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Foram encontradas 78 questões.

3885650 Ano: 2025
Disciplina: Pedagogia
Banca: FCM
Orgão: Pref. Contagem-MG
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Brandão (2007) pondera que tudo que é criado em uma cultura de conhecimento é construído por meio das experiências e vivências com o mundo e com as pessoas e que tudo isso faz parte do processo
 

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3885649 Ano: 2025
Disciplina: Pedagogia
Banca: FCM
Orgão: Pref. Contagem-MG
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Perrenoud (2001), ao falar do Mestre (re)conhecido, aborda o saber comum e o falso saber, a recusa de conhecer e a crença nos conteúdos e as representações da profissão do professor e sua concepção.
Com base nesta abordagem, avalie o que se afirma a respeito da concepção do professor.

I - É construída no discurso econômico.
II - Vem de posições culturais, de habitus.
III - É composta de projeções, de experiências e de vivências com outros educadores que ele conheceu.
IV - Combina seus discursos econômico e político.

Está correto apenas o que afirma em
 

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3885648 Ano: 2025
Disciplina: Pedagogia
Banca: FCM
Orgão: Pref. Contagem-MG
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Segundo Brandão (2007, p.25), “quando o educador pensa a educação, ele acredita que, entre homens, ela é o que dá a forma e o polimento. Mas, ao fazer isso na prática, tanto pode ser a mão do artista que guia e ajuda o barro a que se transforme, quanto a forma que iguala e deforma”. Na perspectiva de Brandão (2007), avalie o que se afirma.

I - Tudo que existe transformado na natureza, pelo trabalho do homem e significado pela sua inconsciência é uma parte de seu desejo.
II - Tudo que existe disponível e criado em uma cultura como conhecimento se adquire através da experiência pessoal com o mundo ou com o outro.
III - Tudo do qual um grupo social aos poucos socializa, em sua cultura, determina seus membros como tipos de sujeitos sociais.
IV - Tudo que se aprende de um modo ou de outro faz parte do processo de estereótipos.

Está correto, apenas o que afirma em
 

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3885647 Ano: 2025
Disciplina: Pedagogia
Banca: FCM
Orgão: Pref. Contagem-MG
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Perrenoud (2001) ressalta que as competências profissionais são o conjunto dos conhecimentos, posturas, ações e atitudes do professor que, em seu exercício na práxis, vai garantindo e definindo seu papel.

Na abordagem de Perrenoud (2001), é correto afirmar que essas competências são de ordem
 

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3885646 Ano: 2025
Disciplina: Pedagogia
Banca: FCM
Orgão: Pref. Contagem-MG
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Brandão (2007, p.10) enfatiza que “a educação é, como outras, uma fração do modo de vida dos grupos sociais que a criam e recriam, entre tantas outras invenções de sua cultura, em sua sociedade”.
Na perspectiva de Brandão (2007), avalie as afirmações a respeito do que é educação.

I - Uma criação do meio econômico.
II - Um modo de vida dos grupos sociais.
III - Uma invenção do meio social.
IV - Uma reflexão entre todos que ensinam e aprendem.

Está correto, apenas o que afirma em
 

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3885645 Ano: 2025
Disciplina: Pedagogia
Banca: FCM
Orgão: Pref. Contagem-MG
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MEC/SEESP (2008) estabelece que se deve assegurar um sistema de educação inclusiva, em todos os níveis de ensino, propiciando um ambiente de desenvolvimento educacional compatível com a meta de inclusão plena; para isso, adota medidas para garantir este processo.
A este respeito, avalie o que está contido no documento MEC/SEESP (2008).

I - Desenvolver medidas, para que as pessoas com deficiência, não sejam excluídas do sistema educacional, sob alegação de deficiência.
II - Promover um sistema de ensino homogêneo, separatista, de qualidade e gratuito, em igualdade de condições com as demais pessoas na comunidade em que vivem.
III - Fomentar, no currículo da educação básica, temáticas relativas às pessoas com necessidades especiais e desenvolver ações afirmativas que possibilitem inclusão.
IV - Elaborar um currículo da educação básica, com temas genéricos, para não excluir as pessoas com necessidades especiais.

Está correto apenas o que se afirma em
 

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3885644 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FCM
Orgão: Pref. Contagem-MG
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A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO SEGUINTE.

O peso das palavras em tempos de relações líquidas
Para mim, as palavras têm um significado profundo. Costumo brincar mentalmente com os vários sentidos de uma palavra ou expressão. Há algumas palavras que gosto mais, outras que gosto menos. Minha palavra preferida da língua portuguesa é “adorável”! Não sei justificar muito bem a razão da minha devoção por esta palavra, mas, na minha opinião, quando algo é adorável, essa coisa alcançou um lugar acima do bem e do mal, mas o fez com sutileza.
Em tempos de amores líquidos e relacionamentos expressos, palavras antes dotadas de um significado profundo acabaram ganhando contornos bastante imprecisos. Foi o que aconteceu, por exemplo, com a palavra “amigo”. Antes destinada a uma espécie de amor-alegria, partilhado com algumas poucas pessoas, tornou-se lugar comum na boca de pessoas que, muitas vezes, por não saberem o nosso nome, a utilizam como substituto.
As palavras são bem-vindas, constituem o nosso meio de compreender o mundo e, na medida em que diluímos seu valor, nossa compreensão sobre seu significado tende a ser prejudicada também. A palavra amigo não deveria ser usada como uma expressão conveniente para aquelas pessoas que não sabemos nomear ao certo. “Amizade” é a expressão que usamos para adjetivar um dos elos mais fortes que pode haver entre duas pessoas, pois desprovido do sentimento de posse, que geralmente acompanha o amor.
É muito provável (no meu entendimento) que as redes sociais tenham, de algum modo, influenciado a nossa percepção sobre o real significado de “ter amigos”, que passaram a valer mais por sua quantidade do que por sua qualidade. Não sobra espaço, nas curtidas e mensagens eletrônicas – na maioria das vezes – um tempo para um olhar compreensivo, capaz de dizer muito sem usar nenhuma palavra, ou para o abraço que é capaz de emudecer, ainda que por alguns instantes, a nossa angústia.
Não podemos permitir que, na ânsia de chamarmos a todos de amigos, esqueçamos o verdadeiro significado de ter a amizade de alguém. Não se trata de um mero exercício de linguagem ou uma questão semântica menor, porém sim de uma questão existencial. Afinal, as palavras não são meros signos linguísticos usados para nossas comunicações, pois elas são o fio com o qual tecemos nossa compreensão de mundo.
Ao dizer que algo é adorável, estou conferindo a este algo um lugar de destaque no meu universo. Trata-se de uma experiência que transcende a mera aparência, e que envolve uma conexão íntima com aquilo que considero belo ou digno de consideração. Do mesmo modo, quando chamo alguém de “amigo”, estou reconhecendo uma relação que vai além do casual, nomeando uma parceria na qual ambos são transformados mutuamente.
O significado das palavras está no seu uso, pois, é no contexto do dia a dia, na relação entre o que dizemos e fazemos, que as palavras ganham vida. Ao chamarmos qualquer pessoa de amigo, estamos reduzindo o conceito de amizade a algo raso e utilitarista, o que passa ao largo de sua intenção primária, que é nos permitir ter alguém ao lado que nos dê suporte existencialmente.
Cardoso, Juraciara Vieira. O peso das palavras em tempos de relações líquidas. Estado de Minas, Bem viver, 02 dez. 2024, p. 34. Adaptado.
Avalie os elementos coesivos, sua estrutura sintática e os aspectos semântico-discursivos no trecho a seguir.
Não podemos permitir que, na ânsia de chamarmos a todos de amigos, esqueçamos o verdadeiro significado de ter a amizade de alguém. Não se trata de um mero exercício de linguagem ou uma questão semântica menor, porém sim de uma questão existencial. Afinal, as palavras não são meros signos linguísticos usados para nossas comunicações, pois elas são o fio com o qual tecemos nossa compreensão de mundo.

I – A substituição de PORÉM por PORTANTO causa alteração significativa ao sentido do trecho em que ocorre.
II – O item “Afinal” é um conector com sentido de conclusão, podendo ser substituído pela expressão “Apesar disso”.
III – O pronome pessoal “elas” retoma, por coesão, o termo “comunicações” e, com isso, garante a coerência textual.

Está correto apenas o que se afirma em
 

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3885643 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FCM
Orgão: Pref. Contagem-MG
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A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO SEGUINTE.

O peso das palavras em tempos de relações líquidas
Para mim, as palavras têm um significado profundo. Costumo brincar mentalmente com os vários sentidos de uma palavra ou expressão. Há algumas palavras que gosto mais, outras que gosto menos. Minha palavra preferida da língua portuguesa é “adorável”! Não sei justificar muito bem a razão da minha devoção por esta palavra, mas, na minha opinião, quando algo é adorável, essa coisa alcançou um lugar acima do bem e do mal, mas o fez com sutileza.
Em tempos de amores líquidos e relacionamentos expressos, palavras antes dotadas de um significado profundo acabaram ganhando contornos bastante imprecisos. Foi o que aconteceu, por exemplo, com a palavra “amigo”. Antes destinada a uma espécie de amor-alegria, partilhado com algumas poucas pessoas, tornou-se lugar comum na boca de pessoas que, muitas vezes, por não saberem o nosso nome, a utilizam como substituto.
As palavras são bem-vindas, constituem o nosso meio de compreender o mundo e, na medida em que diluímos seu valor, nossa compreensão sobre seu significado tende a ser prejudicada também. A palavra amigo não deveria ser usada como uma expressão conveniente para aquelas pessoas que não sabemos nomear ao certo. “Amizade” é a expressão que usamos para adjetivar um dos elos mais fortes que pode haver entre duas pessoas, pois desprovido do sentimento de posse, que geralmente acompanha o amor.
É muito provável (no meu entendimento) que as redes sociais tenham, de algum modo, influenciado a nossa percepção sobre o real significado de “ter amigos”, que passaram a valer mais por sua quantidade do que por sua qualidade. Não sobra espaço, nas curtidas e mensagens eletrônicas – na maioria das vezes – um tempo para um olhar compreensivo, capaz de dizer muito sem usar nenhuma palavra, ou para o abraço que é capaz de emudecer, ainda que por alguns instantes, a nossa angústia.
Não podemos permitir que, na ânsia de chamarmos a todos de amigos, esqueçamos o verdadeiro significado de ter a amizade de alguém. Não se trata de um mero exercício de linguagem ou uma questão semântica menor, porém sim de uma questão existencial. Afinal, as palavras não são meros signos linguísticos usados para nossas comunicações, pois elas são o fio com o qual tecemos nossa compreensão de mundo.
Ao dizer que algo é adorável, estou conferindo a este algo um lugar de destaque no meu universo. Trata-se de uma experiência que transcende a mera aparência, e que envolve uma conexão íntima com aquilo que considero belo ou digno de consideração. Do mesmo modo, quando chamo alguém de “amigo”, estou reconhecendo uma relação que vai além do casual, nomeando uma parceria na qual ambos são transformados mutuamente.
O significado das palavras está no seu uso, pois, é no contexto do dia a dia, na relação entre o que dizemos e fazemos, que as palavras ganham vida. Ao chamarmos qualquer pessoa de amigo, estamos reduzindo o conceito de amizade a algo raso e utilitarista, o que passa ao largo de sua intenção primária, que é nos permitir ter alguém ao lado que nos dê suporte existencialmente.
Cardoso, Juraciara Vieira. O peso das palavras em tempos de relações líquidas. Estado de Minas, Bem viver, 02 dez. 2024, p. 34. Adaptado.
Preencha corretamente as lacunas do texto a seguir, considerando a análise sintática de seus componentes.

O período
“... quando algo é adorável, essa coisa alcançou um lugar acima do bem e do mal, mas o fez com sutileza.”
é composto por __________. A primeira oração, introduzida pela conjunção “quando”, exprime uma circunstância de __________. Na oração “essa coisa alcançou um lugar acima do bem e do mal”, o sujeito é __________ e o predicado é __________. Na última oração, o conector “mas” denota __________.

A sequência que preenche corretamente as lacunas do texto é:
 

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3885642 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FCM
Orgão: Pref. Contagem-MG
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A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO SEGUINTE.

O peso das palavras em tempos de relações líquidas
Para mim, as palavras têm um significado profundo. Costumo brincar mentalmente com os vários sentidos de uma palavra ou expressão. Há algumas palavras que gosto mais, outras que gosto menos. Minha palavra preferida da língua portuguesa é “adorável”! Não sei justificar muito bem a razão da minha devoção por esta palavra, mas, na minha opinião, quando algo é adorável, essa coisa alcançou um lugar acima do bem e do mal, mas o fez com sutileza.
Em tempos de amores líquidos e relacionamentos expressos, palavras antes dotadas de um significado profundo acabaram ganhando contornos bastante imprecisos. Foi o que aconteceu, por exemplo, com a palavra “amigo”. Antes destinada a uma espécie de amor-alegria, partilhado com algumas poucas pessoas, tornou-se lugar comum na boca de pessoas que, muitas vezes, por não saberem o nosso nome, a utilizam como substituto.
As palavras são bem-vindas, constituem o nosso meio de compreender o mundo e, na medida em que diluímos seu valor, nossa compreensão sobre seu significado tende a ser prejudicada também. A palavra amigo não deveria ser usada como uma expressão conveniente para aquelas pessoas que não sabemos nomear ao certo. “Amizade” é a expressão que usamos para adjetivar um dos elos mais fortes que pode haver entre duas pessoas, pois desprovido do sentimento de posse, que geralmente acompanha o amor.
É muito provável (no meu entendimento) que as redes sociais tenham, de algum modo, influenciado a nossa percepção sobre o real significado de “ter amigos”, que passaram a valer mais por sua quantidade do que por sua qualidade. Não sobra espaço, nas curtidas e mensagens eletrônicas – na maioria das vezes – um tempo para um olhar compreensivo, capaz de dizer muito sem usar nenhuma palavra, ou para o abraço que é capaz de emudecer, ainda que por alguns instantes, a nossa angústia.
Não podemos permitir que, na ânsia de chamarmos a todos de amigos, esqueçamos o verdadeiro significado de ter a amizade de alguém. Não se trata de um mero exercício de linguagem ou uma questão semântica menor, porém sim de uma questão existencial. Afinal, as palavras não são meros signos linguísticos usados para nossas comunicações, pois elas são o fio com o qual tecemos nossa compreensão de mundo.
Ao dizer que algo é adorável, estou conferindo a este algo um lugar de destaque no meu universo. Trata-se de uma experiência que transcende a mera aparência, e que envolve uma conexão íntima com aquilo que considero belo ou digno de consideração. Do mesmo modo, quando chamo alguém de “amigo”, estou reconhecendo uma relação que vai além do casual, nomeando uma parceria na qual ambos são transformados mutuamente.
O significado das palavras está no seu uso, pois, é no contexto do dia a dia, na relação entre o que dizemos e fazemos, que as palavras ganham vida. Ao chamarmos qualquer pessoa de amigo, estamos reduzindo o conceito de amizade a algo raso e utilitarista, o que passa ao largo de sua intenção primária, que é nos permitir ter alguém ao lado que nos dê suporte existencialmente.
Cardoso, Juraciara Vieira. O peso das palavras em tempos de relações líquidas. Estado de Minas, Bem viver, 02 dez. 2024, p. 34. Adaptado.
Considere a seguinte passagem transcrita do texto para analisar o emprego e as funções dos sinais de pontuação.

É muito provável (no meu entendimento) que as redes sociais tenham, de algum modo, influenciado a nossa percepção sobre o real significado de “ter amigos”, que passaram a valer mais por sua quantidade do que por sua qualidade. Não sobra espaço, nas curtidas e mensagens eletrônicas – na maioria das vezes – um tempo para um olhar compreensivo, capaz de dizer muito sem usar nenhuma palavra, ou para o abraço que é capaz de emudecer, ainda que por alguns instantes, a nossa angústia.

Nesse sentido, é correto afirmar que
 

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Questão presente nas seguintes provas
3885641 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FCM
Orgão: Pref. Contagem-MG
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A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO SEGUINTE.

O peso das palavras em tempos de relações líquidas
Para mim, as palavras têm um significado profundo. Costumo brincar mentalmente com os vários sentidos de uma palavra ou expressão. Há algumas palavras que gosto mais, outras que gosto menos. Minha palavra preferida da língua portuguesa é “adorável”! Não sei justificar muito bem a razão da minha devoção por esta palavra, mas, na minha opinião, quando algo é adorável, essa coisa alcançou um lugar acima do bem e do mal, mas o fez com sutileza.
Em tempos de amores líquidos e relacionamentos expressos, palavras antes dotadas de um significado profundo acabaram ganhando contornos bastante imprecisos. Foi o que aconteceu, por exemplo, com a palavra “amigo”. Antes destinada a uma espécie de amor-alegria, partilhado com algumas poucas pessoas, tornou-se lugar comum na boca de pessoas que, muitas vezes, por não saberem o nosso nome, a utilizam como substituto.
As palavras são bem-vindas, constituem o nosso meio de compreender o mundo e, na medida em que diluímos seu valor, nossa compreensão sobre seu significado tende a ser prejudicada também. A palavra amigo não deveria ser usada como uma expressão conveniente para aquelas pessoas que não sabemos nomear ao certo. “Amizade” é a expressão que usamos para adjetivar um dos elos mais fortes que pode haver entre duas pessoas, pois desprovido do sentimento de posse, que geralmente acompanha o amor.
É muito provável (no meu entendimento) que as redes sociais tenham, de algum modo, influenciado a nossa percepção sobre o real significado de “ter amigos”, que passaram a valer mais por sua quantidade do que por sua qualidade. Não sobra espaço, nas curtidas e mensagens eletrônicas – na maioria das vezes – um tempo para um olhar compreensivo, capaz de dizer muito sem usar nenhuma palavra, ou para o abraço que é capaz de emudecer, ainda que por alguns instantes, a nossa angústia.
Não podemos permitir que, na ânsia de chamarmos a todos de amigos, esqueçamos o verdadeiro significado de ter a amizade de alguém. Não se trata de um mero exercício de linguagem ou uma questão semântica menor, porém sim de uma questão existencial. Afinal, as palavras não são meros signos linguísticos usados para nossas comunicações, pois elas são o fio com o qual tecemos nossa compreensão de mundo.
Ao dizer que algo é adorável, estou conferindo a este algo um lugar de destaque no meu universo. Trata-se de uma experiência que transcende a mera aparência, e que envolve uma conexão íntima com aquilo que considero belo ou digno de consideração. Do mesmo modo, quando chamo alguém de “amigo”, estou reconhecendo uma relação que vai além do casual, nomeando uma parceria na qual ambos são transformados mutuamente.
O significado das palavras está no seu uso, pois, é no contexto do dia a dia, na relação entre o que dizemos e fazemos, que as palavras ganham vida. Ao chamarmos qualquer pessoa de amigo, estamos reduzindo o conceito de amizade a algo raso e utilitarista, o que passa ao largo de sua intenção primária, que é nos permitir ter alguém ao lado que nos dê suporte existencialmente.
Cardoso, Juraciara Vieira. O peso das palavras em tempos de relações líquidas. Estado de Minas, Bem viver, 02 dez. 2024, p. 34. Adaptado.
Leia os textos seguintes.

TEXTO I
“A palavra amigo não deveria ser usada como uma expressão conveniente para aquelas pessoas que não sabemos nomear ao certo. ‘Amizade’ é a expressão que usamos para adjetivar um dos elos mais fortes que pode haver entre duas pessoas, pois desprovido do sentimento de posse, que geralmente acompanha o amor.”

TEXTO II

Enunciado 4562665-1 Disponível em: https://mentirinhas.com.br/mentirinhas-272/

Avalie as funções da linguagem e os aspectos semânticos e estilísticos destacados dos dois textos.
I – No Texto I, o vocábulo “pessoas” assume,no contexto, um valor conotativo e não denotativo.
II – No Texto I, há linguagem figurada assim como palavras empregadas no sentido próprio, literal.
III – No Texto II, a linguagem visual, isoladamente, não consegue transmitir a mensagem pretendida.
IV – No Texto II, a expressão “alimenta ele”, comum na oralidade, deve ser evitada na língua escrita.
V – No Texto I, o esclarecimento sobre o significado de “Amizade” indica um traço da função conativa.

Está correto apenas o que se afirma em
 

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