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Foram encontradas 40 questões.

1640701 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Cruzeiro Sul-AC
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Considere as regras de ortografia e assinale a alternativa correta.

 

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1640700 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Cruzeiro Sul-AC
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Quanto à regra de acentuação utilizada nas palavras: espécie, vitória e perpétuo, assinale a alternativa correta.

 

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1640699 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Cruzeiro Sul-AC
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Observe: “Todos os dias, D. Maria vai _____ mercearia e compra o necessário para _____ família. _____ muito tempo _____ acompanho nesta rotina diária.” Assinale a alternativa que preencha correta e respectivamente as lacunas acima.

 

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1640698 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Cruzeiro Sul-AC
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Considere as regras de Concordância Nominal e Verbal e assinale a alternativa incorreta.

 

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1640697 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Cruzeiro Sul-AC
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A ortografia estabelece padrões de escrita das palavras de uma língua. Sendo assim, assinale a alternativa em que todas as palavras foram escritas corretamente.

 

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1640696 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Cruzeiro Sul-AC
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Leia o texto abaixo para responder as questões de 1 a 5.


Proibidos, lixões ainda são utilizados para descarte de resíduos no Brasil


Uma das soluções é a transferência dos trabalhadores para cooperativas de reciclagem, experiência pela qual passou a cearense Lúcia.

A cearense Lúcia Fernandes do Nascimento é uma entre milhões de brasileiros que não tiveram infância. A vida era dura em Reriutaba, interior do Estado, onde ela nasceu e de onde saiu aos 10 anos, com os pais e 13 irmãos, para ir morar em Brasília. O trabalho duro a ajudou a forjar sua identidade. Mas sua essência natural, de cearense típica, já estava presente na fala direta, expansiva e na personalidade forte. Começou a trabalhar uma semana após ter chegado ao Planalto Central. Aos 10 anos, em uma casa de família. Ironicamente, tinha de cuidar dos filhos dos patrões. Justamente ela, uma criança.[...]

“Comecei a trabalhar no lixão sem saber muito dos perigos. De repente fui me dando conta. A lembrança mais forte foi no dia que perdi minha amiga Glaice. Trabalhávamos juntas, conversávamos, dividíamos sonhos e frustrações. Ela morreu no chão da Estrutural, depois que uma carreta tombou em cima dela”, conta. [...] O objetivo de Lúcia de se transferir do lixão ficou facilitado em 2010, com a implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos. Houve então enquadramento jurídico que permitiu que cooperativas relacionadas à coleta de lixo fossem contratadas formalmente como prestadoras de serviço. A transferência para galpões veio depois de muita luta e reivindicação. Mas ela destaca ainda que o processo de convencimento dos catadores, de que eles não perderiam seu ganha-pão, também foi muito difícil. [...]

“No lixão não tinha INSS, não tinha segurança, não tinha refeitório digno, não tinha um banheiro, não tinha local de trabalho digno. Hoje temos tudo isso. Nunca deixei de lutar.”

Com o fim do lixão em 2018, os resíduos passaram a ser depositados, e tratados, no Aterro Sanitário de Brasília. O Distrito Federal tem cerca de 1,3 mil catadores de materiais recicláveis, com o governo cedendo cinco espaços, dois deles só para a recuperação de resíduos.[...]

Eugenio Goussinsky, do R7.

Analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).

( ) Começou a trabalhar uma semana após ter chegado ao “Planalto Central” A expressão em destaque se refere a uma região de Reriutaba, onde nasceu Lúcia.

( ) “O Distrito Federal” tem cerca de 1,3 mil catadores de materiais recicláveis. A expressão em destaque é classificada sintaticamente como sujeito simples.

( ) A essência natural, de cearense típica, estava presente no jeito trabalhador e calado de Lúcia, que se mostrava sempre serena e tranquila.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.

 

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1640695 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Cruzeiro Sul-AC
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Leia o texto abaixo para responder as questões de 1 a 5.


Proibidos, lixões ainda são utilizados para descarte de resíduos no Brasil


Uma das soluções é a transferência dos trabalhadores para cooperativas de reciclagem, experiência pela qual passou a cearense Lúcia.

A cearense Lúcia Fernandes do Nascimento é uma entre milhões de brasileiros que não tiveram infância. A vida era dura em Reriutaba, interior do Estado, onde ela nasceu e de onde saiu aos 10 anos, com os pais e 13 irmãos, para ir morar em Brasília. O trabalho duro a ajudou a forjar sua identidade. Mas sua essência natural, de cearense típica, já estava presente na fala direta, expansiva e na personalidade forte. Começou a trabalhar uma semana após ter chegado ao Planalto Central. Aos 10 anos, em uma casa de família. Ironicamente, tinha de cuidar dos filhos dos patrões. Justamente ela, uma criança.[...]

“Comecei a trabalhar no lixão sem saber muito dos perigos. De repente fui me dando conta. A lembrança mais forte foi no dia que perdi minha amiga Glaice. Trabalhávamos juntas, conversávamos, dividíamos sonhos e frustrações. Ela morreu no chão da Estrutural, depois que uma carreta tombou em cima dela”, conta. [...] O objetivo de Lúcia de se transferir do lixão ficou facilitado em 2010, com a implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos. Houve então enquadramento jurídico que permitiu que cooperativas relacionadas à coleta de lixo fossem contratadas formalmente como prestadoras de serviço. A transferência para galpões veio depois de muita luta e reivindicação. Mas ela destaca ainda que o processo de convencimento dos catadores, de que eles não perderiam seu ganha-pão, também foi muito difícil. [...]

“No lixão não tinha INSS, não tinha segurança, não tinha refeitório digno, não tinha um banheiro, não tinha local de trabalho digno. Hoje temos tudo isso. Nunca deixei de lutar.”

Com o fim do lixão em 2018, os resíduos passaram a ser depositados, e tratados, no Aterro Sanitário de Brasília. O Distrito Federal tem cerca de 1,3 mil catadores de materiais recicláveis, com o governo cedendo cinco espaços, dois deles só para a recuperação de resíduos.[...]

Eugenio Goussinsky, do R7.

Observe: dois “deles” só “para” a recuperação “de” resíduos. Assinale a alternativa correta quanto à classificação gramatical das palavras destacadas.

 

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1640694 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Cruzeiro Sul-AC
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Leia o texto abaixo para responder as questões de 1 a 5.


Proibidos, lixões ainda são utilizados para descarte de resíduos no Brasil


Uma das soluções é a transferência dos trabalhadores para cooperativas de reciclagem, experiência pela qual passou a cearense Lúcia.

A cearense Lúcia Fernandes do Nascimento é uma entre milhões de brasileiros que não tiveram infância. A vida era dura em Reriutaba, interior do Estado, onde ela nasceu e de onde saiu aos 10 anos, com os pais e 13 irmãos, para ir morar em Brasília. O trabalho duro a ajudou a forjar sua identidade. Mas sua essência natural, de cearense típica, já estava presente na fala direta, expansiva e na personalidade forte. Começou a trabalhar uma semana após ter chegado ao Planalto Central. Aos 10 anos, em uma casa de família. Ironicamente, tinha de cuidar dos filhos dos patrões. Justamente ela, uma criança.[...]

“Comecei a trabalhar no lixão sem saber muito dos perigos. De repente fui me dando conta. A lembrança mais forte foi no dia que perdi minha amiga Glaice. Trabalhávamos juntas, conversávamos, dividíamos sonhos e frustrações. Ela morreu no chão da Estrutural, depois que uma carreta tombou em cima dela”, conta. [...] O objetivo de Lúcia de se transferir do lixão ficou facilitado em 2010, com a implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos. Houve então enquadramento jurídico que permitiu que cooperativas relacionadas à coleta de lixo fossem contratadas formalmente como prestadoras de serviço. A transferência para galpões veio depois de muita luta e reivindicação. Mas ela destaca ainda que o processo de convencimento dos catadores, de que eles não perderiam seu ganha-pão, também foi muito difícil. [...]

“No lixão não tinha INSS, não tinha segurança, não tinha refeitório digno, não tinha um banheiro, não tinha local de trabalho digno. Hoje temos tudo isso. Nunca deixei de lutar.”

Com o fim do lixão em 2018, os resíduos passaram a ser depositados, e tratados, no Aterro Sanitário de Brasília. O Distrito Federal tem cerca de 1,3 mil catadores de materiais recicláveis, com o governo cedendo cinco espaços, dois deles só para a recuperação de resíduos.[...]

Eugenio Goussinsky, do R7.

No texto, há vários trechos em que aparece a fala direta de Lúcia Fernandes. Assinale a alternativa em que aparece uma expressão não dita por Lúcia.

 

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1640693 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Cruzeiro Sul-AC
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Leia o texto abaixo para responder as questões de 1 a 5.


Proibidos, lixões ainda são utilizados para descarte de resíduos no Brasil


Uma das soluções é a transferência dos trabalhadores para cooperativas de reciclagem, experiência pela qual passou a cearense Lúcia.

A cearense Lúcia Fernandes do Nascimento é uma entre milhões de brasileiros que não tiveram infância. A vida era dura em Reriutaba, interior do Estado, onde ela nasceu e de onde saiu aos 10 anos, com os pais e 13 irmãos, para ir morar em Brasília. O trabalho duro a ajudou a forjar sua identidade. Mas sua essência natural, de cearense típica, já estava presente na fala direta, expansiva e na personalidade forte. Começou a trabalhar uma semana após ter chegado ao Planalto Central. Aos 10 anos, em uma casa de família. Ironicamente, tinha de cuidar dos filhos dos patrões. Justamente ela, uma criança.[...]

“Comecei a trabalhar no lixão sem saber muito dos perigos. De repente fui me dando conta. A lembrança mais forte foi no dia que perdi minha amiga Glaice. Trabalhávamos juntas, conversávamos, dividíamos sonhos e frustrações. Ela morreu no chão da Estrutural, depois que uma carreta tombou em cima dela”, conta. [...] O objetivo de Lúcia de se transferir do lixão ficou facilitado em 2010, com a implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos. Houve então enquadramento jurídico que permitiu que cooperativas relacionadas à coleta de lixo fossem contratadas formalmente como prestadoras de serviço. A transferência para galpões veio depois de muita luta e reivindicação. Mas ela destaca ainda que o processo de convencimento dos catadores, de que eles não perderiam seu ganha-pão, também foi muito difícil. [...]

“No lixão não tinha INSS, não tinha segurança, não tinha refeitório digno, não tinha um banheiro, não tinha local de trabalho digno. Hoje temos tudo isso. Nunca deixei de lutar.”

Com o fim do lixão em 2018, os resíduos passaram a ser depositados, e tratados, no Aterro Sanitário de Brasília. O Distrito Federal tem cerca de 1,3 mil catadores de materiais recicláveis, com o governo cedendo cinco espaços, dois deles só para a recuperação de resíduos.[...]

Eugenio Goussinsky, do R7.

O texto é classificado como _____ visto que _____ um fato com o intuito de informar o leitor.

Assinale a alternativa que preencha correta e respectivamente as lacunas.

 

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Questão presente nas seguintes provas
1640692 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Cruzeiro Sul-AC
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Leia o texto abaixo para responder as questões de 1 a 5.


Proibidos, lixões ainda são utilizados para descarte de resíduos no Brasil


Uma das soluções é a transferência dos trabalhadores para cooperativas de reciclagem, experiência pela qual passou a cearense Lúcia.

A cearense Lúcia Fernandes do Nascimento é uma entre milhões de brasileiros que não tiveram infância. A vida era dura em Reriutaba, interior do Estado, onde ela nasceu e de onde saiu aos 10 anos, com os pais e 13 irmãos, para ir morar em Brasília. O trabalho duro a ajudou a forjar sua identidade. Mas sua essência natural, de cearense típica, já estava presente na fala direta, expansiva e na personalidade forte. Começou a trabalhar uma semana após ter chegado ao Planalto Central. Aos 10 anos, em uma casa de família. Ironicamente, tinha de cuidar dos filhos dos patrões. Justamente ela, uma criança.[...]

“Comecei a trabalhar no lixão sem saber muito dos perigos. De repente fui me dando conta. A lembrança mais forte foi no dia que perdi minha amiga Glaice. Trabalhávamos juntas, conversávamos, dividíamos sonhos e frustrações. Ela morreu no chão da Estrutural, depois que uma carreta tombou em cima dela”, conta. [...] O objetivo de Lúcia de se transferir do lixão ficou facilitado em 2010, com a implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos. Houve então enquadramento jurídico que permitiu que cooperativas relacionadas à coleta de lixo fossem contratadas formalmente como prestadoras de serviço. A transferência para galpões veio depois de muita luta e reivindicação. Mas ela destaca ainda que o processo de convencimento dos catadores, de que eles não perderiam seu ganha-pão, também foi muito difícil. [...]

“No lixão não tinha INSS, não tinha segurança, não tinha refeitório digno, não tinha um banheiro, não tinha local de trabalho digno. Hoje temos tudo isso. Nunca deixei de lutar.”

Com o fim do lixão em 2018, os resíduos passaram a ser depositados, e tratados, no Aterro Sanitário de Brasília. O Distrito Federal tem cerca de 1,3 mil catadores de materiais recicláveis, com o governo cedendo cinco espaços, dois deles só para a recuperação de resíduos.[...]

Eugenio Goussinsky, do R7.

Segundo o texto, assinale alternativa correta.

 

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