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2165567 Ano: 2022
Disciplina: Fisioterapia
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Contagem-MG
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O Wolf Motor Function Test (WMFT) avalia o membro superior (MS) de adultos com hemiparesia combinando medidas de tempo e qualidade de movimento em movimentos isolados e em tarefas funcionais. Sobre esta forma de avaliação, analise as afirmativas abaixo:
I. O WMFT avalia a velocidade de execução da tarefa através do tempo, quantifica a qualidade de movimento por meio de uma escala de habilidade funcional (EHF).
II. O teste funcional WMFT utiliza-se de uma escala de habilidade funcional com níveis de qualidade/proficiência variando de zero a cinco.
III. A versão original era composta por 17 tarefas ordenadas de acordo com as articulações envolvidas (do ombro até os dedos) e nível de dificuldade (atividade motora grossa para fina), avaliando a função do MS por meio de um ou múltiplos movimentos articulares e tarefas funcionais.
Estão corretas as afirmativas:
 

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2165017 Ano: 2022
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Contagem-MG
Se todo A é B e todo B é C, assinale a alternativa incorreta.
 

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2163983 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Contagem-MG

Perguntas de criança…

Há muita sabedoria pedagógica nos ditos populares. Como naquele que diz: “É fácil levar a égua até o meio do ribeirão. O difícil é convencer ela a beber a água…” De fato: se a égua não estiver com sede ela não beberá água por mais que o seu dono a surre... Mas, se estiver com sede, ela, por vontade própria, tomará a iniciativa de ir até o ribeirão. Aplicado à educação: “É fácil obrigar o aluno a ir à escola. O difícil é convencê-lo a aprender aquilo que ele não quer aprender…”

Às vezes eu penso que o que as escolas fazem com as crianças é tentar forçá-las a beber a água que elas não querem beber. Brunno Bettelheim, um dos maiores educadores do século passado, dizia que na escola os professores tentaram ensinar-lhe coisas que eles queriam ensinar, mas que ele não queria aprender. Não aprendeu e, ainda por cima, ficou com raiva. Que as crianças querem aprender, disso não tenho a menor dúvida. Vocês devem ser lembrar do que escrevi, corrigindo a afirmação com que Aristóteles começa a sua “Metafísica”: “Todos os homens, enquanto crianças, têm, por natureza, desejo de conhecer…”

Mas, o que é que as crianças querem aprender? Pois, faz uns dias, recebi de uma professora, Edith Chacon Theodoro, uma carta digna de uma educadora e uma lista de perguntas anexada a ela, que seus alunos haviam feito, espontaneamente. “Por que o mundo gira em torno dele e do sol? Por que a vida é justa com poucos e tão injusta com muitos? Por que o céu é azul? Quem foi que inventou o Português? Como foi que os homens e as mulheres chegaram a descobrir as letras e as sílabas? Como a explosão do Big Bang foi originada? Será que existe inferno? Como pode ter alguém que não goste de planta? Quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha? Um cego sabe o que é uma cor? Se na Arca de Noé havia muitos animais selvagens, por que um não comeu o outro? Para onde vou depois de morrer? Por que eu adoro música e instrumentos musicais se ninguém na minha família toca nada? Por que sou nervoso? Por que há vento? Por que as pessoas boas morrem mais cedo? Por que a chuva cai em gotas e não tudo de uma vez?”

José Pacheco é um educador português. Ele é o diretor (embora não aceite ser chamado de diretor, por razões que um dia vou explicar…) da Escola da Ponte, localizada na pequena cidade de Vila das Aves, ao norte de Portugal. É uma das escolas mais inteligentes que já visitei. Ela é inteligente porque leva muito mais a sério as perguntas que as crianças fazem do que as respostas que os programas querem fazê-las aprender. Pois ele me contou que, em tempos idos, quando ainda trabalhava numa outra escola, provocou os alunos a que escrevessem numa folha de papel as perguntas que provocavam a sua curiosidade e ficavam rolando dentro das suas cabeças, sem resposta. O resultado foi parecido com o que transcrevi acima. Entusiasmado com a inteligência das crianças – pois é nas perguntas que a inteligência se revela – resolveu fazer experiência parecida com os professores. Pediu-lhes que colocassem numa folha de papel as perguntas que gostariam de fazer. O resultado foi surpreendente: os professores só fizeram perguntas relativas aos conteúdos dos seus programas. Os professores de geografia fizeram perguntas sobre acidentes geográficos, os professores de português fizeram perguntas sobre gramática, os professores de história fizeram perguntas sobre fatos históricos, os professores de matemática propuseram problemas de matemática a serem resolvidos, e assim por diante.

O filósofo Ludwig Wittgenstein afirmou: “os limites da minha linguagem denotam os limites do meu mundo”. Minha versão popular: “as perguntas que fazemos revelam o ribeirão onde quero beber…” Leia de novo e vagarosamente as perguntas feitas pelos alunos. Você verá que elas revelam uma sede imensa de conhecimento! Os mundos das crianças são imensos! Sua sede não se mata bebendo a água de um mesmo ribeirão! Querem águas de rios, de lagos, de lagoas, de fontes, de minas, de chuva, de poças d’água… Já as perguntas dos professores revelam (Perdão pela palavra que vou usar! É só uma metáfora, para fazer ligação com o ditado popular!) éguas que perderam a curiosidade, felizes com as águas do ribeirão conhecido… Ribeirões diferentes as assustam, por medo de se afogarem… Perguntas falsas: os professores sabiam as respostas… Assim, elas nada revelavam do espanto que se tem quando se olha para o mundo com atenção. Eram apenas a repetição da mesma trilha batida que leva ao mesmo ribeirão…

Eu sempre me preocupei muito com aquilo que as escolas fazem com as crianças. Agora estou me preocupando com aquilo que as escolas fazem com os professores. Os professores que fizeram as perguntas já foram crianças; quando crianças, suas perguntas eram outras, seu mundo era outro…Foi a instituição “escola” que lhes ensinou a maneira certa de beber água: cada um no seu ribeirão… Mas as instituições são criações humanas. Podem ser mudadas. E, se forem mudadas, os professores aprenderão o prazer de beber de águas de outros ribeirões e voltarão a fazer as perguntas que faziam quando eram crianças.

(Adaptado do texto “Perguntas de criança…” de Rubem Alves, Folha (sinapse) – terça-feira, 24 de setembro de 2002, p.29)

Em princípio, a "interpretação de texto consiste em saber o que se infere (conclui-se) do que está escrito", assim sendo, analise as afirmativas que estejam congruentes com a interpretação do texto.

I. O texto informa que todos os homens, desde a infância, têm, por natureza, a curiosidade e o desejo de aprender.

II. O autor afirma que a carta da professora Edith Chacon Theodoro faz jus à carta de uma verdadeira educadora.

III. O autor expõe que a Escola da Ponte é inteligente, à medida que faz um paralelo entre as perguntas que as crianças elaboram e o conteúdo que elas têm que contemplar.

Estão corretas as afirmativas:

 

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2163982 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Contagem-MG

Perguntas de criança…

Há muita sabedoria pedagógica nos ditos populares. Como naquele que diz: “É fácil levar a égua até o meio do ribeirão. O difícil é convencer ela a beber a água…” De fato: se a égua não estiver com sede ela não beberá água por mais que o seu dono a surre... Mas, se estiver com sede, ela, por vontade própria, tomará a iniciativa de ir até o ribeirão. Aplicado à educação: “É fácil obrigar o aluno a ir à escola. O difícil é convencê-lo a aprender aquilo que ele não quer aprender…”

Às vezes eu penso que o que as escolas fazem com as crianças é tentar forçá-las a beber a água que elas não querem beber. Brunno Bettelheim, um dos maiores educadores do século passado, dizia que na escola os professores tentaram ensinar-lhe coisas que eles queriam ensinar, mas que ele não queria aprender. Não aprendeu e, ainda por cima, ficou com raiva. Que as crianças querem aprender, disso não tenho a menor dúvida. Vocês devem ser lembrar do que escrevi, corrigindo a afirmação com que Aristóteles começa a sua “Metafísica”: “Todos os homens, enquanto crianças, têm, por natureza, desejo de conhecer…”

Mas, o que é que as crianças querem aprender? Pois, faz uns dias, recebi de uma professora, Edith Chacon Theodoro, uma carta digna de uma educadora e uma lista de perguntas anexada a ela, que seus alunos haviam feito, espontaneamente. “Por que o mundo gira em torno dele e do sol? Por que a vida é justa com poucos e tão injusta com muitos? Por que o céu é azul? Quem foi que inventou o Português? Como foi que os homens e as mulheres chegaram a descobrir as letras e as sílabas? Como a explosão do Big Bang foi originada? Será que existe inferno? Como pode ter alguém que não goste de planta? Quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha? Um cego sabe o que é uma cor? Se na Arca de Noé havia muitos animais selvagens, por que um não comeu o outro? Para onde vou depois de morrer? Por que eu adoro música e instrumentos musicais se ninguém na minha família toca nada? Por que sou nervoso? Por que há vento? Por que as pessoas boas morrem mais cedo? Por que a chuva cai em gotas e não tudo de uma vez?”

José Pacheco é um educador português. Ele é o diretor (embora não aceite ser chamado de diretor, por razões que um dia vou explicar…) da Escola da Ponte, localizada na pequena cidade de Vila das Aves, ao norte de Portugal. É uma das escolas mais inteligentes que já visitei. Ela é inteligente porque leva muito mais a sério as perguntas que as crianças fazem do que as respostas que os programas querem fazê-las aprender. Pois ele me contou que, em tempos idos, quando ainda trabalhava numa outra escola, provocou os alunos a que escrevessem numa folha de papel as perguntas que provocavam a sua curiosidade e ficavam rolando dentro das suas cabeças, sem resposta. O resultado foi parecido com o que transcrevi acima. Entusiasmado com a inteligência das crianças – pois é nas perguntas que a inteligência se revela – resolveu fazer experiência parecida com os professores. Pediu-lhes que colocassem numa folha de papel as perguntas que gostariam de fazer. O resultado foi surpreendente: os professores só fizeram perguntas relativas aos conteúdos dos seus programas. Os professores de geografia fizeram perguntas sobre acidentes geográficos, os professores de português fizeram perguntas sobre gramática, os professores de história fizeram perguntas sobre fatos históricos, os professores de matemática propuseram problemas de matemática a serem resolvidos, e assim por diante.

O filósofo Ludwig Wittgenstein afirmou: “os limites da minha linguagem denotam os limites do meu mundo”. Minha versão popular: “as perguntas que fazemos revelam o ribeirão onde quero beber…” Leia de novo e vagarosamente as perguntas feitas pelos alunos. Você verá que elas revelam uma sede imensa de conhecimento! Os mundos das crianças são imensos! Sua sede não se mata bebendo a água de um mesmo ribeirão! Querem águas de rios, de lagos, de lagoas, de fontes, de minas, de chuva, de poças d’água… Já as perguntas dos professores revelam (Perdão pela palavra que vou usar! É só uma metáfora, para fazer ligação com o ditado popular!) éguas que perderam a curiosidade, felizes com as águas do ribeirão conhecido… Ribeirões diferentes as assustam, por medo de se afogarem… Perguntas falsas: os professores sabiam as respostas… Assim, elas nada revelavam do espanto que se tem quando se olha para o mundo com atenção. Eram apenas a repetição da mesma trilha batida que leva ao mesmo ribeirão…

Eu sempre me preocupei muito com aquilo que as escolas fazem com as crianças. Agora estou me preocupando com aquilo que as escolas fazem com os professores. Os professores que fizeram as perguntas já foram crianças; quando crianças, suas perguntas eram outras, seu mundo era outro…Foi a instituição “escola” que lhes ensinou a maneira certa de beber água: cada um no seu ribeirão… Mas as instituições são criações humanas. Podem ser mudadas. E, se forem mudadas, os professores aprenderão o prazer de beber de águas de outros ribeirões e voltarão a fazer as perguntas que faziam quando eram crianças.

(Adaptado do texto “Perguntas de criança…” de Rubem Alves, Folha (sinapse) – terça-feira, 24 de setembro de 2002, p.29)

Leia o seguinte fragmento do texto, ‘Mas as instituições são criações humanas. Podem ser mudadas. E, “se” forem mudadas,’. Analise as afirmativas abaixo sobre a palavra “se” com aspas duplas.

I. Expressa uma ação reflexiva.

II. Indica aquele que faz a ação.

III. Tem como sinônimos: caso, quando, visto que.

Estão corretas as afirmativas:

 

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2158970 Ano: 2022
Disciplina: Fisioterapia
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Contagem-MG
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A função motora constitui-se no mecanismo responsável por produzir e controlar os movimentos, sendo mediada pelos neurônios motores superiores e inferiores. Sobre as características dos neurônios motores e lesões que podem vir afetar aos mesmos, analise as afirmativas abaixo:


I. Os neurônios motores superiores originam-se no córtex cerebral e no tronco cerebral e projetam-se para os neurônios motores inferiores no tronco cerebral e projetam-se para os neurônios inferiores no tronco cerebral e na medula espinhal.

II. Os neurônios motores inferiores projetam-se desde o córtex cerebral até os músculos esqueléticos.

III. Sinais de lesões nos neurônios motores superiores incluem tônus muscular aumentado, hiperreflexia e sinais de Babinsky e de Hoffman positivos.

IV. Sinais de lesão dos neurônios motores inferiores incluem reflexos aumentados, atrofia muscular e fasciculações.

Estão corretas as afirmativas:

 

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2158969 Ano: 2022
Disciplina: Fisioterapia
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Contagem-MG
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A denominação Paralisia Cerebral (PC) designa uma sequela de caráter não-progressivo, que acomete o sistema nervoso central imaturo e em desenvolvimento, ocasionando déficits posturais, tônicos e na execução dos movimentos. A literatura tem demonstrado, atualmente, preferência em classificar as crianças com PC de acordo com sua independência funcional nas funções motoras grossase finas. O Gross Motor Function Classification System (GMFCS) utilizado para classificar a mobilidade e o Manual Abilities Classification System (MACS) para classificar a função manual das crianças com PC. Sobre estes sistemas de avaliação funcional, analise as afirmativas abaixo:


I. Na classificação pelo GMFCS no nível V, indica que ela consegue locomover-se sem restrições; no nível II esta criança apresenta limitação na marcha em ambiente externo.

II. Na classificação pelo GMFCS no nível V, a criança apresenta capacidade plena em sua movimentação.

III. Na classificação MACS, independente da idade, as crianças que são capazes de manipular objetos facilmente são classificadas em nível I e aquelas que manipulam objetos com menor qualidade pertencem ao II.

IV. Na classificação MACS no nível V, enquadram-se as crianças severamente comprometidas nas habilidades manuais, necessitando de assistência total.

Estão corretas as afirmativas:

 

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2158968 Ano: 2022
Disciplina: Fisioterapia
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Contagem-MG
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A contração muscular se caracteriza como um processo fisiológico onde produz-se tensão muscular, por deslizamento dos miofilamentos, após o desenvolvimento de um estímulo ao(s) músculo(s). Em relação aos tipos de contração muscular, analise:


Nesta contração muscular onde verifica-se criação de força e movimentação de uma determinada carga, com o afastamento de segmentos ósseos, assim como alongamento do músculo.


Assinale a alternativa que apresenta o tipo de contração descrita acima.
 

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2158967 Ano: 2022
Disciplina: Fisioterapia
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Contagem-MG
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Os estudos dos reflexos infantis e de padrões estereotípicos do comportamento produzem informações úteis para a compreensão do processo de desenvolvimento motor. Uma maneira de diagnosticar possíveis desordens neurológicas no neonato passa pela observação dos reflexos primitivos e posturais. Analise as afirmativas abaixo acerca da observação dos reflexos.

I. Preservação de um reflexo, além da idade na qual este deveria ter sido inibido pelo controle cortical.
II. Reações reflexas bilaterais desiguais.
III. Reações muito fortes ou muito fracas.

Assinale a alternativa que apresenta sugestão de desordem neurológica em neonatos e bebês.
 

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2158966 Ano: 2022
Disciplina: Fisioterapia
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Contagem-MG
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O TENS (estimulação elétrica nervosa transcutânea) é uma corrente de baixa intensidade que produz impulsos elétricos com frequência entre zero e 200 Hz, eficaz no tratamento de desordens musculoesqueléticas e por influenciar e modular processos de neurocondução da dor. Assinale a alternativa que apresenta a correta interpretação sobre a Teoria da Comportas da Dor e sua ação sobre a partir do uso do TENS.
 

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2158965 Ano: 2022
Disciplina: Fisioterapia
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Contagem-MG
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Entre os recursos terapêuticos utilizados na fisioterapia pneumo-funcional encontra-se a pressão positiva expiratória final (PEEP) que consiste em um recurso a pacientes em ventilação mecânica e em respiração espontânea, onde cria-se uma resistência a fase expiratória do paciente. Tendo em vista os benefícios proporcionados por este recurso, assinale a alternativa que contenha somente benefícios proporcionados pelo uso da PEEP ao paciente.
 

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