Foram encontradas 70 questões.
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Cuiabá-MT
Entre os acidentes ocorridos na preparação de alimentos, os cortes e mutilações estão entre os mais frequentes. Em consideração ao fato, as normas de utilização, manuseio e conservação de tesouras e facas orientam que elas devem ser mantidas:
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A importância da memória na formação da identidade do indivíduo
As histórias e experiências vividas ajudam na construção da personalidade
Dos momentos mais marcantes aos acontecimentos cotidianos, tudo o que acontece em nossas vidas fica armazenado em nosso cérebro. Conforme explica a psicanalista Susan Guggenheim, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), são as lembranças que ajudam o ser humano a definir o seu lugar no mundo. “A memória permite ao sujeito que ele dê algum sentido ao seu estar no mundo nos momentos em que ele se interroga sobre quem é e o que realizou. Evidentemente, nem tudo é lembrado, pois existe uma seletividade das experiências recordadas”, conta a psicanalista.
Para o neurocientista Gilberto Xavier, da Universidade de São Paulo (USP), uma pessoa sem memória não tem identidade. “O próprio conceito de quem eu sou depende da minha história, pois somos frutos dela. Se uma pessoa não consegue lembrar da sua história, ela não é nada. Para se ter uma ideia, se observarmos dois irmãos gêmeos idênticos, que são iguais geneticamente, eles acabam se distinguindo pela personalidade. Essa diferença é fruto da história de cada um deles e de suas heranças culturais, fatores determinantes para a individualidade de cada ser humano”, explica Gilberto.
Susan Guggenheim lembra que a memória humana vem sendo estudada ao longo de séculos por meio de inúmeras descrições, classificações e medidas. “Entretanto, quem primeiro percebeu a dinâmica do seu funcionamento nas situações do cotidiano, bem como sua importância nos sintomas neuróticos, foi Sigmund Freud. Já em seus primeiros trabalhos, ele observou os diversos mecanismos inconscientes que são utilizados pelos sujeitos a fim de lidarem com as situações traumáticas. Além disso, ele percebeu que as pessoas histéricas sofriam de reminiscências”, afirma Susan.
Susan Guggenheim lembra que a memória humana vem sendo estudada ao longo de séculos por meio de inúmeras descrições, classificações e medidas. “Entretanto, quem primeiro percebeu a dinâmica do seu funcionamento nas situações do cotidiano, bem como sua importância nos sintomas neuróticos, foi Sigmund Freud. Já em seus primeiros trabalhos, ele observou os diversos mecanismos inconscientes que são utilizados pelos sujeitos a fim de lidarem com as situações traumáticas. Além disso, ele percebeu que as pessoas histéricas sofriam de reminiscências”, afirma Susan.
E qual a importância da memória coletiva na construção da sociedade? Respondendo a essa pergunta, a psicanalista lembra que a memória coletiva, seja construída pelos grupos sociais, ou por toda uma sociedade, desperta nas pessoas a sensação de pertencimento a um determinado grupo por terem vivenciado os mesmos “momentos históricos”. “Este sentimento de poder recordar experiências em comum é uma das características que distinguem uma geração da outra”, conta a professora.
Formação da memória
O professor Gilberto lembra que o cérebro é constituído por aproximadamente 87 bilhões de neurônios, que se comunicam entre si por meio de um processo químico chamado sinapse, criando uma infinidade de combinações. “Quando aprendemos algo, criamos novos circuitos cerebrais, que na verdade são novas combinações entre os neurônios. Toda vez que vivenciamos uma experiência, ou assimilamos uma informação, alteramos nossos circuitos cerebrais. Essa alteração na atividade dos circuitos nervosos é que gera a memória, que pode ser visual, auditiva, ou olfativa”, explica o professor.
Disponível em: http://redeglobo.globo.com/acao/noticia/ 2013/03/importancia-da-memoria-na-formacao-daidentidade- do-individuo.html
Em “ajudam o ser humano a definir o seu lugar no mundo” (1º parágrafo), a expressão destacada está adequadamente substituí da pelo pronome correspondente em:
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A importância da memória na formação da identidade do indivíduo
As histórias e experiências vividas ajudam na construção da personalidade
Dos momentos mais marcantes aos acontecimentos cotidianos, tudo o que acontece em nossas vidas fica armazenado em nosso cérebro. Conforme explica a psicanalista Susan Guggenheim, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), são as lembranças que ajudam o ser humano a definir o seu lugar no mundo. “A memória permite ao sujeito que ele dê algum sentido ao seu estar no mundo nos momentos em que ele se interroga sobre quem é e o que realizou. Evidentemente, nem tudo é lembrado, pois existe uma seletividade das experiências recordadas”, conta a psicanalista.
Para o neurocientista Gilberto Xavier, da Universidade de São Paulo (USP), uma pessoa sem memória não tem identidade. “O próprio conceito de quem eu sou depende da minha história, pois somos frutos dela. Se uma pessoa não consegue lembrar da sua história, ela não é nada. Para se ter uma ideia, se observarmos dois irmãos gêmeos idênticos, que são iguais geneticamente, eles acabam se distinguindo pela personalidade. Essa diferença é fruto da história de cada um deles e de suas heranças culturais, fatores determinantes para a individualidade de cada ser humano”, explica Gilberto.
Susan Guggenheim lembra que a memória humana vem sendo estudada ao longo de séculos por meio de inúmeras descrições, classificações e medidas. “Entretanto, quem primeiro percebeu a dinâmica do seu funcionamento nas situações do cotidiano, bem como sua importância nos sintomas neuróticos, foi Sigmund Freud. Já em seus primeiros trabalhos, ele observou os diversos mecanismos inconscientes que são utilizados pelos sujeitos a fim de lidarem com as situações traumáticas. Além disso, ele percebeu que as pessoas histéricas sofriam de reminiscências”, afirma Susan.
Susan Guggenheim lembra que a memória humana vem sendo estudada ao longo de séculos por meio de inúmeras descrições, classificações e medidas. “Entretanto, quem primeiro percebeu a dinâmica do seu funcionamento nas situações do cotidiano, bem como sua importância nos sintomas neuróticos, foi Sigmund Freud. Já em seus primeiros trabalhos, ele observou os diversos mecanismos inconscientes que são utilizados pelos sujeitos a fim de lidarem com as situações traumáticas. Além disso, ele percebeu que as pessoas histéricas sofriam de reminiscências”, afirma Susan.
E qual a importância da memória coletiva na construção da sociedade? Respondendo a essa pergunta, a psicanalista lembra que a memória coletiva, seja construída pelos grupos sociais, ou por toda uma sociedade, desperta nas pessoas a sensação de pertencimento a um determinado grupo por terem vivenciado os mesmos “momentos históricos”. “Este sentimento de poder recordar experiências em comum é uma das características que distinguem uma geração da outra”, conta a professora.
Formação da memória
O professor Gilberto lembra que o cérebro é constituído por aproximadamente 87 bilhões de neurônios, que se comunicam entre si por meio de um processo químico chamado sinapse, criando uma infinidade de combinações. “Quando aprendemos algo, criamos novos circuitos cerebrais, que na verdade são novas combinações entre os neurônios. Toda vez que vivenciamos uma experiência, ou assimilamos uma informação, alteramos nossos circuitos cerebrais. Essa alteração na atividade dos circuitos nervosos é que gera a memória, que pode ser visual, auditiva, ou olfativa”, explica o professor.
Disponível em: http://redeglobo.globo.com/acao/noticia/ 2013/03/importancia-da-memoria-na-formacao-daidentidade- do-individuo.html
Com base no trecho a seguir, responda a questão.
“Respondendo a essa pergunta, a psicanalista lembra que a memória coletiva, seja construída pelos grupos sociais, ou por toda uma sociedade, desperta nas pessoas a sensação de pertencimento a um determinado grupo por terem vivenciado os mesmos ‘momentos históricos”.
A palavra “mesmo” é invariável na seguinte frase:
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A importância da memória na formação da identidade do indivíduo
As histórias e experiências vividas ajudam na construção da personalidade
Dos momentos mais marcantes aos acontecimentos cotidianos, tudo o que acontece em nossas vidas fica armazenado em nosso cérebro. Conforme explica a psicanalista Susan Guggenheim, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), são as lembranças que ajudam o ser humano a definir o seu lugar no mundo. “A memória permite ao sujeito que ele dê algum sentido ao seu estar no mundo nos momentos em que ele se interroga sobre quem é e o que realizou. Evidentemente, nem tudo é lembrado, pois existe uma seletividade das experiências recordadas”, conta a psicanalista.
Para o neurocientista Gilberto Xavier, da Universidade de São Paulo (USP), uma pessoa sem memória não tem identidade. “O próprio conceito de quem eu sou depende da minha história, pois somos frutos dela. Se uma pessoa não consegue lembrar da sua história, ela não é nada. Para se ter uma ideia, se observarmos dois irmãos gêmeos idênticos, que são iguais geneticamente, eles acabam se distinguindo pela personalidade. Essa diferença é fruto da história de cada um deles e de suas heranças culturais, fatores determinantes para a individualidade de cada ser humano”, explica Gilberto.
Susan Guggenheim lembra que a memória humana vem sendo estudada ao longo de séculos por meio de inúmeras descrições, classificações e medidas. “Entretanto, quem primeiro percebeu a dinâmica do seu funcionamento nas situações do cotidiano, bem como sua importância nos sintomas neuróticos, foi Sigmund Freud. Já em seus primeiros trabalhos, ele observou os diversos mecanismos inconscientes que são utilizados pelos sujeitos a fim de lidarem com as situações traumáticas. Além disso, ele percebeu que as pessoas histéricas sofriam de reminiscências”, afirma Susan.
Susan Guggenheim lembra que a memória humana vem sendo estudada ao longo de séculos por meio de inúmeras descrições, classificações e medidas. “Entretanto, quem primeiro percebeu a dinâmica do seu funcionamento nas situações do cotidiano, bem como sua importância nos sintomas neuróticos, foi Sigmund Freud. Já em seus primeiros trabalhos, ele observou os diversos mecanismos inconscientes que são utilizados pelos sujeitos a fim de lidarem com as situações traumáticas. Além disso, ele percebeu que as pessoas histéricas sofriam de reminiscências”, afirma Susan.
E qual a importância da memória coletiva na construção da sociedade? Respondendo a essa pergunta, a psicanalista lembra que a memória coletiva, seja construída pelos grupos sociais, ou por toda uma sociedade, desperta nas pessoas a sensação de pertencimento a um determinado grupo por terem vivenciado os mesmos “momentos históricos”. “Este sentimento de poder recordar experiências em comum é uma das características que distinguem uma geração da outra”, conta a professora.
Formação da memória
O professor Gilberto lembra que o cérebro é constituído por aproximadamente 87 bilhões de neurônios, que se comunicam entre si por meio de um processo químico chamado sinapse, criando uma infinidade de combinações. “Quando aprendemos algo, criamos novos circuitos cerebrais, que na verdade são novas combinações entre os neurônios. Toda vez que vivenciamos uma experiência, ou assimilamos uma informação, alteramos nossos circuitos cerebrais. Essa alteração na atividade dos circuitos nervosos é que gera a memória, que pode ser visual, auditiva, ou olfativa”, explica o professor.
Disponível em: http://redeglobo.globo.com/acao/noticia/ 2013/03/importancia-da-memoria-na-formacao-daidentidade- do-individuo.html
Com base no trecho a seguir, responda a questão.
“Respondendo a essa pergunta, a psicanalista lembra que a memória coletiva, seja construída pelos grupos sociais, ou por toda uma sociedade, desperta nas pessoas a sensação de pertencimento a um determinado grupo por terem vivenciado os mesmos ‘momentos históricos”.
A palavra “seja” introduz expressão com valor de:
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A importância da memória na formação da identidade do indivíduo
As histórias e experiências vividas ajudam na construção da personalidade
Dos momentos mais marcantes aos acontecimentos cotidianos, tudo o que acontece em nossas vidas fica armazenado em nosso cérebro. Conforme explica a psicanalista Susan Guggenheim, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), são as lembranças que ajudam o ser humano a definir o seu lugar no mundo. “A memória permite ao sujeito que ele dê algum sentido ao seu estar no mundo nos momentos em que ele se interroga sobre quem é e o que realizou. Evidentemente, nem tudo é lembrado, pois existe uma seletividade das experiências recordadas”, conta a psicanalista.
Para o neurocientista Gilberto Xavier, da Universidade de São Paulo (USP), uma pessoa sem memória não tem identidade. “O próprio conceito de quem eu sou depende da minha história, pois somos frutos dela. Se uma pessoa não consegue lembrar da sua história, ela não é nada. Para se ter uma ideia, se observarmos dois irmãos gêmeos idênticos, que são iguais geneticamente, eles acabam se distinguindo pela personalidade. Essa diferença é fruto da história de cada um deles e de suas heranças culturais, fatores determinantes para a individualidade de cada ser humano”, explica Gilberto.
Susan Guggenheim lembra que a memória humana vem sendo estudada ao longo de séculos por meio de inúmeras descrições, classificações e medidas. “Entretanto, quem primeiro percebeu a dinâmica do seu funcionamento nas situações do cotidiano, bem como sua importância nos sintomas neuróticos, foi Sigmund Freud. Já em seus primeiros trabalhos, ele observou os diversos mecanismos inconscientes que são utilizados pelos sujeitos a fim de lidarem com as situações traumáticas. Além disso, ele percebeu que as pessoas histéricas sofriam de reminiscências”, afirma Susan.
Susan Guggenheim lembra que a memória humana vem sendo estudada ao longo de séculos por meio de inúmeras descrições, classificações e medidas. “Entretanto, quem primeiro percebeu a dinâmica do seu funcionamento nas situações do cotidiano, bem como sua importância nos sintomas neuróticos, foi Sigmund Freud. Já em seus primeiros trabalhos, ele observou os diversos mecanismos inconscientes que são utilizados pelos sujeitos a fim de lidarem com as situações traumáticas. Além disso, ele percebeu que as pessoas histéricas sofriam de reminiscências”, afirma Susan.
E qual a importância da memória coletiva na construção da sociedade? Respondendo a essa pergunta, a psicanalista lembra que a memória coletiva, seja construída pelos grupos sociais, ou por toda uma sociedade, desperta nas pessoas a sensação de pertencimento a um determinado grupo por terem vivenciado os mesmos “momentos históricos”. “Este sentimento de poder recordar experiências em comum é uma das características que distinguem uma geração da outra”, conta a professora.
Formação da memória
O professor Gilberto lembra que o cérebro é constituído por aproximadamente 87 bilhões de neurônios, que se comunicam entre si por meio de um processo químico chamado sinapse, criando uma infinidade de combinações. “Quando aprendemos algo, criamos novos circuitos cerebrais, que na verdade são novas combinações entre os neurônios. Toda vez que vivenciamos uma experiência, ou assimilamos uma informação, alteramos nossos circuitos cerebrais. Essa alteração na atividade dos circuitos nervosos é que gera a memória, que pode ser visual, auditiva, ou olfativa”, explica o professor.
Disponível em: http://redeglobo.globo.com/acao/noticia/ 2013/03/importancia-da-memoria-na-formacao-daidentidade- do-individuo.html
Com base no trecho a seguir, responda a questão.
“Respondendo a essa pergunta, a psicanalista lembra que a memória coletiva, seja construída pelos grupos sociais, ou por toda uma sociedade, desperta nas pessoas a sensação de pertencimento a um determinado grupo por terem vivenciado os mesmos ‘momentos históricos”.
Na expressão “a psicanalista”, a palavra “a” assume a função de:
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Roberta atua no setor administrativo do município XT e o Prefeito questiona sobre o número de alunos que estão regularmente matriculados nas escolas, bem como qual seria o número dos que não constariam do cadastro de alunos.
Nos termos da Lei Federal nº 9.394/96, caberia ao município recensear as crianças e adolescentes em idade escolar a cada:
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O requisito ou elemento do ato administrativo que é resultante da lei, portanto vinculado e que atribui ao administrador público a prática de um dado ato administrativo, através do qual deve satisfazer o interesse público, é o:
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Do recebimento de alimentos em uma cozinha até o momento de servir as refeições, desenvolve-se um processo sequencial que se organiza nas fases de trabalho inicial, de pré-preparo e da etapa final de produção da refeição.
Faz parte da sequência de pré-preparo de refeições a seguinte ação:
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Quando uma escola serve refeições, os responsáveis pelo apoio à cozinha precisam manter os eletrodomésticos (liquidificador, processador e batedeira) limpos evitando que, ao serem usados, contaminem os alimentos.
Por essa razão, é necessário lavar esses equipamentos rotineiramente, do seguinte modo:
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Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Cuiabá-MT
O equipamento de proteção individual - EPI tem o objetivo de preservar a condição física do trabalhador e de evitar acidentes. Quem trabalha no cozimento de alimentos precisa usar um avental que seja:
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