Foram encontradas 40 questões.
Assinalar a alternativa CORRETA quanto ao uso do
pronome oblíquo:
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Assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE:
O rapaz o cachorro abanando a velozmente.
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Em relação aos antônimos das palavras, analisar os itens
abaixo:
I. “Tranquilo” é um antônimo de “sereno”. II. “Redundante” é um antônimo de “repetitivo”. III. “Conciso” é um antônimo de “prolixo”.
Está(ão) CORRETO(S):
I. “Tranquilo” é um antônimo de “sereno”. II. “Redundante” é um antônimo de “repetitivo”. III. “Conciso” é um antônimo de “prolixo”.
Está(ão) CORRETO(S):
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Considerando-se o uso ou não da crase, assinalar a
alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE:
Fui o último sair da festa 23h.
Fui o último sair da festa 23h.
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Do que somos feitos?
Descobertas científicas estão, quase sempre,
ancoradas em duas chaves: de um lado, a solução de
problemas que vão prolongar a vida humana. Do outro, a
revelação de evidências que podem nos dizer de onde
viemos e o que fomos. Ao vasculhar o passado, o presente
se modifica e novas narrativas são incorporadas aos estudos
antropológicos. É o caso, por exemplo, da pesquisa
divulgada recentemente na revista norte-americana Cell,
que contesta a informação nas últimas
décadas de que europeus e asiáticos são os únicos povos
com resquícios do DNA neandertal.
O estudo, de autoria do Instituto Max Planck, da
Alemanha, também identificou traços genéticos de
ascendência neandertal em populações modernas de toda a
África. Esses genes foram descobertos pela primeira vez em
2010, em um trabalho realizado com fósseis antigos. A partir
do DNA recuperado nesses ossos, os pesquisadores
deduziram que os humanos modernos cruzaram com os
neandertais cerca de 60.000 anos atrás, depois de deixarem
a África.
Para analisar e compilar os resultados sobre os
vestígios de DNA neandertal em genomas africanos
modernos, o biólogo Joshua Akey, da Universidade de
Princeton, comparou o genoma de um neandertal da região
russa de Altai, na Sibéria, com outros 2.504 genomas
modernos, catalogados no 1.000 Genomes Project, que
reúne genomas de todo o mundo. Os pesquisadores
calcularam, então, a probabilidade de que cada trecho de
DNA fosse herdado de um ancestral neandertal. O resultado
chocou os cientistas. O estudo mostrou que o DNA de
africanos modernos é composto de, aproximadamente, 0,3%
de material neandertal. Isso equivale a cerca de 17 milhões
de pares de bases. Estudos que analisaram populações
europeias e asiáticas apontam presença entre 1% e 2% de
DNA neandertal.
(Fonte: Isto é - adaptado.)
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Do que somos feitos?
Descobertas científicas estão, quase sempre,
ancoradas em duas chaves: de um lado, a solução de
problemas que vão prolongar a vida humana. Do outro, a
revelação de evidências que podem nos dizer de onde
viemos e o que fomos. Ao vasculhar o passado, o presente
se modifica e novas narrativas são incorporadas aos estudos
antropológicos. É o caso, por exemplo, da pesquisa
divulgada recentemente na revista norte-americana Cell,
que contesta a informação nas últimas
décadas de que europeus e asiáticos são os únicos povos
com resquícios do DNA neandertal.
O estudo, de autoria do Instituto Max Planck, da
Alemanha, também identificou traços genéticos de
ascendência neandertal em populações modernas de toda a
África. Esses genes foram descobertos pela primeira vez em
2010, em um trabalho realizado com fósseis antigos. A partir
do DNA recuperado nesses ossos, os pesquisadores
deduziram que os humanos modernos cruzaram com os
neandertais cerca de 60.000 anos atrás, depois de deixarem
a África.
Para analisar e compilar os resultados sobre os
vestígios de DNA neandertal em genomas africanos
modernos, o biólogo Joshua Akey, da Universidade de
Princeton, comparou o genoma de um neandertal da região
russa de Altai, na Sibéria, com outros 2.504 genomas
modernos, catalogados no 1.000 Genomes Project, que
reúne genomas de todo o mundo. Os pesquisadores
calcularam, então, a probabilidade de que cada trecho de
DNA fosse herdado de um ancestral neandertal. O resultado
chocou os cientistas. O estudo mostrou que o DNA de
africanos modernos é composto de, aproximadamente, 0,3%
de material neandertal. Isso equivale a cerca de 17 milhões
de pares de bases. Estudos que analisaram populações
europeias e asiáticas apontam presença entre 1% e 2% de
DNA neandertal.
(Fonte: Isto é - adaptado.)
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Do que somos feitos?
Descobertas científicas estão, quase sempre,
ancoradas em duas chaves: de um lado, a solução de
problemas que vão prolongar a vida humana. Do outro, a
revelação de evidências que podem nos dizer de onde
viemos e o que fomos. Ao vasculhar o passado, o presente
se modifica e novas narrativas são incorporadas aos estudos
antropológicos. É o caso, por exemplo, da pesquisa
divulgada recentemente na revista norte-americana Cell,
que contesta a informação nas últimas
décadas de que europeus e asiáticos são os únicos povos
com resquícios do DNA neandertal.
O estudo, de autoria do Instituto Max Planck, da
Alemanha, também identificou traços genéticos de
ascendência neandertal em populações modernas de toda a
África. Esses genes foram descobertos pela primeira vez em
2010, em um trabalho realizado com fósseis antigos. A partir
do DNA recuperado nesses ossos, os pesquisadores
deduziram que os humanos modernos cruzaram com os
neandertais cerca de 60.000 anos atrás, depois de deixarem
a África.
Para analisar e compilar os resultados sobre os
vestígios de DNA neandertal em genomas africanos
modernos, o biólogo Joshua Akey, da Universidade de
Princeton, comparou o genoma de um neandertal da região
russa de Altai, na Sibéria, com outros 2.504 genomas
modernos, catalogados no 1.000 Genomes Project, que
reúne genomas de todo o mundo. Os pesquisadores
calcularam, então, a probabilidade de que cada trecho de
DNA fosse herdado de um ancestral neandertal. O resultado
chocou os cientistas. O estudo mostrou que o DNA de
africanos modernos é composto de, aproximadamente, 0,3%
de material neandertal. Isso equivale a cerca de 17 milhões
de pares de bases. Estudos que analisaram populações
europeias e asiáticas apontam presença entre 1% e 2% de
DNA neandertal.
(Fonte: Isto é - adaptado.)
I. A pesquisa divulgada recentemente na revista norte-americana Cell não contesta a informação disseminada nas últimas décadas de que europeus e asiáticos são os únicos povos com resquícios do DNA neandertal.
II. O estudo mostrou que o DNA de africanos modernos é composto de, aproximadamente, 0,3% de material neandertal, resultado que chocou os cientistas.
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Do que somos feitos?
Descobertas científicas estão, quase sempre,
ancoradas em duas chaves: de um lado, a solução de
problemas que vão prolongar a vida humana. Do outro, a
revelação de evidências que podem nos dizer de onde
viemos e o que fomos. Ao vasculhar o passado, o presente
se modifica e novas narrativas são incorporadas aos estudos
antropológicos. É o caso, por exemplo, da pesquisa
divulgada recentemente na revista norte-americana Cell,
que contesta a informação nas últimas
décadas de que europeus e asiáticos são os únicos povos
com resquícios do DNA neandertal.
O estudo, de autoria do Instituto Max Planck, da
Alemanha, também identificou traços genéticos de
ascendência neandertal em populações modernas de toda a
África. Esses genes foram descobertos pela primeira vez em
2010, em um trabalho realizado com fósseis antigos. A partir
do DNA recuperado nesses ossos, os pesquisadores
deduziram que os humanos modernos cruzaram com os
neandertais cerca de 60.000 anos atrás, depois de deixarem
a África.
Para analisar e compilar os resultados sobre os
vestígios de DNA neandertal em genomas africanos
modernos, o biólogo Joshua Akey, da Universidade de
Princeton, comparou o genoma de um neandertal da região
russa de Altai, na Sibéria, com outros 2.504 genomas
modernos, catalogados no 1.000 Genomes Project, que
reúne genomas de todo o mundo. Os pesquisadores
calcularam, então, a probabilidade de que cada trecho de
DNA fosse herdado de um ancestral neandertal. O resultado
chocou os cientistas. O estudo mostrou que o DNA de
africanos modernos é composto de, aproximadamente, 0,3%
de material neandertal. Isso equivale a cerca de 17 milhões
de pares de bases. Estudos que analisaram populações
europeias e asiáticas apontam presença entre 1% e 2% de
DNA neandertal.
(Fonte: Isto é - adaptado.)
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2617699
Ano: 2022
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Dezesseis Novembro-RS
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Dezesseis Novembro-RS
Provas:
Harmoniza o crescimento econômico com a promoção
da equidade social e a preservação do patrimônio natural,
garantindo, assim, que as necessidades das atuais gerações
sejam atendidas sem comprometer o atendimento das
necessidades das gerações futuras. O trecho refere-se ao
conceito ambiental de:
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2617698
Ano: 2022
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Dezesseis Novembro-RS
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Dezesseis Novembro-RS
Provas:
Apesar de ter muita importância para as pessoas com
deficiência, tendo em vista o histórico de privação da
participação desse público nas redes de ensino, a Educação
Inclusiva é uma concepção de ensino contemporânea que
tem como objetivo garantir o direito de todos à educação.
Assinalar a alternativa em que a ideia apresentada NÃO
condiz com os princípios da Educação Inclusiva:
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