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Os mineiros são invencíveis em festa de casamento
Quando organizei meu casamento em Belo Horizonte, o
choque cultural foi imediato: eu, gaúcho, e ela, mineira,
tínhamos duas tradições muito diferentes para festas de
casamento. Como os convidados estavam divididos
entre os dois Estados, tivemos que escolher um único
modelo.
O dilema não era escolher padrinhos ou organizar os
assentos no salão, mas definir a sequência da festa. No
Rio Grande do Sul, o bufê é servido no início, para que
as pessoas comam antes de beber e evitem exageros.
Já em Minas, a comida é servida no final, como o auge
da celebração.
Travei um debate com minha noiva. Argumentei que os
mais velhos precisavam comer cedo para não passarem
mal. Ela discordou, dizendo que isso deixaria os
convidados sonolentos e a festa terminaria antes do
tempo.
Beatriz explicou com convicção: em Minas, até os mais
velhos lideram a dança e ninguém abandona a festa
cedo. A música abre a recepção, e a comida só aparece
no final, quando os mineiros "ressuscitam" e renovam a
energia. Além disso, mineiros felizes comem por três e
repetem o prato várias vezes, garantindo que a festa
tenha um segundo pico à meia-noite.
Cedi, é claro. E ela estava certa: nenhum mineiro caiu de
bêbado ou foi embora antes do fim. Às 4h30 da manhã,
eles ainda estavam dançando, contrariados por terem
que sair. Enquanto isso, meus amigos gaúchos não
resistiram: seis deles estavam abraçados ao vaso
sanitário, já sonhando com o voo de volta.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/os-mineiros-sao-i
nvenciveis-em-festa-de-casamento-1.2226330
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Quando organizei meu casamento em Belo Horizonte, o
choque cultural foi imediato: eu, gaúcho, e ela, mineira,
tínhamos duas tradições muito diferentes para festas de
casamento. Como os convidados estavam divididos
entre os dois Estados, tivemos que escolher um único
modelo.
O dilema não era escolher padrinhos ou organizar os
assentos no salão, mas definir a sequência da festa. No
Rio Grande do Sul, o bufê é servido no início, para que
as pessoas comam antes de beber e evitem exageros.
Já em Minas, a comida é servida no final, como o auge
da celebração.
Travei um debate com minha noiva. Argumentei que os
mais velhos precisavam comer cedo para não passarem
mal. Ela discordou, dizendo que isso deixaria os
convidados sonolentos e a festa terminaria antes do
tempo.
Beatriz explicou com convicção: em Minas, até os mais
velhos lideram a dança e ninguém abandona a festa
cedo. A música abre a recepção, e a comida só aparece
no final, quando os mineiros "ressuscitam" e renovam a
energia. Além disso, mineiros felizes comem por três e
repetem o prato várias vezes, garantindo que a festa
tenha um segundo pico à meia-noite.
Cedi, é claro. E ela estava certa: nenhum mineiro caiu de
bêbado ou foi embora antes do fim. Às 4h30 da manhã,
eles ainda estavam dançando, contrariados por terem
que sair. Enquanto isso, meus amigos gaúchos não
resistiram: seis deles estavam abraçados ao vaso
sanitário, já sonhando com o voo de volta.
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casamento. Como os convidados estavam divididos
entre os dois Estados, tivemos que escolher um único
modelo.
O dilema não era escolher padrinhos ou organizar os
assentos no salão, mas definir a sequência da festa. No
Rio Grande do Sul, o bufê é servido no início, para que
as pessoas comam antes de beber e evitem exageros.
Já em Minas, a comida é servida no final, como o auge
da celebração.
Travei um debate com minha noiva. Argumentei que os
mais velhos precisavam comer cedo para não passarem
mal. Ela discordou, dizendo que isso deixaria os
convidados sonolentos e a festa terminaria antes do
tempo.
Beatriz explicou com convicção: em Minas, até os mais
velhos lideram a dança e ninguém abandona a festa
cedo. A música abre a recepção, e a comida só aparece
no final, quando os mineiros "ressuscitam" e renovam a
energia. Além disso, mineiros felizes comem por três e
repetem o prato várias vezes, garantindo que a festa
tenha um segundo pico à meia-noite.
Cedi, é claro. E ela estava certa: nenhum mineiro caiu de
bêbado ou foi embora antes do fim. Às 4h30 da manhã,
eles ainda estavam dançando, contrariados por terem
que sair. Enquanto isso, meus amigos gaúchos não
resistiram: seis deles estavam abraçados ao vaso
sanitário, já sonhando com o voo de volta.
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tínhamos duas tradições muito diferentes para festas de
casamento. Como os convidados estavam divididos
entre os dois Estados, tivemos que escolher um único
modelo.
O dilema não era escolher padrinhos ou organizar os
assentos no salão, mas definir a sequência da festa. No
Rio Grande do Sul, o bufê é servido no início, para que
as pessoas comam antes de beber e evitem exageros.
Já em Minas, a comida é servida no final, como o auge
da celebração.
Travei um debate com minha noiva. Argumentei que os
mais velhos precisavam comer cedo para não passarem
mal. Ela discordou, dizendo que isso deixaria os
convidados sonolentos e a festa terminaria antes do
tempo.
Beatriz explicou com convicção: em Minas, até os mais
velhos lideram a dança e ninguém abandona a festa
cedo. A música abre a recepção, e a comida só aparece
no final, quando os mineiros "ressuscitam" e renovam a
energia. Além disso, mineiros felizes comem por três e
repetem o prato várias vezes, garantindo que a festa
tenha um segundo pico à meia-noite.
Cedi, é claro. E ela estava certa: nenhum mineiro caiu de
bêbado ou foi embora antes do fim. Às 4h30 da manhã,
eles ainda estavam dançando, contrariados por terem
que sair. Enquanto isso, meus amigos gaúchos não
resistiram: seis deles estavam abraçados ao vaso
sanitário, já sonhando com o voo de volta.
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casamento. Como os convidados estavam divididos
entre os dois Estados, tivemos que escolher um único
modelo.
O dilema não era escolher padrinhos ou organizar os
assentos no salão, mas definir a sequência da festa. No
Rio Grande do Sul, o bufê é servido no início, para que
as pessoas comam antes de beber e evitem exageros.
Já em Minas, a comida é servida no final, como o auge
da celebração.
Travei um debate com minha noiva. Argumentei que os
mais velhos precisavam comer cedo para não passarem
mal. Ela discordou, dizendo que isso deixaria os
convidados sonolentos e a festa terminaria antes do
tempo.
Beatriz explicou com convicção: em Minas, até os mais
velhos lideram a dança e ninguém abandona a festa
cedo. A música abre a recepção, e a comida só aparece
no final, quando os mineiros "ressuscitam" e renovam a
energia. Além disso, mineiros felizes comem por três e
repetem o prato várias vezes, garantindo que a festa
tenha um segundo pico à meia-noite.
Cedi, é claro. E ela estava certa: nenhum mineiro caiu de
bêbado ou foi embora antes do fim. Às 4h30 da manhã,
eles ainda estavam dançando, contrariados por terem
que sair. Enquanto isso, meus amigos gaúchos não
resistiram: seis deles estavam abraçados ao vaso
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"Às 4h30 da manhã, eles ainda estavam dançando, contrariados por terem que sair."
Sobre o uso dos sinais de pontuação nesse trecho, assinale a alternativa correta.
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casamento. Como os convidados estavam divididos
entre os dois Estados, tivemos que escolher um único
modelo.
O dilema não era escolher padrinhos ou organizar os
assentos no salão, mas definir a sequência da festa. No
Rio Grande do Sul, o bufê é servido no início, para que
as pessoas comam antes de beber e evitem exageros.
Já em Minas, a comida é servida no final, como o auge
da celebração.
Travei um debate com minha noiva. Argumentei que os
mais velhos precisavam comer cedo para não passarem
mal. Ela discordou, dizendo que isso deixaria os
convidados sonolentos e a festa terminaria antes do
tempo.
Beatriz explicou com convicção: em Minas, até os mais
velhos lideram a dança e ninguém abandona a festa
cedo. A música abre a recepção, e a comida só aparece
no final, quando os mineiros "ressuscitam" e renovam a
energia. Além disso, mineiros felizes comem por três e
repetem o prato várias vezes, garantindo que a festa
tenha um segundo pico à meia-noite.
Cedi, é claro. E ela estava certa: nenhum mineiro caiu de
bêbado ou foi embora antes do fim. Às 4h30 da manhã,
eles ainda estavam dançando, contrariados por terem
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resistiram: seis deles estavam abraçados ao vaso
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casamento. Como os convidados estavam divididos
entre os dois Estados, tivemos que escolher um único
modelo.
O dilema não era escolher padrinhos ou organizar os
assentos no salão, mas definir a sequência da festa. No
Rio Grande do Sul, o bufê é servido no início, para que
as pessoas comam antes de beber e evitem exageros.
Já em Minas, a comida é servida no final, como o auge
da celebração.
Travei um debate com minha noiva. Argumentei que os
mais velhos precisavam comer cedo para não passarem
mal. Ela discordou, dizendo que isso deixaria os
convidados sonolentos e a festa terminaria antes do
tempo.
Beatriz explicou com convicção: em Minas, até os mais
velhos lideram a dança e ninguém abandona a festa
cedo. A música abre a recepção, e a comida só aparece
no final, quando os mineiros "ressuscitam" e renovam a
energia. Além disso, mineiros felizes comem por três e
repetem o prato várias vezes, garantindo que a festa
tenha um segundo pico à meia-noite.
Cedi, é claro. E ela estava certa: nenhum mineiro caiu de
bêbado ou foi embora antes do fim. Às 4h30 da manhã,
eles ainda estavam dançando, contrariados por terem
que sair. Enquanto isso, meus amigos gaúchos não
resistiram: seis deles estavam abraçados ao vaso
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O dilema não era escolher padrinhos ou organizar os
assentos no salão, mas definir a sequência da festa. No
Rio Grande do Sul, o bufê é servido no início, para que
as pessoas comam antes de beber e evitem exageros.
Já em Minas, a comida é servida no final, como o auge
da celebração.
Travei um debate com minha noiva. Argumentei que os
mais velhos precisavam comer cedo para não passarem
mal. Ela discordou, dizendo que isso deixaria os
convidados sonolentos e a festa terminaria antes do
tempo.
Beatriz explicou com convicção: em Minas, até os mais
velhos lideram a dança e ninguém abandona a festa
cedo. A música abre a recepção, e a comida só aparece
no final, quando os mineiros "ressuscitam" e renovam a
energia. Além disso, mineiros felizes comem por três e
repetem o prato várias vezes, garantindo que a festa
tenha um segundo pico à meia-noite.
Cedi, é claro. E ela estava certa: nenhum mineiro caiu de
bêbado ou foi embora antes do fim. Às 4h30 da manhã,
eles ainda estavam dançando, contrariados por terem
que sair. Enquanto isso, meus amigos gaúchos não
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casamento. Como os convidados estavam divididos
entre os dois Estados, tivemos que escolher um único
modelo.
O dilema não era escolher padrinhos ou organizar os
assentos no salão, mas definir a sequência da festa. No
Rio Grande do Sul, o bufê é servido no início, para que
as pessoas comam antes de beber e evitem exageros.
Já em Minas, a comida é servida no final, como o auge
da celebração.
Travei um debate com minha noiva. Argumentei que os
mais velhos precisavam comer cedo para não passarem
mal. Ela discordou, dizendo que isso deixaria os
convidados sonolentos e a festa terminaria antes do
tempo.
Beatriz explicou com convicção: em Minas, até os mais
velhos lideram a dança e ninguém abandona a festa
cedo. A música abre a recepção, e a comida só aparece
no final, quando os mineiros "ressuscitam" e renovam a
energia. Além disso, mineiros felizes comem por três e
repetem o prato várias vezes, garantindo que a festa
tenha um segundo pico à meia-noite.
Cedi, é claro. E ela estava certa: nenhum mineiro caiu de
bêbado ou foi embora antes do fim. Às 4h30 da manhã,
eles ainda estavam dançando, contrariados por terem
que sair. Enquanto isso, meus amigos gaúchos não
resistiram: seis deles estavam abraçados ao vaso
sanitário, já sonhando com o voo de volta.
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O "Relatório do 4º Ciclo de Monitoramento das Metas
do Plano Nacional de Educação − 2022" apresenta
um panorama da situação da educação brasileira em
relação às metas do PNE. Analise as afirmativas
abaixo, em seguida, assinale a alternativa correta.
I. O relatório aponta que todas as metas do PNE para 2022 foram alcançadas com sucesso, demonstrando a eficácia das políticas educacionais implementadas no período.
II. O relatório destaca a importância do monitoramento contínuo das metas do PNE para garantir a implementação de políticas públicas eficazes e a melhoria da qualidade da educação.
III. O relatório indica que o Brasil já atingiu a meta de universalizar o acesso à educação infantil para crianças de 4 e 5 anos, mas ainda enfrenta desafios para garantir a oferta de educação infantil de qualidade para todas as crianças.
I. O relatório aponta que todas as metas do PNE para 2022 foram alcançadas com sucesso, demonstrando a eficácia das políticas educacionais implementadas no período.
II. O relatório destaca a importância do monitoramento contínuo das metas do PNE para garantir a implementação de políticas públicas eficazes e a melhoria da qualidade da educação.
III. O relatório indica que o Brasil já atingiu a meta de universalizar o acesso à educação infantil para crianças de 4 e 5 anos, mas ainda enfrenta desafios para garantir a oferta de educação infantil de qualidade para todas as crianças.
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