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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Profissionais de saúde têm índices negativos de saúde e bem-estar mental na pandemia, diz pesquisa
Por Theo Ruprecht
01 Um estudo da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) revela que 86% sofrem com
02 Síndrome de Burnout e 81% com estresse. Má qualidade de sono, sintomas depressivos e dores
03 pelo corpo também foram frequentemente reportados. Por outro lado, a maioria desses
04 profissionais vê grande sentido nos serviços que prestam sociedade. “No momento temos
05 uma fotografia da situação, o que não nos permite afirmar que a pandemia é responsável pelos
06 resultados encontrados. Mas acreditamos que o impacto especialmente pesado da Covid-19 no
07 país contribuiu para índices tão ruins”, destaca Tatiana de Oliveira Sato, professora do
08 Departamento de Fisioterapia e do Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia da UFSCar.
09 “Acreditamos que pandemia influenciou negativamente esses resultados. A sobrecarga no
10 trabalho, as decisões difíceis e os dramas vivenciados afetaram consideravelmente os
11 profissionais de saúde, especialmente os que atuaram na linha de frente”, diz Sato. “A ideia
12 original da pesquisa surgiu pouco antes da Covid-19. Mesmo fora do contexto da pandemia,
13 esses profissionais lidam com muitas demandas e responsabilidades e queríamos avaliar o efeito
14 disso no bem-estar físico e mental”, relata pesquisadora. “Mas, com a chegada do SARS-
15 CoV-2, o projeto acabou men...urando o efeito da emergência sanitária na saúde desses
16 trabalhadores”, completa.
17 Ainda em andamento, o projeto teve a análise de sua primeira coleta de dados publicada no
18 periódico científico Healthcare. A iniciativa como um todo tem o apoio da Fundação de Amparo
19 à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e está em fase final de coleta e análise dos dados.
20 Originalmente, os pesquisadores entrevistariam os voluntários in loco – a princípio, todos seriam
21 funcionários do Sistema Único de Saúde (SUS) localizados em São Carlos, interior paulista. No
22 entanto, os trâmites necessários para iniciar a pesquisa de campo foram superados entre o fim
23 de 2020 e o início de 2021 – quando a pandemia a...olava o país todo e as vacinas haviam sido
24 aplicadas em uma minoria da população. “Diante disso, criamos um formulário on-line e
25 ampliamos a busca por respondentes para o Brasil inteiro”, conta Sato. “Os critérios de inclusão
26 eram trabalhar no SUS, ter mais de 18 anos e estar envolvido diretamente com a assistência aos
27 pacientes”, complementa. Esse formulário foi divulgado via redes sociais, e-mails e até pela
28 imprensa. Ele reunia cinco questionários diferentes, cada um voltado para quantificar um aspecto
29 da vida dos trabalhadores. Entre eles, o Copenhagen Psychosocial Questionnaire (que mede os
30 aspectos sociais e psicológicos), o Pittsburgh Sleep Quality Index (que estima a qualidade do
31 sono), o Nordic Musculoskeletal Questionnaire (responsável por avaliar problemas
32 musculoesqueléticos) e o Beck Depression Inventory (que detecta sintomas depressivos).
33 No total, o formulário continha dez páginas. “Nós estimamos que, para responder todas as
34 perguntas, uma pessoa gaste de 20 a 30 minutos. E o questionário só era incluído na pesquisa
35 quando preenchido por completo”, reitera Sato. Além disso, equipamentos que medem a
36 quantidade de atividade física foram utilizados pelos respondentes locais para compor as
37 avaliações.
38 Os dados apresentados no artigo já publicado destacam uma alta prevalên...ia de sintomas
39 musculoesqueléticos
64% reportaram dores no pescoço, 62% nos ombros, 58% na coluna
40 torácica e 61% na lombar. De acordo com Sato, a própria rotina do trabalho – longas horas em
41 pé, manuseios de pacientes, ritmo de trabalho acelerado e por aí vai – ajuda a explicar esses
42 dados. “Mas a sobrecarga mental também é capaz de disparar esses desconfortos pela tensão
43 que provoca no corpo”, acrescenta.
44 No quesito psicossocial, os indicadores são preocupantes, segundo os autores. Entre os
45 participantes, 81% manifestaram estresse e 86%, Síndrome de Burnout. Sintomas depressivos
46 leves foram encontrados em 22% dos profissionais de saúde. Outros 16% exibiam sintomas
47 depressivos moderados e 8%, severos. No mais, 74,4% da amostra apresentou qualidade de
48 sono ruim. Entre os respondentes, 75% avaliaram negativamente as demandas emocionais
49 ligadas ao trabalho, 61% criticaram o ritmo do serviço e 47% reprovaram a imprevisibilidade
50 dele. São esses os fatores psicossociais com pior avaliação no artigo.
51 Por outro lado, destaca-se que mais de 90% dos participantes acreditam realizar um trabalho
52 muito significativo e cerca de 80% se dizem comprometidos com o trabalho, mesmo diante de
53 um clima tão estressante.
(Disponível em: cnnbrasil.com.br/saude/profissionais-de-saude-tem-indices-negativos-de-saude-e-bem-estar-mental-na-pandemia-diz-pesquisa/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
No trecho “No quesito psicossocial, os indicadores são preocupantes, segundo os autores”, as palavras sublinhadas são classificadas, respectivamente, como:
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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Profissionais de saúde têm índices negativos de saúde e bem-estar mental na pandemia, diz pesquisa
Por Theo Ruprecht
01 Um estudo da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) revela que 86% sofrem com
02 Síndrome de Burnout e 81% com estresse. Má qualidade de sono, sintomas depressivos e dores
03 pelo corpo também foram frequentemente reportados. Por outro lado, a maioria desses
04 profissionais vê grande sentido nos serviços que prestam sociedade. “No momento temos
05 uma fotografia da situação, o que não nos permite afirmar que a pandemia é responsável pelos
06 resultados encontrados. Mas acreditamos que o impacto especialmente pesado da Covid-19 no
07 país contribuiu para índices tão ruins”, destaca Tatiana de Oliveira Sato, professora do
08 Departamento de Fisioterapia e do Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia da UFSCar.
09 “Acreditamos que pandemia influenciou negativamente esses resultados. A sobrecarga no
10 trabalho, as decisões difíceis e os dramas vivenciados afetaram consideravelmente os
11 profissionais de saúde, especialmente os que atuaram na linha de frente”, diz Sato. “A ideia
12 original da pesquisa surgiu pouco antes da Covid-19. Mesmo fora do contexto da pandemia,
13 esses profissionais lidam com muitas demandas e responsabilidades e queríamos avaliar o efeito
14 disso no bem-estar físico e mental”, relata pesquisadora. “Mas, com a chegada do SARS-
15 CoV-2, o projeto acabou men...urando o efeito da emergência sanitária na saúde desses
16 trabalhadores”, completa.
17 Ainda em andamento, o projeto teve a análise de sua primeira coleta de dados publicada no
18 periódico científico Healthcare. A iniciativa como um todo tem o apoio da Fundação de Amparo
19 à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e está em fase final de coleta e análise dos dados.
20 Originalmente, os pesquisadores entrevistariam os voluntários in loco – a princípio, todos seriam
21 funcionários do Sistema Único de Saúde (SUS) localizados em São Carlos, interior paulista. No
22 entanto, os trâmites necessários para iniciar a pesquisa de campo foram superados entre o fim
23 de 2020 e o início de 2021 – quando a pandemia a...olava o país todo e as vacinas haviam sido
24 aplicadas em uma minoria da população. “Diante disso, criamos um formulário on-line e
25 ampliamos a busca por respondentes para o Brasil inteiro”, conta Sato. “Os critérios de inclusão
26 eram trabalhar no SUS, ter mais de 18 anos e estar envolvido diretamente com a assistência aos
27 pacientes”, complementa. Esse formulário foi divulgado via redes sociais, e-mails e até pela
28 imprensa. Ele reunia cinco questionários diferentes, cada um voltado para quantificar um aspecto
29 da vida dos trabalhadores. Entre eles, o Copenhagen Psychosocial Questionnaire (que mede os
30 aspectos sociais e psicológicos), o Pittsburgh Sleep Quality Index (que estima a qualidade do
31 sono), o Nordic Musculoskeletal Questionnaire (responsável por avaliar problemas
32 musculoesqueléticos) e o Beck Depression Inventory (que detecta sintomas depressivos).
33 No total, o formulário continha dez páginas. “Nós estimamos que, para responder todas as
34 perguntas, uma pessoa gaste de 20 a 30 minutos. E o questionário só era incluído na pesquisa
35 quando preenchido por completo”, reitera Sato. Além disso, equipamentos que medem a
36 quantidade de atividade física foram utilizados pelos respondentes locais para compor as
37 avaliações.
38 Os dados apresentados no artigo já publicado destacam uma alta prevalên...ia de sintomas
39 musculoesqueléticos
64% reportaram dores no pescoço, 62% nos ombros, 58% na coluna
40 torácica e 61% na lombar. De acordo com Sato, a própria rotina do trabalho – longas horas em
41 pé, manuseios de pacientes, ritmo de trabalho acelerado e por aí vai – ajuda a explicar esses
42 dados. “Mas a sobrecarga mental também é capaz de disparar esses desconfortos pela tensão
43 que provoca no corpo”, acrescenta.
44 No quesito psicossocial, os indicadores são preocupantes, segundo os autores. Entre os
45 participantes, 81% manifestaram estresse e 86%, Síndrome de Burnout. Sintomas depressivos
46 leves foram encontrados em 22% dos profissionais de saúde. Outros 16% exibiam sintomas
47 depressivos moderados e 8%, severos. No mais, 74,4% da amostra apresentou qualidade de
48 sono ruim. Entre os respondentes, 75% avaliaram negativamente as demandas emocionais
49 ligadas ao trabalho, 61% criticaram o ritmo do serviço e 47% reprovaram a imprevisibilidade
50 dele. São esses os fatores psicossociais com pior avaliação no artigo.
51 Por outro lado, destaca-se que mais de 90% dos participantes acreditam realizar um trabalho
52 muito significativo e cerca de 80% se dizem comprometidos com o trabalho, mesmo diante de
53 um clima tão estressante.
(Disponível em: cnnbrasil.com.br/saude/profissionais-de-saude-tem-indices-negativos-de-saude-e-bem-estar-mental-na-pandemia-diz-pesquisa/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que poderia substituir, sem prejudicar o sentido do texto, a palavra “reitera” (l. 35).
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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Profissionais de saúde têm índices negativos de saúde e bem-estar mental na pandemia, diz pesquisa
Por Theo Ruprecht
01 Um estudo da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) revela que 86% sofrem com
02 Síndrome de Burnout e 81% com estresse. Má qualidade de sono, sintomas depressivos e dores
03 pelo corpo também foram frequentemente reportados. Por outro lado, a maioria desses
04 profissionais vê grande sentido nos serviços que prestam sociedade. “No momento temos
05 uma fotografia da situação, o que não nos permite afirmar que a pandemia é responsável pelos
06 resultados encontrados. Mas acreditamos que o impacto especialmente pesado da Covid-19 no
07 país contribuiu para índices tão ruins”, destaca Tatiana de Oliveira Sato, professora do
08 Departamento de Fisioterapia e do Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia da UFSCar.
09 “Acreditamos que pandemia influenciou negativamente esses resultados. A sobrecarga no
10 trabalho, as decisões difíceis e os dramas vivenciados afetaram consideravelmente os
11 profissionais de saúde, especialmente os que atuaram na linha de frente”, diz Sato. “A ideia
12 original da pesquisa surgiu pouco antes da Covid-19. Mesmo fora do contexto da pandemia,
13 esses profissionais lidam com muitas demandas e responsabilidades e queríamos avaliar o efeito
14 disso no bem-estar físico e mental”, relata pesquisadora. “Mas, com a chegada do SARS-
15 CoV-2, o projeto acabou men...urando o efeito da emergência sanitária na saúde desses
16 trabalhadores”, completa.
17 Ainda em andamento, o projeto teve a análise de sua primeira coleta de dados publicada no
18 periódico científico Healthcare. A iniciativa como um todo tem o apoio da Fundação de Amparo
19 à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e está em fase final de coleta e análise dos dados.
20 Originalmente, os pesquisadores entrevistariam os voluntários in loco – a princípio, todos seriam
21 funcionários do Sistema Único de Saúde (SUS) localizados em São Carlos, interior paulista. No
22 entanto, os trâmites necessários para iniciar a pesquisa de campo foram superados entre o fim
23 de 2020 e o início de 2021 – quando a pandemia a...olava o país todo e as vacinas haviam sido
24 aplicadas em uma minoria da população. “Diante disso, criamos um formulário on-line e
25 ampliamos a busca por respondentes para o Brasil inteiro”, conta Sato. “Os critérios de inclusão
26 eram trabalhar no SUS, ter mais de 18 anos e estar envolvido diretamente com a assistência aos
27 pacientes”, complementa. Esse formulário foi divulgado via redes sociais, e-mails e até pela
28 imprensa. Ele reunia cinco questionários diferentes, cada um voltado para quantificar um aspecto
29 da vida dos trabalhadores. Entre eles, o Copenhagen Psychosocial Questionnaire (que mede os
30 aspectos sociais e psicológicos), o Pittsburgh Sleep Quality Index (que estima a qualidade do
31 sono), o Nordic Musculoskeletal Questionnaire (responsável por avaliar problemas
32 musculoesqueléticos) e o Beck Depression Inventory (que detecta sintomas depressivos).
33 No total, o formulário continha dez páginas. “Nós estimamos que, para responder todas as
34 perguntas, uma pessoa gaste de 20 a 30 minutos. E o questionário só era incluído na pesquisa
35 quando preenchido por completo”, reitera Sato. Além disso, equipamentos que medem a
36 quantidade de atividade física foram utilizados pelos respondentes locais para compor as
37 avaliações.
38 Os dados apresentados no artigo já publicado destacam uma alta prevalên...ia de sintomas
39 musculoesqueléticos
64% reportaram dores no pescoço, 62% nos ombros, 58% na coluna
40 torácica e 61% na lombar. De acordo com Sato, a própria rotina do trabalho – longas horas em
41 pé, manuseios de pacientes, ritmo de trabalho acelerado e por aí vai – ajuda a explicar esses
42 dados. “Mas a sobrecarga mental também é capaz de disparar esses desconfortos pela tensão
43 que provoca no corpo”, acrescenta.
44 No quesito psicossocial, os indicadores são preocupantes, segundo os autores. Entre os
45 participantes, 81% manifestaram estresse e 86%, Síndrome de Burnout. Sintomas depressivos
46 leves foram encontrados em 22% dos profissionais de saúde. Outros 16% exibiam sintomas
47 depressivos moderados e 8%, severos. No mais, 74,4% da amostra apresentou qualidade de
48 sono ruim. Entre os respondentes, 75% avaliaram negativamente as demandas emocionais
49 ligadas ao trabalho, 61% criticaram o ritmo do serviço e 47% reprovaram a imprevisibilidade
50 dele. São esses os fatores psicossociais com pior avaliação no artigo.
51 Por outro lado, destaca-se que mais de 90% dos participantes acreditam realizar um trabalho
52 muito significativo e cerca de 80% se dizem comprometidos com o trabalho, mesmo diante de
53 um clima tão estressante.
(Disponível em: cnnbrasil.com.br/saude/profissionais-de-saude-tem-indices-negativos-de-saude-e-bem-estar-mental-na-pandemia-diz-pesquisa/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
No título do texto, o verbo “têm” está acentuado em razão da:
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- OrtografiaEmprego de Letras e FonemasEmprego das letras S ou Z
- OrtografiaEmprego de Letras e FonemasEmprego do dígrafo SS
- OrtografiaEmprego de Letras e FonemasEmprego da letra Ç
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Profissionais de saúde têm índices negativos de saúde e bem-estar mental na pandemia, diz pesquisa
Por Theo Ruprecht
01 Um estudo da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) revela que 86% sofrem com
02 Síndrome de Burnout e 81% com estresse. Má qualidade de sono, sintomas depressivos e dores
03 pelo corpo também foram frequentemente reportados. Por outro lado, a maioria desses
04 profissionais vê grande sentido nos serviços que prestam sociedade. “No momento temos
05 uma fotografia da situação, o que não nos permite afirmar que a pandemia é responsável pelos
06 resultados encontrados. Mas acreditamos que o impacto especialmente pesado da Covid-19 no
07 país contribuiu para índices tão ruins”, destaca Tatiana de Oliveira Sato, professora do
08 Departamento de Fisioterapia e do Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia da UFSCar.
09 “Acreditamos que pandemia influenciou negativamente esses resultados. A sobrecarga no
10 trabalho, as decisões difíceis e os dramas vivenciados afetaram consideravelmente os
11 profissionais de saúde, especialmente os que atuaram na linha de frente”, diz Sato. “A ideia
12 original da pesquisa surgiu pouco antes da Covid-19. Mesmo fora do contexto da pandemia,
13 esses profissionais lidam com muitas demandas e responsabilidades e queríamos avaliar o efeito
14 disso no bem-estar físico e mental”, relata pesquisadora. “Mas, com a chegada do SARS-
15 CoV-2, o projeto acabou men...urando o efeito da emergência sanitária na saúde desses
16 trabalhadores”, completa.
17 Ainda em andamento, o projeto teve a análise de sua primeira coleta de dados publicada no
18 periódico científico Healthcare. A iniciativa como um todo tem o apoio da Fundação de Amparo
19 à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e está em fase final de coleta e análise dos dados.
20 Originalmente, os pesquisadores entrevistariam os voluntários in loco – a princípio, todos seriam
21 funcionários do Sistema Único de Saúde (SUS) localizados em São Carlos, interior paulista. No
22 entanto, os trâmites necessários para iniciar a pesquisa de campo foram superados entre o fim
23 de 2020 e o início de 2021 – quando a pandemia a...olava o país todo e as vacinas haviam sido
24 aplicadas em uma minoria da população. “Diante disso, criamos um formulário on-line e
25 ampliamos a busca por respondentes para o Brasil inteiro”, conta Sato. “Os critérios de inclusão
26 eram trabalhar no SUS, ter mais de 18 anos e estar envolvido diretamente com a assistência aos
27 pacientes”, complementa. Esse formulário foi divulgado via redes sociais, e-mails e até pela
28 imprensa. Ele reunia cinco questionários diferentes, cada um voltado para quantificar um aspecto
29 da vida dos trabalhadores. Entre eles, o Copenhagen Psychosocial Questionnaire (que mede os
30 aspectos sociais e psicológicos), o Pittsburgh Sleep Quality Index (que estima a qualidade do
31 sono), o Nordic Musculoskeletal Questionnaire (responsável por avaliar problemas
32 musculoesqueléticos) e o Beck Depression Inventory (que detecta sintomas depressivos).
33 No total, o formulário continha dez páginas. “Nós estimamos que, para responder todas as
34 perguntas, uma pessoa gaste de 20 a 30 minutos. E o questionário só era incluído na pesquisa
35 quando preenchido por completo”, reitera Sato. Além disso, equipamentos que medem a
36 quantidade de atividade física foram utilizados pelos respondentes locais para compor as
37 avaliações.
38 Os dados apresentados no artigo já publicado destacam uma alta prevalên...ia de sintomas
39 musculoesqueléticos
64% reportaram dores no pescoço, 62% nos ombros, 58% na coluna
40 torácica e 61% na lombar. De acordo com Sato, a própria rotina do trabalho – longas horas em
41 pé, manuseios de pacientes, ritmo de trabalho acelerado e por aí vai – ajuda a explicar esses
42 dados. “Mas a sobrecarga mental também é capaz de disparar esses desconfortos pela tensão
43 que provoca no corpo”, acrescenta.
44 No quesito psicossocial, os indicadores são preocupantes, segundo os autores. Entre os
45 participantes, 81% manifestaram estresse e 86%, Síndrome de Burnout. Sintomas depressivos
46 leves foram encontrados em 22% dos profissionais de saúde. Outros 16% exibiam sintomas
47 depressivos moderados e 8%, severos. No mais, 74,4% da amostra apresentou qualidade de
48 sono ruim. Entre os respondentes, 75% avaliaram negativamente as demandas emocionais
49 ligadas ao trabalho, 61% criticaram o ritmo do serviço e 47% reprovaram a imprevisibilidade
50 dele. São esses os fatores psicossociais com pior avaliação no artigo.
51 Por outro lado, destaca-se que mais de 90% dos participantes acreditam realizar um trabalho
52 muito significativo e cerca de 80% se dizem comprometidos com o trabalho, mesmo diante de
53 um clima tão estressante.
(Disponível em: cnnbrasil.com.br/saude/profissionais-de-saude-tem-indices-negativos-de-saude-e-bem-estar-mental-na-pandemia-diz-pesquisa/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando a correta ortografia das palavras em Língua Portuguesa, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas das linhas 15, 23 e 38.
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- OrtografiaPontuaçãoDois-pontos
- OrtografiaPontuaçãoParênteses
- OrtografiaPontuaçãoPonto de Exclamação e Interrogação
- OrtografiaPontuaçãoReticências
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Profissionais de saúde têm índices negativos de saúde e bem-estar mental na pandemia, diz pesquisa
Por Theo Ruprecht
01 Um estudo da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) revela que 86% sofrem com
02 Síndrome de Burnout e 81% com estresse. Má qualidade de sono, sintomas depressivos e dores
03 pelo corpo também foram frequentemente reportados. Por outro lado, a maioria desses
04 profissionais vê grande sentido nos serviços que prestam sociedade. “No momento temos
05 uma fotografia da situação, o que não nos permite afirmar que a pandemia é responsável pelos
06 resultados encontrados. Mas acreditamos que o impacto especialmente pesado da Covid-19 no
07 país contribuiu para índices tão ruins”, destaca Tatiana de Oliveira Sato, professora do
08 Departamento de Fisioterapia e do Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia da UFSCar.
09 “Acreditamos que pandemia influenciou negativamente esses resultados. A sobrecarga no
10 trabalho, as decisões difíceis e os dramas vivenciados afetaram consideravelmente os
11 profissionais de saúde, especialmente os que atuaram na linha de frente”, diz Sato. “A ideia
12 original da pesquisa surgiu pouco antes da Covid-19. Mesmo fora do contexto da pandemia,
13 esses profissionais lidam com muitas demandas e responsabilidades e queríamos avaliar o efeito
14 disso no bem-estar físico e mental”, relata pesquisadora. “Mas, com a chegada do SARS-
15 CoV-2, o projeto acabou men...urando o efeito da emergência sanitária na saúde desses
16 trabalhadores”, completa.
17 Ainda em andamento, o projeto teve a análise de sua primeira coleta de dados publicada no
18 periódico científico Healthcare. A iniciativa como um todo tem o apoio da Fundação de Amparo
19 à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e está em fase final de coleta e análise dos dados.
20 Originalmente, os pesquisadores entrevistariam os voluntários in loco – a princípio, todos seriam
21 funcionários do Sistema Único de Saúde (SUS) localizados em São Carlos, interior paulista. No
22 entanto, os trâmites necessários para iniciar a pesquisa de campo foram superados entre o fim
23 de 2020 e o início de 2021 – quando a pandemia a...olava o país todo e as vacinas haviam sido
24 aplicadas em uma minoria da população. “Diante disso, criamos um formulário on-line e
25 ampliamos a busca por respondentes para o Brasil inteiro”, conta Sato. “Os critérios de inclusão
26 eram trabalhar no SUS, ter mais de 18 anos e estar envolvido diretamente com a assistência aos
27 pacientes”, complementa. Esse formulário foi divulgado via redes sociais, e-mails e até pela
28 imprensa. Ele reunia cinco questionários diferentes, cada um voltado para quantificar um aspecto
29 da vida dos trabalhadores. Entre eles, o Copenhagen Psychosocial Questionnaire (que mede os
30 aspectos sociais e psicológicos), o Pittsburgh Sleep Quality Index (que estima a qualidade do
31 sono), o Nordic Musculoskeletal Questionnaire (responsável por avaliar problemas
32 musculoesqueléticos) e o Beck Depression Inventory (que detecta sintomas depressivos).
33 No total, o formulário continha dez páginas. “Nós estimamos que, para responder todas as
34 perguntas, uma pessoa gaste de 20 a 30 minutos. E o questionário só era incluído na pesquisa
35 quando preenchido por completo”, reitera Sato. Além disso, equipamentos que medem a
36 quantidade de atividade física foram utilizados pelos respondentes locais para compor as
37 avaliações.
38 Os dados apresentados no artigo já publicado destacam uma alta prevalên...ia de sintomas
39 musculoesqueléticos
64% reportaram dores no pescoço, 62% nos ombros, 58% na coluna
40 torácica e 61% na lombar. De acordo com Sato, a própria rotina do trabalho – longas horas em
41 pé, manuseios de pacientes, ritmo de trabalho acelerado e por aí vai – ajuda a explicar esses
42 dados. “Mas a sobrecarga mental também é capaz de disparar esses desconfortos pela tensão
43 que provoca no corpo”, acrescenta.
44 No quesito psicossocial, os indicadores são preocupantes, segundo os autores. Entre os
45 participantes, 81% manifestaram estresse e 86%, Síndrome de Burnout. Sintomas depressivos
46 leves foram encontrados em 22% dos profissionais de saúde. Outros 16% exibiam sintomas
47 depressivos moderados e 8%, severos. No mais, 74,4% da amostra apresentou qualidade de
48 sono ruim. Entre os respondentes, 75% avaliaram negativamente as demandas emocionais
49 ligadas ao trabalho, 61% criticaram o ritmo do serviço e 47% reprovaram a imprevisibilidade
50 dele. São esses os fatores psicossociais com pior avaliação no artigo.
51 Por outro lado, destaca-se que mais de 90% dos participantes acreditam realizar um trabalho
52 muito significativo e cerca de 80% se dizem comprometidos com o trabalho, mesmo diante de
53 um clima tão estressante.
(Disponível em: cnnbrasil.com.br/saude/profissionais-de-saude-tem-indices-negativos-de-saude-e-bem-estar-mental-na-pandemia-diz-pesquisa/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Qual das alternativas apresenta o sinal de pontuação que substitui corretamente a figura na linha 39?
Provas
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Profissionais de saúde têm índices negativos de saúde e bem-estar mental na pandemia, diz pesquisa
Por Theo Ruprecht
01 Um estudo da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) revela que 86% sofrem com
02 Síndrome de Burnout e 81% com estresse. Má qualidade de sono, sintomas depressivos e dores
03 pelo corpo também foram frequentemente reportados. Por outro lado, a maioria desses
04 profissionais vê grande sentido nos serviços que prestam sociedade. “No momento temos
05 uma fotografia da situação, o que não nos permite afirmar que a pandemia é responsável pelos
06 resultados encontrados. Mas acreditamos que o impacto especialmente pesado da Covid-19 no
07 país contribuiu para índices tão ruins”, destaca Tatiana de Oliveira Sato, professora do
08 Departamento de Fisioterapia e do Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia da UFSCar.
09 “Acreditamos que pandemia influenciou negativamente esses resultados. A sobrecarga no
10 trabalho, as decisões difíceis e os dramas vivenciados afetaram consideravelmente os
11 profissionais de saúde, especialmente os que atuaram na linha de frente”, diz Sato. “A ideia
12 original da pesquisa surgiu pouco antes da Covid-19. Mesmo fora do contexto da pandemia,
13 esses profissionais lidam com muitas demandas e responsabilidades e queríamos avaliar o efeito
14 disso no bem-estar físico e mental”, relata pesquisadora. “Mas, com a chegada do SARS-
15 CoV-2, o projeto acabou men...urando o efeito da emergência sanitária na saúde desses
16 trabalhadores”, completa.
17 Ainda em andamento, o projeto teve a análise de sua primeira coleta de dados publicada no
18 periódico científico Healthcare. A iniciativa como um todo tem o apoio da Fundação de Amparo
19 à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e está em fase final de coleta e análise dos dados.
20 Originalmente, os pesquisadores entrevistariam os voluntários in loco – a princípio, todos seriam
21 funcionários do Sistema Único de Saúde (SUS) localizados em São Carlos, interior paulista. No
22 entanto, os trâmites necessários para iniciar a pesquisa de campo foram superados entre o fim
23 de 2020 e o início de 2021 – quando a pandemia a...olava o país todo e as vacinas haviam sido
24 aplicadas em uma minoria da população. “Diante disso, criamos um formulário on-line e
25 ampliamos a busca por respondentes para o Brasil inteiro”, conta Sato. “Os critérios de inclusão
26 eram trabalhar no SUS, ter mais de 18 anos e estar envolvido diretamente com a assistência aos
27 pacientes”, complementa. Esse formulário foi divulgado via redes sociais, e-mails e até pela
28 imprensa. Ele reunia cinco questionários diferentes, cada um voltado para quantificar um aspecto
29 da vida dos trabalhadores. Entre eles, o Copenhagen Psychosocial Questionnaire (que mede os
30 aspectos sociais e psicológicos), o Pittsburgh Sleep Quality Index (que estima a qualidade do
31 sono), o Nordic Musculoskeletal Questionnaire (responsável por avaliar problemas
32 musculoesqueléticos) e o Beck Depression Inventory (que detecta sintomas depressivos).
33 No total, o formulário continha dez páginas. “Nós estimamos que, para responder todas as
34 perguntas, uma pessoa gaste de 20 a 30 minutos. E o questionário só era incluído na pesquisa
35 quando preenchido por completo”, reitera Sato. Além disso, equipamentos que medem a
36 quantidade de atividade física foram utilizados pelos respondentes locais para compor as
37 avaliações.
38 Os dados apresentados no artigo já publicado destacam uma alta prevalên...ia de sintomas
39 musculoesqueléticos
64% reportaram dores no pescoço, 62% nos ombros, 58% na coluna
40 torácica e 61% na lombar. De acordo com Sato, a própria rotina do trabalho – longas horas em
41 pé, manuseios de pacientes, ritmo de trabalho acelerado e por aí vai – ajuda a explicar esses
42 dados. “Mas a sobrecarga mental também é capaz de disparar esses desconfortos pela tensão
43 que provoca no corpo”, acrescenta.
44 No quesito psicossocial, os indicadores são preocupantes, segundo os autores. Entre os
45 participantes, 81% manifestaram estresse e 86%, Síndrome de Burnout. Sintomas depressivos
46 leves foram encontrados em 22% dos profissionais de saúde. Outros 16% exibiam sintomas
47 depressivos moderados e 8%, severos. No mais, 74,4% da amostra apresentou qualidade de
48 sono ruim. Entre os respondentes, 75% avaliaram negativamente as demandas emocionais
49 ligadas ao trabalho, 61% criticaram o ritmo do serviço e 47% reprovaram a imprevisibilidade
50 dele. São esses os fatores psicossociais com pior avaliação no artigo.
51 Por outro lado, destaca-se que mais de 90% dos participantes acreditam realizar um trabalho
52 muito significativo e cerca de 80% se dizem comprometidos com o trabalho, mesmo diante de
53 um clima tão estressante.
(Disponível em: cnnbrasil.com.br/saude/profissionais-de-saude-tem-indices-negativos-de-saude-e-bem-estar-mental-na-pandemia-diz-pesquisa/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
No trecho “No entanto, os trâmites necessários para iniciar a pesquisa de campo foram superados”, a expressão em negrito tem sentido:
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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Profissionais de saúde têm índices negativos de saúde e bem-estar mental na pandemia, diz pesquisa
Por Theo Ruprecht
01 Um estudo da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) revela que 86% sofrem com
02 Síndrome de Burnout e 81% com estresse. Má qualidade de sono, sintomas depressivos e dores
03 pelo corpo também foram frequentemente reportados. Por outro lado, a maioria desses
04 profissionais vê grande sentido nos serviços que prestam sociedade. “No momento temos
05 uma fotografia da situação, o que não nos permite afirmar que a pandemia é responsável pelos
06 resultados encontrados. Mas acreditamos que o impacto especialmente pesado da Covid-19 no
07 país contribuiu para índices tão ruins”, destaca Tatiana de Oliveira Sato, professora do
08 Departamento de Fisioterapia e do Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia da UFSCar.
09 “Acreditamos que pandemia influenciou negativamente esses resultados. A sobrecarga no
10 trabalho, as decisões difíceis e os dramas vivenciados afetaram consideravelmente os
11 profissionais de saúde, especialmente os que atuaram na linha de frente”, diz Sato. “A ideia
12 original da pesquisa surgiu pouco antes da Covid-19. Mesmo fora do contexto da pandemia,
13 esses profissionais lidam com muitas demandas e responsabilidades e queríamos avaliar o efeito
14 disso no bem-estar físico e mental”, relata pesquisadora. “Mas, com a chegada do SARS-
15 CoV-2, o projeto acabou men...urando o efeito da emergência sanitária na saúde desses
16 trabalhadores”, completa.
17 Ainda em andamento, o projeto teve a análise de sua primeira coleta de dados publicada no
18 periódico científico Healthcare. A iniciativa como um todo tem o apoio da Fundação de Amparo
19 à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e está em fase final de coleta e análise dos dados.
20 Originalmente, os pesquisadores entrevistariam os voluntários in loco – a princípio, todos seriam
21 funcionários do Sistema Único de Saúde (SUS) localizados em São Carlos, interior paulista. No
22 entanto, os trâmites necessários para iniciar a pesquisa de campo foram superados entre o fim
23 de 2020 e o início de 2021 – quando a pandemia a...olava o país todo e as vacinas haviam sido
24 aplicadas em uma minoria da população. “Diante disso, criamos um formulário on-line e
25 ampliamos a busca por respondentes para o Brasil inteiro”, conta Sato. “Os critérios de inclusão
26 eram trabalhar no SUS, ter mais de 18 anos e estar envolvido diretamente com a assistência aos
27 pacientes”, complementa. Esse formulário foi divulgado via redes sociais, e-mails e até pela
28 imprensa. Ele reunia cinco questionários diferentes, cada um voltado para quantificar um aspecto
29 da vida dos trabalhadores. Entre eles, o Copenhagen Psychosocial Questionnaire (que mede os
30 aspectos sociais e psicológicos), o Pittsburgh Sleep Quality Index (que estima a qualidade do
31 sono), o Nordic Musculoskeletal Questionnaire (responsável por avaliar problemas
32 musculoesqueléticos) e o Beck Depression Inventory (que detecta sintomas depressivos).
33 No total, o formulário continha dez páginas. “Nós estimamos que, para responder todas as
34 perguntas, uma pessoa gaste de 20 a 30 minutos. E o questionário só era incluído na pesquisa
35 quando preenchido por completo”, reitera Sato. Além disso, equipamentos que medem a
36 quantidade de atividade física foram utilizados pelos respondentes locais para compor as
37 avaliações.
38 Os dados apresentados no artigo já publicado destacam uma alta prevalên...ia de sintomas
39 musculoesqueléticos
64% reportaram dores no pescoço, 62% nos ombros, 58% na coluna
40 torácica e 61% na lombar. De acordo com Sato, a própria rotina do trabalho – longas horas em
41 pé, manuseios de pacientes, ritmo de trabalho acelerado e por aí vai – ajuda a explicar esses
42 dados. “Mas a sobrecarga mental também é capaz de disparar esses desconfortos pela tensão
43 que provoca no corpo”, acrescenta.
44 No quesito psicossocial, os indicadores são preocupantes, segundo os autores. Entre os
45 participantes, 81% manifestaram estresse e 86%, Síndrome de Burnout. Sintomas depressivos
46 leves foram encontrados em 22% dos profissionais de saúde. Outros 16% exibiam sintomas
47 depressivos moderados e 8%, severos. No mais, 74,4% da amostra apresentou qualidade de
48 sono ruim. Entre os respondentes, 75% avaliaram negativamente as demandas emocionais
49 ligadas ao trabalho, 61% criticaram o ritmo do serviço e 47% reprovaram a imprevisibilidade
50 dele. São esses os fatores psicossociais com pior avaliação no artigo.
51 Por outro lado, destaca-se que mais de 90% dos participantes acreditam realizar um trabalho
52 muito significativo e cerca de 80% se dizem comprometidos com o trabalho, mesmo diante de
53 um clima tão estressante.
(Disponível em: cnnbrasil.com.br/saude/profissionais-de-saude-tem-indices-negativos-de-saude-e-bem-estar-mental-na-pandemia-diz-pesquisa/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas das linhas 4, 9 e 14:
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Após o procedimento de exodontia do elemento 46, realizou-se a sutura, onde não foi possível a aproximação das bordas da ferida. Qual o tipo de cicatrização que ocorreu no caso relatado?
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Assinale a alternativa INCORRETA relacionada ao uso de anestésicos locais com vasoconstritores.
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A Equipe de Saúde Bucal na Estratégia de Saúde da Família representa a possibilidade de criar um espaço de práticas e relações a serem construídas para a reorientação do processo de trabalho e para a própria atuação da saúde bucal no âmbito dos serviços de saúde. Sobre esse assunto, analise as seguintes assertivas:
I. A equipe de trabalho deve se relacionar com usuários e participar da gestão dos serviços para dar resposta às demandas da população e ampliar o acesso às ações e serviços de promoção, prevenção e recuperação da saúde.
II. O processo de trabalho das Equipes de Saúde Bucal apoia-se nos princípios da universalidade, equidade, integralidade da atenção, trabalho em equipe e interdisciplinar, com foco de atuação centrado no território-família-comunidade, humanização da atenção, responsabilização e vínculo.
III. As Equipes de Saúde Bucal, Modalidade I, são compostas por Cirurgião-dentista, Auxiliar em Saúde Bucal ou Técnico em Saúde Bucal.
IV. As Equipes de Saúde Bucal, Modalidade II, são compostas por Cirurgião-dentista, Auxiliar em Saúde Bucal ou Técnico em Saúde Bucal e Técnico em Saúde Bucal.
Quais estão corretas?
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