Magna Concursos

Foram encontradas 40 questões.

2032090 Ano: 2021
Disciplina: Pedagogia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Colômbia-SP
Provas:
O brincar é uma atividade humana criadora, na qual imaginação, fantasia e realidade interagem na produção de novas possibilidades de interpretação, de expressão e de ação pelas crianças, assim como de novas formas de construir relações sociais com outros sujeitos, crianças e adultos. Tal concepção:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2032089 Ano: 2021
Disciplina: Pedagogia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Colômbia-SP
Provas:
O que caracteriza o cotidiano escolar é a relação entre as culturas; relação atravessada por tensões e conflitos. Isso se acentua quando as culturas crítica, acadêmica, social e institucional, profundamente articuladas, tornam-se hegemônicas e tendem a ser absolutizadas em detrimento da cultura experiencial, que, por sua vez, possui profundas raízes socioculturais. Em vez de preservar uma tradição hegemônica, a escola está sendo chamada a: I. Lidar com a pluralidade de culturas, reconhecer os diferentes sujeitos socioculturais presentes em seu contexto, abrir espaços para a manifestação e valorização das diferenças. II. Silenciar e neutralizar a pluralidade e a diferença, pois se sente mais confortável com a homogeneização e a padronização. III. Abrir espaços para a diversidade, a diferença; para o cruzamento de culturas constitui o grande desafio a fim de estabelecer uma tradição monocultural. Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2031319 Ano: 2021
Disciplina: Geografia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Colômbia-SP
“A primeira referência ao termo ocorreu no século XVI e definia o capitão que contratava soldados mercenários para servir ao Rei. Apenas no século XVIII, o termo passou a ser empregado para atores econômicos: entrepreneurs eram aqueles que introduziam novas técnicas agrícolas ou arriscavam seu capital na indústria. Na teoria econômica, o termo entrepreneur não tem uma definição homogênea, mas Schumpeter (1982) é considerado o seuprincipal teórico clássico. Ele retoma o termo, associando-o à inovação para explicar o desenvolvimento econômico. Para Schumpeter, o desenvolvimento econômico se iniciou a partir de inovações, ou seja, por meio da introdução de novos recursos ou pela combinação diferenciada dos recursos produtivos já existentes.” O termo a que se refere o texto é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2026921 Ano: 2021
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Colômbia-SP
Observe a sequência: 11, −7, 8, −4, 5, −1, 2, A, B. Determinando os valores de A e B, de acordo com a lógica de formação da sequência, é correto afirmar que o produto entre os valores de A e B é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2026715 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Colômbia-SP

Considere as matrizes X = enunciado 1292866-1 e Y=enunciado 1292866-2, onde X e Y possuem o mesmo determinante e a e b são números inteiros positivos com a > b. Então, o valor de 3a – b é:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2026705 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Colômbia-SP

Observe o triângulo retângulo a seguir.

enunciado 1292784-1

Se δ é um ângulo agudo do triângulo retângulo, então, pode-se afirmar que o sen δ vale:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2026683 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Colômbia-SP
Em uma indústria de automóveis trabalham 60 funcionários que, juntos, produzem 300 carros por dia. A empresa deseja aumentar a produção em 15%; com isso, é necessária a contratação de alguns funcionários. Neste caso, quantos funcionários deverão ser contratados, para que a empresa consiga atingir este aumento na produção?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2025729 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Colômbia-SP
Provas:
Texto para responder à questão.
Carta aberta a Lourenço Diaféria*
Dom Lourenço:
Sou um assíduo leitor. Leio tudo e continuamente. No banheiro, no ônibus, no quintal, na calçada; de madrugada, tarde, noite; livros, livretos, folhetins, revistas, cartazes, pichações, jornais, jornalecos, folhas soltas, propagandas, guias telefônicos, bulas, portas de banheiro e até uma ou outra palma da mão.
Sou um leitor.
Sou um leitor por imagem refletida, como num espelho ou numa montanha de ecos, pois o que eu queria mesmo era ser escritor. Vã esperança. Louco sonho. Não fui ou não aconteci, como se diz agora. Daí virei leitor; não virei, nasci leitor... Mas, desgraça minha – ou sorte –, não sou um leitor técnico, erudito, de análise. Não, não consigo sequer desvendar normas gramaticais, estilos, influências... Dir-se-ia leitor cru? E como não bastasse: gringo, estrangeiro, Tupac-Amaru. Sou apenas um glutão de imagens, sentimentos, emoções e vibrações. Sou um leitor de nó na garganta e lágrimas fáceis. Sinto nas palavras, por outros escritas, aquilo tudo que está dentro de mim, que queria expressar e não consigo; que sinto e não sei transmitir.
Ah! Dom Lourenço... É a mesma coisa que ter um balão dentro da gente que vai enchendo de emoções, emoções, emoções, pronto a explodir, e, quando acontece, estoura o peito e espalha aquelas palavras todas – imagens e sentimentos – salpicando todos em volta, pintando-os todos multicolores, floridos, irmanando-os, tornando os homens mais humanos, mais compreensivos, mais amigos, mais altos, mais nobres e mais puros.
Sou um leitor. E como tal tenho um aferido e aguçado “sentimentômetro” de revoluções mil, de pique e médias, de luzes amarelas, verdes e vermelhas. E meu particular aparelho de medir sentimentos há muito não acusava pressão máxima. Há muito eu não sentia a faixa vermelha, o assobio estridente, a pulsação acelerada, o lacre de segurança quebrado, que anuncia próxima e inadiável explosão. Mas ao ler Morte sem colete o aparelho funcionou e senti em mim a caldeira de pressão, o rio sem barragem, a sombra fresca, cântaro na fonte, grito de liberdade, toque de recolher, queda e consciência...
Gracias, muchas gracias, por nos tornarmos irmãos no sentir e transmitir.
*Lourenço Carlos Diaféria foi um contista, cronista e jornalista brasileiro.
(MEYER, Luís Aberto. In: Magistrando a Língua Portuguesa: literatura
brasileira, redação, gramática, metodologia do ensino e literatura
infantil. Rose Sordi. São Paulo: Moderna, 1991.)
Ao falar de seus sentimentos em relação à leitura, o autor vale-se de um neologismo por meio do termo “sentimentômetro”. Diante de tal expressão e a partir do contexto, pode-se afirmar que o autor:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2136260 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Colômbia-SP
Provas:
enunciado 1284833-1
(“Jornada dos Mártires” – Antônio Parreiras.)De acordo com o contexto histórico, é correto afirmar quea imagem anterior – representação de um momento queilustra a Conjuração Mineira – faz parte de um momentoda Literatura brasileira que:
Questão Anulada

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2122062 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Colômbia-SP
Provas:
Era um sonho dantesco... o tombadilho Que das luzernas avermelha o brilho. Em sangue a se banhar. Tinir de ferros... estalar de açoite... Legiões de homens negros como a noite, Horrendos a dançar... (Castro Alves. Espumas Flutuantes. Navio Negreiro. Vozes d’África.)Acerca de Castro Alves, um dos principais poetas da literatura brasileira, pode-se afirmar que:
Questão Anulada

Provas

Questão presente nas seguintes provas