Foram encontradas 78 questões.
A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO SEGUINTE.
O peso das palavras em tempos de relações líquidas
Para mim, as palavras têm um significado profundo.
Costumo brincar mentalmente com os vários sentidos de uma palavra ou expressão. Há algumas palavras que gosto mais, outras que gosto menos. Minha
palavra preferida da língua portuguesa é “adorável”!
Não sei justificar muito bem a razão da minha devoção por esta palavra, mas, na minha opinião, quando
algo é adorável, essa coisa alcançou um lugar acima
do bem e do mal, mas o fez com sutileza.
Em tempos de amores líquidos e relacionamentos
expressos, palavras antes dotadas de um significado
profundo acabaram ganhando contornos bastante
imprecisos. Foi o que aconteceu, por exemplo, com
a palavra “amigo”. Antes destinada a uma espécie de
amor-alegria, partilhado com algumas poucas pessoas, tornou-se lugar comum na boca de pessoas que,
muitas vezes, por não saberem o nosso nome, a utilizam como substituto.
As palavras são bem-vindas, constituem o nosso
meio de compreender o mundo e, na medida em que
diluímos seu valor, nossa compreensão sobre seu significado tende a ser prejudicada também. A palavra
amigo não deveria ser usada como uma expressão
conveniente para aquelas pessoas que não sabemos
nomear ao certo. “Amizade” é a expressão que usamos para adjetivar um dos elos mais fortes que pode
haver entre duas pessoas, pois desprovido do sentimento de posse, que geralmente acompanha o amor.
É muito provável (no meu entendimento) que as redes sociais tenham, de algum modo, influenciado a
nossa percepção sobre o real significado de “ter amigos”, que passaram a valer mais por sua quantidade
do que por sua qualidade. Não sobra espaço, nas curtidas e mensagens eletrônicas – na maioria das vezes – um tempo para um olhar compreensivo, capaz
de dizer muito sem usar nenhuma palavra, ou para o
abraço que é capaz de emudecer, ainda que por alguns instantes, a nossa angústia.
Não podemos permitir que, na ânsia de chamarmos
a todos de amigos, esqueçamos o verdadeiro significado de ter a amizade de alguém. Não se trata de um
mero exercício de linguagem ou uma questão semântica menor, porém sim de uma questão existencial.
Afinal, as palavras não são meros signos linguísticos
usados para nossas comunicações, pois elas são o fio
com o qual tecemos nossa compreensão de mundo.
Ao dizer que algo é adorável, estou conferindo a este
algo um lugar de destaque no meu universo. Trata-se
de uma experiência que transcende a mera aparência, e que envolve uma conexão íntima com aquilo
que considero belo ou digno de consideração. Do
mesmo modo, quando chamo alguém de “amigo”,
estou reconhecendo uma relação que vai além do
casual, nomeando uma parceria na qual ambos são
transformados mutuamente.
O significado das palavras está no seu uso, pois, é no
contexto do dia a dia, na relação entre o que dizemos
e fazemos, que as palavras ganham vida. Ao chamarmos qualquer pessoa de amigo, estamos reduzindo o
conceito de amizade a algo raso e utilitarista, o que
passa ao largo de sua intenção primária, que é nos
permitir ter alguém ao lado que nos dê suporte existencialmente.
Cardoso, Juraciara Vieira. O peso das palavras em tempos de relações líquidas. Estado de Minas, Bem viver, 02 dez. 2024, p. 34. Adaptado.
( ) Na passagem “O significado das palavras está no seu uso...”, o certo é escrever “estão” para o verbo concordar com “palavras”.
( ) No trecho “Trata-se de uma experiência que transcende a mera aparência...”, é facultativo o emprego do pronome "se" posposto ao verbo “tratar”.
( ) Em “Há algumas palavras que gosto mais...”, a regência do verbo “gostar” não está gramaticalmente errada, mas o mais adequado é grafar “de que gosto mais”.
De acordo com as afirmações, a sequência correta é:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO SEGUINTE.
O peso das palavras em tempos de relações líquidas
Para mim, as palavras têm um significado profundo.
Costumo brincar mentalmente com os vários sentidos de uma palavra ou expressão. Há algumas palavras que gosto mais, outras que gosto menos. Minha
palavra preferida da língua portuguesa é “adorável”!
Não sei justificar muito bem a razão da minha devoção por esta palavra, mas, na minha opinião, quando
algo é adorável, essa coisa alcançou um lugar acima
do bem e do mal, mas o fez com sutileza.
Em tempos de amores líquidos e relacionamentos
expressos, palavras antes dotadas de um significado
profundo acabaram ganhando contornos bastante
imprecisos. Foi o que aconteceu, por exemplo, com
a palavra “amigo”. Antes destinada a uma espécie de
amor-alegria, partilhado com algumas poucas pessoas, tornou-se lugar comum na boca de pessoas que,
muitas vezes, por não saberem o nosso nome, a utilizam como substituto.
As palavras são bem-vindas, constituem o nosso
meio de compreender o mundo e, na medida em que
diluímos seu valor, nossa compreensão sobre seu significado tende a ser prejudicada também. A palavra
amigo não deveria ser usada como uma expressão
conveniente para aquelas pessoas que não sabemos
nomear ao certo. “Amizade” é a expressão que usamos para adjetivar um dos elos mais fortes que pode
haver entre duas pessoas, pois desprovido do sentimento de posse, que geralmente acompanha o amor.
É muito provável (no meu entendimento) que as redes sociais tenham, de algum modo, influenciado a
nossa percepção sobre o real significado de “ter amigos”, que passaram a valer mais por sua quantidade
do que por sua qualidade. Não sobra espaço, nas curtidas e mensagens eletrônicas – na maioria das vezes – um tempo para um olhar compreensivo, capaz
de dizer muito sem usar nenhuma palavra, ou para o
abraço que é capaz de emudecer, ainda que por alguns instantes, a nossa angústia.
Não podemos permitir que, na ânsia de chamarmos
a todos de amigos, esqueçamos o verdadeiro significado de ter a amizade de alguém. Não se trata de um
mero exercício de linguagem ou uma questão semântica menor, porém sim de uma questão existencial.
Afinal, as palavras não são meros signos linguísticos
usados para nossas comunicações, pois elas são o fio
com o qual tecemos nossa compreensão de mundo.
Ao dizer que algo é adorável, estou conferindo a este
algo um lugar de destaque no meu universo. Trata-se
de uma experiência que transcende a mera aparência, e que envolve uma conexão íntima com aquilo
que considero belo ou digno de consideração. Do
mesmo modo, quando chamo alguém de “amigo”,
estou reconhecendo uma relação que vai além do
casual, nomeando uma parceria na qual ambos são
transformados mutuamente.
O significado das palavras está no seu uso, pois, é no
contexto do dia a dia, na relação entre o que dizemos
e fazemos, que as palavras ganham vida. Ao chamarmos qualquer pessoa de amigo, estamos reduzindo o
conceito de amizade a algo raso e utilitarista, o que
passa ao largo de sua intenção primária, que é nos
permitir ter alguém ao lado que nos dê suporte existencialmente.
Cardoso, Juraciara Vieira. O peso das palavras em tempos de relações líquidas. Estado de Minas, Bem viver, 02 dez. 2024, p. 34. Adaptado.
“As palavras são bem-vindas, constituem o nosso meio de compreender o mundo e, na medida em que diluímos seu valor, nossa compreensão sobre seu significado tende a ser prejudicada também.”
Segundo o sistema ortográfico oficial vigente, é correto afirmar que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO SEGUINTE.
O peso das palavras em tempos de relações líquidas
Para mim, as palavras têm um significado profundo.
Costumo brincar mentalmente com os vários sentidos de uma palavra ou expressão. Há algumas palavras que gosto mais, outras que gosto menos. Minha
palavra preferida da língua portuguesa é “adorável”!
Não sei justificar muito bem a razão da minha devoção por esta palavra, mas, na minha opinião, quando
algo é adorável, essa coisa alcançou um lugar acima
do bem e do mal, mas o fez com sutileza.
Em tempos de amores líquidos e relacionamentos
expressos, palavras antes dotadas de um significado
profundo acabaram ganhando contornos bastante
imprecisos. Foi o que aconteceu, por exemplo, com
a palavra “amigo”. Antes destinada a uma espécie de
amor-alegria, partilhado com algumas poucas pessoas, tornou-se lugar comum na boca de pessoas que,
muitas vezes, por não saberem o nosso nome, a utilizam como substituto.
As palavras são bem-vindas, constituem o nosso
meio de compreender o mundo e, na medida em que
diluímos seu valor, nossa compreensão sobre seu significado tende a ser prejudicada também. A palavra
amigo não deveria ser usada como uma expressão
conveniente para aquelas pessoas que não sabemos
nomear ao certo. “Amizade” é a expressão que usamos para adjetivar um dos elos mais fortes que pode
haver entre duas pessoas, pois desprovido do sentimento de posse, que geralmente acompanha o amor.
É muito provável (no meu entendimento) que as redes sociais tenham, de algum modo, influenciado a
nossa percepção sobre o real significado de “ter amigos”, que passaram a valer mais por sua quantidade
do que por sua qualidade. Não sobra espaço, nas curtidas e mensagens eletrônicas – na maioria das vezes – um tempo para um olhar compreensivo, capaz
de dizer muito sem usar nenhuma palavra, ou para o
abraço que é capaz de emudecer, ainda que por alguns instantes, a nossa angústia.
Não podemos permitir que, na ânsia de chamarmos
a todos de amigos, esqueçamos o verdadeiro significado de ter a amizade de alguém. Não se trata de um
mero exercício de linguagem ou uma questão semântica menor, porém sim de uma questão existencial.
Afinal, as palavras não são meros signos linguísticos
usados para nossas comunicações, pois elas são o fio
com o qual tecemos nossa compreensão de mundo.
Ao dizer que algo é adorável, estou conferindo a este
algo um lugar de destaque no meu universo. Trata-se
de uma experiência que transcende a mera aparência, e que envolve uma conexão íntima com aquilo
que considero belo ou digno de consideração. Do
mesmo modo, quando chamo alguém de “amigo”,
estou reconhecendo uma relação que vai além do
casual, nomeando uma parceria na qual ambos são
transformados mutuamente.
O significado das palavras está no seu uso, pois, é no
contexto do dia a dia, na relação entre o que dizemos
e fazemos, que as palavras ganham vida. Ao chamarmos qualquer pessoa de amigo, estamos reduzindo o
conceito de amizade a algo raso e utilitarista, o que
passa ao largo de sua intenção primária, que é nos
permitir ter alguém ao lado que nos dê suporte existencialmente.
Cardoso, Juraciara Vieira. O peso das palavras em tempos de relações líquidas. Estado de Minas, Bem viver, 02 dez. 2024, p. 34. Adaptado.
TEXTO I
“Em tempos de amores líquidos e relacionamentos expressos, palavras antes dotadas de um significado profundo acabaram ganhando contornos bastante imprecisos. Foi o que aconteceu, por exemplo, com a palavra “amigo”. Antes destinada a uma espécie de amor-alegria, partilhado com algumas poucas pessoas, tornou-se tornou lugar comum na boca de pessoas que, muitas vezes, por não saberem o nosso nome, a utilizam como substituto.”
TEXTO II
Disponível em: http://www.willtirando.com.br/mundo-liquido/
Tanto no Texto I como no Texto II encontra-se presente, com maior ou menor ênfase, o conceito de “Modernidade líquida”, termo usado pelo sociólogo polonês Zygmunt Bauman para definir o tempo presente, também chamado de pós-moderno por alguns sociólogos e cientistas sociais.
A esse respeito, é correto afirmar que, nos dois textos, mas especialmente no trecho do Texto I, segundo a autora, a associação das palavras “amigo” e “amizade” com o “líquido” vem do fato EXCETO de que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO SEGUINTE.
O peso das palavras em tempos de relações líquidas
Para mim, as palavras têm um significado profundo.
Costumo brincar mentalmente com os vários sentidos de uma palavra ou expressão. Há algumas palavras que gosto mais, outras que gosto menos. Minha
palavra preferida da língua portuguesa é “adorável”!
Não sei justificar muito bem a razão da minha devoção por esta palavra, mas, na minha opinião, quando
algo é adorável, essa coisa alcançou um lugar acima
do bem e do mal, mas o fez com sutileza.
Em tempos de amores líquidos e relacionamentos
expressos, palavras antes dotadas de um significado
profundo acabaram ganhando contornos bastante
imprecisos. Foi o que aconteceu, por exemplo, com
a palavra “amigo”. Antes destinada a uma espécie de
amor-alegria, partilhado com algumas poucas pessoas, tornou-se lugar comum na boca de pessoas que,
muitas vezes, por não saberem o nosso nome, a utilizam como substituto.
As palavras são bem-vindas, constituem o nosso
meio de compreender o mundo e, na medida em que
diluímos seu valor, nossa compreensão sobre seu significado tende a ser prejudicada também. A palavra
amigo não deveria ser usada como uma expressão
conveniente para aquelas pessoas que não sabemos
nomear ao certo. “Amizade” é a expressão que usamos para adjetivar um dos elos mais fortes que pode
haver entre duas pessoas, pois desprovido do sentimento de posse, que geralmente acompanha o amor.
É muito provável (no meu entendimento) que as redes sociais tenham, de algum modo, influenciado a
nossa percepção sobre o real significado de “ter amigos”, que passaram a valer mais por sua quantidade
do que por sua qualidade. Não sobra espaço, nas curtidas e mensagens eletrônicas – na maioria das vezes – um tempo para um olhar compreensivo, capaz
de dizer muito sem usar nenhuma palavra, ou para o
abraço que é capaz de emudecer, ainda que por alguns instantes, a nossa angústia.
Não podemos permitir que, na ânsia de chamarmos
a todos de amigos, esqueçamos o verdadeiro significado de ter a amizade de alguém. Não se trata de um
mero exercício de linguagem ou uma questão semântica menor, porém sim de uma questão existencial.
Afinal, as palavras não são meros signos linguísticos
usados para nossas comunicações, pois elas são o fio
com o qual tecemos nossa compreensão de mundo.
Ao dizer que algo é adorável, estou conferindo a este
algo um lugar de destaque no meu universo. Trata-se
de uma experiência que transcende a mera aparência, e que envolve uma conexão íntima com aquilo
que considero belo ou digno de consideração. Do
mesmo modo, quando chamo alguém de “amigo”,
estou reconhecendo uma relação que vai além do
casual, nomeando uma parceria na qual ambos são
transformados mutuamente.
O significado das palavras está no seu uso, pois, é no
contexto do dia a dia, na relação entre o que dizemos
e fazemos, que as palavras ganham vida. Ao chamarmos qualquer pessoa de amigo, estamos reduzindo o
conceito de amizade a algo raso e utilitarista, o que
passa ao largo de sua intenção primária, que é nos
permitir ter alguém ao lado que nos dê suporte existencialmente.
Cardoso, Juraciara Vieira. O peso das palavras em tempos de relações líquidas. Estado de Minas, Bem viver, 02 dez. 2024, p. 34. Adaptado.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO SEGUINTE.
O peso das palavras em tempos de relações líquidas
Para mim, as palavras têm um significado profundo.
Costumo brincar mentalmente com os vários sentidos de uma palavra ou expressão. Há algumas palavras que gosto mais, outras que gosto menos. Minha
palavra preferida da língua portuguesa é “adorável”!
Não sei justificar muito bem a razão da minha devoção por esta palavra, mas, na minha opinião, quando
algo é adorável, essa coisa alcançou um lugar acima
do bem e do mal, mas o fez com sutileza.
Em tempos de amores líquidos e relacionamentos
expressos, palavras antes dotadas de um significado
profundo acabaram ganhando contornos bastante
imprecisos. Foi o que aconteceu, por exemplo, com
a palavra “amigo”. Antes destinada a uma espécie de
amor-alegria, partilhado com algumas poucas pessoas, tornou-se lugar comum na boca de pessoas que,
muitas vezes, por não saberem o nosso nome, a utilizam como substituto.
As palavras são bem-vindas, constituem o nosso
meio de compreender o mundo e, na medida em que
diluímos seu valor, nossa compreensão sobre seu significado tende a ser prejudicada também. A palavra
amigo não deveria ser usada como uma expressão
conveniente para aquelas pessoas que não sabemos
nomear ao certo. “Amizade” é a expressão que usamos para adjetivar um dos elos mais fortes que pode
haver entre duas pessoas, pois desprovido do sentimento de posse, que geralmente acompanha o amor.
É muito provável (no meu entendimento) que as redes sociais tenham, de algum modo, influenciado a
nossa percepção sobre o real significado de “ter amigos”, que passaram a valer mais por sua quantidade
do que por sua qualidade. Não sobra espaço, nas curtidas e mensagens eletrônicas – na maioria das vezes – um tempo para um olhar compreensivo, capaz
de dizer muito sem usar nenhuma palavra, ou para o
abraço que é capaz de emudecer, ainda que por alguns instantes, a nossa angústia.
Não podemos permitir que, na ânsia de chamarmos
a todos de amigos, esqueçamos o verdadeiro significado de ter a amizade de alguém. Não se trata de um
mero exercício de linguagem ou uma questão semântica menor, porém sim de uma questão existencial.
Afinal, as palavras não são meros signos linguísticos
usados para nossas comunicações, pois elas são o fio
com o qual tecemos nossa compreensão de mundo.
Ao dizer que algo é adorável, estou conferindo a este
algo um lugar de destaque no meu universo. Trata-se
de uma experiência que transcende a mera aparência, e que envolve uma conexão íntima com aquilo
que considero belo ou digno de consideração. Do
mesmo modo, quando chamo alguém de “amigo”,
estou reconhecendo uma relação que vai além do
casual, nomeando uma parceria na qual ambos são
transformados mutuamente.
O significado das palavras está no seu uso, pois, é no
contexto do dia a dia, na relação entre o que dizemos
e fazemos, que as palavras ganham vida. Ao chamarmos qualquer pessoa de amigo, estamos reduzindo o
conceito de amizade a algo raso e utilitarista, o que
passa ao largo de sua intenção primária, que é nos
permitir ter alguém ao lado que nos dê suporte existencialmente.
Cardoso, Juraciara Vieira. O peso das palavras em tempos de relações líquidas. Estado de Minas, Bem viver, 02 dez. 2024, p. 34. Adaptado.
( ) Fornece uma análise pessoal sobre o peso das palavras na modernidade, seu emprego e significado, sem se deter mais especificamente sobre algumas delas.
( ) Opta pelo gênero textual artigo de opinião, pois expõe ideias com vistas a convencer o leitor sobre seu ponto de vista, com enfoque em um fato de interesse público.
( ) Adota uma postura parcial sobre sua forma de entender as palavras, concentrando-se apenas na apresentação de dados informativos e omitindo qualquer tentativa de persuasão.
De acordo com as afirmações, a sequência correta é:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO SEGUINTE.
O peso das palavras em tempos de relações líquidas
Para mim, as palavras têm um significado profundo.
Costumo brincar mentalmente com os vários sentidos de uma palavra ou expressão. Há algumas palavras que gosto mais, outras que gosto menos. Minha
palavra preferida da língua portuguesa é “adorável”!
Não sei justificar muito bem a razão da minha devoção por esta palavra, mas, na minha opinião, quando
algo é adorável, essa coisa alcançou um lugar acima
do bem e do mal, mas o fez com sutileza.
Em tempos de amores líquidos e relacionamentos
expressos, palavras antes dotadas de um significado
profundo acabaram ganhando contornos bastante
imprecisos. Foi o que aconteceu, por exemplo, com
a palavra “amigo”. Antes destinada a uma espécie de
amor-alegria, partilhado com algumas poucas pessoas, tornou-se lugar comum na boca de pessoas que,
muitas vezes, por não saberem o nosso nome, a utilizam como substituto.
As palavras são bem-vindas, constituem o nosso
meio de compreender o mundo e, na medida em que
diluímos seu valor, nossa compreensão sobre seu significado tende a ser prejudicada também. A palavra
amigo não deveria ser usada como uma expressão
conveniente para aquelas pessoas que não sabemos
nomear ao certo. “Amizade” é a expressão que usamos para adjetivar um dos elos mais fortes que pode
haver entre duas pessoas, pois desprovido do sentimento de posse, que geralmente acompanha o amor.
É muito provável (no meu entendimento) que as redes sociais tenham, de algum modo, influenciado a
nossa percepção sobre o real significado de “ter amigos”, que passaram a valer mais por sua quantidade
do que por sua qualidade. Não sobra espaço, nas curtidas e mensagens eletrônicas – na maioria das vezes – um tempo para um olhar compreensivo, capaz
de dizer muito sem usar nenhuma palavra, ou para o
abraço que é capaz de emudecer, ainda que por alguns instantes, a nossa angústia.
Não podemos permitir que, na ânsia de chamarmos
a todos de amigos, esqueçamos o verdadeiro significado de ter a amizade de alguém. Não se trata de um
mero exercício de linguagem ou uma questão semântica menor, porém sim de uma questão existencial.
Afinal, as palavras não são meros signos linguísticos
usados para nossas comunicações, pois elas são o fio
com o qual tecemos nossa compreensão de mundo.
Ao dizer que algo é adorável, estou conferindo a este
algo um lugar de destaque no meu universo. Trata-se
de uma experiência que transcende a mera aparência, e que envolve uma conexão íntima com aquilo
que considero belo ou digno de consideração. Do
mesmo modo, quando chamo alguém de “amigo”,
estou reconhecendo uma relação que vai além do
casual, nomeando uma parceria na qual ambos são
transformados mutuamente.
O significado das palavras está no seu uso, pois, é no
contexto do dia a dia, na relação entre o que dizemos
e fazemos, que as palavras ganham vida. Ao chamarmos qualquer pessoa de amigo, estamos reduzindo o
conceito de amizade a algo raso e utilitarista, o que
passa ao largo de sua intenção primária, que é nos
permitir ter alguém ao lado que nos dê suporte existencialmente.
Cardoso, Juraciara Vieira. O peso das palavras em tempos de relações líquidas. Estado de Minas, Bem viver, 02 dez. 2024, p. 34. Adaptado.
Com base nesse enunciado e no posicionamento da autora, na leitura do primeiro parágrafo depreende-se que o tom do trecho é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Segundo o documento do MEC (2006) intitulado Saberes e práticas da inclusão: avaliação para identificação das necessidades educacionais especiais, a
expressão “necessidades educacionais especiais” foi
legalizada no Art. 58 da LDBEN 9394/96, em seu Capítulo V, que trata do alunado da educação especial.
Considerando-se que a LDBEN/1996 está no palco do
movimento em prol de uma escola inclusiva e de uma
escola de qualidade para todos e todas, esta expressão tornou-se abrangente, aplicando-se não só aos
alunos com deficiências, como a todos aqueles “excluídos” por diversas razões.
Com base neste marco legal, informe se é verdadeiro (V) ou se é falso (F) o que se afirma.
( ) São considerados educandos com necessidades especiais somente os que, durante o processo educacional, apresentarem dificuldades de aprendizagem vinculadas a uma causa orgânica específica.
( ) São considerados educandos com necessidades especiais os que apresentam dificuldades de comunicação e de sinalização diferenciadas dos demais alunos.
( ) A substituição dos termos “excepcional”, “deficiente”, “portador de deficiência”, “pessoa com deficiência” dentre outros, pela expressão “necessidades especiais” tem por objetivo facilitar a compreensão dos educandos.
( ) A expressão “necessidades especiais” traduz as exigências experimentadas por qualquer indivíduo e deve ser aceita pela sociedade.
( ) A expressão “pessoa portadora de deficiência” destaca a pessoa que “carrega” (porta, possui) uma deficiência.
De acordo com as afirmações, a sequência correta é:
Com base neste marco legal, informe se é verdadeiro (V) ou se é falso (F) o que se afirma.
( ) São considerados educandos com necessidades especiais somente os que, durante o processo educacional, apresentarem dificuldades de aprendizagem vinculadas a uma causa orgânica específica.
( ) São considerados educandos com necessidades especiais os que apresentam dificuldades de comunicação e de sinalização diferenciadas dos demais alunos.
( ) A substituição dos termos “excepcional”, “deficiente”, “portador de deficiência”, “pessoa com deficiência” dentre outros, pela expressão “necessidades especiais” tem por objetivo facilitar a compreensão dos educandos.
( ) A expressão “necessidades especiais” traduz as exigências experimentadas por qualquer indivíduo e deve ser aceita pela sociedade.
( ) A expressão “pessoa portadora de deficiência” destaca a pessoa que “carrega” (porta, possui) uma deficiência.
De acordo com as afirmações, a sequência correta é:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O documento do MEC (2006) intitulado Saberes e
práticas da inclusão: avaliação para identificação das
necessidades educacionais especiais afirma que há
necessidade de mudanças não só de atitudes como,
também, nas práticas metodológicas avaliativas, direcionando-se para identificar as necessidades educacionais especiais, com o objetivo de contribuir para
o planejamento educacional do aluno.
A esse respeito, avalie as afirmações.
I - Para os avaliados, suas deficiências e limitações são atributos imutáveis.
II - As potencialidades dos avaliados contribuem para o planejamento educacional.
III - Conhecer as características dos avaliados e suas potencialidades serve para direcionar as decisões a respeito do planejamento educacional.
IV - Os dados do processo de avaliação servem para acompanhar os progressos do próprio educando, sendo possível comparar com os progressos conquistados.
Está correto apenas o que se afirma em
A esse respeito, avalie as afirmações.
I - Para os avaliados, suas deficiências e limitações são atributos imutáveis.
II - As potencialidades dos avaliados contribuem para o planejamento educacional.
III - Conhecer as características dos avaliados e suas potencialidades serve para direcionar as decisões a respeito do planejamento educacional.
IV - Os dados do processo de avaliação servem para acompanhar os progressos do próprio educando, sendo possível comparar com os progressos conquistados.
Está correto apenas o que se afirma em
Provas
Questão presente nas seguintes provas
É correto afirmar que, para Freire (2013), o ciclo gnosiológico se dá quando
Provas
Questão presente nas seguintes provas
De acordo com Freire (2013), o verbo "ensinar" é
muito mais que um verbo transitivo relativo.
Em conformidade com o pensamento desse autor, indique se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma.
( ) Ensinar existe sem aprender e vice-versa.
( ) No ato de aprender socialmente, o homem descobriu que é possível ensinar.
( ) Ao longo dos tempos, o homem percebeu, precisou e trabalhou maneiras de ensinar.
De acordo com as afirmações, a sequência correta é:
Em conformidade com o pensamento desse autor, indique se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma.
( ) Ensinar existe sem aprender e vice-versa.
( ) No ato de aprender socialmente, o homem descobriu que é possível ensinar.
( ) Ao longo dos tempos, o homem percebeu, precisou e trabalhou maneiras de ensinar.
De acordo com as afirmações, a sequência correta é:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container