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INSTRUÇÃO: Leia o texto 02 a seguir para responder às questões 11-15.
TEXTO 02
BIOMA AMAZÔNIA
1[...] A Amazônia ocupa uma área de mais de 6,5 milhões de km² na parte norte da América do Sul, passando por
nove países: o Brasil, Venezuela, Colômbia, Peru, Bolívia, Equador, Suriname, Guiana e Guiana Francesa.
85% dessa região fica no Brasil (5 milhões de km², 7 vezes maior que a França) em 61% do território nacional e
com uma população que corresponde a menos de 10% do total de brasileiros. A chamada “Amazônia Legal”
5compreende os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e parte dos estados do Mato Grosso,
Tocantins e Maranhão perfazendo aproximadamente 5.217.423km².
Quando falamos em desmatamento na Amazônia, é comum as pessoas confundirem a região citada acima com
o estado do Amazonas, o que limita a compreensão do verdadeiro problema que essa região enfrenta. Em toda a
região amazônica, calcula-se que cerca de 26.000 km são desmatados todos os anos. [...]
Disponível em: <https://www.infoescola.com/geografia/desmatamento-da-amazonia/>. Acesso em: 18 ago. 2019. Adaptado.
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão escritas ortograficamente.
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TEXTO 02
BIOMA AMAZÔNIA
1[...] A Amazônia ocupa uma área de mais de 6,5 milhões de km² na parte norte da América do Sul, passando por
nove países: o Brasil, Venezuela, Colômbia, Peru, Bolívia, Equador, Suriname, Guiana e Guiana Francesa.
85% dessa região fica no Brasil (5 milhões de km², 7 vezes maior que a França) em 61% do território nacional e
com uma população que corresponde a menos de 10% do total de brasileiros. A chamada “Amazônia Legal”
5compreende os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e parte dos estados do Mato Grosso,
Tocantins e Maranhão perfazendo aproximadamente 5.217.423km².
Quando falamos em desmatamento na Amazônia, é comum as pessoas confundirem a região citada acima com
o estado do Amazonas, o que limita a compreensão do verdadeiro problema que essa região enfrenta. Em toda a
região amazônica, calcula-se que cerca de 26.000 km são desmatados todos os anos. [...]
Disponível em: <https://www.infoescola.com/geografia/desmatamento-da-amazonia/>. Acesso em: 18 ago. 2019. Adaptado.
Os termos “nacional” (linha 3) e “brasileiros” (linha 4) foram formados pelos processos de formação de palavras denominados, respectivamente,
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TEXTO 02
BIOMA AMAZÔNIA
1[...] A Amazônia ocupa uma área de mais de 6,5 milhões de km² na parte norte da América do Sul, passando por
nove países: o Brasil, Venezuela, Colômbia, Peru, Bolívia, Equador, Suriname, Guiana e Guiana Francesa.
85% dessa região fica no Brasil (5 milhões de km², 7 vezes maior que a França) em 61% do território nacional e
com uma população que corresponde a menos de 10% do total de brasileiros. A chamada “Amazônia Legal”
5compreende os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e parte dos estados do Mato Grosso,
Tocantins e Maranhão perfazendo aproximadamente 5.217.423km².
Quando falamos em desmatamento na Amazônia, é comum as pessoas confundirem a região citada acima com
o estado do Amazonas, o que limita a compreensão do verdadeiro problema que essa região enfrenta. Em toda a
região amazônica, calcula-se que cerca de 26.000 km são desmatados todos os anos. [...]
Disponível em: <https://www.infoescola.com/geografia/desmatamento-da-amazonia/>. Acesso em: 18 ago. 2019. Adaptado.
Assinale a alternativa que apresenta um equívoco de informação, de acordo com o texto.
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TEXTO 02
BIOMA AMAZÔNIA
1[...] A Amazônia ocupa uma área de mais de 6,5 milhões de km² na parte norte da América do Sul, passando por
nove países: o Brasil, Venezuela, Colômbia, Peru, Bolívia, Equador, Suriname, Guiana e Guiana Francesa.
85% dessa região fica no Brasil (5 milhões de km², 7 vezes maior que a França) em 61% do território nacional e
com uma população que corresponde a menos de 10% do total de brasileiros. A chamada “Amazônia Legal”
5compreende os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e parte dos estados do Mato Grosso,
Tocantins e Maranhão perfazendo aproximadamente 5.217.423km².
Quando falamos em desmatamento na Amazônia, é comum as pessoas confundirem a região citada acima com
o estado do Amazonas, o que limita a compreensão do verdadeiro problema que essa região enfrenta. Em toda a
região amazônica, calcula-se que cerca de 26.000 km são desmatados todos os anos. [...]
Disponível em: <https://www.infoescola.com/geografia/desmatamento-da-amazonia/>. Acesso em: 18 ago. 2019. Adaptado.
Conforme o texto, é possível afirmar que:
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INSTRUÇÃO: Leia o texto 01, com atenção, e responda às questões 01 a 10.
TEXTO 01
ESQUELETOS TAMBÉM FALAM!
1Quando um crime acontece, é preciso fazer uma investigação para desvendá-lo. Nos filmes, são usadas aquelas
fitas amarelas para isolar a área, enquanto é aguardado o detetive. Mas sabia que o detetive pode precisar da ajuda
de um cientista? Pois é! Existe uma especialidade chamada antropologia forense. As pistas seguidas por esses
especialistas vêm de… ossos! Sim, os esqueletos também falam e ajudam a desvendar mistérios. [...]
5É claro que esqueletos não falam como nós, mas eles oferecem evidências científicas! Ou seja: informações que
são estudadas por um antropólogo forense e que ajudam o investigador (o detetive) a identificar a vítima de um
crime e a causa da sua morte, por exemplo. Ou informações sobre o suspeito do crime. Essa ajuda dos antropólogos
forenses é necessária, principalmente, quando os métodos tradicionais de investigação, como vestígios de sangue e
marcas digitais em objetos, não são suficientes.
10Para entender melhor essa história, deixe de lado qualquer pontinha de medo de esqueletos e a transforme em
curiosidade, certo? Curiosidade, aliás, é fundamental para um antropólogo forense. Uma profissão que já apareceu
em um monte de séries policiais. Mas o trabalho não é tão fácil como na televisão! [...]
Além da curiosidade, o antropólogo forense precisa ter paciência e olhar muito atento aos detalhes. Onde uma
pessoa comum vê apenas ossos ou fragmentos, o antropólogo forense vê um mundo de informações científicas.
15Para entendermos o que ele faz, é preciso saber antes o que é antropologia. A palavra vem do
grego: anthropos significa “homem”, e logos quer dizer “estudo”. Traduzindo… antropologia é a ciência que estuda o
ser humano dentro da sociedade em que ele vive.
Já o termo “forense” vem do latim forum, que significa “praça pública”. Na Roma Antiga, as praças serviam como
local de reunião para julgamentos e assembleias populares. Daí a ideia de que “forense” tem a ver com a
20lei. Basicamente, investigação de crimes.
A antropologia forense tem métodos e técnicas próprias para ajudar a resolver esses crimes. Geralmente, ela é
usada para investigar casos em que há mortos. As informações vêm dos esqueletos, lembra?
Aplicando os conhecimentos da antropologia forense é possível fazer os esqueletos “falarem” quem eles eram. O
antropólogo forense analisa os ossos, e para isso os observa bem com lupas, usa ferramentas específicas para
25medir os ossos, e analisa os fragmentos em vários exames, como a radiografia ...
Um exame dos ossos do quadril pode ajudar a saber se a vítima era homem ou mulher, por exemplo. Já um
exame dos dentes ajuda a indicar a idade. O comprimento dos ossos longos, como o da coxa (fêmur), dá uma ideia
da estatura, a altura da pessoa.
A análise dessas informações já ajudou e continua ajudando a solucionar muitos crimes na nossa história, sabia?
30Os conhecimentos da antropologia forense estão ajudando nas investigações de mortos e desaparecidos da época
da ditadura militar no Brasil. Também têm sido muito úteis para ajudar a identificar os mortos em uma guerra dos
anos 1970, chamada Guerrilha do Araguaia. [...]
Disponível em: <http://chc.org.br/artigo/esqueletos-tambem-falam/>. Acesso em: 1 set. 2019.
As reticências no final do trecho “O antropólogo forense analisa os ossos, e para isso os observa bem com lupas, usa ferramentas específicas para medir os ossos, e analisa os fragmentos em vários exames, como a radiografia ...” (linhas 23-25) foram empregadas para
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INSTRUÇÃO: Leia o texto 01, com atenção, e responda às questões 01 a 10.
TEXTO 01
ESQUELETOS TAMBÉM FALAM!
1Quando um crime acontece, é preciso fazer uma investigação para desvendá-lo. Nos filmes, são usadas aquelas
fitas amarelas para isolar a área, enquanto é aguardado o detetive. Mas sabia que o detetive pode precisar da ajuda
de um cientista? Pois é! Existe uma especialidade chamada antropologia forense. As pistas seguidas por esses
especialistas vêm de… ossos! Sim, os esqueletos também falam e ajudam a desvendar mistérios. [...]
5É claro que esqueletos não falam como nós, mas eles oferecem evidências científicas! Ou seja: informações que
são estudadas por um antropólogo forense e que ajudam o investigador (o detetive) a identificar a vítima de um
crime e a causa da sua morte, por exemplo. Ou informações sobre o suspeito do crime. Essa ajuda dos antropólogos
forenses é necessária, principalmente, quando os métodos tradicionais de investigação, como vestígios de sangue e
marcas digitais em objetos, não são suficientes.
10Para entender melhor essa história, deixe de lado qualquer pontinha de medo de esqueletos e a transforme em
curiosidade, certo? Curiosidade, aliás, é fundamental para um antropólogo forense. Uma profissão que já apareceu
em um monte de séries policiais. Mas o trabalho não é tão fácil como na televisão! [...]
Além da curiosidade, o antropólogo forense precisa ter paciência e olhar muito atento aos detalhes. Onde uma
pessoa comum vê apenas ossos ou fragmentos, o antropólogo forense vê um mundo de informações científicas.
15Para entendermos o que ele faz, é preciso saber antes o que é antropologia. A palavra vem do
grego: anthropos significa “homem”, e logos quer dizer “estudo”. Traduzindo… antropologia é a ciência que estuda o
ser humano dentro da sociedade em que ele vive.
Já o termo “forense” vem do latim forum, que significa “praça pública”. Na Roma Antiga, as praças serviam como
local de reunião para julgamentos e assembleias populares. Daí a ideia de que “forense” tem a ver com a
20lei. Basicamente, investigação de crimes.
A antropologia forense tem métodos e técnicas próprias para ajudar a resolver esses crimes. Geralmente, ela é
usada para investigar casos em que há mortos. As informações vêm dos esqueletos, lembra?
Aplicando os conhecimentos da antropologia forense é possível fazer os esqueletos “falarem” quem eles eram. O
antropólogo forense analisa os ossos, e para isso os observa bem com lupas, usa ferramentas específicas para
25medir os ossos, e analisa os fragmentos em vários exames, como a radiografia ...
Um exame dos ossos do quadril pode ajudar a saber se a vítima era homem ou mulher, por exemplo. Já um
exame dos dentes ajuda a indicar a idade. O comprimento dos ossos longos, como o da coxa (fêmur), dá uma ideia
da estatura, a altura da pessoa.
A análise dessas informações já ajudou e continua ajudando a solucionar muitos crimes na nossa história, sabia?
30Os conhecimentos da antropologia forense estão ajudando nas investigações de mortos e desaparecidos da época
da ditadura militar no Brasil. Também têm sido muito úteis para ajudar a identificar os mortos em uma guerra dos
anos 1970, chamada Guerrilha do Araguaia. [...]
Disponível em: <http://chc.org.br/artigo/esqueletos-tambem-falam/>. Acesso em: 1 set. 2019.
Analise o fragmento “É claro que esqueletos não falam como nós, mas eles oferecem evidências científicas!” (linha 5) e assinale a alternativa CORRETA.
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TEXTO 01
ESQUELETOS TAMBÉM FALAM!
1Quando um crime acontece, é preciso fazer uma investigação para desvendá-lo. Nos filmes, são usadas aquelas
fitas amarelas para isolar a área, enquanto é aguardado o detetive. Mas sabia que o detetive pode precisar da ajuda
de um cientista? Pois é! Existe uma especialidade chamada antropologia forense. As pistas seguidas por esses
especialistas vêm de… ossos! Sim, os esqueletos também falam e ajudam a desvendar mistérios. [...]
5É claro que esqueletos não falam como nós, mas eles oferecem evidências científicas! Ou seja: informações que
são estudadas por um antropólogo forense e que ajudam o investigador (o detetive) a identificar a vítima de um
crime e a causa da sua morte, por exemplo. Ou informações sobre o suspeito do crime. Essa ajuda dos antropólogos
forenses é necessária, principalmente, quando os métodos tradicionais de investigação, como vestígios de sangue e
marcas digitais em objetos, não são suficientes.
10Para entender melhor essa história, deixe de lado qualquer pontinha de medo de esqueletos e a transforme em
curiosidade, certo? Curiosidade, aliás, é fundamental para um antropólogo forense. Uma profissão que já apareceu
em um monte de séries policiais. Mas o trabalho não é tão fácil como na televisão! [...]
Além da curiosidade, o antropólogo forense precisa ter paciência e olhar muito atento aos detalhes. Onde uma
pessoa comum vê apenas ossos ou fragmentos, o antropólogo forense vê um mundo de informações científicas.
15Para entendermos o que ele faz, é preciso saber antes o que é antropologia. A palavra vem do
grego: anthropos significa “homem”, e logos quer dizer “estudo”. Traduzindo… antropologia é a ciência que estuda o
ser humano dentro da sociedade em que ele vive.
Já o termo “forense” vem do latim forum, que significa “praça pública”. Na Roma Antiga, as praças serviam como
local de reunião para julgamentos e assembleias populares. Daí a ideia de que “forense” tem a ver com a
20lei. Basicamente, investigação de crimes.
A antropologia forense tem métodos e técnicas próprias para ajudar a resolver esses crimes. Geralmente, ela é
usada para investigar casos em que há mortos. As informações vêm dos esqueletos, lembra?
Aplicando os conhecimentos da antropologia forense é possível fazer os esqueletos “falarem” quem eles eram. O
antropólogo forense analisa os ossos, e para isso os observa bem com lupas, usa ferramentas específicas para
25medir os ossos, e analisa os fragmentos em vários exames, como a radiografia ...
Um exame dos ossos do quadril pode ajudar a saber se a vítima era homem ou mulher, por exemplo. Já um
exame dos dentes ajuda a indicar a idade. O comprimento dos ossos longos, como o da coxa (fêmur), dá uma ideia
da estatura, a altura da pessoa.
A análise dessas informações já ajudou e continua ajudando a solucionar muitos crimes na nossa história, sabia?
30Os conhecimentos da antropologia forense estão ajudando nas investigações de mortos e desaparecidos da época
da ditadura militar no Brasil. Também têm sido muito úteis para ajudar a identificar os mortos em uma guerra dos
anos 1970, chamada Guerrilha do Araguaia. [...]
Disponível em: <http://chc.org.br/artigo/esqueletos-tambem-falam/>. Acesso em: 1 set. 2019.
Analise as palavras destacadas no fragmento “O comprimento dos ossos longos, como o da coxa (fêmur), dá uma ideia da estatura, a altura da pessoa. A análise dessas informações já ajudou e continua ajudando a solucionar muitos crimes na nossa história, sabia?” (linhas 27-29). Quais os tempos verbais do modo indicativo dessas palavras, respectivamente?
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ESQUELETOS TAMBÉM FALAM!
1Quando um crime acontece, é preciso fazer uma investigação para desvendá-lo. Nos filmes, são usadas aquelas
fitas amarelas para isolar a área, enquanto é aguardado o detetive. Mas sabia que o detetive pode precisar da ajuda
de um cientista? Pois é! Existe uma especialidade chamada antropologia forense. As pistas seguidas por esses
especialistas vêm de… ossos! Sim, os esqueletos também falam e ajudam a desvendar mistérios. [...]
5É claro que esqueletos não falam como nós, mas eles oferecem evidências científicas! Ou seja: informações que
são estudadas por um antropólogo forense e que ajudam o investigador (o detetive) a identificar a vítima de um
crime e a causa da sua morte, por exemplo. Ou informações sobre o suspeito do crime. Essa ajuda dos antropólogos
forenses é necessária, principalmente, quando os métodos tradicionais de investigação, como vestígios de sangue e
marcas digitais em objetos, não são suficientes.
10Para entender melhor essa história, deixe de lado qualquer pontinha de medo de esqueletos e a transforme em
curiosidade, certo? Curiosidade, aliás, é fundamental para um antropólogo forense. Uma profissão que já apareceu
em um monte de séries policiais. Mas o trabalho não é tão fácil como na televisão! [...]
Além da curiosidade, o antropólogo forense precisa ter paciência e olhar muito atento aos detalhes. Onde uma
pessoa comum vê apenas ossos ou fragmentos, o antropólogo forense vê um mundo de informações científicas.
15Para entendermos o que ele faz, é preciso saber antes o que é antropologia. A palavra vem do
grego: anthropos significa “homem”, e logos quer dizer “estudo”. Traduzindo… antropologia é a ciência que estuda o
ser humano dentro da sociedade em que ele vive.
Já o termo “forense” vem do latim forum, que significa “praça pública”. Na Roma Antiga, as praças serviam como
local de reunião para julgamentos e assembleias populares. Daí a ideia de que “forense” tem a ver com a
20lei. Basicamente, investigação de crimes.
A antropologia forense tem métodos e técnicas próprias para ajudar a resolver esses crimes. Geralmente, ela é
usada para investigar casos em que há mortos. As informações vêm dos esqueletos, lembra?
Aplicando os conhecimentos da antropologia forense é possível fazer os esqueletos “falarem” quem eles eram. O
antropólogo forense analisa os ossos, e para isso os observa bem com lupas, usa ferramentas específicas para
25medir os ossos, e analisa os fragmentos em vários exames, como a radiografia ...
Um exame dos ossos do quadril pode ajudar a saber se a vítima era homem ou mulher, por exemplo. Já um
exame dos dentes ajuda a indicar a idade. O comprimento dos ossos longos, como o da coxa (fêmur), dá uma ideia
da estatura, a altura da pessoa.
A análise dessas informações já ajudou e continua ajudando a solucionar muitos crimes na nossa história, sabia?
30Os conhecimentos da antropologia forense estão ajudando nas investigações de mortos e desaparecidos da época
da ditadura militar no Brasil. Também têm sido muito úteis para ajudar a identificar os mortos em uma guerra dos
anos 1970, chamada Guerrilha do Araguaia. [...]
Disponível em: <http://chc.org.br/artigo/esqueletos-tambem-falam/>. Acesso em: 1 set. 2019.
No trecho, “Aplicando os conhecimentos da antropologia forense é possível fazer os esqueletos ‘falarem’ quem eles eram. O antropólogo forense analisa os ossos, e para isso os observa bem com lupas, usa ferramentas específicas para medir os ossos, e analisa os fragmentos em vários exames, como a radiografia ...” (linhas 23-25), os termos “eles” e “os” destacados referem-se, respectivamente, a
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ESQUELETOS TAMBÉM FALAM!
1Quando um crime acontece, é preciso fazer uma investigação para desvendá-lo. Nos filmes, são usadas aquelas
fitas amarelas para isolar a área, enquanto é aguardado o detetive. Mas sabia que o detetive pode precisar da ajuda
de um cientista? Pois é! Existe uma especialidade chamada antropologia forense. As pistas seguidas por esses
especialistas vêm de… ossos! Sim, os esqueletos também falam e ajudam a desvendar mistérios. [...]
5É claro que esqueletos não falam como nós, mas eles oferecem evidências científicas! Ou seja: informações que
são estudadas por um antropólogo forense e que ajudam o investigador (o detetive) a identificar a vítima de um
crime e a causa da sua morte, por exemplo. Ou informações sobre o suspeito do crime. Essa ajuda dos antropólogos
forenses é necessária, principalmente, quando os métodos tradicionais de investigação, como vestígios de sangue e
marcas digitais em objetos, não são suficientes.
10Para entender melhor essa história, deixe de lado qualquer pontinha de medo de esqueletos e a transforme em
curiosidade, certo? Curiosidade, aliás, é fundamental para um antropólogo forense. Uma profissão que já apareceu
em um monte de séries policiais. Mas o trabalho não é tão fácil como na televisão! [...]
Além da curiosidade, o antropólogo forense precisa ter paciência e olhar muito atento aos detalhes. Onde uma
pessoa comum vê apenas ossos ou fragmentos, o antropólogo forense vê um mundo de informações científicas.
15Para entendermos o que ele faz, é preciso saber antes o que é antropologia. A palavra vem do
grego: anthropos significa “homem”, e logos quer dizer “estudo”. Traduzindo… antropologia é a ciência que estuda o
ser humano dentro da sociedade em que ele vive.
Já o termo “forense” vem do latim forum, que significa “praça pública”. Na Roma Antiga, as praças serviam como
local de reunião para julgamentos e assembleias populares. Daí a ideia de que “forense” tem a ver com a
20lei. Basicamente, investigação de crimes.
A antropologia forense tem métodos e técnicas próprias para ajudar a resolver esses crimes. Geralmente, ela é
usada para investigar casos em que há mortos. As informações vêm dos esqueletos, lembra?
Aplicando os conhecimentos da antropologia forense é possível fazer os esqueletos “falarem” quem eles eram. O
antropólogo forense analisa os ossos, e para isso os observa bem com lupas, usa ferramentas específicas para
25medir os ossos, e analisa os fragmentos em vários exames, como a radiografia ...
Um exame dos ossos do quadril pode ajudar a saber se a vítima era homem ou mulher, por exemplo. Já um
exame dos dentes ajuda a indicar a idade. O comprimento dos ossos longos, como o da coxa (fêmur), dá uma ideia
da estatura, a altura da pessoa.
A análise dessas informações já ajudou e continua ajudando a solucionar muitos crimes na nossa história, sabia?
30Os conhecimentos da antropologia forense estão ajudando nas investigações de mortos e desaparecidos da época
da ditadura militar no Brasil. Também têm sido muito úteis para ajudar a identificar os mortos em uma guerra dos
anos 1970, chamada Guerrilha do Araguaia. [...]
Disponível em: <http://chc.org.br/artigo/esqueletos-tambem-falam/>. Acesso em: 1 set. 2019.
Assinale a alternativa que contém expressão com sentido contrário ao da palavra “suspeito” (linha 7), conforme empregada no texto.
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ESQUELETOS TAMBÉM FALAM!
1Quando um crime acontece, é preciso fazer uma investigação para desvendá-lo. Nos filmes, são usadas aquelas
fitas amarelas para isolar a área, enquanto é aguardado o detetive. Mas sabia que o detetive pode precisar da ajuda
de um cientista? Pois é! Existe uma especialidade chamada antropologia forense. As pistas seguidas por esses
especialistas vêm de… ossos! Sim, os esqueletos também falam e ajudam a desvendar mistérios. [...]
5É claro que esqueletos não falam como nós, mas eles oferecem evidências científicas! Ou seja: informações que
são estudadas por um antropólogo forense e que ajudam o investigador (o detetive) a identificar a vítima de um
crime e a causa da sua morte, por exemplo. Ou informações sobre o suspeito do crime. Essa ajuda dos antropólogos
forenses é necessária, principalmente, quando os métodos tradicionais de investigação, como vestígios de sangue e
marcas digitais em objetos, não são suficientes.
10Para entender melhor essa história, deixe de lado qualquer pontinha de medo de esqueletos e a transforme em
curiosidade, certo? Curiosidade, aliás, é fundamental para um antropólogo forense. Uma profissão que já apareceu
em um monte de séries policiais. Mas o trabalho não é tão fácil como na televisão! [...]
Além da curiosidade, o antropólogo forense precisa ter paciência e olhar muito atento aos detalhes. Onde uma
pessoa comum vê apenas ossos ou fragmentos, o antropólogo forense vê um mundo de informações científicas.
15Para entendermos o que ele faz, é preciso saber antes o que é antropologia. A palavra vem do
grego: anthropos significa “homem”, e logos quer dizer “estudo”. Traduzindo… antropologia é a ciência que estuda o
ser humano dentro da sociedade em que ele vive.
Já o termo “forense” vem do latim forum, que significa “praça pública”. Na Roma Antiga, as praças serviam como
local de reunião para julgamentos e assembleias populares. Daí a ideia de que “forense” tem a ver com a
20lei. Basicamente, investigação de crimes.
A antropologia forense tem métodos e técnicas próprias para ajudar a resolver esses crimes. Geralmente, ela é
usada para investigar casos em que há mortos. As informações vêm dos esqueletos, lembra?
Aplicando os conhecimentos da antropologia forense é possível fazer os esqueletos “falarem” quem eles eram. O
antropólogo forense analisa os ossos, e para isso os observa bem com lupas, usa ferramentas específicas para
25medir os ossos, e analisa os fragmentos em vários exames, como a radiografia ...
Um exame dos ossos do quadril pode ajudar a saber se a vítima era homem ou mulher, por exemplo. Já um
exame dos dentes ajuda a indicar a idade. O comprimento dos ossos longos, como o da coxa (fêmur), dá uma ideia
da estatura, a altura da pessoa.
A análise dessas informações já ajudou e continua ajudando a solucionar muitos crimes na nossa história, sabia?
30Os conhecimentos da antropologia forense estão ajudando nas investigações de mortos e desaparecidos da época
da ditadura militar no Brasil. Também têm sido muito úteis para ajudar a identificar os mortos em uma guerra dos
anos 1970, chamada Guerrilha do Araguaia. [...]
Disponível em: <http://chc.org.br/artigo/esqueletos-tambem-falam/>. Acesso em: 1 set. 2019.
Conforme o texto, a antropologia é a ciência que
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