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Tudo joia?
Em Minas Gerais, cumprimentar é mais que educação, é
um código de conduta. Não importa o humor ou as
circunstâncias; deixar de saudar alguém é uma ofensa
grave. Desejar bom dia, boa tarde ou boa noite, olhando
nos olhos, é indispensável. Mineiros não economizam
nas palavras; gostam de pronunciar com ênfase, quase
como no Gênesis, celebrando o início de cada encontro.
Na capital mineira, os cumprimentos se dividem em três
grupos. O "Tudo bom?" é prático e direto, típico de quem
está com pressa e prefere evitar longas interações. Já o
"Beleza?"é descontraído e reflete uma vida leve, com
foco no prazer e na arte, geralmente usado pelos
descolados e amantes de uma rotina essencial.
O "Tudo joia?", por sua vez, é o mais popular, remetendo
à tradição mineradora e ao valor das pepitas de ouro.
Esse cumprimento é carregado de afeto e intimidade.
Quem o utiliza prioriza os laços familiares, valoriza as
histórias e adora prolongar as conversas, mesmo com
infinitas saideiras. Para o mineiro do "Tudo joia?", falar
com alguém é a verdadeira riqueza da vida. E você, qual
deles é o seu?
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/tudo-joia-1.2220
508
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Os mineiros são invencíveis em festa de casamento
Quando organizei meu casamento em Belo Horizonte, o
choque cultural foi imediato: eu, gaúcho, e ela, mineira,
tínhamos duas tradições muito diferentes para festas de
casamento. Como os convidados estavam divididos
entre os dois Estados, tivemos que escolher um único
modelo.
O dilema não era escolher padrinhos ou organizar os
assentos no salão, mas definir a sequência da festa. No
Rio Grande do Sul, o bufê é servido no início, para que
as pessoas comam antes de beber e evitem exageros.
Já em Minas, a comida é servida no final, como o auge
da celebração.
Travei um debate com minha noiva. Argumentei que os
mais velhos precisavam comer cedo para não passarem
mal. Ela discordou, dizendo que isso deixaria os
convidados sonolentos e a festa terminaria antes do
tempo.
Beatriz explicou com convicção: em Minas, até os mais
velhos lideram a dança e ninguém abandona a festa
cedo. A música abre a recepção, e a comida só aparece
no final, quando os mineiros "ressuscitam" e renovam a
energia. Além disso, mineiros felizes comem por três e
repetem o prato várias vezes, garantindo que a festa
tenha um segundo pico à meia-noite.
Cedi, é claro. E ela estava certa: nenhum mineiro caiu de
bêbado ou foi embora antes do fim. Às 4h30 da manhã,
eles ainda estavam dançando, contrariados por terem
que sair. Enquanto isso, meus amigos gaúchos não
resistiram: seis deles estavam abraçados ao vaso
sanitário, já sonhando com o voo de volta.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/os-mineiros-sao-i
nvenciveis-em-festa-de-casamento-1.2226330
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Quando organizei meu casamento em Belo Horizonte, o
choque cultural foi imediato: eu, gaúcho, e ela, mineira,
tínhamos duas tradições muito diferentes para festas de
casamento. Como os convidados estavam divididos
entre os dois Estados, tivemos que escolher um único
modelo.
O dilema não era escolher padrinhos ou organizar os
assentos no salão, mas definir a sequência da festa. No
Rio Grande do Sul, o bufê é servido no início, para que
as pessoas comam antes de beber e evitem exageros.
Já em Minas, a comida é servida no final, como o auge
da celebração.
Travei um debate com minha noiva. Argumentei que os
mais velhos precisavam comer cedo para não passarem
mal. Ela discordou, dizendo que isso deixaria os
convidados sonolentos e a festa terminaria antes do
tempo.
Beatriz explicou com convicção: em Minas, até os mais
velhos lideram a dança e ninguém abandona a festa
cedo. A música abre a recepção, e a comida só aparece
no final, quando os mineiros "ressuscitam" e renovam a
energia. Além disso, mineiros felizes comem por três e
repetem o prato várias vezes, garantindo que a festa
tenha um segundo pico à meia-noite.
Cedi, é claro. E ela estava certa: nenhum mineiro caiu de
bêbado ou foi embora antes do fim. Às 4h30 da manhã,
eles ainda estavam dançando, contrariados por terem
que sair. Enquanto isso, meus amigos gaúchos não
resistiram: seis deles estavam abraçados ao vaso
sanitário, já sonhando com o voo de volta.
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casamento. Como os convidados estavam divididos
entre os dois Estados, tivemos que escolher um único
modelo.
O dilema não era escolher padrinhos ou organizar os
assentos no salão, mas definir a sequência da festa. No
Rio Grande do Sul, o bufê é servido no início, para que
as pessoas comam antes de beber e evitem exageros.
Já em Minas, a comida é servida no final, como o auge
da celebração.
Travei um debate com minha noiva. Argumentei que os
mais velhos precisavam comer cedo para não passarem
mal. Ela discordou, dizendo que isso deixaria os
convidados sonolentos e a festa terminaria antes do
tempo.
Beatriz explicou com convicção: em Minas, até os mais
velhos lideram a dança e ninguém abandona a festa
cedo. A música abre a recepção, e a comida só aparece
no final, quando os mineiros "ressuscitam" e renovam a
energia. Além disso, mineiros felizes comem por três e
repetem o prato várias vezes, garantindo que a festa
tenha um segundo pico à meia-noite.
Cedi, é claro. E ela estava certa: nenhum mineiro caiu de
bêbado ou foi embora antes do fim. Às 4h30 da manhã,
eles ainda estavam dançando, contrariados por terem
que sair. Enquanto isso, meus amigos gaúchos não
resistiram: seis deles estavam abraçados ao vaso
sanitário, já sonhando com o voo de volta.
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casamento. Como os convidados estavam divididos
entre os dois Estados, tivemos que escolher um único
modelo.
O dilema não era escolher padrinhos ou organizar os
assentos no salão, mas definir a sequência da festa. No
Rio Grande do Sul, o bufê é servido no início, para que
as pessoas comam antes de beber e evitem exageros.
Já em Minas, a comida é servida no final, como o auge
da celebração.
Travei um debate com minha noiva. Argumentei que os
mais velhos precisavam comer cedo para não passarem
mal. Ela discordou, dizendo que isso deixaria os
convidados sonolentos e a festa terminaria antes do
tempo.
Beatriz explicou com convicção: em Minas, até os mais
velhos lideram a dança e ninguém abandona a festa
cedo. A música abre a recepção, e a comida só aparece
no final, quando os mineiros "ressuscitam" e renovam a
energia. Além disso, mineiros felizes comem por três e
repetem o prato várias vezes, garantindo que a festa
tenha um segundo pico à meia-noite.
Cedi, é claro. E ela estava certa: nenhum mineiro caiu de
bêbado ou foi embora antes do fim. Às 4h30 da manhã,
eles ainda estavam dançando, contrariados por terem
que sair. Enquanto isso, meus amigos gaúchos não
resistiram: seis deles estavam abraçados ao vaso
sanitário, já sonhando com o voo de volta.
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casamento. Como os convidados estavam divididos
entre os dois Estados, tivemos que escolher um único
modelo.
O dilema não era escolher padrinhos ou organizar os
assentos no salão, mas definir a sequência da festa. No
Rio Grande do Sul, o bufê é servido no início, para que
as pessoas comam antes de beber e evitem exageros.
Já em Minas, a comida é servida no final, como o auge
da celebração.
Travei um debate com minha noiva. Argumentei que os
mais velhos precisavam comer cedo para não passarem
mal. Ela discordou, dizendo que isso deixaria os
convidados sonolentos e a festa terminaria antes do
tempo.
Beatriz explicou com convicção: em Minas, até os mais
velhos lideram a dança e ninguém abandona a festa
cedo. A música abre a recepção, e a comida só aparece
no final, quando os mineiros "ressuscitam" e renovam a
energia. Além disso, mineiros felizes comem por três e
repetem o prato várias vezes, garantindo que a festa
tenha um segundo pico à meia-noite.
Cedi, é claro. E ela estava certa: nenhum mineiro caiu de
bêbado ou foi embora antes do fim. Às 4h30 da manhã,
eles ainda estavam dançando, contrariados por terem
que sair. Enquanto isso, meus amigos gaúchos não
resistiram: seis deles estavam abraçados ao vaso
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casamento. Como os convidados estavam divididos
entre os dois Estados, tivemos que escolher um único
modelo.
O dilema não era escolher padrinhos ou organizar os
assentos no salão, mas definir a sequência da festa. No
Rio Grande do Sul, o bufê é servido no início, para que
as pessoas comam antes de beber e evitem exageros.
Já em Minas, a comida é servida no final, como o auge
da celebração.
Travei um debate com minha noiva. Argumentei que os
mais velhos precisavam comer cedo para não passarem
mal. Ela discordou, dizendo que isso deixaria os
convidados sonolentos e a festa terminaria antes do
tempo.
Beatriz explicou com convicção: em Minas, até os mais
velhos lideram a dança e ninguém abandona a festa
cedo. A música abre a recepção, e a comida só aparece
no final, quando os mineiros "ressuscitam" e renovam a
energia. Além disso, mineiros felizes comem por três e
repetem o prato várias vezes, garantindo que a festa
tenha um segundo pico à meia-noite.
Cedi, é claro. E ela estava certa: nenhum mineiro caiu de
bêbado ou foi embora antes do fim. Às 4h30 da manhã,
eles ainda estavam dançando, contrariados por terem
que sair. Enquanto isso, meus amigos gaúchos não
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"Às 4h30 da manhã, eles ainda estavam dançando, contrariados por terem que sair."
Sobre o uso dos sinais de pontuação nesse trecho, assinale a alternativa correta.
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entre os dois Estados, tivemos que escolher um único
modelo.
O dilema não era escolher padrinhos ou organizar os
assentos no salão, mas definir a sequência da festa. No
Rio Grande do Sul, o bufê é servido no início, para que
as pessoas comam antes de beber e evitem exageros.
Já em Minas, a comida é servida no final, como o auge
da celebração.
Travei um debate com minha noiva. Argumentei que os
mais velhos precisavam comer cedo para não passarem
mal. Ela discordou, dizendo que isso deixaria os
convidados sonolentos e a festa terminaria antes do
tempo.
Beatriz explicou com convicção: em Minas, até os mais
velhos lideram a dança e ninguém abandona a festa
cedo. A música abre a recepção, e a comida só aparece
no final, quando os mineiros "ressuscitam" e renovam a
energia. Além disso, mineiros felizes comem por três e
repetem o prato várias vezes, garantindo que a festa
tenha um segundo pico à meia-noite.
Cedi, é claro. E ela estava certa: nenhum mineiro caiu de
bêbado ou foi embora antes do fim. Às 4h30 da manhã,
eles ainda estavam dançando, contrariados por terem
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O dilema não era escolher padrinhos ou organizar os
assentos no salão, mas definir a sequência da festa. No
Rio Grande do Sul, o bufê é servido no início, para que
as pessoas comam antes de beber e evitem exageros.
Já em Minas, a comida é servida no final, como o auge
da celebração.
Travei um debate com minha noiva. Argumentei que os
mais velhos precisavam comer cedo para não passarem
mal. Ela discordou, dizendo que isso deixaria os
convidados sonolentos e a festa terminaria antes do
tempo.
Beatriz explicou com convicção: em Minas, até os mais
velhos lideram a dança e ninguém abandona a festa
cedo. A música abre a recepção, e a comida só aparece
no final, quando os mineiros "ressuscitam" e renovam a
energia. Além disso, mineiros felizes comem por três e
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Cedi, é claro. E ela estava certa: nenhum mineiro caiu de
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eles ainda estavam dançando, contrariados por terem
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entre os dois Estados, tivemos que escolher um único
modelo.
O dilema não era escolher padrinhos ou organizar os
assentos no salão, mas definir a sequência da festa. No
Rio Grande do Sul, o bufê é servido no início, para que
as pessoas comam antes de beber e evitem exageros.
Já em Minas, a comida é servida no final, como o auge
da celebração.
Travei um debate com minha noiva. Argumentei que os
mais velhos precisavam comer cedo para não passarem
mal. Ela discordou, dizendo que isso deixaria os
convidados sonolentos e a festa terminaria antes do
tempo.
Beatriz explicou com convicção: em Minas, até os mais
velhos lideram a dança e ninguém abandona a festa
cedo. A música abre a recepção, e a comida só aparece
no final, quando os mineiros "ressuscitam" e renovam a
energia. Além disso, mineiros felizes comem por três e
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