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Noite de autógrafos
RIO DE JANEIRO – Escritores, principalmente de ficção, mentem muito – ou não seriam escritores de ficção. Mas ninguém mente mais que escritores em campanha de lançamento de um livro, não importa o gênero. A noite de autógrafos, por exemplo, é um terreno fértil para esse autor delirar e sair dizendo, no dia seguinte, que assinou muito mais livros do que os modestos 15 ou 20 que autografou na vida real.
Minha história favorita é a da bela romancista bissexta que, há anos, teria autografado 2 000 livros de uma sentada, em São Paulo. Já com uma certa prática na matéria e com o espírito de porco que me caracteriza, fiz os cálculos. Dois mil livros? Vamos supor que a autora tenha recebido cada leitor à mesa, aceitado o seu beijo, trocado com ele uma única e simpática frase, deixado fotografar-se abraçada ao dito, escrito algo bem simples, assinado, devolvido o livro, aceitado outro beijo e dito tchau – e tudo isso em 1 minuto cravado. Significa que os 2 000 livros lhe terão tomado 2 000 minutos. Significa também que a autora ficou sentada por 33 horas e 20 minutos, assinando sem parar nem mesmo para tomar um gole de prosecco, roer um amendoim ou dar um pulinho lá dentro. Nem os megassellers americanos que aportam aqui e carimbam os livros em vez de assiná-los conseguiriam tal proeza.
Em meio à sessão, o autor mais consciencioso dá uma espiada na fila, constata que ela está muito comprida e tenta apressar o processo, para que seus leitores idosos não morram de velhice antes de chegar a ele. Mas nem sempre é possível, porque quem vai a tais eventos quer mais que um autógrafo – quer também trocar uma palavra com o autor e sentir, ao vivo, se ele se parece
com o que escreve.
É um momento bonito, esse encontro do escritor com seus leitores. E não importa que tenha sido uma noite de 15 ou 20 autógrafos – ou de imaginários 2 000.
(Folha de S.Paulo, 01.10.2010)
A história favorita do autor sobre noite de autógrafos suscitou-lhe, na época em que a ouviu,
 

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214839 Ano: 2010
Disciplina: Direito Cultural, Desportivo e da Comunicação
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Diadema-SP
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Um dos objetivos do marketing cultural é
 

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214810 Ano: 2010
Disciplina: Direito Cultural, Desportivo e da Comunicação
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Diadema-SP
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A educação patrimonial
 

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Um vegetariano substitui os alimentos de origem animal por soja e lentilha, por exemplo. A Inglaterra, especificamente, importa boa parte desses produtos. Se precisasse plantá-los em seu território, o espaço dedicado à agricultura teria que aumentar muito – mesmo levando em conta a redução da área dedicada à plantação de grãos para alimentar animais de abate. Colocando na ponta do lápis, o impacto dessa mudança seria maior do que os atuais efeitos negativos dos pastos – e isso não inclui a emissão do gás metano provocada pela flatulência dos animais. Além disso, os substitutos da carne passam por um processo industrial que consome uma grande quantidade de energia. A fabricação de proteína de soja, por exemplo, consome mais energia do que a transformação de carne bovina em hambúrguer, o que significa mais carvão queimado nas usinas. Ou seja: tofu não é mais verde que um prato de churrasco.
(Superinteressante, setembro de 2010)
Com a frase final do texto, entende-se que
 

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213092 Ano: 2010
Disciplina: Direito Cultural, Desportivo e da Comunicação
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Diadema-SP
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As últimas duas décadas no Brasil foram marcadas por grandes transformações no cenário cultural. Isso pode ser verificado
 

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Leia a charge.
Enunciado 211737-1
(www.acharge.com.br. Acesso em 01.10.2010. Adaptado)
Os espaços das frases devem ser preenchidos, correta e respectivamente, com
 

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209212 Ano: 2010
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Diadema-SP
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Considere o seguinte trecho da Constituição Brasileira de 1988:

“Constituem o patrimônio cultural brasileiro os bens de natureza material e imaterial, tomados individualmente ou em conjunto, portadores de referência à identidade, à ação, à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira, nos quais se incluem:

I. as formas de expressão;

II. os modos de criar, fazer e viver;

III. as criações científicas e tecnológicas;

IV. as obras, objetos, documentos, edificações e demais espaços destinados às manifestações artístico-culturais;

V. os conjuntos urbanos e sítios de valor histórico, paisagístico, artístico, arqueológico, paleontológico, ecológico e científico”.

Assinale a alternativa correta segundo o texto da Constituição.

 

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Noite de autógrafos
RIO DE JANEIRO – Escritores, principalmente de ficção, mentem muito – ou não seriam escritores de ficção. Mas ninguém mente mais que escritores em campanha de lançamento de um livro, não importa o gênero. A noite de autógrafos, por exemplo, é um terreno fértil para esse autor delirar e sair dizendo, no dia seguinte, que assinou muito mais livros do que os modestos 15 ou 20 que autografou na vida real.
Minha história favorita é a da bela romancista bissexta que, há anos, teria autografado 2 000 livros de uma sentada, em São Paulo. Já com uma certa prática na matéria e com o espírito de porco que me caracteriza, fiz os cálculos. Dois mil livros? Vamos supor que a autora tenha recebido cada leitor à mesa, aceitado o seu beijo, trocado com ele uma única e simpática frase, deixado fotografar-se abraçada ao dito, escrito algo bem simples, assinado, devolvido o livro, aceitado outro beijo e dito tchau – e tudo isso em 1 minuto cravado. Significa que os 2 000 livros lhe terão tomado 2 000 minutos. Significa também que a autora ficou sentada por 33 horas e 20 minutos, assinando sem parar nem mesmo para tomar um gole de prosecco, roer um amendoim ou dar um pulinho lá dentro. Nem os megassellers americanos que aportam aqui e carimbam os livros em vez de assiná-los conseguiriam tal proeza.
Em meio à sessão, o autor mais consciencioso dá uma espiada na fila, constata que ela está muito comprida e tenta apressar o processo, para que seus leitores idosos não morram de velhice antes de chegar a ele. Mas nem sempre é possível, porque quem vai a tais eventos quer mais que um autógrafo – quer também trocar uma palavra com o autor e sentir, ao vivo, se ele se parece
com o que escreve.
É um momento bonito, esse encontro do escritor com seus leitores. E não importa que tenha sido uma noite de 15 ou 20 autógrafos – ou de imaginários 2 000.
(Folha de S.Paulo, 01.10.2010)
De acordo com o texto, a bela romancista referida pelo autor
 

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197355 Ano: 2010
Disciplina: Museologia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Diadema-SP
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Os museus, bibliotecas e centros culturais são adequados para complementar a formação de futuros professores porque
 

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186672 Ano: 2010
Disciplina: Direito Cultural, Desportivo e da Comunicação
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Diadema-SP
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“Cultura Viva” é
 

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