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Foram encontradas 20 questões.

Rodrigo e Rafael estavam em uma discussão extensa, quando Rodrigo afirmou: “Se você quis dizer isso, então eu não concordo com você”.

Rodrigo poderia ter utilizado outras formas, que são logicamente equivalentes à frase dita, para sua afirmação. Uma delas é:

 

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Conrado foi à feira e ouviu a seguinte afirmação de um feirante: “Essas verduras são as melhores da feira e eu tenho o melhor preço”. A negação da afirmação do feirante é:

 

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Um grupo é formado por 60 pessoas. Dessas, 10 são irreverentes e obstinadas, 22 não são irreverentes e 26 são obstinadas. A fração que representa o número de pessoas que são irreverentes, mas que não são obstinadas, em relação ao total de pessoas do grupo, é:

 

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A frota de automóveis de uma determinada empresa de transporte possui mais de 92 e menos do que 115 veículos, e esses veículos são nacionais ou importados, movidos ou não a gás. Do total da frota, 7/10 são nacionais e 5/9 dos carros nacionais são movidos a gás. Dessa forma, a soma dos algarismos do número que representa a quantidade de carros nacionais movidos a gás é:

 

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Leia o texto a seguir:

Dezenas de nações assinarão tratado oceânico da ONU, mas a implementação aguarda resoluções internas

Um novo tratado da ONU para proteger os oceanos do mundo deverá ser assinado por dezenas de países nesta quartafeira (20), mais um passo nos esforços para reverter os danos causados aos frágeis ambientes marinhos pela pesca excessiva e outras atividades humanas.

O pacto global para a conservação da biodiversidade no alto mar foi finalmente acordado em março e formalmente adotado pelas Nações Unidas em junho. É visto como uma ferramenta crucial para cumprir uma meta de proteger 30% da terra e do mar do planeta até 2030, conhecida como “30 por 30”.

Espera-se que pelo menos 60 países assinem o acordo na Assembleia Geral. No entanto, ainda precisa de ser ratificado internamente em cada um dos países para entrar em vigor.

Mads Christensen, diretor executivo interino do Greenpeace Internacional, descreveu o acordo como um “sinal poderoso” de ajuda a manter o ímpeto para cumprir a meta “30 por 30”.

"Mas esta assinatura é um momento puramente simbólico", disse ele. "Agora os políticos devem trazer o tratado para casa e garantir que seja ratificado em tempo recorde."

O acordo criará santuários oceânicos onde a pesca será proibida e também garantirá que a atividade humana em alto mar seja sujeita a avaliações de impacto ambiental.

A União Internacional para a Conservação da Natureza estima que serão necessários 500 milhões de dólares em financiamento para dar início ao tratado, e um fundo especial de implementação e capacitação poderá exigir outros 100 milhões de dólares por ano.

As ameaças ao ambiente oceânico têm aumentado nos últimos anos em resultado da pesca excessiva, bem como do aumento das temperaturas, e novas ameaças também poderão surgir da mineração nos fundos oceânicos e da utilização de tecnologias de geoengenharia para aumentar a capacidade do oceano de absorver dióxido de carbono.

Grupos ambientalistas dizem que o tratado deve entrar em vigor até 2025, o mais tardar, para garantir que a meta de proteção “30 por 30” seja alcançada.

“O oceano não pode esperar, e com o tratado em preparação durante a maior parte dos últimos 20 anos, não há tempo a perder”, disse Jessica Battle, especialista em oceanos do Fundo Mundial para a Natureza.

Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2023/09/1046071-dezenas-de- -nacoes-assinarao-tratado-oceanico-da-onu-mas-a-implementacao-aguarda-resolucoes-internas.html. Acesso em 21/09/2023

Em “Um novo tratado da ONU para proteger os oceanos do mundo deverá ser assinado por dezenas de países nesta quarta-feira” (1º parágrafo), o verbo destacado está flexionado no mesmo modo e tempo do verbo destacado em:

 

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Leia o texto a seguir:

Dezenas de nações assinarão tratado oceânico da ONU, mas a implementação aguarda resoluções internas

Um novo tratado da ONU para proteger os oceanos do mundo deverá ser assinado por dezenas de países nesta quartafeira (20), mais um passo nos esforços para reverter os danos causados aos frágeis ambientes marinhos pela pesca excessiva e outras atividades humanas.

O pacto global para a conservação da biodiversidade no alto mar foi finalmente acordado em março e formalmente adotado pelas Nações Unidas em junho. É visto como uma ferramenta crucial para cumprir uma meta de proteger 30% da terra e do mar do planeta até 2030, conhecida como “30 por 30”.

Espera-se que pelo menos 60 países assinem o acordo na Assembleia Geral. No entanto, ainda precisa de ser ratificado internamente em cada um dos países para entrar em vigor.

Mads Christensen, diretor executivo interino do Greenpeace Internacional, descreveu o acordo como um “sinal poderoso” de ajuda a manter o ímpeto para cumprir a meta “30 por 30”.

"Mas esta assinatura é um momento puramente simbólico", disse ele. "Agora os políticos devem trazer o tratado para casa e garantir que seja ratificado em tempo recorde."

O acordo criará santuários oceânicos onde a pesca será proibida e também garantirá que a atividade humana em alto mar seja sujeita a avaliações de impacto ambiental.

A União Internacional para a Conservação da Natureza estima que serão necessários 500 milhões de dólares em financiamento para dar início ao tratado, e um fundo especial de implementação e capacitação poderá exigir outros 100 milhões de dólares por ano.

As ameaças ao ambiente oceânico têm aumentado nos últimos anos em resultado da pesca excessiva, bem como do aumento das temperaturas, e novas ameaças também poderão surgir da mineração nos fundos oceânicos e da utilização de tecnologias de geoengenharia para aumentar a capacidade do oceano de absorver dióxido de carbono.

Grupos ambientalistas dizem que o tratado deve entrar em vigor até 2025, o mais tardar, para garantir que a meta de proteção “30 por 30” seja alcançada.

“O oceano não pode esperar, e com o tratado em preparação durante a maior parte dos últimos 20 anos, não há tempo a perder”, disse Jessica Battle, especialista em oceanos do Fundo Mundial para a Natureza.

Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2023/09/1046071-dezenas-de- -nacoes-assinarao-tratado-oceanico-da-onu-mas-a-implementacao-aguarda-resolucoes-internas.html. Acesso em 21/09/2023

No período “Espera-se que pelo menos 60 países assinem o acordo na Assembleia Geral” (3º parágrafo), a oração destacada pode ser classificada como:

 

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Leia o texto a seguir:

Dezenas de nações assinarão tratado oceânico da ONU, mas a implementação aguarda resoluções internas

Um novo tratado da ONU para proteger os oceanos do mundo deverá ser assinado por dezenas de países nesta quartafeira (20), mais um passo nos esforços para reverter os danos causados aos frágeis ambientes marinhos pela pesca excessiva e outras atividades humanas.

O pacto global para a conservação da biodiversidade no alto mar foi finalmente acordado em março e formalmente adotado pelas Nações Unidas em junho. É visto como uma ferramenta crucial para cumprir uma meta de proteger 30% da terra e do mar do planeta até 2030, conhecida como “30 por 30”.

Espera-se que pelo menos 60 países assinem o acordo na Assembleia Geral. No entanto, ainda precisa de ser ratificado internamente em cada um dos países para entrar em vigor.

Mads Christensen, diretor executivo interino do Greenpeace Internacional, descreveu o acordo como um “sinal poderoso” de ajuda a manter o ímpeto para cumprir a meta “30 por 30”.

"Mas esta assinatura é um momento puramente simbólico", disse ele. "Agora os políticos devem trazer o tratado para casa e garantir que seja ratificado em tempo recorde."

O acordo criará santuários oceânicos onde a pesca será proibida e também garantirá que a atividade humana em alto mar seja sujeita a avaliações de impacto ambiental.

A União Internacional para a Conservação da Natureza estima que serão necessários 500 milhões de dólares em financiamento para dar início ao tratado, e um fundo especial de implementação e capacitação poderá exigir outros 100 milhões de dólares por ano.

As ameaças ao ambiente oceânico têm aumentado nos últimos anos em resultado da pesca excessiva, bem como do aumento das temperaturas, e novas ameaças também poderão surgir da mineração nos fundos oceânicos e da utilização de tecnologias de geoengenharia para aumentar a capacidade do oceano de absorver dióxido de carbono.

Grupos ambientalistas dizem que o tratado deve entrar em vigor até 2025, o mais tardar, para garantir que a meta de proteção “30 por 30” seja alcançada.

“O oceano não pode esperar, e com o tratado em preparação durante a maior parte dos últimos 20 anos, não há tempo a perder”, disse Jessica Battle, especialista em oceanos do Fundo Mundial para a Natureza.

Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2023/09/1046071-dezenas-de- -nacoes-assinarao-tratado-oceanico-da-onu-mas-a-implementacao-aguarda-resolucoes-internas.html. Acesso em 21/09/2023

O trecho “Um novo tratado da ONU para proteger os oceanos do mundo deverá ser assinado por dezenas de países nesta quarta-feira” (1º parágrafo) poderia ser reescrito, sem modificação do sentido, por:

 

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Leia o texto a seguir:

Dezenas de nações assinarão tratado oceânico da ONU, mas a implementação aguarda resoluções internas

Um novo tratado da ONU para proteger os oceanos do mundo deverá ser assinado por dezenas de países nesta quartafeira (20), mais um passo nos esforços para reverter os danos causados aos frágeis ambientes marinhos pela pesca excessiva e outras atividades humanas.

O pacto global para a conservação da biodiversidade no alto mar foi finalmente acordado em março e formalmente adotado pelas Nações Unidas em junho. É visto como uma ferramenta crucial para cumprir uma meta de proteger 30% da terra e do mar do planeta até 2030, conhecida como “30 por 30”.

Espera-se que pelo menos 60 países assinem o acordo na Assembleia Geral. No entanto, ainda precisa de ser ratificado internamente em cada um dos países para entrar em vigor.

Mads Christensen, diretor executivo interino do Greenpeace Internacional, descreveu o acordo como um “sinal poderoso” de ajuda a manter o ímpeto para cumprir a meta “30 por 30”.

"Mas esta assinatura é um momento puramente simbólico", disse ele. "Agora os políticos devem trazer o tratado para casa e garantir que seja ratificado em tempo recorde."

O acordo criará santuários oceânicos onde a pesca será proibida e também garantirá que a atividade humana em alto mar seja sujeita a avaliações de impacto ambiental.

A União Internacional para a Conservação da Natureza estima que serão necessários 500 milhões de dólares em financiamento para dar início ao tratado, e um fundo especial de implementação e capacitação poderá exigir outros 100 milhões de dólares por ano.

As ameaças ao ambiente oceânico têm aumentado nos últimos anos em resultado da pesca excessiva, bem como do aumento das temperaturas, e novas ameaças também poderão surgir da mineração nos fundos oceânicos e da utilização de tecnologias de geoengenharia para aumentar a capacidade do oceano de absorver dióxido de carbono.

Grupos ambientalistas dizem que o tratado deve entrar em vigor até 2025, o mais tardar, para garantir que a meta de proteção “30 por 30” seja alcançada.

“O oceano não pode esperar, e com o tratado em preparação durante a maior parte dos últimos 20 anos, não há tempo a perder”, disse Jessica Battle, especialista em oceanos do Fundo Mundial para a Natureza.

Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2023/09/1046071-dezenas-de- -nacoes-assinarao-tratado-oceanico-da-onu-mas-a-implementacao-aguarda-resolucoes-internas.html. Acesso em 21/09/2023

Em “No entanto, ainda precisa de ser ratificado internamente em cada um dos países para entrar em vigor” (3º parágrafo), o termo destacado poderia ser substituído, sem prejuízo de sentido, por:

 

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Dezenas de nações assinarão tratado oceânico da ONU, mas a implementação aguarda resoluções internas

Um novo tratado da ONU para proteger os oceanos do mundo deverá ser assinado por dezenas de países nesta quartafeira (20), mais um passo nos esforços para reverter os danos causados aos frágeis ambientes marinhos pela pesca excessiva e outras atividades humanas.

O pacto global para a conservação da biodiversidade no alto mar foi finalmente acordado em março e formalmente adotado pelas Nações Unidas em junho. É visto como uma ferramenta crucial para cumprir uma meta de proteger 30% da terra e do mar do planeta até 2030, conhecida como “30 por 30”.

Espera-se que pelo menos 60 países assinem o acordo na Assembleia Geral. No entanto, ainda precisa de ser ratificado internamente em cada um dos países para entrar em vigor.

Mads Christensen, diretor executivo interino do Greenpeace Internacional, descreveu o acordo como um “sinal poderoso” de ajuda a manter o ímpeto para cumprir a meta “30 por 30”.

"Mas esta assinatura é um momento puramente simbólico", disse ele. "Agora os políticos devem trazer o tratado para casa e garantir que seja ratificado em tempo recorde."

O acordo criará santuários oceânicos onde a pesca será proibida e também garantirá que a atividade humana em alto mar seja sujeita a avaliações de impacto ambiental.

A União Internacional para a Conservação da Natureza estima que serão necessários 500 milhões de dólares em financiamento para dar início ao tratado, e um fundo especial de implementação e capacitação poderá exigir outros 100 milhões de dólares por ano.

As ameaças ao ambiente oceânico têm aumentado nos últimos anos em resultado da pesca excessiva, bem como do aumento das temperaturas, e novas ameaças também poderão surgir da mineração nos fundos oceânicos e da utilização de tecnologias de geoengenharia para aumentar a capacidade do oceano de absorver dióxido de carbono.

Grupos ambientalistas dizem que o tratado deve entrar em vigor até 2025, o mais tardar, para garantir que a meta de proteção “30 por 30” seja alcançada.

“O oceano não pode esperar, e com o tratado em preparação durante a maior parte dos últimos 20 anos, não há tempo a perder”, disse Jessica Battle, especialista em oceanos do Fundo Mundial para a Natureza.

Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2023/09/1046071-dezenas-de- -nacoes-assinarao-tratado-oceanico-da-onu-mas-a-implementacao-aguarda-resolucoes-internas.html. Acesso em 21/09/2023

Em “As ameaças ao ambiente oceânico têm aumentado nos últimos anos em resultado da pesca excessiva, bem como do aumento das temperaturas” (8º parágrafo), o termo destacado indica a ideia de:

 

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Dezenas de nações assinarão tratado oceânico da ONU, mas a implementação aguarda resoluções internas

Um novo tratado da ONU para proteger os oceanos do mundo deverá ser assinado por dezenas de países nesta quartafeira (20), mais um passo nos esforços para reverter os danos causados aos frágeis ambientes marinhos pela pesca excessiva e outras atividades humanas.

O pacto global para a conservação da biodiversidade no alto mar foi finalmente acordado em março e formalmente adotado pelas Nações Unidas em junho. É visto como uma ferramenta crucial para cumprir uma meta de proteger 30% da terra e do mar do planeta até 2030, conhecida como “30 por 30”.

Espera-se que pelo menos 60 países assinem o acordo na Assembleia Geral. No entanto, ainda precisa de ser ratificado internamente em cada um dos países para entrar em vigor.

Mads Christensen, diretor executivo interino do Greenpeace Internacional, descreveu o acordo como um “sinal poderoso” de ajuda a manter o ímpeto para cumprir a meta “30 por 30”.

"Mas esta assinatura é um momento puramente simbólico", disse ele. "Agora os políticos devem trazer o tratado para casa e garantir que seja ratificado em tempo recorde."

O acordo criará santuários oceânicos onde a pesca será proibida e também garantirá que a atividade humana em alto mar seja sujeita a avaliações de impacto ambiental.

A União Internacional para a Conservação da Natureza estima que serão necessários 500 milhões de dólares em financiamento para dar início ao tratado, e um fundo especial de implementação e capacitação poderá exigir outros 100 milhões de dólares por ano.

As ameaças ao ambiente oceânico têm aumentado nos últimos anos em resultado da pesca excessiva, bem como do aumento das temperaturas, e novas ameaças também poderão surgir da mineração nos fundos oceânicos e da utilização de tecnologias de geoengenharia para aumentar a capacidade do oceano de absorver dióxido de carbono.

Grupos ambientalistas dizem que o tratado deve entrar em vigor até 2025, o mais tardar, para garantir que a meta de proteção “30 por 30” seja alcançada.

“O oceano não pode esperar, e com o tratado em preparação durante a maior parte dos últimos 20 anos, não há tempo a perder”, disse Jessica Battle, especialista em oceanos do Fundo Mundial para a Natureza.

Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2023/09/1046071-dezenas-de- -nacoes-assinarao-tratado-oceanico-da-onu-mas-a-implementacao-aguarda-resolucoes-internas.html. Acesso em 21/09/2023

De acordo com o texto, o tratado oceânico da ONU visa a:

 

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