Foram encontradas 40 questões.
2125099
Ano: 2021
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Colômbia-SP
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Colômbia-SP
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Considerando o disposto no Estatuto dos Funcionários
Públicos do Município de Colômbia/SP, analise as afirmativas
relacionadas às licenças concedidas aos funcionários, assinale
a afirmativa correta.
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2125098
Ano: 2021
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Colômbia-SP
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Colômbia-SP
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Para substituição de professor durante período letivo até a
abertura de concurso público, poderá existir contratações de
empregados públicos municipais por tempo determinado, a fim
de atender necessidade temporária do excepcional interesse
público. Com base na Lei Municipal nº 639, de 3 de novembro
de 1993, sobre as contratações por prazo determinado, assinale
a afirmativa INCORRETA.
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Eu gosto de observar as pessoas em seus trabalhos e
ocupações. Uma das coisas que mais me deixa feliz é ver o
brilho no olhar e a forma entusiasmada das que trabalham
com afinco. Quem no dia a dia do trabalho tem essa
característica comumente consegue se destacar, crescer,
subir na carreira e o mais importante, é lembrado por muito
tempo pelas pessoas com quem teve contato.
Sou professor há 12 anos e, ainda hoje, quando começa
uma turma nova, me dá um certo frio na barriga e um pouco
de nervosismo. E não se trata de insegurança, trata-se de
valorização do trabalho. Na minha mente vem aquele desejo
de passar uma boa impressão e ser cativante para os alunos.
E isso dá um pouco de nervosismo. Também já escrevo na
internet há pouco mais de 7 anos, e sempre antes de clicar
no botão “publicar” eu leio atentamente o texto, reviso
algumas palavras e ideias. Além disso, sempre me pergunto:
“esse texto vai ajudar de alguma forma a quem for lê-lo?
Esse texto vai despertar ideias e insights bacanas?”. Só
depois de responder a elas de forma afirmativa é que o
publico.
Inúmeras vezes cheguei a escrever textos que estavam
prestes a serem publicados e na última hora me veio a negativa
para as perguntas formuladas há pouco. E sabe de uma coisa
interessante? Esse exercício tem sido para mim como uma
espécie de terapia, no qual expresso por escrito parte do que
estou sentindo e que está me incomodando. Muitas vezes
somos tentados a escrever sobre algo que esteja nos deixando
tristes, chateados, irritados ou desesperançosos, etc. Porém, é
preciso compreender que, em quase 100% dos casos, o que nos
incomoda e chateia, para outras pessoas, pode ser exatamente
o oposto, pode ser motivo de alegria e orgulho.
Em 2019, uma obra magnífica da qual li alguns trechos se
chama Crítica da razão pura, do filósofo alemão Immanuel
Kant, e nesta obra ele aborda amplamente um conceito famoso
seu que é o “imperativo categórico”. Sendo bem direto e
objetivo, esse conceito diz: “age apenas segundo uma máxima
tal que possas ao mesmo tempo querer que ela se torne lei
universal”. Em outras palavras, se o que eu fizer puder ser feito
por 100% das pessoas, maravilha, então trata-se de algo
moralmente correto; se não puder ser feito por 100% das
pessoas, é preciso pensar com mais cuidado, com mais cautela,
com mais critério, buscando como objetivo que se torne algo
universal.
Eu passei a olhar para o meu dia a dia e para as minhas
atitudes com um olhar bem mais ligado após estudar um
pouco esse pensador tão revolucionário. Se você observar e
ler com bastante atenção esse conceito, é possível fazer o
link com a seguinte frase de Antonio Meneses: “quem não
fica nervoso (antes de um desempenho) é porque não dá
importância ao que faz”. O nervosismo é esse momento de
autorreflexão, no qual você pensa na melhor maneira de atuar. Dessa forma, podemos atingir o que chamamos de
excelência.
Não a confunda com perfeccionismo, tudo bem? Pois
excelência não tem nada a ver com perfeccionismo. Esta
postura provém do medo de errar, do medo de falhar, de
uma autoexigência que causa neuroses e adoecimentos. A
excelência é quase um sinônimo do capricho, de um
trabalho bem realizado. Mario Sergio Cortella costuma dizer
isto aqui nas suas palestras, o que concordo em gênero,
número e grau: “capricho é fazer o melhor com aquilo que
se tem, enquanto não tem condições melhores para fazer
melhor ainda”. Ou seja, é se utilizar dos recursos de que se
dispõe, porém sempre nutrindo essa humildade de que
pode ser melhor a cada dia.
Eu quero ser a cada ano que passa um professor melhor,
um escritor melhor, um psicanalista melhor. Mas, acima de
tudo, uma pessoa melhor, que valoriza às amizades, o bom
convívio com a família ou com os colegas de trabalho e por aí
vai. Que este breve texto leve à reflexão sobre a importância de
fazermos o melhor nas condições que temos no momento e
sempre buscando um aperfeiçoamento. É normal ficar um
pouco nervoso, e esse nervosismo é justamente o tempero que
deixa especial e único o seu trabalho e atribuições.
Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em
https://www.contioutra.com/quem-nao-fica-nervoso-antes-de-umdesempenho-e-porque-nao-da-importancia-ao-que-faz/. Acesso em:
30/01/2020.)
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2112857
Ano: 2021
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Colômbia-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Colômbia-SP
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Regina Duarte diz ‘sim’ e assume a Secretaria Especial de Cultura.
A atriz aceitou o convite feito pelo Presidente há dez dias.
Expectativa é de mudanças no órgão e de aproximação com a
classe artística. Em nota, o Planalto afirmou que será uma nova
fase, com ‘trâmites preparatórios oficiais para o casamento’.
‘Noiva’ há pouco mais de uma semana, Regina Duarte, 72, enfim,
disse ‘sim’ e aceitou o convite para chefiar a Secretaria Especial
de Cultura, pasta subordinada ao Ministério do Turismo. (Disponível em: https://noticias.uol.com.br/politica/ultimasnoticias/2020/01/29/regina-diz-sim-e-assume-secretaria-de-cultura.htm.)
Chamada de “namoradinha do Brasil”, a ícone da liberação feminina no final dos anos 1970, Regina Blois Duarte tem uma trajetória marcante na TV brasileira, tendo papel importante em obras como:
Chamada de “namoradinha do Brasil”, a ícone da liberação feminina no final dos anos 1970, Regina Blois Duarte tem uma trajetória marcante na TV brasileira, tendo papel importante em obras como:
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2112719
Ano: 2021
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Colômbia-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Colômbia-SP
Provas:
Logo no início de março, a Receita Federal começa a receber as
declarações do Imposto de Renda 2020, relativo ao ano de
2019. E, para quem gosta de sair na frente, até mesmo para
receber a restituição nos primeiros lotes, já é hora de começar
a separar os documentos necessários para o preenchimento da
declaração. (Disponível em: https://www.jornalcontabil.com.br/imposto-de-renda2020.)
Os investimentos em bitcoins, apesar das grandes oscilações, estão crescendo no Brasil ao longo dos últimos anos. Em relação à Declaração de Imposto de Renda e este tipo específico de investimento, é correto afirmar que:
Os investimentos em bitcoins, apesar das grandes oscilações, estão crescendo no Brasil ao longo dos últimos anos. Em relação à Declaração de Imposto de Renda e este tipo específico de investimento, é correto afirmar que:
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2112718
Ano: 2021
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Colômbia-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Colômbia-SP
Provas:
Em meados de outubro do ano passado, um decreto assinado
pelo Presidente da República, “qualificou” a Casa da Moeda do
Brasil no âmbito do Programa de Parcerias de Investimentos da
Presidência da República (PPI), incluindo-a no Programa
Nacional de Desestatização (PND). O decreto também designou
o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social
(BNDES) como responsável pela execução e acompanhamento
dos atos necessários para desestatização da Casa da Moeda do
Brasil, caso isso venha a ocorrer. (Disponível em: https://recontaai.com.br/2019/10/15/decreto-incluicasa-da-moeda-no-programa-de-privatizacoes/.)
A Casa da Moeda do Brasil nasceu para atender à demanda de uma economia em expansão durante o ciclo da mineração brasileira, no final do século XVII. Dentre as atividades principais exercidas atualmente por este órgão, além da produção de papel-moeda e moeda metálica, podemos destacar:
A Casa da Moeda do Brasil nasceu para atender à demanda de uma economia em expansão durante o ciclo da mineração brasileira, no final do século XVII. Dentre as atividades principais exercidas atualmente por este órgão, além da produção de papel-moeda e moeda metálica, podemos destacar:
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2107752
Ano: 2021
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Colômbia-SP
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Colômbia-SP
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Considerando a Lei nº 1.158, de 2 de julho de 2010, o
provimento para o emprego de diretor de escola será privativo
aos docentes titulares de cargo e/ou emprego da Prefeitura
Municipal de Colômbia/SP. Sobre a eleição e exoneração do
cargo de diretor escolar, assinale a afirmativa correta.
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Eu gosto de observar as pessoas em seus trabalhos e
ocupações. Uma das coisas que mais me deixa feliz é ver o
brilho no olhar e a forma entusiasmada das que trabalham
com afinco. Quem no dia a dia do trabalho tem essa
característica comumente consegue se destacar, crescer,
subir na carreira e o mais importante, é lembrado por muito
tempo pelas pessoas com quem teve contato.
Sou professor há 12 anos e, ainda hoje, quando começa
uma turma nova, me dá um certo frio na barriga e um pouco
de nervosismo. E não se trata de insegurança, trata-se de
valorização do trabalho. Na minha mente vem aquele desejo
de passar uma boa impressão e ser cativante para os alunos.
E isso dá um pouco de nervosismo. Também já escrevo na
internet há pouco mais de 7 anos, e sempre antes de clicar
no botão “publicar” eu leio atentamente o texto, reviso
algumas palavras e ideias. Além disso, sempre me pergunto:
“esse texto vai ajudar de alguma forma a quem for lê-lo?
Esse texto vai despertar ideias e insights bacanas?”. Só
depois de responder a elas de forma afirmativa é que o
publico.
Inúmeras vezes cheguei a escrever textos que estavam
prestes a serem publicados e na última hora me veio a negativa
para as perguntas formuladas há pouco. E sabe de uma coisa
interessante? Esse exercício tem sido para mim como uma
espécie de terapia, no qual expresso por escrito parte do que
estou sentindo e que está me incomodando. Muitas vezes
somos tentados a escrever sobre algo que esteja nos deixando
tristes, chateados, irritados ou desesperançosos, etc. Porém, é
preciso compreender que, em quase 100% dos casos, o que nos
incomoda e chateia, para outras pessoas, pode ser exatamente
o oposto, pode ser motivo de alegria e orgulho.
Em 2019, uma obra magnífica da qual li alguns trechos se
chama Crítica da razão pura, do filósofo alemão Immanuel
Kant, e nesta obra ele aborda amplamente um conceito famoso
seu que é o “imperativo categórico”. Sendo bem direto e
objetivo, esse conceito diz: “age apenas segundo uma máxima
tal que possas ao mesmo tempo querer que ela se torne lei
universal”. Em outras palavras, se o que eu fizer puder ser feito
por 100% das pessoas, maravilha, então trata-se de algo
moralmente correto; se não puder ser feito por 100% das
pessoas, é preciso pensar com mais cuidado, com mais cautela,
com mais critério, buscando como objetivo que se torne algo
universal.
Eu passei a olhar para o meu dia a dia e para as minhas
atitudes com um olhar bem mais ligado após estudar um
pouco esse pensador tão revolucionário. Se você observar e
ler com bastante atenção esse conceito, é possível fazer o
link com a seguinte frase de Antonio Meneses: “quem não
fica nervoso (antes de um desempenho) é porque não dá
importância ao que faz”. O nervosismo é esse momento de
autorreflexão, no qual você pensa na melhor maneira de atuar. Dessa forma, podemos atingir o que chamamos de
excelência.
Não a confunda com perfeccionismo, tudo bem? Pois
excelência não tem nada a ver com perfeccionismo. Esta
postura provém do medo de errar, do medo de falhar, de
uma autoexigência que causa neuroses e adoecimentos. A
excelência é quase um sinônimo do capricho, de um
trabalho bem realizado. Mario Sergio Cortella costuma dizer
isto aqui nas suas palestras, o que concordo em gênero,
número e grau: “capricho é fazer o melhor com aquilo que
se tem, enquanto não tem condições melhores para fazer
melhor ainda”. Ou seja, é se utilizar dos recursos de que se
dispõe, porém sempre nutrindo essa humildade de que
pode ser melhor a cada dia.
Eu quero ser a cada ano que passa um professor melhor,
um escritor melhor, um psicanalista melhor. Mas, acima de
tudo, uma pessoa melhor, que valoriza às amizades, o bom
convívio com a família ou com os colegas de trabalho e por aí
vai. Que este breve texto leve à reflexão sobre a importância de
fazermos o melhor nas condições que temos no momento e
sempre buscando um aperfeiçoamento. É normal ficar um
pouco nervoso, e esse nervosismo é justamente o tempero que
deixa especial e único o seu trabalho e atribuições.
Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em
https://www.contioutra.com/quem-nao-fica-nervoso-antes-de-umdesempenho-e-porque-nao-da-importancia-ao-que-faz/. Acesso em:
30/01/2020.)
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Eu gosto de observar as pessoas em seus trabalhos e
ocupações. Uma das coisas que mais me deixa feliz é ver o
brilho no olhar e a forma entusiasmada das que trabalham
com afinco. Quem no dia a dia do trabalho tem essa
característica comumente consegue se destacar, crescer,
subir na carreira e o mais importante, é lembrado por muito
tempo pelas pessoas com quem teve contato.
Sou professor há 12 anos e, ainda hoje, quando começa
uma turma nova, me dá um certo frio na barriga e um pouco
de nervosismo. E não se trata de insegurança, trata-se de
valorização do trabalho. Na minha mente vem aquele desejo
de passar uma boa impressão e ser cativante para os alunos.
E isso dá um pouco de nervosismo. Também já escrevo na
internet há pouco mais de 7 anos, e sempre antes de clicar
no botão “publicar” eu leio atentamente o texto, reviso
algumas palavras e ideias. Além disso, sempre me pergunto:
“esse texto vai ajudar de alguma forma a quem for lê-lo?
Esse texto vai despertar ideias e insights bacanas?”. Só
depois de responder a elas de forma afirmativa é que o
publico.
Inúmeras vezes cheguei a escrever textos que estavam
prestes a serem publicados e na última hora me veio a negativa
para as perguntas formuladas há pouco. E sabe de uma coisa
interessante? Esse exercício tem sido para mim como uma
espécie de terapia, no qual expresso por escrito parte do que
estou sentindo e que está me incomodando. Muitas vezes
somos tentados a escrever sobre algo que esteja nos deixando
tristes, chateados, irritados ou desesperançosos, etc. Porém, é
preciso compreender que, em quase 100% dos casos, o que nos
incomoda e chateia, para outras pessoas, pode ser exatamente
o oposto, pode ser motivo de alegria e orgulho.
Em 2019, uma obra magnífica da qual li alguns trechos se
chama Crítica da razão pura, do filósofo alemão Immanuel
Kant, e nesta obra ele aborda amplamente um conceito famoso
seu que é o “imperativo categórico”. Sendo bem direto e
objetivo, esse conceito diz: “age apenas segundo uma máxima
tal que possas ao mesmo tempo querer que ela se torne lei
universal”. Em outras palavras, se o que eu fizer puder ser feito
por 100% das pessoas, maravilha, então trata-se de algo
moralmente correto; se não puder ser feito por 100% das
pessoas, é preciso pensar com mais cuidado, com mais cautela,
com mais critério, buscando como objetivo que se torne algo
universal.
Eu passei a olhar para o meu dia a dia e para as minhas
atitudes com um olhar bem mais ligado após estudar um
pouco esse pensador tão revolucionário. Se você observar e
ler com bastante atenção esse conceito, é possível fazer o
link com a seguinte frase de Antonio Meneses: “quem não
fica nervoso (antes de um desempenho) é porque não dá
importância ao que faz”. O nervosismo é esse momento de
autorreflexão, no qual você pensa na melhor maneira de atuar. Dessa forma, podemos atingir o que chamamos de
excelência.
Não a confunda com perfeccionismo, tudo bem? Pois
excelência não tem nada a ver com perfeccionismo. Esta
postura provém do medo de errar, do medo de falhar, de
uma autoexigência que causa neuroses e adoecimentos. A
excelência é quase um sinônimo do capricho, de um
trabalho bem realizado. Mario Sergio Cortella costuma dizer
isto aqui nas suas palestras, o que concordo em gênero,
número e grau: “capricho é fazer o melhor com aquilo que
se tem, enquanto não tem condições melhores para fazer
melhor ainda”. Ou seja, é se utilizar dos recursos de que se
dispõe, porém sempre nutrindo essa humildade de que
pode ser melhor a cada dia.
Eu quero ser a cada ano que passa um professor melhor,
um escritor melhor, um psicanalista melhor. Mas, acima de
tudo, uma pessoa melhor, que valoriza às amizades, o bom
convívio com a família ou com os colegas de trabalho e por aí
vai. Que este breve texto leve à reflexão sobre a importância de
fazermos o melhor nas condições que temos no momento e
sempre buscando um aperfeiçoamento. É normal ficar um
pouco nervoso, e esse nervosismo é justamente o tempero que
deixa especial e único o seu trabalho e atribuições.
Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em
https://www.contioutra.com/quem-nao-fica-nervoso-antes-de-umdesempenho-e-porque-nao-da-importancia-ao-que-faz/. Acesso em:
30/01/2020.)
I. No excerto “Uma pessoa melhor, que valoriza às amizades, o bom convívio com a família ou com os colegas de trabalho e por aí vai” (7º§), a crase é mandatória, devido à predicação da forma verbal sublinhada que aparece logo antes de seu emprego. II. No excerto “Que este breve texto leve à reflexão sobre a importância de fazermos o melhor nas condições que temos no momento e sempre buscando um aperfeiçoamento.” (7º§), a crase é obrigatória, devido à regência da forma verbal sublinhada que antecede imediatamente o seu uso.
Assinale a alternativa correta
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Eu gosto de observar as pessoas em seus trabalhos e
ocupações. Uma das coisas que mais me deixa feliz é ver o
brilho no olhar e a forma entusiasmada das que trabalham
com afinco. Quem no dia a dia do trabalho tem essa
característica comumente consegue se destacar, crescer,
subir na carreira e o mais importante, é lembrado por muito
tempo pelas pessoas com quem teve contato.
Sou professor há 12 anos e, ainda hoje, quando começa
uma turma nova, me dá um certo frio na barriga e um pouco
de nervosismo. E não se trata de insegurança, trata-se de
valorização do trabalho. Na minha mente vem aquele desejo
de passar uma boa impressão e ser cativante para os alunos.
E isso dá um pouco de nervosismo. Também já escrevo na
internet há pouco mais de 7 anos, e sempre antes de clicar
no botão “publicar” eu leio atentamente o texto, reviso
algumas palavras e ideias. Além disso, sempre me pergunto:
“esse texto vai ajudar de alguma forma a quem for lê-lo?
Esse texto vai despertar ideias e insights bacanas?”. Só
depois de responder a elas de forma afirmativa é que o
publico.
Inúmeras vezes cheguei a escrever textos que estavam
prestes a serem publicados e na última hora me veio a negativa
para as perguntas formuladas há pouco. E sabe de uma coisa
interessante? Esse exercício tem sido para mim como uma
espécie de terapia, no qual expresso por escrito parte do que
estou sentindo e que está me incomodando. Muitas vezes
somos tentados a escrever sobre algo que esteja nos deixando
tristes, chateados, irritados ou desesperançosos, etc. Porém, é
preciso compreender que, em quase 100% dos casos, o que nos
incomoda e chateia, para outras pessoas, pode ser exatamente
o oposto, pode ser motivo de alegria e orgulho.
Em 2019, uma obra magnífica da qual li alguns trechos se
chama Crítica da razão pura, do filósofo alemão Immanuel
Kant, e nesta obra ele aborda amplamente um conceito famoso
seu que é o “imperativo categórico”. Sendo bem direto e
objetivo, esse conceito diz: “age apenas segundo uma máxima
tal que possas ao mesmo tempo querer que ela se torne lei
universal”. Em outras palavras, se o que eu fizer puder ser feito
por 100% das pessoas, maravilha, então trata-se de algo
moralmente correto; se não puder ser feito por 100% das
pessoas, é preciso pensar com mais cuidado, com mais cautela,
com mais critério, buscando como objetivo que se torne algo
universal.
Eu passei a olhar para o meu dia a dia e para as minhas
atitudes com um olhar bem mais ligado após estudar um
pouco esse pensador tão revolucionário. Se você observar e
ler com bastante atenção esse conceito, é possível fazer o
link com a seguinte frase de Antonio Meneses: “quem não
fica nervoso (antes de um desempenho) é porque não dá
importância ao que faz”. O nervosismo é esse momento de
autorreflexão, no qual você pensa na melhor maneira de atuar. Dessa forma, podemos atingir o que chamamos de
excelência.
Não a confunda com perfeccionismo, tudo bem? Pois
excelência não tem nada a ver com perfeccionismo. Esta
postura provém do medo de errar, do medo de falhar, de
uma autoexigência que causa neuroses e adoecimentos. A
excelência é quase um sinônimo do capricho, de um
trabalho bem realizado. Mario Sergio Cortella costuma dizer
isto aqui nas suas palestras, o que concordo em gênero,
número e grau: “capricho é fazer o melhor com aquilo que
se tem, enquanto não tem condições melhores para fazer
melhor ainda”. Ou seja, é se utilizar dos recursos de que se
dispõe, porém sempre nutrindo essa humildade de que
pode ser melhor a cada dia.
Eu quero ser a cada ano que passa um professor melhor,
um escritor melhor, um psicanalista melhor. Mas, acima de
tudo, uma pessoa melhor, que valoriza às amizades, o bom
convívio com a família ou com os colegas de trabalho e por aí
vai. Que este breve texto leve à reflexão sobre a importância de
fazermos o melhor nas condições que temos no momento e
sempre buscando um aperfeiçoamento. É normal ficar um
pouco nervoso, e esse nervosismo é justamente o tempero que
deixa especial e único o seu trabalho e atribuições.
Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em
https://www.contioutra.com/quem-nao-fica-nervoso-antes-de-umdesempenho-e-porque-nao-da-importancia-ao-que-faz/. Acesso em:
30/01/2020.)
I. “Além disso, sempre me pergunto se esse texto vai ajudar de alguma forma a quem for lê-lo.” II. “Além disso, sempre me pergunto; esse texto vai ajudar de alguma forma a quem for lê-lo?” III. “Além disso, sempre me pergunto: esse texto vai ajudar de alguma forma a quem for lê-lo.”
É correto o que se propõe em
Provas
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