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Foram encontradas 40 questões.

2646731 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Contagem-MG
Assinale a alternativa que incorretamente apresenta, especificamente, um software de Correio Eletrônico.
 

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2335923 Ano: 2022
Disciplina: Direito Sanitário
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Contagem-MG
Em atenção ao disposto na Resolução nº 553, de 09 de agosto de 2017, a qual se apresenta como aplicando à “Carta dos Direitos dos Usuários da Saúde”, assinale a alternativa incorreta.
 

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2335922 Ano: 2022
Disciplina: Legislação Federal
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Contagem-MG
Em conformidade com as disposições da Resolução - RDC Nº 36, que institui ações para a segurança do paciente em serviços de saúde, assinale a alternativa incorreta.
 

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2171712 Ano: 2022
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Contagem-MG
Na eleição entre dois candidatos A e B foram ouvidas, uma única vez, 260 pessoas sobre o candidato preferido para votar e o resultado foi o seguinte: 120votariam nocandidato A, 130 votariam em somente um dos dois e 45 votariam em nenhum dos dois. Nessas condições, o total de pessoas que votariam no candidato B é igual a:
 

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2169087 Ano: 2022
Disciplina: Serviço Social
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Contagem-MG
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Uma vez mais com base em Iamamoto (2001), observamos que a autora reserva um espaço especial em sua noção de processo de trabalho para o entendimento das instituições empregadoras do Assistente Social. De acordo com a noção da autora, as instituições empregadoras:
 

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2169086 Ano: 2022
Disciplina: Serviço Social
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Contagem-MG
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O trabalho de Yolanda Guerra tem sido um dos mais representativos na discussão da instrumentalidade do Serviço Social. No livro “Instrumentalidade do Serviço Social”, a autora tece várias considerações sobre a noção instrumental. De posse das indicações de Guerra (2000), assinale a alternativa correta.
 

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2165017 Ano: 2022
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Contagem-MG
Se todo A é B e todo B é C, assinale a alternativa incorreta.
 

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2164583 Ano: 2022
Disciplina: Serviço Social
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Contagem-MG
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Mioto (2004) realiza uma análise crítica sobre a intervenção do Assistente Social com famílias. Conforme a indicação da autora, podemos inferir que:
 

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2164582 Ano: 2022
Disciplina: Serviço Social
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Contagem-MG
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A Lei de nº. 8.842 de 04 de janeiro de 1994 disciplina aspectos sobre a Política Nacional do Idoso indicando como deve ser a gestão dessa mesma política, além de outros aspectos afins. Conforme apresentado por essa lei, em seu artigo 5º. a organização da Política Nacional do Idoso é responsabilidade do (a):
 

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2163983 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Contagem-MG

Perguntas de criança…

Há muita sabedoria pedagógica nos ditos populares. Como naquele que diz: “É fácil levar a égua até o meio do ribeirão. O difícil é convencer ela a beber a água…” De fato: se a égua não estiver com sede ela não beberá água por mais que o seu dono a surre... Mas, se estiver com sede, ela, por vontade própria, tomará a iniciativa de ir até o ribeirão. Aplicado à educação: “É fácil obrigar o aluno a ir à escola. O difícil é convencê-lo a aprender aquilo que ele não quer aprender…”

Às vezes eu penso que o que as escolas fazem com as crianças é tentar forçá-las a beber a água que elas não querem beber. Brunno Bettelheim, um dos maiores educadores do século passado, dizia que na escola os professores tentaram ensinar-lhe coisas que eles queriam ensinar, mas que ele não queria aprender. Não aprendeu e, ainda por cima, ficou com raiva. Que as crianças querem aprender, disso não tenho a menor dúvida. Vocês devem ser lembrar do que escrevi, corrigindo a afirmação com que Aristóteles começa a sua “Metafísica”: “Todos os homens, enquanto crianças, têm, por natureza, desejo de conhecer…”

Mas, o que é que as crianças querem aprender? Pois, faz uns dias, recebi de uma professora, Edith Chacon Theodoro, uma carta digna de uma educadora e uma lista de perguntas anexada a ela, que seus alunos haviam feito, espontaneamente. “Por que o mundo gira em torno dele e do sol? Por que a vida é justa com poucos e tão injusta com muitos? Por que o céu é azul? Quem foi que inventou o Português? Como foi que os homens e as mulheres chegaram a descobrir as letras e as sílabas? Como a explosão do Big Bang foi originada? Será que existe inferno? Como pode ter alguém que não goste de planta? Quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha? Um cego sabe o que é uma cor? Se na Arca de Noé havia muitos animais selvagens, por que um não comeu o outro? Para onde vou depois de morrer? Por que eu adoro música e instrumentos musicais se ninguém na minha família toca nada? Por que sou nervoso? Por que há vento? Por que as pessoas boas morrem mais cedo? Por que a chuva cai em gotas e não tudo de uma vez?”

José Pacheco é um educador português. Ele é o diretor (embora não aceite ser chamado de diretor, por razões que um dia vou explicar…) da Escola da Ponte, localizada na pequena cidade de Vila das Aves, ao norte de Portugal. É uma das escolas mais inteligentes que já visitei. Ela é inteligente porque leva muito mais a sério as perguntas que as crianças fazem do que as respostas que os programas querem fazê-las aprender. Pois ele me contou que, em tempos idos, quando ainda trabalhava numa outra escola, provocou os alunos a que escrevessem numa folha de papel as perguntas que provocavam a sua curiosidade e ficavam rolando dentro das suas cabeças, sem resposta. O resultado foi parecido com o que transcrevi acima. Entusiasmado com a inteligência das crianças – pois é nas perguntas que a inteligência se revela – resolveu fazer experiência parecida com os professores. Pediu-lhes que colocassem numa folha de papel as perguntas que gostariam de fazer. O resultado foi surpreendente: os professores só fizeram perguntas relativas aos conteúdos dos seus programas. Os professores de geografia fizeram perguntas sobre acidentes geográficos, os professores de português fizeram perguntas sobre gramática, os professores de história fizeram perguntas sobre fatos históricos, os professores de matemática propuseram problemas de matemática a serem resolvidos, e assim por diante.

O filósofo Ludwig Wittgenstein afirmou: “os limites da minha linguagem denotam os limites do meu mundo”. Minha versão popular: “as perguntas que fazemos revelam o ribeirão onde quero beber…” Leia de novo e vagarosamente as perguntas feitas pelos alunos. Você verá que elas revelam uma sede imensa de conhecimento! Os mundos das crianças são imensos! Sua sede não se mata bebendo a água de um mesmo ribeirão! Querem águas de rios, de lagos, de lagoas, de fontes, de minas, de chuva, de poças d’água… Já as perguntas dos professores revelam (Perdão pela palavra que vou usar! É só uma metáfora, para fazer ligação com o ditado popular!) éguas que perderam a curiosidade, felizes com as águas do ribeirão conhecido… Ribeirões diferentes as assustam, por medo de se afogarem… Perguntas falsas: os professores sabiam as respostas… Assim, elas nada revelavam do espanto que se tem quando se olha para o mundo com atenção. Eram apenas a repetição da mesma trilha batida que leva ao mesmo ribeirão…

Eu sempre me preocupei muito com aquilo que as escolas fazem com as crianças. Agora estou me preocupando com aquilo que as escolas fazem com os professores. Os professores que fizeram as perguntas já foram crianças; quando crianças, suas perguntas eram outras, seu mundo era outro…Foi a instituição “escola” que lhes ensinou a maneira certa de beber água: cada um no seu ribeirão… Mas as instituições são criações humanas. Podem ser mudadas. E, se forem mudadas, os professores aprenderão o prazer de beber de águas de outros ribeirões e voltarão a fazer as perguntas que faziam quando eram crianças.

(Adaptado do texto “Perguntas de criança…” de Rubem Alves, Folha (sinapse) – terça-feira, 24 de setembro de 2002, p.29)

Em princípio, a "interpretação de texto consiste em saber o que se infere (conclui-se) do que está escrito", assim sendo, analise as afirmativas que estejam congruentes com a interpretação do texto.

I. O texto informa que todos os homens, desde a infância, têm, por natureza, a curiosidade e o desejo de aprender.

II. O autor afirma que a carta da professora Edith Chacon Theodoro faz jus à carta de uma verdadeira educadora.

III. O autor expõe que a Escola da Ponte é inteligente, à medida que faz um paralelo entre as perguntas que as crianças elaboram e o conteúdo que elas têm que contemplar.

Estão corretas as afirmativas:

 

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