Foram encontradas 40 questões.
O brincar é uma atividade humana criadora, na qual
imaginação, fantasia e realidade interagem na produção de
novas possibilidades de interpretação, de expressão e de
ação pelas crianças, assim como de novas formas de construir relações sociais com outros sujeitos, crianças e
adultos. Tal concepção:
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O que caracteriza o cotidiano escolar é a relação entre as
culturas; relação atravessada por tensões e conflitos. Isso
se acentua quando as culturas crítica, acadêmica, social e
institucional, profundamente articuladas, tornam-se hegemônicas e tendem a ser absolutizadas em detrimento da
cultura experiencial, que, por sua vez, possui profundas
raízes socioculturais. Em vez de preservar uma tradição
hegemônica, a escola está sendo chamada a:
I. Lidar com a pluralidade de culturas, reconhecer os diferentes sujeitos socioculturais presentes em seu contexto, abrir espaços para a manifestação e valorização
das diferenças.
II. Silenciar e neutralizar a pluralidade e a diferença, pois se
sente mais confortável com a homogeneização e a
padronização.
III. Abrir espaços para a diversidade, a diferença; para o
cruzamento de culturas constitui o grande desafio a fim
de estabelecer uma tradição monocultural.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
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“A primeira referência ao termo ocorreu no século XVI e definia
o capitão que contratava soldados mercenários para servir ao
Rei. Apenas no século XVIII, o termo passou a ser empregado
para atores econômicos: entrepreneurs eram aqueles que
introduziam novas técnicas agrícolas ou arriscavam seu capital
na indústria. Na teoria econômica, o termo entrepreneur não
tem uma definição homogênea, mas Schumpeter (1982) é
considerado o seuprincipal teórico clássico. Ele retoma o termo,
associando-o à inovação para explicar o desenvolvimento
econômico. Para Schumpeter, o desenvolvimento econômico se
iniciou a partir de inovações, ou seja, por meio da introdução de
novos recursos ou pela combinação diferenciada dos recursos
produtivos já existentes.” O termo a que se refere o texto é:
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Observe a sequência: 11, −7, 8, −4, 5, −1, 2, A, B. Determinando os valores de A e B, de acordo com a lógica de
formação da sequência, é correto afirmar que o produto
entre os valores de A e B é:
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Considere as matrizes X =
e Y=
, onde X e Y
possuem o mesmo determinante e a e b são números
inteiros positivos com a > b. Então, o valor de 3a – b é:
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Observe o triângulo retângulo a seguir.

Se δ é um ângulo agudo do triângulo retângulo, então, pode-se afirmar que o sen δ vale:
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Em uma indústria de automóveis trabalham 60 funcionários
que, juntos, produzem 300 carros por dia. A empresa deseja
aumentar a produção em 15%; com isso, é necessária a
contratação de alguns funcionários. Neste caso, quantos
funcionários deverão ser contratados, para que a empresa
consiga atingir este aumento na produção?
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Texto para responder à questão.
Carta aberta a Lourenço Diaféria*
Dom Lourenço:
Sou um assíduo leitor. Leio tudo e continuamente. No banheiro, no ônibus, no quintal, na calçada; de madrugada, tarde, noite; livros, livretos, folhetins, revistas, cartazes, pichações, jornais, jornalecos, folhas soltas, propagandas, guias telefônicos, bulas, portas de banheiro e até uma ou outra palma da mão.
Sou um leitor.
Sou um leitor por imagem refletida, como num espelho ou numa montanha de ecos, pois o que eu queria mesmo era ser escritor. Vã esperança. Louco sonho. Não fui ou não aconteci, como se diz agora. Daí virei leitor; não virei, nasci leitor... Mas, desgraça minha – ou sorte –, não sou um leitor técnico, erudito, de análise. Não, não consigo sequer desvendar normas gramaticais, estilos, influências... Dir-se-ia leitor cru? E como não bastasse: gringo, estrangeiro, Tupac-Amaru. Sou apenas um glutão de imagens, sentimentos, emoções e vibrações. Sou um leitor de nó na garganta e lágrimas fáceis. Sinto nas palavras, por outros escritas, aquilo tudo que está dentro de mim, que queria expressar e não consigo; que sinto e não sei transmitir.
Ah! Dom Lourenço... É a mesma coisa que ter um balão dentro da gente que vai enchendo de emoções, emoções, emoções, pronto a explodir, e, quando acontece, estoura o peito e espalha aquelas palavras todas – imagens e sentimentos – salpicando todos em volta, pintando-os todos multicolores, floridos, irmanando-os, tornando os homens mais humanos, mais compreensivos, mais amigos, mais altos, mais nobres e mais puros.
Sou um leitor. E como tal tenho um aferido e aguçado “sentimentômetro” de revoluções mil, de pique e médias, de luzes amarelas, verdes e vermelhas. E meu particular aparelho de medir sentimentos há muito não acusava pressão máxima. Há muito eu não sentia a faixa vermelha, o assobio estridente, a pulsação acelerada, o lacre de segurança quebrado, que anuncia próxima e inadiável explosão. Mas ao ler Morte sem colete o aparelho funcionou e senti em mim a caldeira de pressão, o rio sem barragem, a sombra fresca, cântaro na fonte, grito de liberdade, toque de recolher, queda e consciência...
Gracias, muchas gracias, por nos tornarmos irmãos no sentir e transmitir.
*Lourenço Carlos Diaféria foi um contista, cronista e jornalista brasileiro.
(MEYER, Luís Aberto. In: Magistrando a Língua Portuguesa: literatura
brasileira, redação, gramática, metodologia do ensino e literatura
infantil. Rose Sordi. São Paulo: Moderna, 1991.)
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(“Jornada dos Mártires” – Antônio Parreiras.)De acordo com o contexto histórico, é correto afirmar quea imagem anterior – representação de um momento queilustra a Conjuração Mineira – faz parte de um momentoda Literatura brasileira que:
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Era um sonho dantesco... o tombadilho Que das luzernas avermelha o brilho. Em sangue a se banhar. Tinir de ferros... estalar de açoite... Legiões de homens negros como a noite, Horrendos a dançar... (Castro Alves. Espumas Flutuantes. Navio Negreiro. Vozes d’África.)Acerca de Castro Alves, um dos principais poetas da literatura brasileira, pode-se afirmar que:
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