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Leia a tira e assinale a alternativa cujos elementos completam, correta e respectivamente, as lacunas.

(Folha de S.Paulo, 02.10.2010)
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1314217
Ano: 2010
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Diadema-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Diadema-SP
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No dia 07 de outubro de 2010, a justiça ordenou a retirada de aves que faziam parte da obra “Bandeira Branca”, de Nuno Ramos, exposta na 29.ª Bienal de Arte de São Paulo. Apesar de uma licença do IBAMA, grupos ambientalistas protestaram contra o uso das aves como parte da instalação. Estavam em cativeiro na Bienal três
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1311721
Ano: 2010
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Diadema-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Diadema-SP
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No dia 10 de outubro de 2010, o Brasil sagrou-se, mais uma vez, campeão mundial de vôlei masculino, derrotando Cuba por 3 sets a zero. Essa vitória foi conquistada na
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1297190
Ano: 2010
Disciplina: Direito Cultural, Desportivo e da Comunicação
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Diadema-SP
Disciplina: Direito Cultural, Desportivo e da Comunicação
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Diadema-SP
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Na Lei Rouanet, a modalidade de incentivo a projetos que prevê a transferência de recursos em caráter definitivo, à pessoa física ou jurídica de natureza cultural, sem fins lucrativos, para a realização de projetos culturais, com veto ao uso de publicidade para a divulgação desse ato denomina-se
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1297087
Ano: 2010
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Diadema-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Diadema-SP
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No dia 7 de outubro de 2010, a “Folha de S.Paulo” publicava matéria de Érica Fraga, afirmando, no título, que o “Brasil tem pior desempenho dos Brics no 3.º trimestre”. Isto é, “o Brasil teve entre julho e setembro o desempenho econômico mais fraco” quando comparado com o crescimento
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Noite de autógrafos
RIO DE JANEIRO – Escritores, principalmente de ficção, mentem muito – ou não seriam escritores de ficção. Mas ninguém mente mais que escritores em campanha de lançamento de um livro, não importa o gênero. A noite de autógrafos, por exemplo, é um terreno fértil para esse autor delirar e sair dizendo, no dia seguinte, que assinou muito mais livros do que os modestos 15 ou 20 que autografou na vida real.
Minha história favorita é a da bela romancista bissexta que, há anos, teria autografado 2 000 livros de uma sentada, em São Paulo. Já com uma certa prática na matéria e com o espírito de porco que me caracteriza, fiz os cálculos. Dois mil livros? Vamos supor que a autora tenha recebido cada leitor à mesa, aceitado o seu beijo, trocado com ele uma única e simpática frase, deixado fotografar-se abraçada ao dito, escrito algo bem simples, assinado, devolvido o livro, aceitado outro beijo e dito tchau – e tudo isso em 1 minuto cravado. Significa que os 2 000 livros lhe terão tomado 2 000 minutos. Significa também que a autora ficou sentada por 33 horas e 20 minutos, assinando sem parar nem mesmo para tomar um gole de prosecco, roer um amendoim ou dar um pulinho lá dentro. Nem os megassellers americanos que aportam aqui e carimbam os livros em vez de assiná-los conseguiriam tal proeza.
Em meio à sessão, o autor mais consciencioso dá uma espiada na fila, constata que ela está muito comprida e tenta apressar o processo, para que seus leitores idosos não morram de velhice antes de chegar a ele. Mas nem sempre é possível, porque quem vai a tais eventos quer mais que um autógrafo – quer também trocar uma palavra com o autor e sentir, ao vivo, se ele se parece
com o que escreve.
com o que escreve.
É um momento bonito, esse encontro do escritor com seus leitores. E não importa que tenha sido uma noite de 15 ou 20 autógrafos – ou de imaginários 2 000.
(Folha de S.Paulo, 01.10.2010)
Significa também que a autora ficou sentada por 33 horas e 20 minutos, assinando sem parar nem mesmo para tomar um gole de prosecco, roer um amendoim ou dar um pulinho lá dentro.
Mantendo o sentido do texto, o trecho está corretamente reescrito em:
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Noite de autógrafos
RIO DE JANEIRO – Escritores, principalmente de ficção, mentem muito – ou não seriam escritores de ficção. Mas ninguém mente mais que escritores em campanha de lançamento de um livro, não importa o gênero. A noite de autógrafos, por exemplo, é um terreno fértil para esse autor delirar e sair dizendo, no dia seguinte, que assinou muito mais livros do que os modestos 15 ou 20 que autografou na vida real.
Minha história favorita é a da bela romancista bissexta que, há anos, teria autografado 2 000 livros de uma sentada, em São Paulo. Já com uma certa prática na matéria e com o espírito de porco que me caracteriza, fiz os cálculos. Dois mil livros? Vamos supor que a autora tenha recebido cada leitor à mesa, aceitado o seu beijo, trocado com ele uma única e simpática frase, deixado fotografar-se abraçada ao dito, escrito algo bem simples, assinado, devolvido o livro, aceitado outro beijo e dito tchau – e tudo isso em 1 minuto cravado. Significa que os 2 000 livros lhe terão tomado 2 000 minutos. Significa também que a autora ficou sentada por 33 horas e 20 minutos, assinando sem parar nem mesmo para tomar um gole de prosecco, roer um amendoim ou dar um pulinho lá dentro. Nem os megassellers americanos que aportam aqui e carimbam os livros em vez de assiná-los conseguiriam tal proeza.
Em meio à sessão, o autor mais consciencioso dá uma espiada na fila, constata que ela está muito comprida e tenta apressar o processo, para que seus leitores idosos não morram de velhice antes de chegar a ele. Mas nem sempre é possível, porque quem vai a tais eventos quer mais que um autógrafo – quer também trocar uma palavra com o autor e sentir, ao vivo, se ele se parece
com o que escreve.
com o que escreve.
É um momento bonito, esse encontro do escritor com seus leitores. E não importa que tenha sido uma noite de 15 ou 20 autógrafos – ou de imaginários 2 000.
(Folha de S.Paulo, 01.10.2010)
A ideia central que o autor aborda é
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334296
Ano: 2010
Disciplina: Direito Cultural, Desportivo e da Comunicação
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Diadema-SP
Disciplina: Direito Cultural, Desportivo e da Comunicação
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Diadema-SP
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O papel da cultura expandiu-se como nunca para as esferas política e econômica, ao mesmo tempo em que as noções convencionais de cultura se esvaziaram muito.
(George Yúdice. A conveniência da cultura: usos da cultura na era global. Belo Horizonte: UFMG, 2004)
De acordo com George Yúdice, o uso da cultura como recurso para melhorar as condições sociopolíticas e econômicas da população é uma tendência que pode ser associada
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330708
Ano: 2010
Disciplina: Direito Cultural, Desportivo e da Comunicação
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Diadema-SP
Disciplina: Direito Cultural, Desportivo e da Comunicação
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Diadema-SP
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Na década de 1990, o Ministério da Cultura adotou o bordão “Cultura é um bom negócio” para difundir entre os empresários as vantagens do investimento no setor cultural. Sobre esse tipo de investimento, pode-se afirmar que
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328838
Ano: 2010
Disciplina: Direito Cultural, Desportivo e da Comunicação
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Diadema-SP
Disciplina: Direito Cultural, Desportivo e da Comunicação
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Diadema-SP
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Segundo Paul Tolila, a partir de 1996, as vendas internacionais de produtos culturais passaram a representar o primeiro setor de exportação dos Estados Unidos, com volume superior a 60 bilhões de dólares. São áreas relacionadas à economia da cultura:
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