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Assinale a alternativa que contém a opção do Painel de controle do MS-Windows XP, em sua configuração original, que permite configurar os itens apresentados na figura.
Enunciado 222046-1
 

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Noite de autógrafos
RIO DE JANEIRO – Escritores, principalmente de ficção, mentem muito – ou não seriam escritores de ficção. Mas ninguém mente mais que escritores em campanha de lançamento de um livro, não importa o gênero. A noite de autógrafos, por exemplo, é um terreno fértil para esse autor delirar e sair dizendo, no dia seguinte, que assinou muito mais livros do que os modestos 15 ou 20 que autografou na vida real.
Minha história favorita é a da bela romancista bissexta que, há anos, teria autografado 2 000 livros de uma sentada, em São Paulo. Já com uma certa prática na matéria e com o espírito de porco que me caracteriza, fiz os cálculos. Dois mil livros? Vamos supor que a autora tenha recebido cada leitor à mesa, aceitado o seu beijo, trocado com ele uma única e simpática frase, deixado fotografar-se abraçada ao dito, escrito algo bem simples, assinado, devolvido o livro, aceitado outro beijo e dito tchau – e tudo isso em 1 minuto cravado. Significa que os 2 000 livros lhe terão tomado 2 000 minutos. Significa também que a autora ficou sentada por 33 horas e 20 minutos, assinando sem parar nem mesmo para tomar um gole de prosecco, roer um amendoim ou dar um pulinho lá dentro. Nem os megassellers americanos que aportam aqui e carimbam os livros em vez de assiná-los conseguiriam tal proeza.
Em meio à sessão, o autor mais consciencioso dá uma espiada na fila, constata que ela está muito comprida e tenta apressar o processo, para que seus leitores idosos não morram de velhice antes de chegar a ele. Mas nem sempre é possível, porque quem vai a tais eventos quer mais que um autógrafo – quer também trocar uma palavra com o autor e sentir, ao vivo, se ele se parece
com o que escreve.
É um momento bonito, esse encontro do escritor com seus leitores. E não importa que tenha sido uma noite de 15 ou 20 autógrafos – ou de imaginários 2 000.
(Folha de S.Paulo, 01.10.2010)
Analise as afirmações.
I. A noite de autógrafos constitui um momento propício para que os escritores deem asas à sua imaginação quanto à quantidade de livros autografados.
II. Para fundamentar a sua argumentação no segundo parágrafo, o autor vale-se estrategicamente dos numerais, para provar que numericamente é impossível autografar 2 000 livros em uma noite.
III. Para o autor, a relação entre escritor e leitores, estabelecida em uma noite de autógrafos, tem uma beleza incontestável, independentemente de haver poucos ou muitos autógrafos.
Está correto o que se afirma em
 

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Noite de autógrafos
RIO DE JANEIRO – Escritores, principalmente de ficção, mentem muito – ou não seriam escritores de ficção. Mas ninguém mente mais que escritores em campanha de lançamento de um livro, não importa o gênero. A noite de autógrafos, por exemplo, é um terreno fértil para esse autor delirar e sair dizendo, no dia seguinte, que assinou muito mais livros do que os modestos 15 ou 20 que autografou na vida real.
Minha história favorita é a da bela romancista bissexta que, há anos, teria autografado 2 000 livros de uma sentada, em São Paulo. Já com uma certa prática na matéria e com o espírito de porco que me caracteriza, fiz os cálculos. Dois mil livros? Vamos supor que a autora tenha recebido cada leitor à mesa, aceitado o seu beijo, trocado com ele uma única e simpática frase, deixado fotografar-se abraçada ao dito, escrito algo bem simples, assinado, devolvido o livro, aceitado outro beijo e dito tchau – e tudo isso em 1 minuto cravado. Significa que os 2 000 livros lhe terão tomado 2 000 minutos. Significa também que a autora ficou sentada por 33 horas e 20 minutos, assinando sem parar nem mesmo para tomar um gole de prosecco, roer um amendoim ou dar um pulinho lá dentro. Nem os megassellers americanos que aportam aqui e carimbam os livros em vez de assiná-los conseguiriam tal proeza.
Em meio à sessão, o autor mais consciencioso dá uma espiada na fila, constata que ela está muito comprida e tenta apressar o processo, para que seus leitores idosos não morram de velhice antes de chegar a ele. Mas nem sempre é possível, porque quem vai a tais eventos quer mais que um autógrafo – quer também trocar uma palavra com o autor e sentir, ao vivo, se ele se parece
com o que escreve.
É um momento bonito, esse encontro do escritor com seus leitores. E não importa que tenha sido uma noite de 15 ou 20 autógrafos – ou de imaginários 2 000.
(Folha de S.Paulo, 01.10.2010)
A história favorita do autor sobre noite de autógrafos suscitou-lhe, na época em que a ouviu,
 

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Um vegetariano substitui os alimentos de origem animal por soja e lentilha, por exemplo. A Inglaterra, especificamente, importa boa parte desses produtos. Se precisasse plantá-los em seu território, o espaço dedicado à agricultura teria que aumentar muito – mesmo levando em conta a redução da área dedicada à plantação de grãos para alimentar animais de abate. Colocando na ponta do lápis, o impacto dessa mudança seria maior do que os atuais efeitos negativos dos pastos – e isso não inclui a emissão do gás metano provocada pela flatulência dos animais. Além disso, os substitutos da carne passam por um processo industrial que consome uma grande quantidade de energia. A fabricação de proteína de soja, por exemplo, consome mais energia do que a transformação de carne bovina em hambúrguer, o que significa mais carvão queimado nas usinas. Ou seja: tofu não é mais verde que um prato de churrasco.
(Superinteressante, setembro de 2010)
Com a frase final do texto, entende-se que
 

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Leia a charge.
Enunciado 211737-1
(www.acharge.com.br. Acesso em 01.10.2010. Adaptado)
Os espaços das frases devem ser preenchidos, correta e respectivamente, com
 

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Noite de autógrafos
RIO DE JANEIRO – Escritores, principalmente de ficção, mentem muito – ou não seriam escritores de ficção. Mas ninguém mente mais que escritores em campanha de lançamento de um livro, não importa o gênero. A noite de autógrafos, por exemplo, é um terreno fértil para esse autor delirar e sair dizendo, no dia seguinte, que assinou muito mais livros do que os modestos 15 ou 20 que autografou na vida real.
Minha história favorita é a da bela romancista bissexta que, há anos, teria autografado 2 000 livros de uma sentada, em São Paulo. Já com uma certa prática na matéria e com o espírito de porco que me caracteriza, fiz os cálculos. Dois mil livros? Vamos supor que a autora tenha recebido cada leitor à mesa, aceitado o seu beijo, trocado com ele uma única e simpática frase, deixado fotografar-se abraçada ao dito, escrito algo bem simples, assinado, devolvido o livro, aceitado outro beijo e dito tchau – e tudo isso em 1 minuto cravado. Significa que os 2 000 livros lhe terão tomado 2 000 minutos. Significa também que a autora ficou sentada por 33 horas e 20 minutos, assinando sem parar nem mesmo para tomar um gole de prosecco, roer um amendoim ou dar um pulinho lá dentro. Nem os megassellers americanos que aportam aqui e carimbam os livros em vez de assiná-los conseguiriam tal proeza.
Em meio à sessão, o autor mais consciencioso dá uma espiada na fila, constata que ela está muito comprida e tenta apressar o processo, para que seus leitores idosos não morram de velhice antes de chegar a ele. Mas nem sempre é possível, porque quem vai a tais eventos quer mais que um autógrafo – quer também trocar uma palavra com o autor e sentir, ao vivo, se ele se parece
com o que escreve.
É um momento bonito, esse encontro do escritor com seus leitores. E não importa que tenha sido uma noite de 15 ou 20 autógrafos – ou de imaginários 2 000.
(Folha de S.Paulo, 01.10.2010)
De acordo com o texto, a bela romancista referida pelo autor
 

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202304 Ano: 2010
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Diadema-SP
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Com relação aos princípios básicos do planejamento e construção do viveiro, é sabido que
I. em viveiros com canteiros suspensos e utilização de tubetes, as mudas devem ser colocadas em bandejas, caixas de isopor ou telas, dispostas a uma altura entre 1,20 m a 1,50 m do chão. O caminho entre os canteiros deve ter uma largura de pelo menos 90 cm. No caso da existência de sistema de irrigação, o caminho onde está localizado o encanamento deve ser mais largo (de 1,00 m a 1,50 m).
II. deve-se evitar a instalação do viveiro em locais irregulares, pois dificultam a execução dos tratos culturais e o acesso e trânsito de funcionários e equipamentos. A inclinação (declividade) do terreno deve ser a menor possível, sendo a ideal de 5% a 9%.
III. a largura mais comum dos viveiros, por questões ergonômicas dos funcionários e do uso satisfatório de maquinários, é de 1,20 m a 1,50 m. O comprimento dos viveiros depende da divisão da área e, quanto mais compridos forem, mais econômica é a operação.
Está coreto contido em
 

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201030 Ano: 2010
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Diadema-SP
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Com relação aos diferentes tipos de jardineiras utilizadas em projetos de paisagismo e jardinagem, tem-se que
I. as jardineiras de madeira bruta devem ser mantidas livres de lodo e musgo, além de evitar o contato direto com o chão. Apresentam pouca durabilidade, boa resistência e rusticidade normal. Aquecem-se pouco quando da exposição ao sol.
II. as jardineiras de plástico ressecam com o tempo, se ficarem expostas ao sol. Apresentam pouca durabilidade, resistência normal, são rústicas e exigem poucos cuidados.
III. as jardineiras de argila apresentam tantos problemas com lodo e musgo, ressecam com o tempo e não podem ter contato direto com o chão. Apresentam durabilidade normal, resistência normal, são rústicas e exigem bastantes cuidados. Aquecem-se muito quando da exposição ao sol.
Está correto o contido em
 

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186681 Ano: 2010
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Diadema-SP
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Uma das principais atividades de preparo do solo para a implantação de gramados é o controle de ervas daninhas. A partir dessa informção, considere as afirmativas a seguir.
I. O principal método de controle de ervas daninhas em gramados é a aplicação de herbicidas e/ou a capina manual e mecânica, com o revolvimento do solo à profundidade não inferior a 20 cm.
II. A principal planta invasora dos locais gramados é a tiririca (Cyperus rotundus L.), sendo que um modo simples e eficiente de controle dessa planta invasora é por meio do recobrimento do solo com uma lona plástica ou preta.
III. O método químico também é utilizado no controle da tiririca (Cyperus rotundus L.), muito embora vários herbicidas, de diferentes grupos químicos, tenham apresentado resultados insatisfatórios em face da baixa taxa de absorção e translocação dos produtos.
Está correto o contido em
 

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183148 Ano: 2010
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Diadema-SP
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Para efeitos de poda, as espécies arbóreas utilizadas na arborização urbana podem ser definidas conforme três padrões de repouso biológico, quais sejam:
I. Espécies com repouso real. Espécies decíduas que entram em repouso após a perda das folhas. A melhor época para a poda é entre o início do período vegetativo e o início do florescimento. A época em que é mais prejudicial a poda nessas plantas é entre o período de pleno florescimento e o de frutificação.
II. Espécies com repouso falso. Espécies caducifólias que não entram em repouso após a perda das folhas. A melhor época de poda é entre o final do florescimento e o início do período vegetativo. A época mais prejudicial à poda dessas plantas é entre o período de repouso e o de pleno florescimento.
III. Espécies sem repouso aparente (ou de folhagem permanente). Espécies perenifólias que apresentam manifestações externas de repouso de difícil observação. A melhor época de poda é entre o final do florescimento e o início da frutificação. A época mais prejudicial de poda é entre o período de repouso e o início do período vegetativo.
Está correto o contido em
 

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