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Foram encontradas 40 questões.

2157553 Ano: 2022
Disciplina: Psicologia
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Contagem-MG
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O conceito da OMS, divulgado na carta de princípios de 7 de abril de 1948 (desde então o Dia Mundial da Saúde), implicando o reconhecimento do direito à saúde e da obrigação do Estado na promoção e proteção da saúde, diz que “Saúde é o estado do mais completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de enfermidade”. Este conceito refletia, de um lado, uma aspiração nascida dos movimentos sociais do pós-guerra: o fim do colonialismo, a ascensão do socialismo. Saúde deveria expressar o direito a uma vida plena, sem privações. Um conceito útil para analisar os fatores que intervêm sobre a saúde, e sobre os quais a saúde pública deve, por sua vez, intervir, é o de campo da saúde (health field), formulado em 1974 por Marc Lalonde, titular do Ministério da Saúde e do Bem-estar do Canadá - país que aplicava o modelo médico inglês (Sclyar, 2007).
Este conceito, traz em seu corpo de abrangência a compreensão de que a saúde se dispõe em analisar aspectos referentes a:
 

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2157552 Ano: 2022
Disciplina: Psicologia
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Contagem-MG
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A inserção da Psicologia nos contextos institucionais é marcada por uma conexão de saberes que a torna uma disciplina de interface, ou que demanda que suas/seus autoras/es e pesquisadoras/es se posicionem num território de fronteira, produzindo bricolagens entre saberes que têm origens em campos diversos. Constitui-se, assim, um amplo campo permeado de práticas e saberes heterogêneos, e este número temático é uma expressão dessa heterogeneidade (BAREMBLITT; BARROS; HUR, 2021). Neste sentido, e considerando as contribuições de Lapassade (1998), sobre a temática da Análise Institucional, é correto compreender uma instituição como:
 

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2157551 Ano: 2022
Disciplina: Psicologia
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Contagem-MG
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O desenvolvimento infantil é marcado por diversas situações que apontam as interações entre a criança, seu ambiente e seus objetos de interação e maturação, a psicologia dispõe de enorme repertório técnico-científico acerca da importância das questões vinculares para um desenvolvimento sadio. A vinculação é considerada, portanto um constructo psicológico que dispõe de uma capacidade explicativa do desenvolvimento, da formação do eu e do comportamento humano, mostrando que o ser se desenvolve ao crescer, sentindo, pensando e comunicando com os outros.
Entre diversos teóricos da ciência psicológica sobre a temática do vínculo, John Bowlby, em particular, desenvolveu uma obra rica e extensa especificamente sobre os assuntos de vínculo e apego. Sobre as ideias deste teórico é correto afirmar que:
 

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2157550 Ano: 2022
Disciplina: Psicologia
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Contagem-MG
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A psicologia tem ampliado seu escopo de atuação nas últimas décadas. Especificamente sobre o atendimento/intervenção e manejo em situações de crises com crianças e adolescentes, assinale a alternativa correta.
 

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2157015 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Contagem-MG

Perguntas de criança…

Há muita sabedoria pedagógica nos ditos populares. Como naquele que diz: “É fácil levar a égua até o meio do ribeirão. O difícil é convencer ela a beber a água…” De fato: se a égua não estiver com sede ela não beberá água por mais que o seu dono a surre... Mas, se estiver com sede, ela, por vontade própria, tomará a iniciativa de ir até o ribeirão. Aplicado à educação: “É fácil obrigar o aluno a ir à escola. O difícil é convencê-lo a aprender aquilo que ele não quer aprender…”

Às vezes eu penso que o que as escolas fazem com as crianças é tentar forçá-las a beber a água que elas não querem beber. Brunno Bettelheim, um dos maiores educadores do século passado, dizia que na escola os professores tentaram ensinar-lhe coisas que eles queriam ensinar, mas que ele não queria aprender. Não aprendeu e, ainda por cima, ficou com raiva. Que as crianças querem aprender, disso não tenho a menor dúvida. Vocês devem ser lembrar do que escrevi, corrigindo a afirmação com que Aristóteles começa a sua “Metafísica”: “Todos os homens, enquanto crianças, têm, por natureza, desejo de conhecer…”

Mas, o que é que as crianças querem aprender? Pois, faz uns dias, recebi de uma professora, Edith Chacon Theodoro, uma carta digna de uma educadora e uma lista de perguntas anexada a ela, que seus alunos haviam feito, espontaneamente. “Por que o mundo gira em torno dele e do sol? Por que a vida é justa com poucos e tão injusta com muitos? Por que o céu é azul? Quem foi que inventou o Português? Como foi que os homens e as mulheres chegaram a descobrir as letras e as sílabas? Como a explosão do Big Bang foi originada? Será que existe inferno? Como pode ter alguém que não goste de planta? Quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha? Um cego sabe o que é uma cor? Se na Arca de Noé havia muitos animais selvagens, por que um não comeu o outro? Para onde vou depois de morrer? Por que eu adoro música e instrumentos musicais se ninguém na minha família toca nada? Por que sou nervoso? Por que há vento? Por que as pessoas boas morrem mais cedo? Por que a chuva cai em gotas e não tudo de uma vez?”

José Pacheco é um educador português. Ele é o diretor (embora não aceite ser chamado de diretor, por razões que um dia vou explicar…) da Escola da Ponte, localizada na pequena cidade de Vila das Aves, ao norte de Portugal. É uma das escolas mais inteligentes que já visitei. Ela é inteligente porque leva muito mais a sério as perguntas que as crianças fazem do que as respostas que os programas querem fazê-las aprender. Pois ele me contou que, em tempos idos, quando ainda trabalhava numa outra escola, provocou os alunos a que escrevessem numa folha de papel as perguntas que provocavam a sua curiosidade e ficavam rolando dentro das suas cabeças, sem resposta. O resultado foi parecido com o que transcrevi acima. Entusiasmado com a inteligência das crianças – pois é nas perguntas que a inteligência se revela – resolveu fazer experiência parecida com os professores. Pediu-lhes que colocassem numa folha de papel as perguntas que gostariam de fazer. O resultado foi surpreendente: os professores só fizeram perguntas relativas aos conteúdos dos seus programas. Os professores de geografia fizeram perguntas sobre acidentes geográficos, os professores de português fizeram perguntas sobre gramática, os professores de história fizeram perguntas sobre fatos históricos, os professores de matemática propuseram problemas de matemática a serem resolvidos, e assim por diante.

O filósofo Ludwig Wittgenstein afirmou: “os limites da minha linguagem denotam os limites do meu mundo”. Minha versão popular: “as perguntas que fazemos revelam o ribeirão onde quero beber…” Leia de novo e vagarosamente as perguntas feitas pelos alunos. Você verá que elas revelam uma sede imensa de conhecimento! Os mundos das crianças são imensos! Sua sede não se mata bebendo a água de um mesmo ribeirão! Querem águas de rios, de lagos, de lagoas, de fontes, de minas, de chuva, de poças d’água… Já as perguntas dos professores revelam (Perdão pela palavra que vou usar! É só uma metáfora, para fazer ligação com o ditado popular!) éguas que perderam a curiosidade, felizes com as águas do ribeirão conhecido… Ribeirões diferentes as assustam, por medo de se afogarem… Perguntas falsas: os professores sabiam as respostas… Assim, elas nada revelavam do espanto que se tem quando se olha para o mundo com atenção. Eram apenas a repetição da mesma trilha batida que leva ao mesmo ribeirão…

Eu sempre me preocupei muito com aquilo que as escolas fazem com as crianças. Agora estou me preocupando com aquilo que as escolas fazem com os professores. Os professores que fizeram as perguntas já foram crianças; quando crianças, suas perguntas eram outras, seu mundo era outro…Foi a instituição “escola” que lhes ensinou a maneira certa de beber água: cada um no seu ribeirão… Mas as instituições são criações humanas. Podem ser mudadas. E, se forem mudadas, os professores aprenderão o prazer de beber de águas de outros ribeirões e voltarão a fazer as perguntas que faziam quando eram crianças.

(Adaptado do texto “Perguntas de criança…” de Rubem Alves, Folha (sinapse) – terça-feira, 24 de setembro de 2002, p.29)

Leia essa passagem do texto: ‘uma carta digna de uma educadora e uma lista de perguntas “anexada a ela”, que seus alunos haviam feito’, pode-se substituir a expressão entre aspas duplas por uma das alternativas, assinale-a.
 

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2157014 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Contagem-MG

Perguntas de criança…

Há muita sabedoria pedagógica nos ditos populares. Como naquele que diz: “É fácil levar a égua até o meio do ribeirão. O difícil é convencer ela a beber a água…” De fato: se a égua não estiver com sede ela não beberá água por mais que o seu dono a surre... Mas, se estiver com sede, ela, por vontade própria, tomará a iniciativa de ir até o ribeirão. Aplicado à educação: “É fácil obrigar o aluno a ir à escola. O difícil é convencê-lo a aprender aquilo que ele não quer aprender…”

Às vezes eu penso que o que as escolas fazem com as crianças é tentar forçá-las a beber a água que elas não querem beber. Brunno Bettelheim, um dos maiores educadores do século passado, dizia que na escola os professores tentaram ensinar-lhe coisas que eles queriam ensinar, mas que ele não queria aprender. Não aprendeu e, ainda por cima, ficou com raiva. Que as crianças querem aprender, disso não tenho a menor dúvida. Vocês devem ser lembrar do que escrevi, corrigindo a afirmação com que Aristóteles começa a sua “Metafísica”: “Todos os homens, enquanto crianças, têm, por natureza, desejo de conhecer…”

Mas, o que é que as crianças querem aprender? Pois, faz uns dias, recebi de uma professora, Edith Chacon Theodoro, uma carta digna de uma educadora e uma lista de perguntas anexada a ela, que seus alunos haviam feito, espontaneamente. “Por que o mundo gira em torno dele e do sol? Por que a vida é justa com poucos e tão injusta com muitos? Por que o céu é azul? Quem foi que inventou o Português? Como foi que os homens e as mulheres chegaram a descobrir as letras e as sílabas? Como a explosão do Big Bang foi originada? Será que existe inferno? Como pode ter alguém que não goste de planta? Quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha? Um cego sabe o que é uma cor? Se na Arca de Noé havia muitos animais selvagens, por que um não comeu o outro? Para onde vou depois de morrer? Por que eu adoro música e instrumentos musicais se ninguém na minha família toca nada? Por que sou nervoso? Por que há vento? Por que as pessoas boas morrem mais cedo? Por que a chuva cai em gotas e não tudo de uma vez?”

José Pacheco é um educador português. Ele é o diretor (embora não aceite ser chamado de diretor, por razões que um dia vou explicar…) da Escola da Ponte, localizada na pequena cidade de Vila das Aves, ao norte de Portugal. É uma das escolas mais inteligentes que já visitei. Ela é inteligente porque leva muito mais a sério as perguntas que as crianças fazem do que as respostas que os programas querem fazê-las aprender. Pois ele me contou que, em tempos idos, quando ainda trabalhava numa outra escola, provocou os alunos a que escrevessem numa folha de papel as perguntas que provocavam a sua curiosidade e ficavam rolando dentro das suas cabeças, sem resposta. O resultado foi parecido com o que transcrevi acima. Entusiasmado com a inteligência das crianças – pois é nas perguntas que a inteligência se revela – resolveu fazer experiência parecida com os professores. Pediu-lhes que colocassem numa folha de papel as perguntas que gostariam de fazer. O resultado foi surpreendente: os professores só fizeram perguntas relativas aos conteúdos dos seus programas. Os professores de geografia fizeram perguntas sobre acidentes geográficos, os professores de português fizeram perguntas sobre gramática, os professores de história fizeram perguntas sobre fatos históricos, os professores de matemática propuseram problemas de matemática a serem resolvidos, e assim por diante.

O filósofo Ludwig Wittgenstein afirmou: “os limites da minha linguagem denotam os limites do meu mundo”. Minha versão popular: “as perguntas que fazemos revelam o ribeirão onde quero beber…” Leia de novo e vagarosamente as perguntas feitas pelos alunos. Você verá que elas revelam uma sede imensa de conhecimento! Os mundos das crianças são imensos! Sua sede não se mata bebendo a água de um mesmo ribeirão! Querem águas de rios, de lagos, de lagoas, de fontes, de minas, de chuva, de poças d’água… Já as perguntas dos professores revelam (Perdão pela palavra que vou usar! É só uma metáfora, para fazer ligação com o ditado popular!) éguas que perderam a curiosidade, felizes com as águas do ribeirão conhecido… Ribeirões diferentes as assustam, por medo de se afogarem… Perguntas falsas: os professores sabiam as respostas… Assim, elas nada revelavam do espanto que se tem quando se olha para o mundo com atenção. Eram apenas a repetição da mesma trilha batida que leva ao mesmo ribeirão…

Eu sempre me preocupei muito com aquilo que as escolas fazem com as crianças. Agora estou me preocupando com aquilo que as escolas fazem com os professores. Os professores que fizeram as perguntas já foram crianças; quando crianças, suas perguntas eram outras, seu mundo era outro…Foi a instituição “escola” que lhes ensinou a maneira certa de beber água: cada um no seu ribeirão… Mas as instituições são criações humanas. Podem ser mudadas. E, se forem mudadas, os professores aprenderão o prazer de beber de águas de outros ribeirões e voltarão a fazer as perguntas que faziam quando eram crianças.

(Adaptado do texto “Perguntas de criança…” de Rubem Alves, Folha (sinapse) – terça-feira, 24 de setembro de 2002, p.29)

No texto 01, atente à seguinte passagem: “Pediu-lhes que colocassem numa folha de papel as perguntas que gostariam de fazer.” Observe a regência utilizada em ‘Pediu-lhes” e assinale a alternativa em que a regência apresenta-se incorreta.
 

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2156679 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Contagem-MG

Com base na planilha do Excel abaixo do Pacote Microsoft Office, assinale a alternativa que apresenta o resultado da fórmula: =(SOMA(B1:C2)-A2)/A1.

Enunciado 2156679-1

 

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2156678 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Contagem-MG

Quanto ao Editor de Texto Word do Pacote Microsoft Office, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.

I. O Word permite gravar em diversos formatos como, por exemplo, em PDF e HTML.

II. É possível incluir tabelas, gráficos, imagens ao longo de um texto do Word.

III. Pode haver uma verificação ortográfica e gramatical de forma automática.

 

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2156677 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Contagem-MG

Quanto aos conceitos básicos sobre os navegadores (browsers), analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).

( ) Com um browser permite-se o acesso à World Wide Web.

( ) É possível por meio de um browser ouvir um podcast.

( ) O mais novo browser do Google denomina-se Edge.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.

 

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2149278 Ano: 2022
Disciplina: Psicologia
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Contagem-MG
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A psicoterapia em contexto grupal, torna-se cada vez mais presente no repertório de técnicas do profissional em contexto. Pode-se pensar no grupo como espaço terapêutico e, portanto, é essencial que os profissionais de saúde preparem-se para trabalhar com fenômenos grupais. É preciso ter uma base teórica que lhes forneça subsídios para tornar esse trabalho mais produtivo e saudável e as relações humanas mais satisfatórias. Considerando o trabalho com grupos desenvolvido por Yalon (2006), analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).
( ) O profissional que trabalha com grupos precisa ter clareza sobre o propósito de montar um grupo, bem como, dispor de recursos avaliativos para verificar se o grupo tem sido um facilitador do processo terapêutico.
( ) O grupo é um organismo constituído por elementos diferentes e variados e, em decorrência desta diversidade, é comum que o grupo não estabeleça um foco de trabalho, tendo seus encontros com benefícios pontuais e eventuais.
( ) Participar de grupos pode ajudar os indivíduos a quebrar barreiras criadas por sentimentos de solidão e isolamento, em especial, pela possibilidade de receberem sugestões construtivas de outras pessoas que passaram ou estão passando por situações semelhantes.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
 

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