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1893769 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Diamantina-MG
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INSTRUÇÃO: Leia o texto 01, com atenção, e responda às questões 01 a 10.


TEXTO 01


ESQUELETOS TAMBÉM FALAM!


1Quando um crime acontece, é preciso fazer uma investigação para desvendá-lo. Nos filmes, são usadas aquelas

fitas amarelas para isolar a área, enquanto é aguardado o detetive. Mas sabia que o detetive pode precisar da ajuda

de um cientista? Pois é! Existe uma especialidade chamada antropologia forense. As pistas seguidas por esses

especialistas vêm de… ossos! Sim, os esqueletos também falam e ajudam a desvendar mistérios. [...]

5É claro que esqueletos não falam como nós, mas eles oferecem evidências científicas! Ou seja: informações que

são estudadas por um antropólogo forense e que ajudam o investigador (o detetive) a identificar a vítima de um

crime e a causa da sua morte, por exemplo. Ou informações sobre o suspeito do crime. Essa ajuda dos antropólogos

forenses é necessária, principalmente, quando os métodos tradicionais de investigação, como vestígios de sangue e

marcas digitais em objetos, não são suficientes.

10Para entender melhor essa história, deixe de lado qualquer pontinha de medo de esqueletos e a transforme em

curiosidade, certo? Curiosidade, aliás, é fundamental para um antropólogo forense. Uma profissão que já apareceu

em um monte de séries policiais. Mas o trabalho não é tão fácil como na televisão! [...]

Além da curiosidade, o antropólogo forense precisa ter paciência e olhar muito atento aos detalhes. Onde uma

pessoa comum vê apenas ossos ou fragmentos, o antropólogo forense vê um mundo de informações científicas.

15Para entendermos o que ele faz, é preciso saber antes o que é antropologia. A palavra vem do

grego: anthropos significa “homem”, e logos quer dizer “estudo”. Traduzindo… antropologia é a ciência que estuda o

ser humano dentro da sociedade em que ele vive.

Já o termo “forense” vem do latim forum, que significa “praça pública”. Na Roma Antiga, as praças serviam como

local de reunião para julgamentos e assembleias populares. Daí a ideia de que “forense” tem a ver com a

20lei. Basicamente, investigação de crimes.

A antropologia forense tem métodos e técnicas próprias para ajudar a resolver esses crimes. Geralmente, ela é

usada para investigar casos em que há mortos. As informações vêm dos esqueletos, lembra?

Aplicando os conhecimentos da antropologia forense é possível fazer os esqueletos “falarem” quem eles eram. O

antropólogo forense analisa os ossos, e para isso os observa bem com lupas, usa ferramentas específicas para

25medir os ossos, e analisa os fragmentos em vários exames, como a radiografia ...

Um exame dos ossos do quadril pode ajudar a saber se a vítima era homem ou mulher, por exemplo. Já um

exame dos dentes ajuda a indicar a idade. O comprimento dos ossos longos, como o da coxa (fêmur), dá uma ideia

da estatura, a altura da pessoa.

A análise dessas informações já ajudou e continua ajudando a solucionar muitos crimes na nossa história, sabia?

30Os conhecimentos da antropologia forense estão ajudando nas investigações de mortos e desaparecidos da época

da ditadura militar no Brasil. Também têm sido muito úteis para ajudar a identificar os mortos em uma guerra dos

anos 1970, chamada Guerrilha do Araguaia. [...]


Disponível em: <http://chc.org.br/artigo/esqueletos-tambem-falam/>. Acesso em: 1 set. 2019.

Assinale a alternativa que NÃO constitui atributo necessário a um antropólogo forense, segundo o texto.

 

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1893768 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Diamantina-MG
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INSTRUÇÃO: Leia o texto 01, com atenção, e responda às questões 01 a 10.


TEXTO 01


ESQUELETOS TAMBÉM FALAM!


1Quando um crime acontece, é preciso fazer uma investigação para desvendá-lo. Nos filmes, são usadas aquelas

fitas amarelas para isolar a área, enquanto é aguardado o detetive. Mas sabia que o detetive pode precisar da ajuda

de um cientista? Pois é! Existe uma especialidade chamada antropologia forense. As pistas seguidas por esses

especialistas vêm de… ossos! Sim, os esqueletos também falam e ajudam a desvendar mistérios. [...]

5É claro que esqueletos não falam como nós, mas eles oferecem evidências científicas! Ou seja: informações que

são estudadas por um antropólogo forense e que ajudam o investigador (o detetive) a identificar a vítima de um

crime e a causa da sua morte, por exemplo. Ou informações sobre o suspeito do crime. Essa ajuda dos antropólogos

forenses é necessária, principalmente, quando os métodos tradicionais de investigação, como vestígios de sangue e

marcas digitais em objetos, não são suficientes.

10Para entender melhor essa história, deixe de lado qualquer pontinha de medo de esqueletos e a transforme em

curiosidade, certo? Curiosidade, aliás, é fundamental para um antropólogo forense. Uma profissão que já apareceu

em um monte de séries policiais. Mas o trabalho não é tão fácil como na televisão! [...]

Além da curiosidade, o antropólogo forense precisa ter paciência e olhar muito atento aos detalhes. Onde uma

pessoa comum vê apenas ossos ou fragmentos, o antropólogo forense vê um mundo de informações científicas.

15Para entendermos o que ele faz, é preciso saber antes o que é antropologia. A palavra vem do

grego: anthropos significa “homem”, e logos quer dizer “estudo”. Traduzindo… antropologia é a ciência que estuda o

ser humano dentro da sociedade em que ele vive.

Já o termo “forense” vem do latim forum, que significa “praça pública”. Na Roma Antiga, as praças serviam como

local de reunião para julgamentos e assembleias populares. Daí a ideia de que “forense” tem a ver com a

20lei. Basicamente, investigação de crimes.

A antropologia forense tem métodos e técnicas próprias para ajudar a resolver esses crimes. Geralmente, ela é

usada para investigar casos em que há mortos. As informações vêm dos esqueletos, lembra?

Aplicando os conhecimentos da antropologia forense é possível fazer os esqueletos “falarem” quem eles eram. O

antropólogo forense analisa os ossos, e para isso os observa bem com lupas, usa ferramentas específicas para

25medir os ossos, e analisa os fragmentos em vários exames, como a radiografia ...

Um exame dos ossos do quadril pode ajudar a saber se a vítima era homem ou mulher, por exemplo. Já um

exame dos dentes ajuda a indicar a idade. O comprimento dos ossos longos, como o da coxa (fêmur), dá uma ideia

da estatura, a altura da pessoa.

A análise dessas informações já ajudou e continua ajudando a solucionar muitos crimes na nossa história, sabia?

30Os conhecimentos da antropologia forense estão ajudando nas investigações de mortos e desaparecidos da época

da ditadura militar no Brasil. Também têm sido muito úteis para ajudar a identificar os mortos em uma guerra dos

anos 1970, chamada Guerrilha do Araguaia. [...]


Disponível em: <http://chc.org.br/artigo/esqueletos-tambem-falam/>. Acesso em: 1 set. 2019.

Das alternativas a seguir, qual melhor define o significado do termo destacado no trecho “[...] os esqueletos também falam [...]” (Linha 4), conforme empregado no texto?

 

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1893767 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: COTEC
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INSTRUÇÃO: Leia o texto 01, com atenção, e responda às questões 01 a 10.


TEXTO 01


ESQUELETOS TAMBÉM FALAM!


1Quando um crime acontece, é preciso fazer uma investigação para desvendá-lo. Nos filmes, são usadas aquelas

fitas amarelas para isolar a área, enquanto é aguardado o detetive. Mas sabia que o detetive pode precisar da ajuda

de um cientista? Pois é! Existe uma especialidade chamada antropologia forense. As pistas seguidas por esses

especialistas vêm de… ossos! Sim, os esqueletos também falam e ajudam a desvendar mistérios. [...]

5É claro que esqueletos não falam como nós, mas eles oferecem evidências científicas! Ou seja: informações que

são estudadas por um antropólogo forense e que ajudam o investigador (o detetive) a identificar a vítima de um

crime e a causa da sua morte, por exemplo. Ou informações sobre o suspeito do crime. Essa ajuda dos antropólogos

forenses é necessária, principalmente, quando os métodos tradicionais de investigação, como vestígios de sangue e

marcas digitais em objetos, não são suficientes.

10Para entender melhor essa história, deixe de lado qualquer pontinha de medo de esqueletos e a transforme em

curiosidade, certo? Curiosidade, aliás, é fundamental para um antropólogo forense. Uma profissão que já apareceu

em um monte de séries policiais. Mas o trabalho não é tão fácil como na televisão! [...]

Além da curiosidade, o antropólogo forense precisa ter paciência e olhar muito atento aos detalhes. Onde uma

pessoa comum vê apenas ossos ou fragmentos, o antropólogo forense vê um mundo de informações científicas.

15Para entendermos o que ele faz, é preciso saber antes o que é antropologia. A palavra vem do

grego: anthropos significa “homem”, e logos quer dizer “estudo”. Traduzindo… antropologia é a ciência que estuda o

ser humano dentro da sociedade em que ele vive.

Já o termo “forense” vem do latim forum, que significa “praça pública”. Na Roma Antiga, as praças serviam como

local de reunião para julgamentos e assembleias populares. Daí a ideia de que “forense” tem a ver com a

20lei. Basicamente, investigação de crimes.

A antropologia forense tem métodos e técnicas próprias para ajudar a resolver esses crimes. Geralmente, ela é

usada para investigar casos em que há mortos. As informações vêm dos esqueletos, lembra?

Aplicando os conhecimentos da antropologia forense é possível fazer os esqueletos “falarem” quem eles eram. O

antropólogo forense analisa os ossos, e para isso os observa bem com lupas, usa ferramentas específicas para

25medir os ossos, e analisa os fragmentos em vários exames, como a radiografia ...

Um exame dos ossos do quadril pode ajudar a saber se a vítima era homem ou mulher, por exemplo. Já um

exame dos dentes ajuda a indicar a idade. O comprimento dos ossos longos, como o da coxa (fêmur), dá uma ideia

da estatura, a altura da pessoa.

A análise dessas informações já ajudou e continua ajudando a solucionar muitos crimes na nossa história, sabia?

30Os conhecimentos da antropologia forense estão ajudando nas investigações de mortos e desaparecidos da época

da ditadura militar no Brasil. Também têm sido muito úteis para ajudar a identificar os mortos em uma guerra dos

anos 1970, chamada Guerrilha do Araguaia. [...]


Disponível em: <http://chc.org.br/artigo/esqueletos-tambem-falam/>. Acesso em: 1 set. 2019.

De acordo com o texto, pode-se afirmar que a antropologia forense

 

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TEXTO 01


ESQUELETOS TAMBÉM FALAM!


1Quando um crime acontece, é preciso fazer uma investigação para desvendá-lo. Nos filmes, são usadas aquelas

fitas amarelas para isolar a área, enquanto é aguardado o detetive. Mas sabia que o detetive pode precisar da ajuda

de um cientista? Pois é! Existe uma especialidade chamada antropologia forense. As pistas seguidas por esses

especialistas vêm de… ossos! Sim, os esqueletos também falam e ajudam a desvendar mistérios. [...]

5É claro que esqueletos não falam como nós, mas eles oferecem evidências científicas! Ou seja: informações que

são estudadas por um antropólogo forense e que ajudam o investigador (o detetive) a identificar a vítima de um

crime e a causa da sua morte, por exemplo. Ou informações sobre o suspeito do crime. Essa ajuda dos antropólogos

forenses é necessária, principalmente, quando os métodos tradicionais de investigação, como vestígios de sangue e

marcas digitais em objetos, não são suficientes.

10Para entender melhor essa história, deixe de lado qualquer pontinha de medo de esqueletos e a transforme em

curiosidade, certo? Curiosidade, aliás, é fundamental para um antropólogo forense. Uma profissão que já apareceu

em um monte de séries policiais. Mas o trabalho não é tão fácil como na televisão! [...]

Além da curiosidade, o antropólogo forense precisa ter paciência e olhar muito atento aos detalhes. Onde uma

pessoa comum vê apenas ossos ou fragmentos, o antropólogo forense vê um mundo de informações científicas.

15Para entendermos o que ele faz, é preciso saber antes o que é antropologia. A palavra vem do

grego: anthropos significa “homem”, e logos quer dizer “estudo”. Traduzindo… antropologia é a ciência que estuda o

ser humano dentro da sociedade em que ele vive.

Já o termo “forense” vem do latim forum, que significa “praça pública”. Na Roma Antiga, as praças serviam como

local de reunião para julgamentos e assembleias populares. Daí a ideia de que “forense” tem a ver com a

20lei. Basicamente, investigação de crimes.

A antropologia forense tem métodos e técnicas próprias para ajudar a resolver esses crimes. Geralmente, ela é

usada para investigar casos em que há mortos. As informações vêm dos esqueletos, lembra?

Aplicando os conhecimentos da antropologia forense é possível fazer os esqueletos “falarem” quem eles eram. O

antropólogo forense analisa os ossos, e para isso os observa bem com lupas, usa ferramentas específicas para

25medir os ossos, e analisa os fragmentos em vários exames, como a radiografia ...

Um exame dos ossos do quadril pode ajudar a saber se a vítima era homem ou mulher, por exemplo. Já um

exame dos dentes ajuda a indicar a idade. O comprimento dos ossos longos, como o da coxa (fêmur), dá uma ideia

da estatura, a altura da pessoa.

A análise dessas informações já ajudou e continua ajudando a solucionar muitos crimes na nossa história, sabia?

30Os conhecimentos da antropologia forense estão ajudando nas investigações de mortos e desaparecidos da época

da ditadura militar no Brasil. Também têm sido muito úteis para ajudar a identificar os mortos em uma guerra dos

anos 1970, chamada Guerrilha do Araguaia. [...]


Disponível em: <http://chc.org.br/artigo/esqueletos-tambem-falam/>. Acesso em: 1 set. 2019.

Assinale a alternativa que contém a ideia central do texto.

 

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1893698 Ano: 2019
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Diamantina-MG
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Consoante o Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Diamantina (MG), a prescrição do direito de requerimento, quanto aos atos de demissão, de aposentadoria ou disponibilidade que afetem interesse patrimonial e créditos resultantes das relações de trabalho, dá-se no prazo de

 

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