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Foram encontradas 40 questões.

3964691 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Craíbas-AL
Uma caixa contém inicialmente 60 lápis. Em uma atividade, 18 lápis foram usados e depois repostos com a adição de 25 novos lápis. Analise as assertivas e classifique como verdadeira (V) ou falsa (F).
(__) Após o uso, restaram 42 lápis na caixa.
(__) Após repor os 25 lápis, o total subiu para 67 lápis.
(__) A variação total no número de lápis, do início ao fim, foi um aumento de 12 unidades.
(__) Se 10 lápis fossem retirados após isso, o total cairia para 55 lápis.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
 

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3964690 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Craíbas-AL
Em uma prova escolar, um estudante deveria resolver 32 exercícios. Ele completou 18 pela manhã e, após uma pausa, resolveu mais 9 à tarde. Quantos exercícios ainda restaram sem serem resolvidos ao final do dia?
 

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3964689 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Craíbas-AL

O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo. 


 A revanche de ilha paradisíaca que virou 'inferno na Terra' por excesso de turistas 


Da baía de Marfa, em Malta, é possível avistar a ilhota de Comino, uma pequena formação rochosa cercada por águas que variam do azul-marinho ao turquesa intenso. Durante muitos anos, o local foi um refúgio quase vazio. Hoje, tornou-se um dos destinos turísticos mais disputados do arquipélago maltês.

Colin Backhouse, que mantém uma popular página de dicas turísticas sobre Malta, admite que evita recomendar Comino no verão. Embora considere a ilha encantadora em determinadas épocas do ano, ele afirma que, na alta temporada, a superlotação transforma o lugar em um verdadeiro inferno na Terra.

A Lagoa Azul atrai, anualmente, dezenas de milhares de visitantes de várias partes do mundo. A coloração intensa da água, resultado da luz refletida no fundo de calcário branco, cria um cenário perfeito para fotografias. No inverno, a região permanece calma e silenciosa. No verão, porém, a tranquilidade dá lugar às multidões, ao acúmulo de lixo, ao barulho de embarcações e aos danos ambientais.

O sentimento de frustração com o turismo excessivo não é isolado. Muitos visitantes se dizem decepcionados com a experiência, que inclui barcos superlotados e poucas opções de lazer. A pressão popular levou ao surgimento de ações de ativistas. Em 2022, o grupo Moviment Graffitti retirou cadeiras e espreguiçadeiras da ilha, em protesto contra a exploração do espaço público para fins de lucro.

A fama de Comino foi impulsionada por produções cinematográficas e séries, como O Conde de Monte Cristo, Troia e Game of Thrones. Mais recentemente, as redes sociais ampliaram ainda mais sua visibilidade, atraindo turistas em busca da foto perfeita. Para especialistas do setor, a ilha passou a integrar a lista de prioridades de muitos visitantes que chegam a Malta.

Diante do avanço do turismo de massa, as autoridades decidiram adotar medidas de contenção. Comino foi incluída na rede de áreas protegidas Natura 2000, e passou a ter um limite diário de visitantes, reduzido de dez mil para cinco mil por dia. Ambientalistas reconhecem o avanço, mas afirmam que a preservação do frágil ecossistema exige um plano de sustentabilidade mais amplo.

Esse tipo de iniciativa ocorre também em outros pontos do Mediterrâneo, como Veneza e Atenas, que passaram a controlar o fluxo de turistas. A expectativa é que Comino recupere parte de seu antigo charme com as novas regras. Ainda assim, há quem tema que os danos já sejam profundos e que reste pouco para as gerações futuras.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c36w9jl570ro.adaptado.

O texto trata da mudança no perfil turístico de uma pequena ilha do Mediterrâneo e das consequências desse processo para o local e seus visitantes.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
 

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3964688 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Craíbas-AL

O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo. 


 A revanche de ilha paradisíaca que virou 'inferno na Terra' por excesso de turistas 


Da baía de Marfa, em Malta, é possível avistar a ilhota de Comino, uma pequena formação rochosa cercada por águas que variam do azul-marinho ao turquesa intenso. Durante muitos anos, o local foi um refúgio quase vazio. Hoje, tornou-se um dos destinos turísticos mais disputados do arquipélago maltês.

Colin Backhouse, que mantém uma popular página de dicas turísticas sobre Malta, admite que evita recomendar Comino no verão. Embora considere a ilha encantadora em determinadas épocas do ano, ele afirma que, na alta temporada, a superlotação transforma o lugar em um verdadeiro inferno na Terra.

A Lagoa Azul atrai, anualmente, dezenas de milhares de visitantes de várias partes do mundo. A coloração intensa da água, resultado da luz refletida no fundo de calcário branco, cria um cenário perfeito para fotografias. No inverno, a região permanece calma e silenciosa. No verão, porém, a tranquilidade dá lugar às multidões, ao acúmulo de lixo, ao barulho de embarcações e aos danos ambientais.

O sentimento de frustração com o turismo excessivo não é isolado. Muitos visitantes se dizem decepcionados com a experiência, que inclui barcos superlotados e poucas opções de lazer. A pressão popular levou ao surgimento de ações de ativistas. Em 2022, o grupo Moviment Graffitti retirou cadeiras e espreguiçadeiras da ilha, em protesto contra a exploração do espaço público para fins de lucro.

A fama de Comino foi impulsionada por produções cinematográficas e séries, como O Conde de Monte Cristo, Troia e Game of Thrones. Mais recentemente, as redes sociais ampliaram ainda mais sua visibilidade, atraindo turistas em busca da foto perfeita. Para especialistas do setor, a ilha passou a integrar a lista de prioridades de muitos visitantes que chegam a Malta.

Diante do avanço do turismo de massa, as autoridades decidiram adotar medidas de contenção. Comino foi incluída na rede de áreas protegidas Natura 2000, e passou a ter um limite diário de visitantes, reduzido de dez mil para cinco mil por dia. Ambientalistas reconhecem o avanço, mas afirmam que a preservação do frágil ecossistema exige um plano de sustentabilidade mais amplo.

Esse tipo de iniciativa ocorre também em outros pontos do Mediterrâneo, como Veneza e Atenas, que passaram a controlar o fluxo de turistas. A expectativa é que Comino recupere parte de seu antigo charme com as novas regras. Ainda assim, há quem tema que os danos já sejam profundos e que reste pouco para as gerações futuras.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c36w9jl570ro.adaptado.

O texto apresenta o crescimento do turismo em Comino, as reações diante dos impactos causados e as mudanças recentes adotadas pelas autoridades.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
 

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3964687 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Craíbas-AL

O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo. 


 A revanche de ilha paradisíaca que virou 'inferno na Terra' por excesso de turistas 


Da baía de Marfa, em Malta, é possível avistar a ilhota de Comino, uma pequena formação rochosa cercada por águas que variam do azul-marinho ao turquesa intenso. Durante muitos anos, o local foi um refúgio quase vazio. Hoje, tornou-se um dos destinos turísticos mais disputados do arquipélago maltês.

Colin Backhouse, que mantém uma popular página de dicas turísticas sobre Malta, admite que evita recomendar Comino no verão. Embora considere a ilha encantadora em determinadas épocas do ano, ele afirma que, na alta temporada, a superlotação transforma o lugar em um verdadeiro inferno na Terra.

A Lagoa Azul atrai, anualmente, dezenas de milhares de visitantes de várias partes do mundo. A coloração intensa da água, resultado da luz refletida no fundo de calcário branco, cria um cenário perfeito para fotografias. No inverno, a região permanece calma e silenciosa. No verão, porém, a tranquilidade dá lugar às multidões, ao acúmulo de lixo, ao barulho de embarcações e aos danos ambientais.

O sentimento de frustração com o turismo excessivo não é isolado. Muitos visitantes se dizem decepcionados com a experiência, que inclui barcos superlotados e poucas opções de lazer. A pressão popular levou ao surgimento de ações de ativistas. Em 2022, o grupo Moviment Graffitti retirou cadeiras e espreguiçadeiras da ilha, em protesto contra a exploração do espaço público para fins de lucro.

A fama de Comino foi impulsionada por produções cinematográficas e séries, como O Conde de Monte Cristo, Troia e Game of Thrones. Mais recentemente, as redes sociais ampliaram ainda mais sua visibilidade, atraindo turistas em busca da foto perfeita. Para especialistas do setor, a ilha passou a integrar a lista de prioridades de muitos visitantes que chegam a Malta.

Diante do avanço do turismo de massa, as autoridades decidiram adotar medidas de contenção. Comino foi incluída na rede de áreas protegidas Natura 2000, e passou a ter um limite diário de visitantes, reduzido de dez mil para cinco mil por dia. Ambientalistas reconhecem o avanço, mas afirmam que a preservação do frágil ecossistema exige um plano de sustentabilidade mais amplo.

Esse tipo de iniciativa ocorre também em outros pontos do Mediterrâneo, como Veneza e Atenas, que passaram a controlar o fluxo de turistas. A expectativa é que Comino recupere parte de seu antigo charme com as novas regras. Ainda assim, há quem tema que os danos já sejam profundos e que reste pouco para as gerações futuras.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c36w9jl570ro.adaptado.

O texto aborda a transformação de um destino turístico, os problemas causados pelo excesso de visitantes e as tentativas de controle dessa situação.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
 

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3964686 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Craíbas-AL

O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo. 


 A revanche de ilha paradisíaca que virou 'inferno na Terra' por excesso de turistas 


Da baía de Marfa, em Malta, é possível avistar a ilhota de Comino, uma pequena formação rochosa cercada por águas que variam do azul-marinho ao turquesa intenso. Durante muitos anos, o local foi um refúgio quase vazio. Hoje, tornou-se um dos destinos turísticos mais disputados do arquipélago maltês.

Colin Backhouse, que mantém uma popular página de dicas turísticas sobre Malta, admite que evita recomendar Comino no verão. Embora considere a ilha encantadora em determinadas épocas do ano, ele afirma que, na alta temporada, a superlotação transforma o lugar em um verdadeiro inferno na Terra.

A Lagoa Azul atrai, anualmente, dezenas de milhares de visitantes de várias partes do mundo. A coloração intensa da água, resultado da luz refletida no fundo de calcário branco, cria um cenário perfeito para fotografias. No inverno, a região permanece calma e silenciosa. No verão, porém, a tranquilidade dá lugar às multidões, ao acúmulo de lixo, ao barulho de embarcações e aos danos ambientais.

O sentimento de frustração com o turismo excessivo não é isolado. Muitos visitantes se dizem decepcionados com a experiência, que inclui barcos superlotados e poucas opções de lazer. A pressão popular levou ao surgimento de ações de ativistas. Em 2022, o grupo Moviment Graffitti retirou cadeiras e espreguiçadeiras da ilha, em protesto contra a exploração do espaço público para fins de lucro.

A fama de Comino foi impulsionada por produções cinematográficas e séries, como O Conde de Monte Cristo, Troia e Game of Thrones. Mais recentemente, as redes sociais ampliaram ainda mais sua visibilidade, atraindo turistas em busca da foto perfeita. Para especialistas do setor, a ilha passou a integrar a lista de prioridades de muitos visitantes que chegam a Malta.

Diante do avanço do turismo de massa, as autoridades decidiram adotar medidas de contenção. Comino foi incluída na rede de áreas protegidas Natura 2000, e passou a ter um limite diário de visitantes, reduzido de dez mil para cinco mil por dia. Ambientalistas reconhecem o avanço, mas afirmam que a preservação do frágil ecossistema exige um plano de sustentabilidade mais amplo.

Esse tipo de iniciativa ocorre também em outros pontos do Mediterrâneo, como Veneza e Atenas, que passaram a controlar o fluxo de turistas. A expectativa é que Comino recupere parte de seu antigo charme com as novas regras. Ainda assim, há quem tema que os danos já sejam profundos e que reste pouco para as gerações futuras.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c36w9jl570ro.adaptado.

O texto apresenta diferentes reações ao turismo intenso em Comino, envolvendo visitantes, ativistas e autoridades.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
 

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3964685 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Craíbas-AL

O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.

Como Peru transformou um dos desertos mais áridos do mundo em um centro de produção de alimentos 


Nas últimas décadas, as planícies desérticas da região de Ica, no Peru, deram lugar a extensas plantações de mirtilos e outras frutas. Até os anos 1990, parecia improvável que o deserto costeiro pudesse se tornar um polo agrícola. No entanto, isso ocorreu em grande parte do litoral peruano, com a expansão de culturas como manga, mirtilos e abacates.

A faixa paralela ao Pacífico e às elevações andinas transformou-se em um imenso pomar e no centro de uma indústria agroexportadora em rápida expansão. Entre 2010 e 2024, as exportações agrícolas cresceram, em média, onze por cento ao ano, atingindo em 2024 mais de nove milhões de dólares. O Peru tornou-se o maior exportador mundial de uvas e mirtilos, consolidando-se como fornecedor de mercados como Estados Unidos, Europa e China.

Esse avanço teve início com as reformas econômicas da década de 1990, que reduziram barreiras comerciais e incentivaram investimentos estrangeiros. Inicialmente voltadas à mineração, essas políticas abriram espaço para uma elite empresarial que passou a apostar na exportação agrícola. O setor superou obstáculos naturais com investimentos privados em irrigação por gotejamento e grandes projetos hídricos, permitindo o cultivo em áreas antes consideradas impróprias. Somaram-se a isso inovações genéticas, como as que viabilizaram o cultivo do mirtilo, ampliando em cerca de trinta por cento a área cultivável do deserto costeiro.

Hoje, regiões como Ica e Piura são importantes centros agrícolas, e a agroexportação representa parcela relevante da economia. Em 2024, respondeu por quase cinco por cento do PIB, contra quase um e meio por cento em 2020. O impacto econômico é significativo, com geração de empregos qualificados e aumento da renda média. Contudo, os benefícios não se distribuem de forma igual: pequenos agricultores enfrentam dificuldades para acessar água e mão de obra, além de venderem suas terras a grandes empresas.

A principal controvérsia envolve a água. Em áreas onde praticamente não chove, como Ica, o abastecimento depende do lençol freático e da transposição de água de regiões vizinhas. Enquanto assentamentos dependem de caminhões-pipa, grandes propriedades mantêm poços próprios e acesso prioritário à irrigação. Apesar da fiscalização oficial, há indícios de superexploração do aquífero, com poços cada vez mais profundos e água mais cara para pequenos produtores.

Até a produção das uvas do pisco, símbolo nacional, vem sendo questionada, sob a crítica de que a exportação da fruta equivale à exportação de água. O desafio, em Ica e em todo o Peru agroexportador, é tornar o agronegócio sustentável no longo prazo. A avaliação de especialistas é que a indústria de exportação é positiva para a geração de renda, mas só será viável se não comprometer o abastecimento da população nem o equilíbrio ambiental.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgmnjm2wenwo.adaptado.

O texto aborda transformações recentes em uma região do Peru, destacando mudanças econômicas, produtivas e ambientais relacionadas à atividade agrícola.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
 

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3964684 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Craíbas-AL

O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.

Como Peru transformou um dos desertos mais áridos do mundo em um centro de produção de alimentos 


Nas últimas décadas, as planícies desérticas da região de Ica, no Peru, deram lugar a extensas plantações de mirtilos e outras frutas. Até os anos 1990, parecia improvável que o deserto costeiro pudesse se tornar um polo agrícola. No entanto, isso ocorreu em grande parte do litoral peruano, com a expansão de culturas como manga, mirtilos e abacates.

A faixa paralela ao Pacífico e às elevações andinas transformou-se em um imenso pomar e no centro de uma indústria agroexportadora em rápida expansão. Entre 2010 e 2024, as exportações agrícolas cresceram, em média, onze por cento ao ano, atingindo em 2024 mais de nove milhões de dólares. O Peru tornou-se o maior exportador mundial de uvas e mirtilos, consolidando-se como fornecedor de mercados como Estados Unidos, Europa e China.

Esse avanço teve início com as reformas econômicas da década de 1990, que reduziram barreiras comerciais e incentivaram investimentos estrangeiros. Inicialmente voltadas à mineração, essas políticas abriram espaço para uma elite empresarial que passou a apostar na exportação agrícola. O setor superou obstáculos naturais com investimentos privados em irrigação por gotejamento e grandes projetos hídricos, permitindo o cultivo em áreas antes consideradas impróprias. Somaram-se a isso inovações genéticas, como as que viabilizaram o cultivo do mirtilo, ampliando em cerca de trinta por cento a área cultivável do deserto costeiro.

Hoje, regiões como Ica e Piura são importantes centros agrícolas, e a agroexportação representa parcela relevante da economia. Em 2024, respondeu por quase cinco por cento do PIB, contra quase um e meio por cento em 2020. O impacto econômico é significativo, com geração de empregos qualificados e aumento da renda média. Contudo, os benefícios não se distribuem de forma igual: pequenos agricultores enfrentam dificuldades para acessar água e mão de obra, além de venderem suas terras a grandes empresas.

A principal controvérsia envolve a água. Em áreas onde praticamente não chove, como Ica, o abastecimento depende do lençol freático e da transposição de água de regiões vizinhas. Enquanto assentamentos dependem de caminhões-pipa, grandes propriedades mantêm poços próprios e acesso prioritário à irrigação. Apesar da fiscalização oficial, há indícios de superexploração do aquífero, com poços cada vez mais profundos e água mais cara para pequenos produtores.

Até a produção das uvas do pisco, símbolo nacional, vem sendo questionada, sob a crítica de que a exportação da fruta equivale à exportação de água. O desafio, em Ica e em todo o Peru agroexportador, é tornar o agronegócio sustentável no longo prazo. A avaliação de especialistas é que a indústria de exportação é positiva para a geração de renda, mas só será viável se não comprometer o abastecimento da população nem o equilíbrio ambiental.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgmnjm2wenwo.adaptado.

O texto aborda uma questão como um dos principais desafios da agroexportação no Peru.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
 

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3964683 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Craíbas-AL

O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.

Como Peru transformou um dos desertos mais áridos do mundo em um centro de produção de alimentos 


Nas últimas décadas, as planícies desérticas da região de Ica, no Peru, deram lugar a extensas plantações de mirtilos e outras frutas. Até os anos 1990, parecia improvável que o deserto costeiro pudesse se tornar um polo agrícola. No entanto, isso ocorreu em grande parte do litoral peruano, com a expansão de culturas como manga, mirtilos e abacates.

A faixa paralela ao Pacífico e às elevações andinas transformou-se em um imenso pomar e no centro de uma indústria agroexportadora em rápida expansão. Entre 2010 e 2024, as exportações agrícolas cresceram, em média, onze por cento ao ano, atingindo em 2024 mais de nove milhões de dólares. O Peru tornou-se o maior exportador mundial de uvas e mirtilos, consolidando-se como fornecedor de mercados como Estados Unidos, Europa e China.

Esse avanço teve início com as reformas econômicas da década de 1990, que reduziram barreiras comerciais e incentivaram investimentos estrangeiros. Inicialmente voltadas à mineração, essas políticas abriram espaço para uma elite empresarial que passou a apostar na exportação agrícola. O setor superou obstáculos naturais com investimentos privados em irrigação por gotejamento e grandes projetos hídricos, permitindo o cultivo em áreas antes consideradas impróprias. Somaram-se a isso inovações genéticas, como as que viabilizaram o cultivo do mirtilo, ampliando em cerca de trinta por cento a área cultivável do deserto costeiro.

Hoje, regiões como Ica e Piura são importantes centros agrícolas, e a agroexportação representa parcela relevante da economia. Em 2024, respondeu por quase cinco por cento do PIB, contra quase um e meio por cento em 2020. O impacto econômico é significativo, com geração de empregos qualificados e aumento da renda média. Contudo, os benefícios não se distribuem de forma igual: pequenos agricultores enfrentam dificuldades para acessar água e mão de obra, além de venderem suas terras a grandes empresas.

A principal controvérsia envolve a água. Em áreas onde praticamente não chove, como Ica, o abastecimento depende do lençol freático e da transposição de água de regiões vizinhas. Enquanto assentamentos dependem de caminhões-pipa, grandes propriedades mantêm poços próprios e acesso prioritário à irrigação. Apesar da fiscalização oficial, há indícios de superexploração do aquífero, com poços cada vez mais profundos e água mais cara para pequenos produtores.

Até a produção das uvas do pisco, símbolo nacional, vem sendo questionada, sob a crítica de que a exportação da fruta equivale à exportação de água. O desafio, em Ica e em todo o Peru agroexportador, é tornar o agronegócio sustentável no longo prazo. A avaliação de especialistas é que a indústria de exportação é positiva para a geração de renda, mas só será viável se não comprometer o abastecimento da população nem o equilíbrio ambiental.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgmnjm2wenwo.adaptado.

O texto apresenta a transformação de uma região desértica do Peru em área produtiva, destacando mudanças econômicas e desafios ligados aos recursos naturais.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
 

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3964682 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Craíbas-AL

O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.

Como Peru transformou um dos desertos mais áridos do mundo em um centro de produção de alimentos 


Nas últimas décadas, as planícies desérticas da região de Ica, no Peru, deram lugar a extensas plantações de mirtilos e outras frutas. Até os anos 1990, parecia improvável que o deserto costeiro pudesse se tornar um polo agrícola. No entanto, isso ocorreu em grande parte do litoral peruano, com a expansão de culturas como manga, mirtilos e abacates.

A faixa paralela ao Pacífico e às elevações andinas transformou-se em um imenso pomar e no centro de uma indústria agroexportadora em rápida expansão. Entre 2010 e 2024, as exportações agrícolas cresceram, em média, onze por cento ao ano, atingindo em 2024 mais de nove milhões de dólares. O Peru tornou-se o maior exportador mundial de uvas e mirtilos, consolidando-se como fornecedor de mercados como Estados Unidos, Europa e China.

Esse avanço teve início com as reformas econômicas da década de 1990, que reduziram barreiras comerciais e incentivaram investimentos estrangeiros. Inicialmente voltadas à mineração, essas políticas abriram espaço para uma elite empresarial que passou a apostar na exportação agrícola. O setor superou obstáculos naturais com investimentos privados em irrigação por gotejamento e grandes projetos hídricos, permitindo o cultivo em áreas antes consideradas impróprias. Somaram-se a isso inovações genéticas, como as que viabilizaram o cultivo do mirtilo, ampliando em cerca de trinta por cento a área cultivável do deserto costeiro.

Hoje, regiões como Ica e Piura são importantes centros agrícolas, e a agroexportação representa parcela relevante da economia. Em 2024, respondeu por quase cinco por cento do PIB, contra quase um e meio por cento em 2020. O impacto econômico é significativo, com geração de empregos qualificados e aumento da renda média. Contudo, os benefícios não se distribuem de forma igual: pequenos agricultores enfrentam dificuldades para acessar água e mão de obra, além de venderem suas terras a grandes empresas.

A principal controvérsia envolve a água. Em áreas onde praticamente não chove, como Ica, o abastecimento depende do lençol freático e da transposição de água de regiões vizinhas. Enquanto assentamentos dependem de caminhões-pipa, grandes propriedades mantêm poços próprios e acesso prioritário à irrigação. Apesar da fiscalização oficial, há indícios de superexploração do aquífero, com poços cada vez mais profundos e água mais cara para pequenos produtores.

Até a produção das uvas do pisco, símbolo nacional, vem sendo questionada, sob a crítica de que a exportação da fruta equivale à exportação de água. O desafio, em Ica e em todo o Peru agroexportador, é tornar o agronegócio sustentável no longo prazo. A avaliação de especialistas é que a indústria de exportação é positiva para a geração de renda, mas só será viável se não comprometer o abastecimento da população nem o equilíbrio ambiental.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgmnjm2wenwo.adaptado.

O texto descreve o crescimento da agroexportação no Peru e seus efeitos econômicos e sociais ao longo do tempo.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
 

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