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Foram encontradas 20 questões.

Uma sequência alfanumérica, com quatro caracteres, é formada por duas letras seguidas de dois algarismos, como, por exemplo, CA32 e BB44. Usando-se apenas os algarismos 1, 2, 3, 4, 5 e 6 e as letras C, U, I, A e B, a quantidade máxima de sequências que podem ser formadas é:

 

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Em um concurso público, 345 candidatos foram distribuídos por 12 salas. Em uma única sala, foram alojados x candidatos e, nas demais, o dobro de candidatos dessa sala. Logo, a soma dos algarismos do número x é:

 

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3444101 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Cuiabá-MT

Leia o texto a seguir:

Dezenas de nações assinarão tratado oceânico da ONU, mas a implementação aguarda resoluções internas

Um novo tratado da ONU para proteger os oceanos do mundo deverá ser assinado por dezenas de países nesta quartafeira (20), mais um passo nos esforços para reverter os danos causados aos frágeis ambientes marinhos pela pesca excessiva e outras atividades humanas.

O pacto global para a conservação da biodiversidade no alto mar foi finalmente acordado em março e formalmente adotado pelas Nações Unidas em junho. É visto como uma ferramenta crucial para cumprir uma meta de proteger 30% da terra e do mar do planeta até 2030, conhecida como “30 por 30”.

Espera-se que pelo menos 60 países assinem o acordo na Assembleia Geral. No entanto, ainda precisa de ser ratificado internamente em cada um dos países para entrar em vigor.

Mads Christensen, diretor executivo interino do Greenpeace Internacional, descreveu o acordo como um “sinal poderoso” de ajuda a manter o ímpeto para cumprir a meta “30 por 30”.

"Mas esta assinatura é um momento puramente simbólico", disse ele. "Agora os políticos devem trazer o tratado para casa e garantir que seja ratificado em tempo recorde."

O acordo criará santuários oceânicos onde a pesca será proibida e também garantirá que a atividade humana em alto mar seja sujeita a avaliações de impacto ambiental.

A União Internacional para a Conservação da Natureza estima que serão necessários 500 milhões de dólares em financiamento para dar início ao tratado, e um fundo especial de implementação e capacitação poderá exigir outros 100 milhões de dólares por ano.

As ameaças ao ambiente oceânico têm aumentado nos últimos anos em resultado da pesca excessiva, bem como do aumento das temperaturas, e novas ameaças também poderão surgir da mineração nos fundos oceânicos e da utilização de tecnologias de geoengenharia para aumentar a capacidade do oceano de absorver dióxido de carbono.

Grupos ambientalistas dizem que o tratado deve entrar em vigor até 2025, o mais tardar, para garantir que a meta de proteção “30 por 30” seja alcançada.

“O oceano não pode esperar, e com o tratado em preparação durante a maior parte dos últimos 20 anos, não há tempo a perder”, disse Jessica Battle, especialista em oceanos do Fundo Mundial para a Natureza.

Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2023/09/1046071-dezenas-de- -nacoes-assinarao-tratado-oceanico-da-onu-mas-a-implementacao-aguarda-resolucoes-internas.html. Acesso em 21/09/2023

A palavra OCEÂNICO foi acentuada pela mesma razão da palavra:

 

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3444100 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Cuiabá-MT

Leia o texto a seguir:

Dezenas de nações assinarão tratado oceânico da ONU, mas a implementação aguarda resoluções internas

Um novo tratado da ONU para proteger os oceanos do mundo deverá ser assinado por dezenas de países nesta quartafeira (20), mais um passo nos esforços para reverter os danos causados aos frágeis ambientes marinhos pela pesca excessiva e outras atividades humanas.

O pacto global para a conservação da biodiversidade no alto mar foi finalmente acordado em março e formalmente adotado pelas Nações Unidas em junho. É visto como uma ferramenta crucial para cumprir uma meta de proteger 30% da terra e do mar do planeta até 2030, conhecida como “30 por 30”.

Espera-se que pelo menos 60 países assinem o acordo na Assembleia Geral. No entanto, ainda precisa de ser ratificado internamente em cada um dos países para entrar em vigor.

Mads Christensen, diretor executivo interino do Greenpeace Internacional, descreveu o acordo como um “sinal poderoso” de ajuda a manter o ímpeto para cumprir a meta “30 por 30”.

"Mas esta assinatura é um momento puramente simbólico", disse ele. "Agora os políticos devem trazer o tratado para casa e garantir que seja ratificado em tempo recorde."

O acordo criará santuários oceânicos onde a pesca será proibida e também garantirá que a atividade humana em alto mar seja sujeita a avaliações de impacto ambiental.

A União Internacional para a Conservação da Natureza estima que serão necessários 500 milhões de dólares em financiamento para dar início ao tratado, e um fundo especial de implementação e capacitação poderá exigir outros 100 milhões de dólares por ano.

As ameaças ao ambiente oceânico têm aumentado nos últimos anos em resultado da pesca excessiva, bem como do aumento das temperaturas, e novas ameaças também poderão surgir da mineração nos fundos oceânicos e da utilização de tecnologias de geoengenharia para aumentar a capacidade do oceano de absorver dióxido de carbono.

Grupos ambientalistas dizem que o tratado deve entrar em vigor até 2025, o mais tardar, para garantir que a meta de proteção “30 por 30” seja alcançada.

“O oceano não pode esperar, e com o tratado em preparação durante a maior parte dos últimos 20 anos, não há tempo a perder”, disse Jessica Battle, especialista em oceanos do Fundo Mundial para a Natureza.

Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2023/09/1046071-dezenas-de- -nacoes-assinarao-tratado-oceanico-da-onu-mas-a-implementacao-aguarda-resolucoes-internas.html. Acesso em 21/09/2023

Em “A União Internacional para a Conservação da Natureza estima que serão necessários 500 milhões de dólares em financiamento para dar início ao tratado” (7º parágrafo), à luz da norma-padrão, o trecho destacado poderia ser substituído por:

 

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3444099 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Cuiabá-MT

Leia o texto a seguir:

Dezenas de nações assinarão tratado oceânico da ONU, mas a implementação aguarda resoluções internas

Um novo tratado da ONU para proteger os oceanos do mundo deverá ser assinado por dezenas de países nesta quartafeira (20), mais um passo nos esforços para reverter os danos causados aos frágeis ambientes marinhos pela pesca excessiva e outras atividades humanas.

O pacto global para a conservação da biodiversidade no alto mar foi finalmente acordado em março e formalmente adotado pelas Nações Unidas em junho. É visto como uma ferramenta crucial para cumprir uma meta de proteger 30% da terra e do mar do planeta até 2030, conhecida como “30 por 30”.

Espera-se que pelo menos 60 países assinem o acordo na Assembleia Geral. No entanto, ainda precisa de ser ratificado internamente em cada um dos países para entrar em vigor.

Mads Christensen, diretor executivo interino do Greenpeace Internacional, descreveu o acordo como um “sinal poderoso” de ajuda a manter o ímpeto para cumprir a meta “30 por 30”.

"Mas esta assinatura é um momento puramente simbólico", disse ele. "Agora os políticos devem trazer o tratado para casa e garantir que seja ratificado em tempo recorde."

O acordo criará santuários oceânicos onde a pesca será proibida e também garantirá que a atividade humana em alto mar seja sujeita a avaliações de impacto ambiental.

A União Internacional para a Conservação da Natureza estima que serão necessários 500 milhões de dólares em financiamento para dar início ao tratado, e um fundo especial de implementação e capacitação poderá exigir outros 100 milhões de dólares por ano.

As ameaças ao ambiente oceânico têm aumentado nos últimos anos em resultado da pesca excessiva, bem como do aumento das temperaturas, e novas ameaças também poderão surgir da mineração nos fundos oceânicos e da utilização de tecnologias de geoengenharia para aumentar a capacidade do oceano de absorver dióxido de carbono.

Grupos ambientalistas dizem que o tratado deve entrar em vigor até 2025, o mais tardar, para garantir que a meta de proteção “30 por 30” seja alcançada.

“O oceano não pode esperar, e com o tratado em preparação durante a maior parte dos últimos 20 anos, não há tempo a perder”, disse Jessica Battle, especialista em oceanos do Fundo Mundial para a Natureza.

Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2023/09/1046071-dezenas-de- -nacoes-assinarao-tratado-oceanico-da-onu-mas-a-implementacao-aguarda-resolucoes-internas.html. Acesso em 21/09/2023

Em “Mas esta assinatura é um momento puramente simbólico” (5º parágrafo), o verbo destacado, no pretérito imperfeito do indicativo, passaria a:

 

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3444098 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Cuiabá-MT

Leia o texto a seguir:

Dezenas de nações assinarão tratado oceânico da ONU, mas a implementação aguarda resoluções internas

Um novo tratado da ONU para proteger os oceanos do mundo deverá ser assinado por dezenas de países nesta quartafeira (20), mais um passo nos esforços para reverter os danos causados aos frágeis ambientes marinhos pela pesca excessiva e outras atividades humanas.

O pacto global para a conservação da biodiversidade no alto mar foi finalmente acordado em março e formalmente adotado pelas Nações Unidas em junho. É visto como uma ferramenta crucial para cumprir uma meta de proteger 30% da terra e do mar do planeta até 2030, conhecida como “30 por 30”.

Espera-se que pelo menos 60 países assinem o acordo na Assembleia Geral. No entanto, ainda precisa de ser ratificado internamente em cada um dos países para entrar em vigor.

Mads Christensen, diretor executivo interino do Greenpeace Internacional, descreveu o acordo como um “sinal poderoso” de ajuda a manter o ímpeto para cumprir a meta “30 por 30”.

"Mas esta assinatura é um momento puramente simbólico", disse ele. "Agora os políticos devem trazer o tratado para casa e garantir que seja ratificado em tempo recorde."

O acordo criará santuários oceânicos onde a pesca será proibida e também garantirá que a atividade humana em alto mar seja sujeita a avaliações de impacto ambiental.

A União Internacional para a Conservação da Natureza estima que serão necessários 500 milhões de dólares em financiamento para dar início ao tratado, e um fundo especial de implementação e capacitação poderá exigir outros 100 milhões de dólares por ano.

As ameaças ao ambiente oceânico têm aumentado nos últimos anos em resultado da pesca excessiva, bem como do aumento das temperaturas, e novas ameaças também poderão surgir da mineração nos fundos oceânicos e da utilização de tecnologias de geoengenharia para aumentar a capacidade do oceano de absorver dióxido de carbono.

Grupos ambientalistas dizem que o tratado deve entrar em vigor até 2025, o mais tardar, para garantir que a meta de proteção “30 por 30” seja alcançada.

“O oceano não pode esperar, e com o tratado em preparação durante a maior parte dos últimos 20 anos, não há tempo a perder”, disse Jessica Battle, especialista em oceanos do Fundo Mundial para a Natureza.

Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2023/09/1046071-dezenas-de- -nacoes-assinarao-tratado-oceanico-da-onu-mas-a-implementacao-aguarda-resolucoes-internas.html. Acesso em 21/09/2023

No trecho “O acordo criará santuários oceânicos onde a pesca será proibida e também garantirá que a atividade humana em alto mar seja sujeita a avaliações de impacto ambiental” (6º parágrafo), as palavras destacadas são classificadas, respectivamente, como:

 

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3444097 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Cuiabá-MT

Leia o texto a seguir:

Dezenas de nações assinarão tratado oceânico da ONU, mas a implementação aguarda resoluções internas

Um novo tratado da ONU para proteger os oceanos do mundo deverá ser assinado por dezenas de países nesta quartafeira (20), mais um passo nos esforços para reverter os danos causados aos frágeis ambientes marinhos pela pesca excessiva e outras atividades humanas.

O pacto global para a conservação da biodiversidade no alto mar foi finalmente acordado em março e formalmente adotado pelas Nações Unidas em junho. É visto como uma ferramenta crucial para cumprir uma meta de proteger 30% da terra e do mar do planeta até 2030, conhecida como “30 por 30”.

Espera-se que pelo menos 60 países assinem o acordo na Assembleia Geral. No entanto, ainda precisa de ser ratificado internamente em cada um dos países para entrar em vigor.

Mads Christensen, diretor executivo interino do Greenpeace Internacional, descreveu o acordo como um “sinal poderoso” de ajuda a manter o ímpeto para cumprir a meta “30 por 30”.

"Mas esta assinatura é um momento puramente simbólico", disse ele. "Agora os políticos devem trazer o tratado para casa e garantir que seja ratificado em tempo recorde."

O acordo criará santuários oceânicos onde a pesca será proibida e também garantirá que a atividade humana em alto mar seja sujeita a avaliações de impacto ambiental.

A União Internacional para a Conservação da Natureza estima que serão necessários 500 milhões de dólares em financiamento para dar início ao tratado, e um fundo especial de implementação e capacitação poderá exigir outros 100 milhões de dólares por ano.

As ameaças ao ambiente oceânico têm aumentado nos últimos anos em resultado da pesca excessiva, bem como do aumento das temperaturas, e novas ameaças também poderão surgir da mineração nos fundos oceânicos e da utilização de tecnologias de geoengenharia para aumentar a capacidade do oceano de absorver dióxido de carbono.

Grupos ambientalistas dizem que o tratado deve entrar em vigor até 2025, o mais tardar, para garantir que a meta de proteção “30 por 30” seja alcançada.

“O oceano não pode esperar, e com o tratado em preparação durante a maior parte dos últimos 20 anos, não há tempo a perder”, disse Jessica Battle, especialista em oceanos do Fundo Mundial para a Natureza.

Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2023/09/1046071-dezenas-de- -nacoes-assinarao-tratado-oceanico-da-onu-mas-a-implementacao-aguarda-resolucoes-internas.html. Acesso em 21/09/2023

Na palavra “geoengenharia”, o elemento destacado significa:

 

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3444096 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Cuiabá-MT

Leia o texto a seguir:

Dezenas de nações assinarão tratado oceânico da ONU, mas a implementação aguarda resoluções internas

Um novo tratado da ONU para proteger os oceanos do mundo deverá ser assinado por dezenas de países nesta quartafeira (20), mais um passo nos esforços para reverter os danos causados aos frágeis ambientes marinhos pela pesca excessiva e outras atividades humanas.

O pacto global para a conservação da biodiversidade no alto mar foi finalmente acordado em março e formalmente adotado pelas Nações Unidas em junho. É visto como uma ferramenta crucial para cumprir uma meta de proteger 30% da terra e do mar do planeta até 2030, conhecida como “30 por 30”.

Espera-se que pelo menos 60 países assinem o acordo na Assembleia Geral. No entanto, ainda precisa de ser ratificado internamente em cada um dos países para entrar em vigor.

Mads Christensen, diretor executivo interino do Greenpeace Internacional, descreveu o acordo como um “sinal poderoso” de ajuda a manter o ímpeto para cumprir a meta “30 por 30”.

"Mas esta assinatura é um momento puramente simbólico", disse ele. "Agora os políticos devem trazer o tratado para casa e garantir que seja ratificado em tempo recorde."

O acordo criará santuários oceânicos onde a pesca será proibida e também garantirá que a atividade humana em alto mar seja sujeita a avaliações de impacto ambiental.

A União Internacional para a Conservação da Natureza estima que serão necessários 500 milhões de dólares em financiamento para dar início ao tratado, e um fundo especial de implementação e capacitação poderá exigir outros 100 milhões de dólares por ano.

As ameaças ao ambiente oceânico têm aumentado nos últimos anos em resultado da pesca excessiva, bem como do aumento das temperaturas, e novas ameaças também poderão surgir da mineração nos fundos oceânicos e da utilização de tecnologias de geoengenharia para aumentar a capacidade do oceano de absorver dióxido de carbono.

Grupos ambientalistas dizem que o tratado deve entrar em vigor até 2025, o mais tardar, para garantir que a meta de proteção “30 por 30” seja alcançada.

“O oceano não pode esperar, e com o tratado em preparação durante a maior parte dos últimos 20 anos, não há tempo a perder”, disse Jessica Battle, especialista em oceanos do Fundo Mundial para a Natureza.

Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2023/09/1046071-dezenas-de- -nacoes-assinarao-tratado-oceanico-da-onu-mas-a-implementacao-aguarda-resolucoes-internas.html. Acesso em 21/09/2023

Em “Mads Christensen, diretor executivo interino do Greenpeace Internacional, descreveu o acordo como um ‘sinal poderoso’ de ajuda a manter o ímpeto para cumprir a meta ‘30 por 30’” (4º parágrafo), as vírgulas foram empregadas para:

 

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De acordo com a Lei Complementar nº 093/2003, que dispõe sobre o Estatuto dos servidores públicos da administração pública direta, autárquica e fundacional do Município de Cuiabá, o retorno à atividade de servidor aposentado por invalidez, quando junta médica oficial declarar insubsistentes os motivos da aposentadoria, configura-se como uma das formas de provimento em cargo público denominada:

 

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À luz da Lei Orgânica do Município de Cuiabá, Lei nº 220 de 22/12/2010, que dispõe sobre a carreira dos profissionais da Educação e posteriores alterações, um dos cargos técnicos integrantes da carreira dos profissionais da Secretaria Municipal de Educação é o de:

 

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