Foram encontradas 295 questões.
- LegislaçãoLei 9.394/1996: Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
- Temas Educacionais Pedagógicos
A LDB permite a adoção de progressão
continuada como estratégia de superação da
repetência e da evasão escolar, desde que associada a
práticas de reforço e recuperação paralela, sem que
isso configure flexibilização da avaliação do
rendimento, que permanece vinculada ao
cumprimento dos objetivos propostos no
planejamento docente.
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- LegislaçãoBNCC: Base Nacional Comum Curricular
- Temas Educacionais PedagógicosInclusão e Exclusão: Diversidade, Desigualdade e Diferença
A BNCC, ao definir os direitos de aprendizagem
e desenvolvimento, impõe às escolas brasileiras a
responsabilidade de organizar práticas pedagógicas
que considerem as singularidades dos estudantes,
inclusive aqueles com deficiência, transtornos globais
do desenvolvimento e altas habilidades, em
consonância com os princípios da Educação Inclusiva
e da equidade.
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- SintaxeRegência
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemVícios de Linguagem
Da Educação Tradicional à Escola Nova
Todos os conceitos e todas as teorias estão
interconectados. Não há conceitos em hierarquias.
Uma ciência ou uma disciplina não é mais importante
do que a outra. A visão do conhecimento em rede
constitui um instrumento para a transformação
potencial do próprio conhecimento. Reconhece-o
como um processo, algo que não possui um aspecto
definível absolutamente fixo. Implica um sistema
aberto à participação, uma estrutura dissipadora e que
está em constante fluxo de energia, capaz de
crescimento e de transformação sem fim. A imagem
de rede, tanto do conhecimento em rede como de
redes de conhecimentos, pressupõe flexibilidade,
plasticidade, interatividade, adaptabilidade,
cooperação, parceria, apoio mútuo e auto-organização.
As novas gerações encontram-se inseridas em
diversas redes e não concebem seu cotidiano sem
interações e trocas e compartilhamentos constantes e
rápidos de informações. Sendo assim, na medida em
que a universidade tem papel incontestável na
formação do caráter discente, pode vir a transformar
fundamentalmente a realidade da sociedade.
TORRES, Patrícia L.; TRINDADE, Rui; CARNEIRO, Virgínia B.
Autonomia discente na universidade: metodologias ativas e a
cibercultura. In: Revista Teias, v. 20, n. 56, jan./mar. 2019, com
adaptações.
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Da Educação Tradicional à Escola Nova
Todos os conceitos e todas as teorias estão
interconectados. Não há conceitos em hierarquias.
Uma ciência ou uma disciplina não é mais importante
do que a outra. A visão do conhecimento em rede
constitui um instrumento para a transformação
potencial do próprio conhecimento. Reconhece-o
como um processo, algo que não possui um aspecto
definível absolutamente fixo. Implica um sistema
aberto à participação, uma estrutura dissipadora e que
está em constante fluxo de energia, capaz de
crescimento e de transformação sem fim. A imagem
de rede, tanto do conhecimento em rede como de
redes de conhecimentos, pressupõe flexibilidade,
plasticidade, interatividade, adaptabilidade,
cooperação, parceria, apoio mútuo e auto-organização.
As novas gerações encontram-se inseridas em
diversas redes e não concebem seu cotidiano sem
interações e trocas e compartilhamentos constantes e
rápidos de informações. Sendo assim, na medida em
que a universidade tem papel incontestável na
formação do caráter discente, pode vir a transformar
fundamentalmente a realidade da sociedade.
TORRES, Patrícia L.; TRINDADE, Rui; CARNEIRO, Virgínia B.
Autonomia discente na universidade: metodologias ativas e a
cibercultura. In: Revista Teias, v. 20, n. 56, jan./mar. 2019, com
adaptações.
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Da Educação Tradicional à Escola Nova
Todos os conceitos e todas as teorias estão
interconectados. Não há conceitos em hierarquias.
Uma ciência ou uma disciplina não é mais importante
do que a outra. A visão do conhecimento em rede
constitui um instrumento para a transformação
potencial do próprio conhecimento. Reconhece-o
como um processo, algo que não possui um aspecto
definível absolutamente fixo. Implica um sistema
aberto à participação, uma estrutura dissipadora e que
está em constante fluxo de energia, capaz de
crescimento e de transformação sem fim. A imagem
de rede, tanto do conhecimento em rede como de
redes de conhecimentos, pressupõe flexibilidade,
plasticidade, interatividade, adaptabilidade,
cooperação, parceria, apoio mútuo e auto-organização.
As novas gerações encontram-se inseridas em
diversas redes e não concebem seu cotidiano sem
interações e trocas e compartilhamentos constantes e
rápidos de informações. Sendo assim, na medida em
que a universidade tem papel incontestável na
formação do caráter discente, pode vir a transformar
fundamentalmente a realidade da sociedade.
TORRES, Patrícia L.; TRINDADE, Rui; CARNEIRO, Virgínia B.
Autonomia discente na universidade: metodologias ativas e a
cibercultura. In: Revista Teias, v. 20, n. 56, jan./mar. 2019, com
adaptações.
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Da Educação Tradicional à Escola Nova
Todos os conceitos e todas as teorias estão
interconectados. Não há conceitos em hierarquias.
Uma ciência ou uma disciplina não é mais importante
do que a outra. A visão do conhecimento em rede
constitui um instrumento para a transformação
potencial do próprio conhecimento. Reconhece-o
como um processo, algo que não possui um aspecto
definível absolutamente fixo. Implica um sistema
aberto à participação, uma estrutura dissipadora e que
está em constante fluxo de energia, capaz de
crescimento e de transformação sem fim. A imagem
de rede, tanto do conhecimento em rede como de
redes de conhecimentos, pressupõe flexibilidade,
plasticidade, interatividade, adaptabilidade,
cooperação, parceria, apoio mútuo e auto-organização.
As novas gerações encontram-se inseridas em
diversas redes e não concebem seu cotidiano sem
interações e trocas e compartilhamentos constantes e
rápidos de informações. Sendo assim, na medida em
que a universidade tem papel incontestável na
formação do caráter discente, pode vir a transformar
fundamentalmente a realidade da sociedade.
TORRES, Patrícia L.; TRINDADE, Rui; CARNEIRO, Virgínia B.
Autonomia discente na universidade: metodologias ativas e a
cibercultura. In: Revista Teias, v. 20, n. 56, jan./mar. 2019, com
adaptações.
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Todos os conceitos e todas as teorias estão
interconectados. Não há conceitos em hierarquias.
Uma ciência ou uma disciplina não é mais importante
do que a outra. A visão do conhecimento em rede
constitui um instrumento para a transformação
potencial do próprio conhecimento. Reconhece-o
como um processo, algo que não possui um aspecto
definível absolutamente fixo. Implica um sistema
aberto à participação, uma estrutura dissipadora e que
está em constante fluxo de energia, capaz de
crescimento e de transformação sem fim. A imagem
de rede, tanto do conhecimento em rede como de
redes de conhecimentos, pressupõe flexibilidade,
plasticidade, interatividade, adaptabilidade,
cooperação, parceria, apoio mútuo e auto-organização.
As novas gerações encontram-se inseridas em
diversas redes e não concebem seu cotidiano sem
interações e trocas e compartilhamentos constantes e
rápidos de informações. Sendo assim, na medida em
que a universidade tem papel incontestável na
formação do caráter discente, pode vir a transformar
fundamentalmente a realidade da sociedade.
TORRES, Patrícia L.; TRINDADE, Rui; CARNEIRO, Virgínia B.
Autonomia discente na universidade: metodologias ativas e a
cibercultura. In: Revista Teias, v. 20, n. 56, jan./mar. 2019, com
adaptações.
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No período “Jamais se deve desconsiderar o
direito do educando à inclusão”, a próclise é
obrigatória, uma vez que o advérbio “jamais”
funciona como elemento atrativo que impede o uso da
ênclise, o que tornaria a frase inadequada no padrão
formal da escrita.
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Quando um documento oficial do Ministério da
Educação, como o Plano Nacional de Educação
(PNE), utiliza expressões como “visa-se à garantia da
qualidade da educação básica”, está empregando,
predominantemente, a função metalinguística da
linguagem, pois discorre sobre a própria linguagem
da política educacional.
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No trecho hipotético “A professora advertiu aos
alunos que se atrasaram”, observa-se um uso
plenamente adequado da regência verbal, já que o
verbo “advertir”, quando empregado no sentido de
repreender, admite a preposição “a” antes do objeto
direto representado pela pessoa advertida. Além
disso, se o trecho fosse reformulado para “A
professora os advertiu que se atrasaram”, haveria
obrigatoriedade de próclise em vez de ênclise, visto
que “que” atuaria como elemento atrativo imediato,
invalidando a segunda construção.
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