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Assinale a alternativa cuja palavra sublinhada está ERRADA quanto à concordância nominal ou verbal.
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Como a Língua Portuguesa é uma língua viva, sempre ocorre a formação de novas palavras. Existem dois processos básicos de formação de palavras: a derivação (prefixai, sufixal e parassintética) e a composição (por justaposição ou por aglutinação). Assinale a alternativa que apresenta a primeira das palavras formada pelo processo de derivação prefixal e a segunda formada pelo processo de derivação sufixal.
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Observe a acentuação e grafia dos verbos sublinhados e assinale a alternativa correspondente.
1 - A noite os pais lêem belas histórias para os filhos.
2 - Os que têm espírito de observação sabem quantos capítulos contém este livro.
3 - sua prova contêem muitos erros.
4 - Itália retém dez navios iraquianos.
5 - Os habitantes da cidade vem prestar homenagem ao prefeito.
6 - Depois de muito calor vêm as tempestades
7 - Alguém se detém demais e mantém a fila parada.
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A seguir apresentamos três períodos independentes.
- As ideias foram expostas na reunião.
- Discordamos dessas ideias.
- Participamos da reunião.
Assinale a alternativa em que os três períodos estão adequadamente reunidos por meio de pronomes relativos, obedecendo às normas da regência verbal.
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Coloque O artigo "o" ou "a" em frente às seguintes palavras (conforme sejam do gênero masculino ou feminino) e assinale a alternativa correspondente.
__ alface__telefonema__ guaraná __alvará __cal
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Assinale a alternativa CORRETA quanto ao plural das seguintes palavras: troféu - pãozinho - cidadão - beija-flor - sexta-feira.
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Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas no seguinte texto, observando a correta grafia e acentuação das palavras. "Ataque a tiros em mesquitas deixou dezenas de mortos na Nova Zelândia.
__________a primeira-ministra do país decidiu nunca pronunciar o nome do atirador?
Em discurso emocionado no Parlamento, a primeiraministra da Nova Zelândia anunciou que nunca dirá o nome do atirador que matou 50 pessoas em duas mesquitas na cidade de Christchurch.
'Ele buscou muitas coisas em seu ato de terror, entre elas a notoriedade - é _______ que você nunca me ouvira mencionar seu nome", disse. Segundo a CNN, a estratégia _____ efeito: é o rosto dela, e não o do atirador, que tem dominado a cobertura da mídia.
O que está por ____ da decisão de não nomear atiradores? "Eu imploro, fale os nomes daqueles que perdemos em vez do nome do homem que os matou, Ele é um terrorista, um criminoso, um _____ ", afirmou
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A complexidade da educação escolar
Rosely Sayão www.uol.com.br, 24/03/ 2017
Recebi duas correspondências de mães de dois jovens que se dedicaram com afinco a estudar para o vestibular. Uma delas anunciou que seu filho finalmente conseguiu classificação para matricular-se em uma universidade pública reconhecida, que ele tanto almejava. Agora ela quer saber o que pode fazer para ajudar o filho nessa nova fase da vida.
A outra mãe não sabe como agir porque seu filho não atingiu classificação para a universidade pública, mas passou em uma universidade privada, que ela considera boa e cuja mensalidade a família pode pagar. No entanto, o jovem se recusa a fazer a matrícula porque considera humilhante obter um diploma de graduação nessa universidade depois de cursar o ensino médio em uma escola muito bem avaliada. Essa mãe quer convencer seu filho a mudar de opinião para não desperdiçar um ano de estudos.
Esses dois depoimentos nos dão um retrato de como nossos equívocos a respeito da avaliação que fazemos sobre o ensino público e o ensino privado têm reflexo nos mais novos. Criamos wma verdadeira contradição nesse sentido.
De modo geral, a classe média optou por colocar seus filhos durante o ensino básico em escolas . particulares: desde as famílias mais abastadas, que conseguem pagar as caríssimas mensalidades de algumas escolas consideradas "as melhores" por diversos motivos, até famílias mais simples, que vivem com orçamento apertado e conseguem escolas partict1lares com mensalidades bem mais em conta.
O que importa é que, independentemente do projeto pedagógico da escola, do empenho e do compromisso de seus docentes, da didática utilizada, decidimos valorizar o ensino básico privado e, consequentemente, desvalorizar o público, com raras exceções. Pode não parecer, mas tal atitude gera muitas consequências para a educação do país: a classe média não se importa com as políticas públicas em educação, a imprensa se ocupa muito mais com o que acontece nas escolas privadas e ressalta as mazelas das, publicas, e a boa educação escolar segue como privilégio de classe.
O curioso é que a lógica aplicada se inverte no ensino universitário: a mesma classe média passa a valorizar o ensino público e a desvalorizar a maioria do privado. Que raciocínio é esse? Com ele, criamos distorções importantes. Famílias enfrentando problemas financeiros que poderiam transferir os filhos para escolas públicas escolhem em continuar nas particulares, mesmo inadimplentes, por exemplo, sem falar da imagem que passamos aos mais novos.
Até quando vamos sustentar a complexidade que é a educação escolar com essa equação tão simplista?
Analise as afirmativas, com base no texto, e assinale a alternativa INCORRETA
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A complexidade da educação escolar
Rosely Sayão www.uol.com.br, 24/03/ 2017
Recebi duas correspondências de mães de dois jovens que se dedicaram com afinco a estudar para o vestibular. Uma delas anunciou que seu filho finalmente conseguiu classificação para matricular-se em uma universidade pública reconhecida, que ele tanto almejava. Agora ela quer saber o que pode fazer para ajudar o filho nessa nova fase da vida.
A outra mãe não sabe como agir porque seu filho não atingiu classificação para a universidade pública, mas passou em uma universidade privada, que ela considera boa e cuja mensalidade a família pode pagar. No entanto, o jovem se recusa a fazer a matrícula porque considera humilhante obter um diploma de graduação nessa universidade depois de cursar o ensino médio em uma escola muito bem avaliada. Essa mãe quer convencer seu filho a mudar de opinião para não desperdiçar um ano de estudos.
Esses dois depoimentos nos dão um retrato de como nossos equívocos a respeito da avaliação que fazemos sobre o ensino público e o ensino privado têm reflexo nos mais novos. Criamos wma verdadeira contradição nesse sentido.
De modo geral, a classe média optou por colocar seus filhos durante o ensino básico em escolas . particulares: desde as famílias mais abastadas, que conseguem pagar as caríssimas mensalidades de algumas escolas consideradas "as melhores" por diversos motivos, até famílias mais simples, que vivem com orçamento apertado e conseguem escolas partict1lares com mensalidades bem mais em conta.
O que importa é que, independentemente do projeto pedagógico da escola, do empenho e do compromisso de seus docentes, da didática utilizada, decidimos valorizar o ensino básico privado e, consequentemente, desvalorizar o público, com raras exceções. Pode não parecer, mas tal atitude gera muitas consequências para a educação do país: a classe média não se importa com as políticas públicas em educação, a imprensa se ocupa muito mais com o que acontece nas escolas privadas e ressalta as mazelas das, publicas, e a boa educação escolar segue como privilégio de classe.
O curioso é que a lógica aplicada se inverte no ensino universitário: a mesma classe média passa a valorizar o ensino público e a desvalorizar a maioria do privado. Que raciocínio é esse? Com ele, criamos distorções importantes. Famílias enfrentando problemas financeiros que poderiam transferir os filhos para escolas públicas escolhem em continuar nas particulares, mesmo inadimplentes, por exemplo, sem falar da imagem que passamos aos mais novos.
Até quando vamos sustentar a complexidade que é a educação escolar com essa equação tão simplista?
Observe a palavra "que" nestes dois períodos:
1- "O curioso é que a lógica aplicada se inverte no ensino universitário".
2- "Seu filho finalmente conseguiu classificação para matricular-se em uma universidade pública reconhecida que ele tanto almejava".
No primeiro período, "que" é uma conjunção. pois inicia uma oração subordinada em relação à oração principal. No segundo período, "que" é um pronome relativo pois se refere a um termo anterior (universidade) e corresponde ao pronome relativo as quais. A palavra sublinhada também é um pronome relativo em todas as alternativas a seguir, Exceto em:
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A complexidade da educação escolar
Rosely Sayão www.uol.com.br, 24/03/ 2017
Recebi duas correspondências de mães de dois jovens que se dedicaram com afinco a estudar para o vestibular. Uma delas anunciou que seu f)lho finalmente conseguiu classificação para matricular-se em uma universidade pública reconhecida, que ele tanto almejava. Agora ela quer saber o que pode fazer para ajudar o filho nessa nova fase da vida.
A outra mãe não sabe como agir porque seu filho não atingiu classificação para a universidade pública, mas passou em uma universidade privada, que ela considera boa e cuja mensalidade a família pode pagar. No entanto, o jovem se recusa a fazer a matrícula porque considera humilhante obter um diploma de graduação nessa universidade depois de cursar o ensino médio em uma escola muito bem avaliada. Essa mãe quer convencer seu filho a mudar de opinião para não desperdiçar um ano de estudos.
Esses dois depoimentos nos dão um retrato de como nossos equívocos a respeito da avaliação que fazemos sobre o ensino público e o ensino privado têm reflexo nos mais novos. Criamos wma verdadeira contradição nesse sentido.
De modo geral, a classe média optou por colocar seus filhos durante o ensino básico em escolas . particulares: desde as famílias mais abastadas, que conseguem pagar as caríssimas mensalidades de algumas escolas consideradas "as melhores" por diversos motivos, até famílias mais simples, que vivem com orçamento apertado e conseguem escolas partict1lares com mensalidades bem mais em conta.
O que importa é que, independentemente do projeto pedagógico da escola, do empenho e do compromisso de seus docentes, da didática utilizada, decidimos valorizar o ensino básico privado e, consequentemente, desvalorizar o público, com raras exceções. Pode não parecer, mas tal atitude gera muitas consequências para a educação do país: a classe média não se importa com as políticas públicas em educação, a imprensa se ocupa muito mais com o que acontece nas escolas privadas e ressalta as mazelas das, publicas, e a boa educação escolar segue como privilégio de classe.
O curioso é que a lógica aplicada se inverte no ensino universitário: a mesma classe média passa a valorizar o ensino público e a desvalorizar a maioria do privado. Que raciocínio é esse? Com ele, criamos distorções importantes. Famílias enfrentando problemas financeiros que poderiam transferir os filhos para escolas públicas escolhem em continuar nas particulares, mesmo inadimplentes, por exemplo, sem falar da imagem que passamos aos mais novos.
Até quando vamos sustentar a complexidade que é a educação escolar com essa equação tão simplista?
Analise as seguintes afirmativas, a respeito da sintaxe da oração e do período, e assinale a alternativa INCORRETA.
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