, Pressão Arterial de 160x80mmHg. Sem edemas.
Trouxe exames realizados há 1 semana: Hemoglobina
13g/L, leucócitos 9800mm3 plaquetas 210.000mm3. Ureia
70mg/dL, creatinina 1,8mg/dL, K 4,0mEq/L. Colesterol total
250mg/dL LDL 140mg/dL Triglicérides 200mg/dL. Exame de
urina tipo 1: proteínas +/4+, leucócitos 5000/ml, hemácias
3000/ml. Trouxe ainda exames realizados há 6 meses: Ureia
65mg/dL, creatinina 1,6mg/dL, Exame de urina tipo 1
proteínas +/4+, leucócitos 3000/ml, hemácias 2000/ml.
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Paciente de 62 anos, sexo feminino, comparece para
consulta no ambulatório de clínica médica, sem queixas
espontâneas. Nega alterações no volume e aspecto da
urina. Refere ser diabética e hipertensa há mais de 15 anos,
em acompanhamento irregular em unidade primária de
saúde. Em uso de hidroclorotiazida 25mg 1x ao dia e
glibenclamida 5mg 2x ao dia. Ao exame: bom estado geral,
corada, hidratada, afebril. Frequência respiratória de 15
incursões por minuto, Murmúrio Vesicular fisiológico, sem
ruídos adventícios. Frequência Cardíaca de 60 batimentos
por minuto, Pressão Arterial de 160x80mmHg. Sem edemas.
Trouxe exames realizados há 1 semana: Hemoglobina
13g/L, leucócitos 9800mm3 plaquetas 210.000mm3. Ureia
70mg/dL, creatinina 1,8mg/dL, K 4,0mEq/L. Colesterol total
250mg/dL LDL 140mg/dL Triglicérides 200mg/dL. Exame de
urina tipo 1: proteínas +/4+, leucócitos 5000/ml, hemácias
3000/ml. Trouxe ainda exames realizados há 6 meses: Ureia
65mg/dL, creatinina 1,6mg/dL, Exame de urina tipo 1
proteínas +/4+, leucócitos 3000/ml, hemácias 2000/ml.
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Paciente de 65 anos de idade, sexo masculino, admitido em
unidade de pronto atendimento com história de hematêmese
há 2 dias, evolui rapidamente com parada cardiorrespiratória.
Após o primeiro ciclo de manobras de ressuscitação
cardiopulmonar (RCP), o paciente permanece sem pulso e o
seguinte ritmo foi observado no monitor.

Qual é a conduta imediatamente indicada?
Qual é a conduta imediatamente indicada?
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Paciente do sexo feminino, 22 anos, trazida ao
departamento de emergência com relato de ter iniciado
quadro de prurido intenso, náuseas e “mal estar” trinta
minutos após a ingestão de frutos do mar em um
restaurante. Evoluiu com dispnéia e rebaixamento do nível
de consciência. Ao exame físico: paciente responsiva, com
aparente edema de lábios e língua, frequência respiratória
de 30 incursões por minuto, saturação periférica de oxigênio
de 88% em ar ambiente, expansibilidade torácica e
murmúrio vesicular reduzido bilateralmente, frequência
cardíaca de 120 batimentos por minuto, pressão arterial
aferida em membros superiores e inferiores 70x40mmHg,
abertura ocular a estímulos verbais, emitindo palavras
desconexas, com resposta flexora de localização a
estímulos dolorosos. Erupção cutânea eritematosa difusa.
Abdome flácido, ruídos hidroaéreos presentes, ausência de
visceromegalias, massas palpáveis ou sinais de irritação
peritoneal.
Qual das medidas farmacológicas citadas abaixo constitui a primeira linha de tratamento neste cenário?
Qual das medidas farmacológicas citadas abaixo constitui a primeira linha de tratamento neste cenário?
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