Foram encontradas 300 questões.
Comida é dinheiro vivo
Mineiro não joga comida fora. Sempre acredita que o
resto pode ser usado de noite ou completar o próximo
cardápio. É um ser feito de esperança. Mesmo que tenha
apenas duas colheradas de um alimento, faz questão de
guardar. Só se livra das migalhas, e com o coração
apertado.
Geladeira de mineiro não é geladeira, mas um
purgatório. Haverá a convivência de potes transparentes
de diferentes dias, esperando o arremate final. Comida é
dinheiro em Minas Gerais. É dinheiro vivo.
O zelo já começa com a fiscalização da refeição. Todos
cuidam de todos, com um canto da mirada atenta às
reações dos demais comensais.
Mãe e pai não admitem que o filho não limpe o seu
prato. Mas limpar de verdade, a ponto de facilitar a vida
para quem lavar as vasilhas. É uma ofensa se servir à
toa. Cria-se na criança, desde cedo, uma consciência do
tamanho do apetite. Não se brinca com a fome. Se
esnobar uma vez pode faltar depois.
Existe o compromisso social no ato de repetir, não
devendo jamais acrescentar algo que não conseguirá
terminar. Aqui não se come com os olhos, mas a partir
do senso de responsabilidade.
Em caso de viagem da família, o extra não vai para o lixo
− a lixeira mal conhece os resíduos orgânicos.
Prepara-se uma marmita ao porteiro do prédio ou ao
porteiro do prédio vizinho ou a algum segurança do
bairro. O povo de casa não se aquietará até encontrar
alguém para levar a comidinha. Se acha que quando cai
comida no chão, da boca ou do garfo, é sinal de parente
passando necessidade, pense na gravidade do ato
intencional de colocar fora? Será uma maldição de
penúria para três gerações de sua árvore genealógica.
Nos restaurantes, a superstição mantém a escrita. A
diferença é que, comendo na rua, o mineiro prefere que
falte boia do que sobre. Nem é avareza, é desconfiança
de que a porção para um dará para dois. Mineiro acha
que o garçom está mentindo ou exagerando quando
avisa que a porção é para só uma pessoa. Decide pagar
para ver, e acaba tendo que completar. Nunca deixa à
mesa porque sempre tem um pedido feito atrasado.
Aliás, a porção para uma pessoa é, na verdade, para
uma pessoa e meia.
Para se vingar da matemática injusta dos
estabelecimentos, carregará tudo o que permanecer
sobre a mesa, é capaz de reivindicar o embrulho de uma
folha de alface, de uma azeitona, de quatro palitos de
batata frita, porém não deixa nada de nada para contar a
história. Apesar do gosto extravagante do pacote, como
desculpa, alegará que é para o cachorro.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/comida-e-dinheir
o-vivo-1.2223796
"Será uma maldição de penúria para três gerações de sua árvore genealógica."
Sobre as palavras destacadas na frase (penúria, árvore, genealógica, será, e três), analise as regras de acentuação gráfica e assinale a alternativa cuja regra esteja incorreta.
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Comida é dinheiro vivo
Mineiro não joga comida fora. Sempre acredita que o
resto pode ser usado de noite ou completar o próximo
cardápio. É um ser feito de esperança. Mesmo que tenha
apenas duas colheradas de um alimento, faz questão de
guardar. Só se livra das migalhas, e com o coração
apertado.
Geladeira de mineiro não é geladeira, mas um
purgatório. Haverá a convivência de potes transparentes
de diferentes dias, esperando o arremate final. Comida é
dinheiro em Minas Gerais. É dinheiro vivo.
O zelo já começa com a fiscalização da refeição. Todos
cuidam de todos, com um canto da mirada atenta às
reações dos demais comensais.
Mãe e pai não admitem que o filho não limpe o seu
prato. Mas limpar de verdade, a ponto de facilitar a vida
para quem lavar as vasilhas. É uma ofensa se servir à
toa. Cria-se na criança, desde cedo, uma consciência do
tamanho do apetite. Não se brinca com a fome. Se
esnobar uma vez pode faltar depois.
Existe o compromisso social no ato de repetir, não
devendo jamais acrescentar algo que não conseguirá
terminar. Aqui não se come com os olhos, mas a partir
do senso de responsabilidade.
Em caso de viagem da família, o extra não vai para o lixo
− a lixeira mal conhece os resíduos orgânicos.
Prepara-se uma marmita ao porteiro do prédio ou ao
porteiro do prédio vizinho ou a algum segurança do
bairro. O povo de casa não se aquietará até encontrar
alguém para levar a comidinha. Se acha que quando cai
comida no chão, da boca ou do garfo, é sinal de parente
passando necessidade, pense na gravidade do ato
intencional de colocar fora? Será uma maldição de
penúria para três gerações de sua árvore genealógica.
Nos restaurantes, a superstição mantém a escrita. A
diferença é que, comendo na rua, o mineiro prefere que
falte boia do que sobre. Nem é avareza, é desconfiança
de que a porção para um dará para dois. Mineiro acha
que o garçom está mentindo ou exagerando quando
avisa que a porção é para só uma pessoa. Decide pagar
para ver, e acaba tendo que completar. Nunca deixa à
mesa porque sempre tem um pedido feito atrasado.
Aliás, a porção para uma pessoa é, na verdade, para
uma pessoa e meia.
Para se vingar da matemática injusta dos
estabelecimentos, carregará tudo o que permanecer
sobre a mesa, é capaz de reivindicar o embrulho de uma
folha de alface, de uma azeitona, de quatro palitos de
batata frita, porém não deixa nada de nada para contar a
história. Apesar do gosto extravagante do pacote, como
desculpa, alegará que é para o cachorro.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/comida-e-dinheir
o-vivo-1.2223796
"Aliás, a porção para uma pessoa é, na verdade, para uma pessoa e meia."
Assinale a alternativa que explica corretamente a relação entre os elementos envolvidos na concordância dessa frase.
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Comida é dinheiro vivo
Mineiro não joga comida fora. Sempre acredita que o
resto pode ser usado de noite ou completar o próximo
cardápio. É um ser feito de esperança. Mesmo que tenha
apenas duas colheradas de um alimento, faz questão de
guardar. Só se livra das migalhas, e com o coração
apertado.
Geladeira de mineiro não é geladeira, mas um
purgatório. Haverá a convivência de potes transparentes
de diferentes dias, esperando o arremate final. Comida é
dinheiro em Minas Gerais. É dinheiro vivo.
O zelo já começa com a fiscalização da refeição. Todos
cuidam de todos, com um canto da mirada atenta às
reações dos demais comensais.
Mãe e pai não admitem que o filho não limpe o seu
prato. Mas limpar de verdade, a ponto de facilitar a vida
para quem lavar as vasilhas. É uma ofensa se servir à
toa. Cria-se na criança, desde cedo, uma consciência do
tamanho do apetite. Não se brinca com a fome. Se
esnobar uma vez pode faltar depois.
Existe o compromisso social no ato de repetir, não
devendo jamais acrescentar algo que não conseguirá
terminar. Aqui não se come com os olhos, mas a partir
do senso de responsabilidade.
Em caso de viagem da família, o extra não vai para o lixo
− a lixeira mal conhece os resíduos orgânicos.
Prepara-se uma marmita ao porteiro do prédio ou ao
porteiro do prédio vizinho ou a algum segurança do
bairro. O povo de casa não se aquietará até encontrar
alguém para levar a comidinha. Se acha que quando cai
comida no chão, da boca ou do garfo, é sinal de parente
passando necessidade, pense na gravidade do ato
intencional de colocar fora? Será uma maldição de
penúria para três gerações de sua árvore genealógica.
Nos restaurantes, a superstição mantém a escrita. A
diferença é que, comendo na rua, o mineiro prefere que
falte boia do que sobre. Nem é avareza, é desconfiança
de que a porção para um dará para dois. Mineiro acha
que o garçom está mentindo ou exagerando quando
avisa que a porção é para só uma pessoa. Decide pagar
para ver, e acaba tendo que completar. Nunca deixa à
mesa porque sempre tem um pedido feito atrasado.
Aliás, a porção para uma pessoa é, na verdade, para
uma pessoa e meia.
Para se vingar da matemática injusta dos
estabelecimentos, carregará tudo o que permanecer
sobre a mesa, é capaz de reivindicar o embrulho de uma
folha de alface, de uma azeitona, de quatro palitos de
batata frita, porém não deixa nada de nada para contar a
história. Apesar do gosto extravagante do pacote, como
desculpa, alegará que é para o cachorro.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
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o-vivo-1.2223796
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Comida é dinheiro vivo
Mineiro não joga comida fora. Sempre acredita que o
resto pode ser usado de noite ou completar o próximo
cardápio. É um ser feito de esperança. Mesmo que tenha
apenas duas colheradas de um alimento, faz questão de
guardar. Só se livra das migalhas, e com o coração
apertado.
Geladeira de mineiro não é geladeira, mas um
purgatório. Haverá a convivência de potes transparentes
de diferentes dias, esperando o arremate final. Comida é
dinheiro em Minas Gerais. É dinheiro vivo.
O zelo já começa com a fiscalização da refeição. Todos
cuidam de todos, com um canto da mirada atenta às
reações dos demais comensais.
Mãe e pai não admitem que o filho não limpe o seu
prato. Mas limpar de verdade, a ponto de facilitar a vida
para quem lavar as vasilhas. É uma ofensa se servir à
toa. Cria-se na criança, desde cedo, uma consciência do
tamanho do apetite. Não se brinca com a fome. Se
esnobar uma vez pode faltar depois.
Existe o compromisso social no ato de repetir, não
devendo jamais acrescentar algo que não conseguirá
terminar. Aqui não se come com os olhos, mas a partir
do senso de responsabilidade.
Em caso de viagem da família, o extra não vai para o lixo
− a lixeira mal conhece os resíduos orgânicos.
Prepara-se uma marmita ao porteiro do prédio ou ao
porteiro do prédio vizinho ou a algum segurança do
bairro. O povo de casa não se aquietará até encontrar
alguém para levar a comidinha. Se acha que quando cai
comida no chão, da boca ou do garfo, é sinal de parente
passando necessidade, pense na gravidade do ato
intencional de colocar fora? Será uma maldição de
penúria para três gerações de sua árvore genealógica.
Nos restaurantes, a superstição mantém a escrita. A
diferença é que, comendo na rua, o mineiro prefere que
falte boia do que sobre. Nem é avareza, é desconfiança
de que a porção para um dará para dois. Mineiro acha
que o garçom está mentindo ou exagerando quando
avisa que a porção é para só uma pessoa. Decide pagar
para ver, e acaba tendo que completar. Nunca deixa à
mesa porque sempre tem um pedido feito atrasado.
Aliás, a porção para uma pessoa é, na verdade, para
uma pessoa e meia.
Para se vingar da matemática injusta dos
estabelecimentos, carregará tudo o que permanecer
sobre a mesa, é capaz de reivindicar o embrulho de uma
folha de alface, de uma azeitona, de quatro palitos de
batata frita, porém não deixa nada de nada para contar a
história. Apesar do gosto extravagante do pacote, como
desculpa, alegará que é para o cachorro.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/comida-e-dinheir
o-vivo-1.2223796
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Comida é dinheiro vivo
Mineiro não joga comida fora. Sempre acredita que o
resto pode ser usado de noite ou completar o próximo
cardápio. É um ser feito de esperança. Mesmo que tenha
apenas duas colheradas de um alimento, faz questão de
guardar. Só se livra das migalhas, e com o coração
apertado.
Geladeira de mineiro não é geladeira, mas um
purgatório. Haverá a convivência de potes transparentes
de diferentes dias, esperando o arremate final. Comida é
dinheiro em Minas Gerais. É dinheiro vivo.
O zelo já começa com a fiscalização da refeição. Todos
cuidam de todos, com um canto da mirada atenta às
reações dos demais comensais.
Mãe e pai não admitem que o filho não limpe o seu
prato. Mas limpar de verdade, a ponto de facilitar a vida
para quem lavar as vasilhas. É uma ofensa se servir à
toa. Cria-se na criança, desde cedo, uma consciência do
tamanho do apetite. Não se brinca com a fome. Se
esnobar uma vez pode faltar depois.
Existe o compromisso social no ato de repetir, não
devendo jamais acrescentar algo que não conseguirá
terminar. Aqui não se come com os olhos, mas a partir
do senso de responsabilidade.
Em caso de viagem da família, o extra não vai para o lixo
− a lixeira mal conhece os resíduos orgânicos.
Prepara-se uma marmita ao porteiro do prédio ou ao
porteiro do prédio vizinho ou a algum segurança do
bairro. O povo de casa não se aquietará até encontrar
alguém para levar a comidinha. Se acha que quando cai
comida no chão, da boca ou do garfo, é sinal de parente
passando necessidade, pense na gravidade do ato
intencional de colocar fora? Será uma maldição de
penúria para três gerações de sua árvore genealógica.
Nos restaurantes, a superstição mantém a escrita. A
diferença é que, comendo na rua, o mineiro prefere que
falte boia do que sobre. Nem é avareza, é desconfiança
de que a porção para um dará para dois. Mineiro acha
que o garçom está mentindo ou exagerando quando
avisa que a porção é para só uma pessoa. Decide pagar
para ver, e acaba tendo que completar. Nunca deixa à
mesa porque sempre tem um pedido feito atrasado.
Aliás, a porção para uma pessoa é, na verdade, para
uma pessoa e meia.
Para se vingar da matemática injusta dos
estabelecimentos, carregará tudo o que permanecer
sobre a mesa, é capaz de reivindicar o embrulho de uma
folha de alface, de uma azeitona, de quatro palitos de
batata frita, porém não deixa nada de nada para contar a
história. Apesar do gosto extravagante do pacote, como
desculpa, alegará que é para o cachorro.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
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O "Relatório do 4º Ciclo de Monitoramento das Metas
do Plano Nacional de Educação − 2022" apresenta
um panorama da situação da educação brasileira em
relação às metas do PNE. Analise as afirmativas
abaixo, em seguida, assinale a alternativa correta.
I. O relatório aponta que todas as metas do PNE para 2022 foram alcançadas com sucesso, demonstrando a eficácia das políticas educacionais implementadas no período.
II. O relatório destaca a importância do monitoramento contínuo das metas do PNE para garantir a implementação de políticas públicas eficazes e a melhoria da qualidade da educação.
III. O relatório indica que o Brasil já atingiu a meta de universalizar o acesso à educação infantil para crianças de 4 e 5 anos, mas ainda enfrenta desafios para garantir a oferta de educação infantil de qualidade para todas as crianças.
I. O relatório aponta que todas as metas do PNE para 2022 foram alcançadas com sucesso, demonstrando a eficácia das políticas educacionais implementadas no período.
II. O relatório destaca a importância do monitoramento contínuo das metas do PNE para garantir a implementação de políticas públicas eficazes e a melhoria da qualidade da educação.
III. O relatório indica que o Brasil já atingiu a meta de universalizar o acesso à educação infantil para crianças de 4 e 5 anos, mas ainda enfrenta desafios para garantir a oferta de educação infantil de qualidade para todas as crianças.
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O gráfico abaixo informa o percentual de aprovação
no ENEM de cada uma das três turmas da 3ª série do
ensino médio de uma determinada escola.
Considerando que cada turma tem exatamente 40 alunos, quantos alunos desta escola foram aprovados?
Considerando que cada turma tem exatamente 40 alunos, quantos alunos desta escola foram aprovados?
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Questão presente nas seguintes provas
Márcio trabalha em sistema de home office e pode
definir como quiser seu horário de trabalho, desde
que em uma semana complete a carga total de 30
horas de trabalho. Assim, na semana anterior às
suas férias ele decidiu fazer a seguinte carga horária:
segunda-feira: 7 horas e 30 minutos; terça-feira: 8
horas e 15 minutos; quarta-feira: 6 horas;
quinta-feira: 8 horas e 10 minutos. Quanto tempo ele
precisa trabalhar na sexta-feira para cumprir sua
carga horária?
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Questão presente nas seguintes provas
A bênção infindável
Os mineiros têm um cuidado especial com seus pais.
Nunca os deixam a sós com suas lembranças.
Levam-nos para jantar, festas e praças, com orgulho do
carinho público no braço dado e no beijo na cabeça
grisalha. Aqui, não há idade para sair. Os idosos seguem
frequentando bares e shows, enquanto há vida e
esperança.
Ser adulto em Minas não significa deixar de ser filho. Os
mineiros cedem espaço ao passado, envaidecidos por
ajudar. Estão presentes até o último suspiro dos pais,
traduzindo suas últimas palavras como tradutores da
transcendência. E, mesmo após a partida, os filhos
mineiros não se despedem de imediato; choram ao longo
dos anos, com lágrimas que saciam a saudade.
As casas mineiras guardam relíquias familiares − móveis,
quadros, livros − como um museu de amor. Mais que
decoração, esses objetos carregam a alma da família.
Nada é descartado: um radinho, um relógio parado,
pratos de porcelana, ou uma cadeira de varanda. Tudo
mantém viva a memória.
Para os mineiros, o passado é uma bênção. A cidade
natal não é só onde nasceram, mas onde repousam os
mortos. É comum desejar ser enterrado junto aos pais,
sangue do mesmo sangue, no interior, perpetuando o
laço familiar.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/a-bencao-infinda
vel-1.2229260
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Questão presente nas seguintes provas
A Resolução CNE/CEB nº 1, de 25 de maio de 2021,
prevê regras importantes acerca da educação de
jovens e adultos. Acerca do assunto, marque (V) para
as afirmativas verdadeiras e (F) para as falsas.
(__) O Ensino Médio na EJA exige uma carga horária mínima de 1.600 horas, com formação exclusivamente técnica.
(__) Nos anos iniciais do Ensino Fundamental, a carga horária destinada à alfabetização inicial é de pelo menos 300 horas, divididas igualmente entre alfabetização e matemática.
(__) A EJA não permite flexibilização do tempo para cumprimento da carga horária, sendo obrigatória a conclusão dentro do período estipulado.
(__) A EJA é organizada em regime bimestral.
A sequência está correta em:
(__) O Ensino Médio na EJA exige uma carga horária mínima de 1.600 horas, com formação exclusivamente técnica.
(__) Nos anos iniciais do Ensino Fundamental, a carga horária destinada à alfabetização inicial é de pelo menos 300 horas, divididas igualmente entre alfabetização e matemática.
(__) A EJA não permite flexibilização do tempo para cumprimento da carga horária, sendo obrigatória a conclusão dentro do período estipulado.
(__) A EJA é organizada em regime bimestral.
A sequência está correta em:
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