Foram encontradas 155 questões.
- Educação Infantil
- LegislaçãoDiretrizes Curriculares NacionaisDiretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Básica
De acordo com a publicação “Ensino
Fundamental de nove anos: orientações para a inclusão da
criança de seis anos de idade”, constante da bibliografia
sugerida no edital do presente certame, não é suficiente
sabermos se os estudantes dominam ou não determinado
conhecimento ou se desenvolveram ou não determinada
capacidade, é preciso também:
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- Avaliação EducacionalAvaliação Institucional de Desempenho e de Aprendizagem
- Práticas Avaliativas: Sujeitos, Objetos e Métodos da Avaliação
Observe o seguinte trecho da publicação
“Ensino Fundamental de nove anos: orientações para a
inclusão da criança de seis anos de idade” e responda à
questão subsequente:
“Algumas redes de ensino vêm adotando modalidades de registros escritos mais qualitativos, tomando-os instrumentos primordiais no acompanhamento da aprendizagem e na tomada de decisões para o avanço qualitativo das aprendizagens dos estudantes. Se, do ponto de vista oficial, tais registros significam um grande avanço, é preciso ter cuidado em não transformá-los em tarefa burocrática. Como bem expuseram Oliveira e Morais (2005), estudos já demonstraram a necessidade de os professores terem oportunidades de discutir continuamente os objetivos e os instrumentos de avaliação que passaram a usar, a fim de se apropriarem daqueles novos recursos e serem, de fato, ajudados a reorganizar sua tarefa de ensino ao empregá-los.”
Com o objetivo de implementar uma avaliação de aprendizagem mais qualitativa, qual das seguintes ideias pode ser implementada?
“Algumas redes de ensino vêm adotando modalidades de registros escritos mais qualitativos, tomando-os instrumentos primordiais no acompanhamento da aprendizagem e na tomada de decisões para o avanço qualitativo das aprendizagens dos estudantes. Se, do ponto de vista oficial, tais registros significam um grande avanço, é preciso ter cuidado em não transformá-los em tarefa burocrática. Como bem expuseram Oliveira e Morais (2005), estudos já demonstraram a necessidade de os professores terem oportunidades de discutir continuamente os objetivos e os instrumentos de avaliação que passaram a usar, a fim de se apropriarem daqueles novos recursos e serem, de fato, ajudados a reorganizar sua tarefa de ensino ao empregá-los.”
Com o objetivo de implementar uma avaliação de aprendizagem mais qualitativa, qual das seguintes ideias pode ser implementada?
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3591493
Ano: 2025
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: FRONTE
Orgão: Pref. Cravinhos-SP
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: FRONTE
Orgão: Pref. Cravinhos-SP
Provas:
- ECAGeralDireitos Fundamentais (art. 7º ao 69)Do Direito à Educação, à Cultura, ao Esporte e ao Lazer (Art. 53 a 59)
- ECAGeralDireitos Fundamentais (art. 7º ao 69)Do Direito à Profissionalização e à Proteção no Trabalho (Art. 60 a 69)
Julgue os itens a seguir, conforme o artigo
53 do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº
8.069/1990):
A criança e o adolescente têm direito à educação, visando ao pleno desenvolvimento de sua pessoa, preparo para o exercício da cidadania e qualificação para o trabalho, assegurando-se-lhes:
I - igualdade de condições para o acesso e permanência na escola;
II - direito de ser respeitado por seus educadores;
III - direito de contestar critérios avaliativos, podendo recorrer às instâncias escolares superiores;
IV - direito de organização e participação em entidades estudantis, exceto quando expressamente proibido em Lei Complementar;
Estão corretos os seguintes itens:
A criança e o adolescente têm direito à educação, visando ao pleno desenvolvimento de sua pessoa, preparo para o exercício da cidadania e qualificação para o trabalho, assegurando-se-lhes:
I - igualdade de condições para o acesso e permanência na escola;
II - direito de ser respeitado por seus educadores;
III - direito de contestar critérios avaliativos, podendo recorrer às instâncias escolares superiores;
IV - direito de organização e participação em entidades estudantis, exceto quando expressamente proibido em Lei Complementar;
Estão corretos os seguintes itens:
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“A educação escolar deverá vincular-se ao
_____________ e à ______________.”
Marque a opção que preenche corretamente as lacunas do parágrafo 2º do artigo 1º da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei nº 9.394/1996):
Marque a opção que preenche corretamente as lacunas do parágrafo 2º do artigo 1º da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei nº 9.394/1996):
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- LegislaçãoPCN: Parâmetros Curriculares Nacionais
- Temas Educacionais PedagógicosParadigmas EducacionaisProtagonismo Juvenil e Cidadania
Estão entre os objetivos do Ensino
Fundamental, de acordo com os Parâmetros Curriculares
Nacionais (1ª à 4ª série), EXCETO:
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- Autores da Educação
- PsicopedagogiaTeorias do desenvolvimento e da aprendizagemPsicologia do Desenvolvimento e da Aprendizagem
- Henri Wallon
FUNDAMENTO BIOPSICOSSOCIAL DO
PENSAMENTO
Para Henri Wallon (1930, 1931, 1947), a atividade
da criança começa por ser elementar e é essencialmente
caracterizada por um conjunto de gestos sincréticos com
significado filogenético, gestos de sobrevivência que já
são, de saída, a expressão de uma modulação tônica e
emocional de ajustamento ao meio ambiente.
Segundo Wallon (1937, 1950, 1969, 1970a), entre
o indivíduo e o seu meio há uma unidade indivisível. Não
há separação possível entre o indivíduo e o meio ambiente
(sociedade, ecossistemas), isto é, não há oposição entre o
desenvolvimento psicobiológico e as condições sociais
que o justificam e motivam.
A sociedade é para o homem uma “necessidade
orgânica” que determina o seu desenvolvimento e,
portanto, a sua inteligência. A apropriação do
conhecimento é um patrimônio extrabiológico inerente ao
grupo social no qual vai evoluir e coexistir. No ser
humano, o desenvolvimento biológico, ou seja, a sua maturação neurológica, e o desenvolvimento social, ou
seja, a incorporação da experiência social e cultural,
melhor dito, a sociogênese, são condições um do outro.
Até a aquisição da linguagem, a motricidade é,
pois, a característica existencial e essencial da criança, é
resposta preferencial e prioritária às suas necessidades
básicas e aos seus estados emocionais e relacionais. A
motricidade na criança é, por isso, já nessa fase tão
precoce, a expressão do seu psiquismo prospectivo.
A motricidade torna-se, assim, simultaneamente e
sequencialmente, a primeira estrutura de relação e de corelação com o meio, com os outros prioritariamente, e com
os objetos posteriormente, a partir das quais se edificará o
psiquismo, e é, em síntese, a primeira forma de expressão
emocional e de comportamento.
A motricidade ocupa um lugar especial na teoria
walloniana. Desde o nascimento, e mesmo ao longo do
desenvolvimento intrauterino, ela é uma das mais ricas
formas de interação com o envolvimento externo, e é, na
sua essência, um instrumento privilegiado de comunicação
da vida psíquica.
Pela motricidade, a criança exprime as suas necessidades
neurovegetativas de bem-estar ou de mal-estar, que
contêm em si uma dimensão afetiva e interativa que se
traduz em uma comunicação somática não-verbal muito
complexa, muito antes do surgimento da linguagem verbal
propriamente dita.
A motricidade contém, portanto, uma dimensão
psíquica, e é um deslocamento no espaço de uma
totalidade motora, afetiva e cognitiva, que se apresenta em
termos evolutivos, segundo Wallon (1963, 1970), sob três
formas essenciais: deslocamentos passivos ou exógenos,
deslocamentos ativos ou autógenos e deslocamentos
práxicos.
FONSECA, Vitor da. Desenvolvimento Psicomotor e
Aprendizagem. 1ª Ed. Porto Alegre: Artmed, 2008, p. 15.
Com adaptações.
Conforme o trecho acima, podemos compreender que:
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- Autores da Educação
- PsicopedagogiaTeorias do desenvolvimento e da aprendizagemPsicologia do Desenvolvimento e da Aprendizagem
- Henri Wallon
FUNDAMENTO BIOPSICOSSOCIAL DO
PENSAMENTO
Para Henri Wallon (1930, 1931, 1947), a atividade
da criança começa por ser elementar e é essencialmente
caracterizada por um conjunto de gestos sincréticos com
significado filogenético, gestos de sobrevivência que já
são, de saída, a expressão de uma modulação tônica e
emocional de ajustamento ao meio ambiente.
Segundo Wallon (1937, 1950, 1969, 1970a), entre
o indivíduo e o seu meio há uma unidade indivisível. Não
há separação possível entre o indivíduo e o meio ambiente
(sociedade, ecossistemas), isto é, não há oposição entre o
desenvolvimento psicobiológico e as condições sociais
que o justificam e motivam.
A sociedade é para o homem uma “necessidade
orgânica” que determina o seu desenvolvimento e,
portanto, a sua inteligência. A apropriação do
conhecimento é um patrimônio extrabiológico inerente ao
grupo social no qual vai evoluir e coexistir. No ser
humano, o desenvolvimento biológico, ou seja, a sua maturação neurológica, e o desenvolvimento social, ou
seja, a incorporação da experiência social e cultural,
melhor dito, a sociogênese, são condições um do outro.
Até a aquisição da linguagem, a motricidade é,
pois, a característica existencial e essencial da criança, é
resposta preferencial e prioritária às suas necessidades
básicas e aos seus estados emocionais e relacionais. A
motricidade na criança é, por isso, já nessa fase tão
precoce, a expressão do seu psiquismo prospectivo.
A motricidade torna-se, assim, simultaneamente e
sequencialmente, a primeira estrutura de relação e de corelação com o meio, com os outros prioritariamente, e com
os objetos posteriormente, a partir das quais se edificará o
psiquismo, e é, em síntese, a primeira forma de expressão
emocional e de comportamento.
A motricidade ocupa um lugar especial na teoria
walloniana. Desde o nascimento, e mesmo ao longo do
desenvolvimento intrauterino, ela é uma das mais ricas
formas de interação com o envolvimento externo, e é, na
sua essência, um instrumento privilegiado de comunicação
da vida psíquica.
Pela motricidade, a criança exprime as suas necessidades
neurovegetativas de bem-estar ou de mal-estar, que
contêm em si uma dimensão afetiva e interativa que se
traduz em uma comunicação somática não-verbal muito
complexa, muito antes do surgimento da linguagem verbal
propriamente dita.
A motricidade contém, portanto, uma dimensão
psíquica, e é um deslocamento no espaço de uma
totalidade motora, afetiva e cognitiva, que se apresenta em
termos evolutivos, segundo Wallon (1963, 1970), sob três
formas essenciais: deslocamentos passivos ou exógenos,
deslocamentos ativos ou autógenos e deslocamentos
práxicos.
FONSECA, Vitor da. Desenvolvimento Psicomotor e
Aprendizagem. 1ª Ed. Porto Alegre: Artmed, 2008, p. 15.
Com adaptações.
Quando o autor diz que o desenvolvimento biológico e o desenvolvimento social são “condições um do outro”, ele quer dizer que:
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- Autores da Educação
- PsicopedagogiaTeorias do desenvolvimento e da aprendizagemPsicologia do Desenvolvimento e da Aprendizagem
- Henri Wallon
FUNDAMENTO BIOPSICOSSOCIAL DO
PENSAMENTO
Para Henri Wallon (1930, 1931, 1947), a atividade
da criança começa por ser elementar e é essencialmente
caracterizada por um conjunto de gestos sincréticos com
significado filogenético, gestos de sobrevivência que já
são, de saída, a expressão de uma modulação tônica e
emocional de ajustamento ao meio ambiente.
Segundo Wallon (1937, 1950, 1969, 1970a), entre
o indivíduo e o seu meio há uma unidade indivisível. Não
há separação possível entre o indivíduo e o meio ambiente
(sociedade, ecossistemas), isto é, não há oposição entre o
desenvolvimento psicobiológico e as condições sociais
que o justificam e motivam.
A sociedade é para o homem uma “necessidade
orgânica” que determina o seu desenvolvimento e,
portanto, a sua inteligência. A apropriação do
conhecimento é um patrimônio extrabiológico inerente ao
grupo social no qual vai evoluir e coexistir. No ser
humano, o desenvolvimento biológico, ou seja, a sua maturação neurológica, e o desenvolvimento social, ou
seja, a incorporação da experiência social e cultural,
melhor dito, a sociogênese, são condições um do outro.
Até a aquisição da linguagem, a motricidade é,
pois, a característica existencial e essencial da criança, é
resposta preferencial e prioritária às suas necessidades
básicas e aos seus estados emocionais e relacionais. A
motricidade na criança é, por isso, já nessa fase tão
precoce, a expressão do seu psiquismo prospectivo.
A motricidade torna-se, assim, simultaneamente e
sequencialmente, a primeira estrutura de relação e de corelação com o meio, com os outros prioritariamente, e com
os objetos posteriormente, a partir das quais se edificará o
psiquismo, e é, em síntese, a primeira forma de expressão
emocional e de comportamento.
A motricidade ocupa um lugar especial na teoria
walloniana. Desde o nascimento, e mesmo ao longo do
desenvolvimento intrauterino, ela é uma das mais ricas
formas de interação com o envolvimento externo, e é, na
sua essência, um instrumento privilegiado de comunicação
da vida psíquica.
Pela motricidade, a criança exprime as suas necessidades
neurovegetativas de bem-estar ou de mal-estar, que
contêm em si uma dimensão afetiva e interativa que se
traduz em uma comunicação somática não-verbal muito
complexa, muito antes do surgimento da linguagem verbal
propriamente dita.
A motricidade contém, portanto, uma dimensão
psíquica, e é um deslocamento no espaço de uma
totalidade motora, afetiva e cognitiva, que se apresenta em
termos evolutivos, segundo Wallon (1963, 1970), sob três
formas essenciais: deslocamentos passivos ou exógenos,
deslocamentos ativos ou autógenos e deslocamentos
práxicos.
FONSECA, Vitor da. Desenvolvimento Psicomotor e
Aprendizagem. 1ª Ed. Porto Alegre: Artmed, 2008, p. 15.
Com adaptações.
Uma interpretação correta do trecho acima é a seguinte:
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Autoridade e contrato pedagógico em Rousseau
Maria de Fátima S. Francisco
A crise da autoridade docente é uma das questões
que mais têm preocupado e desafiado os educadores. Um
ponto sobre o qual se está normalmente de acordo acerca
desse assunto é que ele é dos mais difíceis de serem
pensados – de se encontrar abordagens teóricas
esclarecedoras –, para não mencionar a dificuldade ainda
maior de se encontrar resoluções práticas para a crise.
Acreditamos, nesse sentido, que uma visita aos
chamados “clássicos” pode trazer-nos eventualmente
alguma perspectiva para a qual talvez não tenhamos
atentado o suficiente e, desse modo, iluminar nosso olhar
sobre um tema que nos inquieta. É com tal intenção que
propomos aqui um retorno ao pensamento filosófico e
pedagógico do século XVIII, mais precisamente aquele de
Jean-Jacques Rousseau. Indo na trilha das convicções de
Hannah Arendt, diríamos que é fundamental retomar o fio
da tradição, que faz nossa ligação com o passado,
mormente quando se trata de crises no campo dos
relacionamentos humanos. Pois é possível que estejamos
deparando com problemas e questões com as quais os
homens do passado também já depararam, e para os quais
podem ter encontrado soluções e perspectivas de
apreensão que, se não puderem ser reproduzidas por nós,
podem ao menos nos indicar um caminho de
problematização, a partir do qual nós poderemos formular
nossas próprias soluções e perspectivas de apreensão.
S. FRANCISCO, M.F. Autoridade e contrato pedagógico
em Rousseau. In: AQUINO, Júlio Groppa. Autoridade e
autonomia na escola alternativas teóricas e práticas.
São Paulo: Summus Editorial, 1999, p. 101. 4ªed. Com
adaptações.
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- Temas Educacionais PedagógicosConstrução do Conhecimento
- Temas Educacionais PedagógicosProcesso de Ensino e AprendizagemGestão da Aprendizagem
Autoridade e contrato pedagógico em Rousseau
Maria de Fátima S. Francisco
A crise da autoridade docente é uma das questões
que mais têm preocupado e desafiado os educadores. Um
ponto sobre o qual se está normalmente de acordo acerca
desse assunto é que ele é dos mais difíceis de serem
pensados – de se encontrar abordagens teóricas
esclarecedoras –, para não mencionar a dificuldade ainda
maior de se encontrar resoluções práticas para a crise.
Acreditamos, nesse sentido, que uma visita aos
chamados “clássicos” pode trazer-nos eventualmente
alguma perspectiva para a qual talvez não tenhamos
atentado o suficiente e, desse modo, iluminar nosso olhar
sobre um tema que nos inquieta. É com tal intenção que
propomos aqui um retorno ao pensamento filosófico e
pedagógico do século XVIII, mais precisamente aquele de
Jean-Jacques Rousseau. Indo na trilha das convicções de
Hannah Arendt, diríamos que é fundamental retomar o fio
da tradição, que faz nossa ligação com o passado,
mormente quando se trata de crises no campo dos
relacionamentos humanos. Pois é possível que estejamos
deparando com problemas e questões com as quais os
homens do passado também já depararam, e para os quais
podem ter encontrado soluções e perspectivas de
apreensão que, se não puderem ser reproduzidas por nós,
podem ao menos nos indicar um caminho de
problematização, a partir do qual nós poderemos formular
nossas próprias soluções e perspectivas de apreensão.
S. FRANCISCO, M.F. Autoridade e contrato pedagógico
em Rousseau. In: AQUINO, Júlio Groppa. Autoridade e
autonomia na escola alternativas teóricas e práticas.
São Paulo: Summus Editorial, 1999, p. 101. 4ªed. Com
adaptações.
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