Foram encontradas 20 questões.
- Ortografia
- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Retos
- SemânticaDenotação e Conotação
- SemânticaParônimos e Homônimos
- Interpretação de Textos
Analise a tirinha abaixo:
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) em relação à tirinha.
( ) A palavra saia (no 1º e 3º quadros) são exemplos de homônimos perfeitos.
( ) Pleonasmo é uma das funções da linguagem usada persuadir o interlocutor.
( ) A palavra fora (no 1º e 3º quadros) são exemplos de parônimos.
( ) O referente do pronome ela (2º quadro) é identificado pela linguagem não verbal (1º quadro).
( ) A charge aponta dois sentidos possíveis para a sentença Saia pra fora.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) em relação à tirinha.
( ) A palavra saia (no 1º e 3º quadros) são exemplos de homônimos perfeitos.
( ) Pleonasmo é uma das funções da linguagem usada persuadir o interlocutor.
( ) A palavra fora (no 1º e 3º quadros) são exemplos de parônimos.
( ) O referente do pronome ela (2º quadro) é identificado pela linguagem não verbal (1º quadro).
( ) A charge aponta dois sentidos possíveis para a sentença Saia pra fora.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
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Texto 2
Procedimentos pedagógicos
Não se aprende por exercícios, mas por práticas
significativas.
Essa afirmação fica quase óbvia se pensarmos em
como uma criança aprende a falar com os adultos
com quem convive e com seus colegas de brinquedo e interação em geral. O domínio de uma língua é o resultado de práticas efetivas, significativas,
contextualizadas.
A escola poderia aprender muito com os procedimentos
“pedagógicos” de mães, babás e crianças. Duvido que
alguém tenha visto ou ouvido falar de uma mãe que dá
exercícios do tipo completar frases, dar listas de diminutivos, decorar conjugações verbais, construir afirmativas,
negativas, interrogativas, etc. Crianças de alguns anos
de idade utilizam-se, no entanto, de todas essas formas.
Perguntam, afirmam, exclamam, negam sempre que
lhes parecer relevante ou tiverem oportunidade. Como
aprenderam? Ouvindo, dizendo e sendo corrigidas
quando utilizam formas que os adultos não aceitam.
Sendo corrigidas: isso é importante. No processo de
aquisição fora da escola existe correção. Mas não existe
reprovação, humilhação, castigo, exercícios, etc.
POSSENTI, Sírio. Sobre o ensino de português na escola. In: GERALDI,
João Wanderley (Org.). O texto em sala de aula. São Paulo: Ática, 2011,
p. 31.
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Texto 2
Procedimentos pedagógicos
Não se aprende por exercícios, mas por práticas
significativas.
Essa afirmação fica quase óbvia se pensarmos em
como uma criança aprende a falar com os adultos
com quem convive e com seus colegas de brinquedo e interação em geral. O domínio de uma língua é o resultado de práticas efetivas, significativas,
contextualizadas.
A escola poderia aprender muito com os procedimentos
“pedagógicos” de mães, babás e crianças. Duvido que
alguém tenha visto ou ouvido falar de uma mãe que dá
exercícios do tipo completar frases, dar listas de diminutivos, decorar conjugações verbais, construir afirmativas,
negativas, interrogativas, etc. Crianças de alguns anos
de idade utilizam-se, no entanto, de todas essas formas.
Perguntam, afirmam, exclamam, negam sempre que
lhes parecer relevante ou tiverem oportunidade. Como
aprenderam? Ouvindo, dizendo e sendo corrigidas
quando utilizam formas que os adultos não aceitam.
Sendo corrigidas: isso é importante. No processo de
aquisição fora da escola existe correção. Mas não existe
reprovação, humilhação, castigo, exercícios, etc.
POSSENTI, Sírio. Sobre o ensino de português na escola. In: GERALDI,
João Wanderley (Org.). O texto em sala de aula. São Paulo: Ática, 2011,
p. 31.
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Texto 2
Procedimentos pedagógicos
Não se aprende por exercícios, mas por práticas
significativas.
Essa afirmação fica quase óbvia se pensarmos em
como uma criança aprende a falar com os adultos
com quem convive e com seus colegas de brinquedo e interação em geral. O domínio de uma língua é o resultado de práticas efetivas, significativas,
contextualizadas.
A escola poderia aprender muito com os procedimentos
“pedagógicos” de mães, babás e crianças. Duvido que
alguém tenha visto ou ouvido falar de uma mãe que dá
exercícios do tipo completar frases, dar listas de diminutivos, decorar conjugações verbais, construir afirmativas,
negativas, interrogativas, etc. Crianças de alguns anos
de idade utilizam-se, no entanto, de todas essas formas.
Perguntam, afirmam, exclamam, negam sempre que
lhes parecer relevante ou tiverem oportunidade. Como
aprenderam? Ouvindo, dizendo e sendo corrigidas
quando utilizam formas que os adultos não aceitam.
Sendo corrigidas: isso é importante. No processo de
aquisição fora da escola existe correção. Mas não existe
reprovação, humilhação, castigo, exercícios, etc.
POSSENTI, Sírio. Sobre o ensino de português na escola. In: GERALDI,
João Wanderley (Org.). O texto em sala de aula. São Paulo: Ática, 2011,
p. 31.
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Texto 2
Procedimentos pedagógicos
Não se aprende por exercícios, mas por práticas
significativas.
Essa afirmação fica quase óbvia se pensarmos em
como uma criança aprende a falar com os adultos
com quem convive e com seus colegas de brinquedo e interação em geral. O domínio de uma língua é o resultado de práticas efetivas, significativas,
contextualizadas.
A escola poderia aprender muito com os procedimentos
“pedagógicos” de mães, babás e crianças. Duvido que
alguém tenha visto ou ouvido falar de uma mãe que dá
exercícios do tipo completar frases, dar listas de diminutivos, decorar conjugações verbais, construir afirmativas,
negativas, interrogativas, etc. Crianças de alguns anos
de idade utilizam-se, no entanto, de todas essas formas.
Perguntam, afirmam, exclamam, negam sempre que
lhes parecer relevante ou tiverem oportunidade. Como
aprenderam? Ouvindo, dizendo e sendo corrigidas
quando utilizam formas que os adultos não aceitam.
Sendo corrigidas: isso é importante. No processo de
aquisição fora da escola existe correção. Mas não existe
reprovação, humilhação, castigo, exercícios, etc.
POSSENTI, Sírio. Sobre o ensino de português na escola. In: GERALDI,
João Wanderley (Org.). O texto em sala de aula. São Paulo: Ática, 2011,
p. 31.
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Texto 1
Língua Portuguesa: fundamentos e competências
No Ensino Fundamental – Anos Iniciais, aprofundam-
-se as experiências com a língua oral e escrita já iniciadas na família e na Educação Infantil.
Assim, no Ensino Fundamental – Anos Iniciais, no eixo
Oralidade, aprofundam-se o conhecimento e o uso da
língua oral, as características de interações discursivas
e as estratégias de fala e escuta em intercâmbios orais;
no eixo Análise Linguística/Semiótica, sistematiza-se
a alfabetização, particularmente nos dois primeiros anos, e desenvolvem-se, ao longo dos três anos
seguintes, a observação das regularidades e a análise
do funcionamento da língua e de outras linguagens
e seus efeitos nos discursos; no eixo Leitura/Escuta,
amplia-se o letramento, por meio da progressiva
incorporação de estratégias de leitura em textos de
nível de complexidade crescente, assim como, no eixo
Produção de Textos, pela progressiva incorporação de
estratégias de produção de textos de diferentes gêneros textuais.
Fonte: Base Curricular Municipal da Educação Fundamental,
Caderno 2, Concórdia, 2023. Reprodução da Base Nacional Comum
Curricular (BNCC, 2017).
“No Ensino Fundamental – Anos Iniciais, aprofundam-se as experiências com a língua oral e escrita já iniciadas na família e na Educação Infantil”
Com base na variedade padrão da língua escrita, se o período acima fosse reescrito e alterada a passagem “Anos Iniciais” para “Ano Inicial”, a continuidade da sentença deveria ser:
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Texto 1
Língua Portuguesa: fundamentos e competências
No Ensino Fundamental – Anos Iniciais, aprofundam-
-se as experiências com a língua oral e escrita já iniciadas na família e na Educação Infantil.
Assim, no Ensino Fundamental – Anos Iniciais, no eixo
Oralidade, aprofundam-se o conhecimento e o uso da
língua oral, as características de interações discursivas
e as estratégias de fala e escuta em intercâmbios orais;
no eixo Análise Linguística/Semiótica, sistematiza-se
a alfabetização, particularmente nos dois primeiros anos, e desenvolvem-se, ao longo dos três anos
seguintes, a observação das regularidades e a análise
do funcionamento da língua e de outras linguagens
e seus efeitos nos discursos; no eixo Leitura/Escuta,
amplia-se o letramento, por meio da progressiva
incorporação de estratégias de leitura em textos de
nível de complexidade crescente, assim como, no eixo
Produção de Textos, pela progressiva incorporação de
estratégias de produção de textos de diferentes gêneros textuais.
Fonte: Base Curricular Municipal da Educação Fundamental,
Caderno 2, Concórdia, 2023. Reprodução da Base Nacional Comum
Curricular (BNCC, 2017).
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Está expresso no artigo 26 da Lei de Diretrizes e
Bases da Educação Brasileira (1996) que nos estabelecimentos de:
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3626651
Ano: 2024
Disciplina: Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei 13.146/2015
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Concórdia-SC
Disciplina: Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei 13.146/2015
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Concórdia-SC
Provas:
A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência) - Lei nº 13.146,
de 6 de julho de 2015, é destinada a assegurar e a
promover, em condições de igualdade, o exercício dos
direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com
deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania.
No artigo 2º da referida lei, considera-se pessoa com deficiência aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas.
§ 1º A avaliação da deficiência, quando necessária, será biopsicossocial, realizada por equipe multiprofissional e interdisciplinar e considerará:
1. Os impedimentos nas funções e nas estruturas do corpo.
2. Os fatores socioambientais, psicológicos e pessoais.
3. A limitação no desempenho de atividades.
4. A restrição de participação. 5. Os elementos capacitistas.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
No artigo 2º da referida lei, considera-se pessoa com deficiência aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas.
§ 1º A avaliação da deficiência, quando necessária, será biopsicossocial, realizada por equipe multiprofissional e interdisciplinar e considerará:
1. Os impedimentos nas funções e nas estruturas do corpo.
2. Os fatores socioambientais, psicológicos e pessoais.
3. A limitação no desempenho de atividades.
4. A restrição de participação. 5. Os elementos capacitistas.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
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Das diferentes teorias de aprendizagem e desenvolvimento humano, qual dos autores abaixo destaca
o papel da cultura no processo de constituição das
funções psíquicas superiores?
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