Foram encontradas 370 questões.
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Coroados-SP
Segundo o código de ética são deveres do Assistente social . EXCETO:
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As práticas pedagógicas que compõem a proposta curricular da Educação Infantil devem ter como eixos norteadores as interações e a brincadeira, garantindo experiências que:
I) promovam o conhecimento de si e do mundo por meio da ampliação de experiências sensoriais, expressivas, corporais que possibilitem movimentação ampla, expressão da individualidade e respeito pelos ritmos e desejos da criança;
II) favoreçam a imersão das crianças nas diferentes linguagens e o progressivo domínio por elas de vários gêneros e formas de expressão: gestual, verbal, plástica, dramática e musical;
III) possibilitem situações de aprendizagem mediadas para a elaboração da autonomia das crianças nas ações de cuidado pessoal, auto-organização, saúde e bem-estar;
IV) incentivem a curiosidade, a exploração, o encantamento, o questionamento, a indagação e o conhecimento das crianças em relação ao mundo físico e social, ao tempo e à natureza;
V) promovam a interação, o cuidado, a preservação e o conhecimento da biodiversidade e da sustentabilidade da vida na Terra, assim como o não desperdício dos recursos naturais;
Assinale a alternativa INCORRETA
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Disciplina: Direito do Trabalho
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Coroados-SP
Sobre a Lei trabalhista (CLT), assinale a alternativa CORRETA.” Art. 130 - Após cada período de 12 (doze) meses de vigência do contrato de trabalho, o empregado terá direito a férias, na seguinte proporção:”
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Agentes de saúde e técnicos de resgate relatam
tentativas desesperadas de salvar vidas no quinto dia
da ofensiva aérea no maior reduto rebelde de
Damasco.
Não há tempo para enterrar os mortos. Não há tempo para contá-los. “Tivemos que empilhar 30 corpos na parte traseira do hospital. Falta eletricidade... e necrotérios, claro”, conta a médica Armani B., falando por telefone de um hospital de Guta Oriental, um inferno onde há dias não se vê a luz do sol. O bombardeio das forças governamentais sírias mergulhou este subúrbio de Damasco na escuridão.
No quinto dia da ofensiva aérea lançada pelas tropas de Bashar al Assad, cerca de 100 médicos se esforçam para salvar todas as vidas possíveis. São 400.000 os civis retidos no maior cerco do país. Pelo menos 46 pessoas perderam a vida nesta quinta-feira, elevando o balanço humano a mais de 400 mortos (incluindo 95 menores) e mais de 2.000 feridos desde domingo passado, segundo a contagem mantida pelo Observatório Sírio para os Direitos Humanos.
As únicas vozes que chegam de Guta são através de entrecortadas ligações do WhatsApp – as de médicos, ativistas, autoridade locais, agentes da defesa civil e jornalistas, os únicos com acesso a conexões via satélite em uma zona onde todas as comunicações foram cortadas.
Armani B. está à frente de uma equipe com 10 colegas. Não sabe quanto tempo mais poderão suportar esta situação. Quando anoitece, o momento em que os ataques aéreos se tornam menos intensos, familiares e voluntários do bairro vão aos hospitais para enterrar os seus mortos. Dão-lhes sepultura em valas comuns, iluminadas com lanternas, e agem com enorme pressa para evitar as bombas. Os cadáveres que não podem ser identificados são fotografados, e o lugar exato em que foram enterrados fica registrado numa caderneta. “Não tenho mais tempo para a imprensa. Faz cinco anos que advertimos sobre as matanças, e não serviu para nada”, esquiva-se a médica.
O Conselho de Segurança da ONU votará nesta sexta-feira um projeto de resolução sobre um cessar-fogo de 30 dias para permitir a entrada de ajuda humanitária e a retirada de mais de 700 pacientes críticos. “A situação mais urgente agora é a escassez de suprimentos médicos”, diz por telefone Ingy Sedky, porta-voz do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICR) na Síria. “Trabalhamos com o que temos”, repetem em coro os médicos de Guta.
O anestesista Bassem B. assistiu à extirpação de olhos de cinco pessoas feridas por estilhaços. Calcula que dormiu no máximo oito horas desde que os bombardeios começaram: “Estamos usando medicamentos caducados, confiando em que ainda surtam efeito e amputando membros que em qualquer outro lugar poderiam ser salvos”, relata. Faz meses que ele não recebe medicamentos, desde que o regime explodiu os túneis pelos quais chegavam os de contrabando.
No cerco a Guta “não entra nem sai nem um camundongo”, comenta outro agente sanitário. Os trabalhos de resgate se transformaram em uma missão quase impossível devido à intensidade dos bombardeios e da artilharia, que, segundo os paramédicos, têm as ambulâncias como alvo. “Guta é um inferno sob e sobre a terra. Aqui não se vê o sol nem de dia nem de noite”, diz um desesperado Sakhar, membro das Defesas Civis de Guta Oriental, mais conhecidos como Capacetes Brancos. Quatro de seus colegas perderam a vida em um bombardeio. Para evitar transportar os feridos de um hospital para outro, o Conselho Local de médicos ativou um plano de emergência pelo qual são os cirurgiões e ortopedistas que devem se deslocar.
Em Duma (120.000 habitantes), o núcleo urbano mais importante de Guta, 25 pessoas morreram e outras 125 ficaram feridas nesta quinta-feira, segundo a contagem citada por telefone por Maher Hanin, diretor médico do Conselho Local. Fontes militares de Damasco afirmam que a aviação lançou panfletos sobre Guta Oriental nos quais se lê: “A nossas famílias em Guta: não colaborem com os grupos armados responsáveis por tantas mortes. Convidamos a todos a saírem através de corredores seguros, e você terão acesso a alojamento e comida. Assinado: o Exército Árabe Sírio”. A mensagem vem acompanhada de um mapa com as rotas de fuga.
Enquanto os civis montam barricadas em suas casas, as negociações entre os insurgentes de Guta (que segundo as fontes são entre 2.000 e 6.000 homens armados) e o Exército regular sírio seguem empacadas. Quatro facções islâmicas disputam o controle dos 97 quilômetros quadrados de Guta Oriental. Segundo os especialistas, o grupo Jeish el Islam controlaria 65% da área (inclusive Duma), frente aos 27% nas mãos da tropa Faylaq al Rahman, 5% do ramo local da Al Qaeda e 3% sob o controle do Ahrar el Sham. Confrontados no passado por cotas de poder, o Jeish el Islam afirma que a ofensiva das tropas de Assad os uniu.
SANCHES, Natália. Não temos tempos para contar e nem enterrar os
mortos. In: El País. Publicado em 28 de Fevereiro de 2018. Disponível
em:
https://brasil.elpais.com/brasil/2018/02/23/internacional/1519384878_504
680.html
Assinale a alternativa em que a sequência está CORRETA quanto a colocação pronominal das palavras em destaque nas orações.
I) “Não há tempo para contá-los.”
II) “(...) um inferno onde há dias não se vê a luz do sol.”
III) “Dão-lhes sepultura em valas comuns…”
IV) “Aqui não se vê o sol nem de dia nem de noite”
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Terezinha ganhou uma caixa de bombom com bombons e quer dividir igualmente entre mais 3 amigos, com quantos bombons ficou cada um?
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Numa academia de 530 alunos, 355 fazem musculação, 120 fazem aeróbico e 75 fazem as duas atividades físicas. Quantos alunos fazem musculação ou aeróbico?
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Assinale verdadeiro ou falso: Lesão não cariosa é o resultado de uma perda lenta e irreversível de substância dental superficial que ocorre por um ou mais dos mecanismos abaixo, sem relação com bactérias.
( ) desgaste (dois ou três corpos)
( ) dissolução (por ácido ou enzimática)
( ) tensão mecânica (modula o processo)
Assinale a alternativa CORRETA.
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No balaio da depressão pós-parto
Síndromes e rótulos caem no gosto da mídia e do povo,
mas nem sempre explicam o que há com o paciente
Vera Iaconelli
Psicanalista, fala sobre relações entre pais e filhos, mudanças de costumes
e novas famílias do século 21
A mídia adora os rótulos de doenças que dão visibilidade aos males da humanidade e o cidadão acredita em cada nova síndrome que surge e que, agora sim, vai explicar o que se passa com ele.
Síndromes são um bom exemplo da busca por nomear coisas que não sabemos de fato por que ocorrem e que juntamos em grupos de sintomas aleatórios para depois buscar os tratamentos adequados a preços módicos. Mesmo os diagnósticos mais consagrados podem sofrer distorções para se tornarem mais palatáveis ao público, o que explicaria o fato de que hoje as crianças são grandes candidatas ao transtorno do espectro autista (TEA) e simplesmente não são mais diagnosticadas como psicóticas.
Em algum lugar da moral psiquiátrica e do senso comum, supõe-se maior dignidade no primeiro diagnóstico do que no segundo?
Um diagnóstico que também caiu nas graças da mídia e de alguns profissionais —muitos dos quais não têm formação em psicologia, psiquiatria ou psicanálise— é o da depressão pós-parto. Espécie de “balaio de gatos” dentro do qual qualquer sofrimento que surja depois do nascimento de um filho é colocado, a DPP, como se costuma chamar, consegue ser dos quadros mais mal diagnosticados.
Subdiagnosticado quando ocorre, e superdiagnosticado, quando não —um verdadeiro feito. O critério parece ser: aconteceu depois do nascimento de um filho? É DPP! Se não bastasse, ainda faz supor, com o uso do adjetivo “pós-parto”, que se trataria de outra categoria de depressão.
Somatizações graves, psicoses, fobias e outras formas de sofrimento desaparecem diante das três letrinhas mágicas e suas medicações subsequentes —o uso indiscriminado, alarmante e sabidamente nocivo de Equilid, é um exemplo.
Pensemos juntos. O que se passa depois que um bebê vem ao mundo? Basicamente os arranjos que você lutou tanto para organizar na sua vida serão remanejados num longo processo de perdas e ganhos. A palavra mais adequada para lidar com essas perdas é luto. Luto não é depressão, o que, embora pareça óbvio, nunca é demais lembrar. Ficamos tristes e não há nada de errado com isso, a não ser que tenhamos como meta levar a vida de um autômato.
E quem disse que isso só acontece com as mulheres que pariram? Os pais de bebês também se deprimem em alarmantes 10% dos casos. Mulheres que adotaram, ou seja, não passaram por processos hormonais ligados à gestação e ao parto, fazem seus lutos (o famoso “baby blues”) e, por vezes, se deprimem. Os hormônios facilitam o humor mais depressivo, mas não justificam uma depressão maior. Assim como no caso de diagnosticar psicose como sendo autismo, pois o autismo tornou-se socialmente palatável, alguns podem imaginar que o diagnóstico de DPP caia melhor do que o simples e perturbador fato de que sofremos depois de termos um bebê lindo e saudável. Que tipo de mulher ingrata ficaria inconsolável depois de ganhar um presente como este?
Medicações podem ser muito bem-vindas em casos graves de depressão em homens e mulheres, mas não nos iludamos. Sem dar a devida dignidade a essa história, usando a medicação para calar a boca do paciente, só protelamos o inevitável.
No balaio de qualquer distúrbio psíquico tem um sujeito esperando para ser considerado.
De lutos, nós brasileiros deveríamos entender mais.
Acesso em < https://www1.folha.uol.com.br/colunas/vera-
iaconelli/2018/04/no-balaio-da-depressao-pos-parto.shtml> 10/03/2018.
Marque V para verdadeiro e F para falso sobre as informações do texto.
( ) Mais de 10% dos pais, ou seja mãe e pai, sofrem com algum tipo de tristeza ao nascer do filho.
( ) A mídia não tem influência alguma sobre a prescrição médica.
( ) No trecho “ Espécie de “balaio de gatos” dentro do qual qualquer sofrimento que surja depois do nascimento de um filho é colocado, a DPP, como se costuma chamar, consegue ser dos quadros mais mal diagnosticados.” A expressão popular entre aspas, dentro do texto refere-se a classificação falha de sentimentos que os pais carregam após terem um bebê.
Assinale a alternativa CORRETA.
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Disciplina: Direito Empresarial (Comercial)
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Coroados-SP
De acordo com a lei 6.404 art. 106 o acionista é obrigado a realizar, nas condições previstas no estatuto ou no boletim de subscrição, a prestação correspondente às ações subscritas ou adquiridas. Assinale a alternativa INCORRETA.
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Mudanças climáticas obrigarão moradores da África
Subsaariana, sul asiático e América Latina a migrar para
outras cidades
Por Carol Castro
Tempestades catastróficas e alagamentos em cidades litorâneas. Seca e ondas insuportáveis de calor em outros cantos. As previsões dos efeitos das mudanças climáticas para 2050 não são nada boas. E, no ritmo que as coisas andam, segundo relatório do Banco Mundial, prometem obrigar mais de 143 milhões de pessoas a procurar abrigo em outros lugares, dentro do próprio país.
Para piorar, a maior parte das migrações forçadas deve acontecer nos cantos mais pobres do mundo. Espera-se que 86 milhões de moradores da África subsaariana precisem se mudar de cidade em até 30 anos. Outros 40 milhões de asiáticos (da região sul) e 17 milhões de latinos (do México e América Central) devem fazer o mesmo.
Como consequência, a expectativa é que cresçam os números de aglomerados urbanos, sem qualquer planejamento para dar conta dessa onda de novos moradores. E dá para imaginar o resultado: desemprego, moradores sem saneamento básico, pobreza e violência.
É para evitar esse caos que o relatório do Banco Mundial recomenda algumas ações. A primeira delas é conhecida: cortar a emissão global de gases de efeito estufa para amenizar as mudanças climáticas e reduzir essas migrações. E pede aos governos para se prepararem para o êxodo, com a elaboração de planos para receber essas pessoas e investimentos em análise de dados para prever para onde devem ir.
Essa preparação toda precisa começar agora, segundo Kristalina Georgieva, chefe e executiva do órgão. “Temos uma pequena janela antes que os efeitos das mudanças climáticas piorem, para preparar o chão dessa nova realidade”, alerta.
Acesso em < https://super.abril.com.br/ciencia/clima-deve-
expulsar-143-milhoes-de-pessoas-de-suas-casas-ate-2050/ >
22/03/18
Marque V para verdadeiro e F para Falso acerca do texto apresentado anteriormente.
( ) 38 milhões de Asiáticos precisarão sair de suas casas.
( ) As mudanças climáticas e sociais são responsáveis por esse possível caos.
( ) O número de pessoas voltando a morar no campo é uma possível saída para 2050.
( ) As pessoas da América do sul também precisarão migrarem.
( ) O Banco mundial sugere que algumas ações seja realizadas.
Assinale a alternativa CORRETA.
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