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O trecho final de Os Sertões, de Euclides da
Cunha, transcrito abaixo, ao narrar a resistência final
de Canudos, descreve a cena derradeira dos quatro
últimos defensores – “um velho, dois homens feitos e
uma criança” – diante de “cinco mil soldados”.
“Fechemos este livro. Canudos não se rendeu. Exemplo único em toda a história, resistiu até o esgotamento completo. Expugnado palmo a palmo, na precisão integral do termo, caiu no dia 5, ao entardecer, quando caíram os seus últimos defensores, que todos morreram. Eram quatro apenas: um velho, dois homens feitos e uma criança, na frente dos quais rugiam raivosamente cinco mil soldados.”
Cunha, Euclides, Os Sertões, livraria Francisco Alves, 7ª ed, 1923, p. 611.
Assinale a alternativa que descreve corretamente como o texto literário, exemplificado pelo trecho de Euclides da Cunha, exerce a função humanizadora da literatura, segundo a BNCC.
“Fechemos este livro. Canudos não se rendeu. Exemplo único em toda a história, resistiu até o esgotamento completo. Expugnado palmo a palmo, na precisão integral do termo, caiu no dia 5, ao entardecer, quando caíram os seus últimos defensores, que todos morreram. Eram quatro apenas: um velho, dois homens feitos e uma criança, na frente dos quais rugiam raivosamente cinco mil soldados.”
Cunha, Euclides, Os Sertões, livraria Francisco Alves, 7ª ed, 1923, p. 611.
Assinale a alternativa que descreve corretamente como o texto literário, exemplificado pelo trecho de Euclides da Cunha, exerce a função humanizadora da literatura, segundo a BNCC.
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Leia o texto abaixo para responder à questão.
Exemplar raro de “Os Sertões”,
com capa original, vai a leilão no Rio
Oferta será no próximo dia 4 de dezembro, em evento da Livraria Letra
Viva; livro reflete a obsessão de Euclides da Cunha pelo texto certo
Por Andreza Matais e Weslley Galzo
28/11/2021 (adaptado)
O Estado de S. Paulo
Semanas antes de publicar o clássico Os Sertões, o
escritor Euclides da Cunha se isolou numa sala da
editora Laemmert & Cia. e corrigiu à tinta, de próprio
punho, 80 erros impressos em cada um dos mil exemplares do livro. A obsessão do autor pela imagem
de seu trabalho tornou ainda mais rara e valiosa a 1ª
edição da obra. No próximo dia 4 de dezembro um
desses exemplares será leiloado no Rio. Um detalhe:
é a primeira vez em 15 anos que uma 1ª edição ainda
com a capa original da brochura aparece no mercado
de livros raros. Para manter as características do exemplar, a livraria Letra Viva, organizadora do leilão, evitou
reencadernar e acondicionou a obra de 632 páginas
num estojo.

Exemplar com capa original que vai a leilão
Considerado um marco da literatura e do livro-reportagem, Os Sertões teve seu primeiro lote bancado
pelo próprio Euclides. As vendas da obra dispararam
logo após lançamento, no final de 1902. Era o surgimento do primeiro best-seller do mercado nacional,
primazia dividida com o Canaã, de Graça Aranha,
publicado no mesmo ano. Os dois livros tiveram a
ousadia de retratar um país diferente daquele conhecido nos grandes centros.
Em 1897, anos antes do clássico ser disputado por
leitores nas livrarias da Rua do Ouvidor, no Rio, Euclides, então um jovem engenheiro militar que atuava
na propagação dos ideais republicanos, seguiu para o
interior baiano como correspondente do Estadão no
conflito que envolvia de um lado o Exército e de outro a comunidade sertaneja de Canudos, liderada pelo
líder messiânico Antônio Conselheiro.
Crimes cometidos pelos militares foram relatados na
obra. De lá para cá, a oficialidade brasileira procurou, sem alardes, desqualificar sem sucesso a versão
de Euclides de que as tropas cometeram crimes de
guerra, como a decapitação e a execução sumária de
prisioneiros.
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Exemplar raro de “Os Sertões”,
com capa original, vai a leilão no Rio
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Viva; livro reflete a obsessão de Euclides da Cunha pelo texto certo
Por Andreza Matais e Weslley Galzo
28/11/2021 (adaptado)
O Estado de S. Paulo
Semanas antes de publicar o clássico Os Sertões, o
escritor Euclides da Cunha se isolou numa sala da
editora Laemmert & Cia. e corrigiu à tinta, de próprio
punho, 80 erros impressos em cada um dos mil exemplares do livro. A obsessão do autor pela imagem
de seu trabalho tornou ainda mais rara e valiosa a 1ª
edição da obra. No próximo dia 4 de dezembro um
desses exemplares será leiloado no Rio. Um detalhe:
é a primeira vez em 15 anos que uma 1ª edição ainda
com a capa original da brochura aparece no mercado
de livros raros. Para manter as características do exemplar, a livraria Letra Viva, organizadora do leilão, evitou
reencadernar e acondicionou a obra de 632 páginas
num estojo.

Exemplar com capa original que vai a leilão
Considerado um marco da literatura e do livro-reportagem, Os Sertões teve seu primeiro lote bancado
pelo próprio Euclides. As vendas da obra dispararam
logo após lançamento, no final de 1902. Era o surgimento do primeiro best-seller do mercado nacional,
primazia dividida com o Canaã, de Graça Aranha,
publicado no mesmo ano. Os dois livros tiveram a
ousadia de retratar um país diferente daquele conhecido nos grandes centros.
Em 1897, anos antes do clássico ser disputado por
leitores nas livrarias da Rua do Ouvidor, no Rio, Euclides, então um jovem engenheiro militar que atuava
na propagação dos ideais republicanos, seguiu para o
interior baiano como correspondente do Estadão no
conflito que envolvia de um lado o Exército e de outro a comunidade sertaneja de Canudos, liderada pelo
líder messiânico Antônio Conselheiro.
Crimes cometidos pelos militares foram relatados na
obra. De lá para cá, a oficialidade brasileira procurou, sem alardes, desqualificar sem sucesso a versão
de Euclides de que as tropas cometeram crimes de
guerra, como a decapitação e a execução sumária de
prisioneiros.
1. No trecho “A obsessão do autor pela imagem de seu trabalho tornou ainda mais rara e valiosa a 1ª edição da obra.”, retirado do texto, deve ser empregada vírgula obrigatória depois da palavra trabalho.
2. No trecho “Os dois livros tiveram a ousadia de retratar um país diferente daquele conhecido nos grandes centros.”, deve ser empregada vírgula obrigatória depois do verbo retratar.
3. No trecho “Em 1897, anos antes do clássico ser disputado por leitores nas livrarias da Rua do Ouvidor, no Rio, Euclides, então um jovem engenheiro militar que atuava na propagação dos ideais republicanos, seguiu para o interior baiano como correspondente do Estadão no conflito (…)”, as vírgulas nas expressões “Em 1987” e “no Rio” têm a mesma justificativa.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
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Semanas antes de publicar o clássico Os Sertões, o
escritor Euclides da Cunha se isolou numa sala da
editora Laemmert & Cia. e corrigiu à tinta, de próprio
punho, 80 erros impressos em cada um dos mil exemplares do livro. A obsessão do autor pela imagem
de seu trabalho tornou ainda mais rara e valiosa a 1ª
edição da obra. No próximo dia 4 de dezembro um
desses exemplares será leiloado no Rio. Um detalhe:
é a primeira vez em 15 anos que uma 1ª edição ainda
com a capa original da brochura aparece no mercado
de livros raros. Para manter as características do exemplar, a livraria Letra Viva, organizadora do leilão, evitou
reencadernar e acondicionou a obra de 632 páginas
num estojo.

Exemplar com capa original que vai a leilão
Considerado um marco da literatura e do livro-reportagem, Os Sertões teve seu primeiro lote bancado
pelo próprio Euclides. As vendas da obra dispararam
logo após lançamento, no final de 1902. Era o surgimento do primeiro best-seller do mercado nacional,
primazia dividida com o Canaã, de Graça Aranha,
publicado no mesmo ano. Os dois livros tiveram a
ousadia de retratar um país diferente daquele conhecido nos grandes centros.
Em 1897, anos antes do clássico ser disputado por
leitores nas livrarias da Rua do Ouvidor, no Rio, Euclides, então um jovem engenheiro militar que atuava
na propagação dos ideais republicanos, seguiu para o
interior baiano como correspondente do Estadão no
conflito que envolvia de um lado o Exército e de outro a comunidade sertaneja de Canudos, liderada pelo
líder messiânico Antônio Conselheiro.
Crimes cometidos pelos militares foram relatados na
obra. De lá para cá, a oficialidade brasileira procurou, sem alardes, desqualificar sem sucesso a versão
de Euclides de que as tropas cometeram crimes de
guerra, como a decapitação e a execução sumária de
prisioneiros.
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Por Andreza Matais e Weslley Galzo
28/11/2021 (adaptado)
O Estado de S. Paulo
Semanas antes de publicar o clássico Os Sertões, o
escritor Euclides da Cunha se isolou numa sala da
editora Laemmert & Cia. e corrigiu à tinta, de próprio
punho, 80 erros impressos em cada um dos mil exemplares do livro. A obsessão do autor pela imagem
de seu trabalho tornou ainda mais rara e valiosa a 1ª
edição da obra. No próximo dia 4 de dezembro um
desses exemplares será leiloado no Rio. Um detalhe:
é a primeira vez em 15 anos que uma 1ª edição ainda
com a capa original da brochura aparece no mercado
de livros raros. Para manter as características do exemplar, a livraria Letra Viva, organizadora do leilão, evitou
reencadernar e acondicionou a obra de 632 páginas
num estojo.

Exemplar com capa original que vai a leilão
Considerado um marco da literatura e do livro-reportagem, Os Sertões teve seu primeiro lote bancado
pelo próprio Euclides. As vendas da obra dispararam
logo após lançamento, no final de 1902. Era o surgimento do primeiro best-seller do mercado nacional,
primazia dividida com o Canaã, de Graça Aranha,
publicado no mesmo ano. Os dois livros tiveram a
ousadia de retratar um país diferente daquele conhecido nos grandes centros.
Em 1897, anos antes do clássico ser disputado por
leitores nas livrarias da Rua do Ouvidor, no Rio, Euclides, então um jovem engenheiro militar que atuava
na propagação dos ideais republicanos, seguiu para o
interior baiano como correspondente do Estadão no
conflito que envolvia de um lado o Exército e de outro a comunidade sertaneja de Canudos, liderada pelo
líder messiânico Antônio Conselheiro.
Crimes cometidos pelos militares foram relatados na
obra. De lá para cá, a oficialidade brasileira procurou, sem alardes, desqualificar sem sucesso a versão
de Euclides de que as tropas cometeram crimes de
guerra, como a decapitação e a execução sumária de
prisioneiros.
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Assinale a alternativa que corresponde corretamente à armadura de clave da escala de Mi Maior.
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As escalas musicais são definidas pela sequência
de tons e semitons.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta da escala Maior.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta da escala Maior.
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Em uma aula de música na escola, o professor
propôs uma atividade de composição melódica nos
instrumentos violão e flauta doce soprano.
Assinale a alternativa que corresponde corretamente à clave utilizada para a escrita da partitura desses dois instrumentos.
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A cadência musical é a sucessão de acordes que
em uma peça geralmente representa o movimento de
tensão e resolução.
Assinale a alternativa que corresponde corretamente à cadência plagal.
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O ensino de música no Brasil tem se beneficiado
com conceitos, propostas, métodos e metodologias de
educadores musicais brasileiros e estrangeiros, cujas
contribuições auxiliaram e auxiliam a reflexão e o
desenvolvimento de planejamentos e atividades pedagógico-musicais e artísticas nas escolas. Suas ideias
influenciaram e influenciam a formação de professores
de música no país.
Fonte: Mateiro; Ilari (2012; 2016).
Numere a coluna 2 identificando propostas que pertencem aos educadores na coluna 1.
Coluna 1 Educadores
1. Sá Pereira
2. Liddy Chiaffarelli Mignone
3. Gazzi Galvão de Sá
4. José Gramani
5. Raymond Murray Schafer
Coluna 2 Propostas
( ) Ecologia acústica, som e meio ambiente.
( ) Ensino racionalizado e conhecimento psicológico.
( ) Desenvolvimento de saberes pela audição, percepção do ritmo e consciência de relações sonoras na música.
( ) Ritmo pela voz, percussão corporal e regência.
( ) Proposta com foco no uso da voz, canto e processo de musicalização.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Fonte: Mateiro; Ilari (2012; 2016).
Numere a coluna 2 identificando propostas que pertencem aos educadores na coluna 1.
Coluna 1 Educadores
1. Sá Pereira
2. Liddy Chiaffarelli Mignone
3. Gazzi Galvão de Sá
4. José Gramani
5. Raymond Murray Schafer
Coluna 2 Propostas
( ) Ecologia acústica, som e meio ambiente.
( ) Ensino racionalizado e conhecimento psicológico.
( ) Desenvolvimento de saberes pela audição, percepção do ritmo e consciência de relações sonoras na música.
( ) Ritmo pela voz, percussão corporal e regência.
( ) Proposta com foco no uso da voz, canto e processo de musicalização.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
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