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1893968 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Diamantina-MG
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INSTRUÇÃO: Leia o texto 01, com atenção, e responda às questões 01 a 13.


PARA PENSAR

1 [...] Segundo Nietzsche, a primeira tarefa da educação é ensinar a ver. É através dos olhos que as crianças

tomam contato com a beleza e o fascínio do mundo. Os olhos têm de ser educados para que a nossa alegria

aumente. As crianças não veem “a fim de”.

Seu olhar não tem nenhum objetivo prático. Veem porque é divertido ver.

5 Educar é mostrar a vida a quem ainda não a viu. O educador diz: “Veja!” – e, ao falar, aponta. O aluno olha na

direção apontada e vê o que nunca viu. O seu mundo se expande. Ele fica mais rico interiormente. E, ficando mais

rico interiormente, ele pode sentir mais alegria e dar mais alegria – que é a razão pela qual vivemos.

Já li muitos livros [...], mas, por mais que me esforce, não consigo me lembrar de qualquer referência à educação

do olhar, ou à importância do olhar na educação, em qualquer um deles. [...]

10 A palavra amor se tornou maldita entre os educadores. Envergonham-se de que a educação seja coisa do amor –

piegas. Mas o amor – Platão, Nietzsche e Freud o sabiam – nada tem de piegas. O amor marca o impreciso e o forte

círculo de prazer que liga os corpos aos objetos. Sem o amor tudo nos seria indiferente – indigno de ser aprendido,

inclusive a ciência. Não teríamos sentido de direção ou não teríamos prioridades.

Prova de inteligência não é possuir todas as ferramentas. É possuir as ferramentas de que se vai necessitar.

15 Sabedoria oriental: “O tolo soma ferramentas. O sábio diminui as ferramentas.” O importante não é tê-las. É saber

onde as encontrar.

A educação se divide em duas partes: educação das habilidades e educação da sensibilidade. Sem a educação

da sensibilidade, todas as habilidades são tolas e sem sentido.

Os saberes – que os professores ensinam – nos dão meios para viver.

20 Os sabores – que os educadores despertam – nos dão razões para viver. [...]

Aquilo que [...] sabemos chega para a gente fazer um paraíso na Terra. E por que é que não o fazemos? Porque

o conhecimento não basta. Sabedoria não se consegue com a soma de conhecimentos. [...]

Educação não é a transmissão de uma soma de conhecimentos. [...] Educar é ensinar a pensar, isto é, brincar

com os conhecimentos.


Disponível em: <https://www.revistaeducacao.com.br/para-pensar>. Acesso em: 10 ago. 2019. Adaptado.

A partir do texto e de seu conhecimento de mundo, assinale a alternativa CORRETA.

 

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1893967 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Diamantina-MG
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INSTRUÇÃO: Leia o texto 01, com atenção, e responda às questões 01 a 13.


PARA PENSAR

1 [...] Segundo Nietzsche, a primeira tarefa da educação é ensinar a ver. É através dos olhos que as crianças

tomam contato com a beleza e o fascínio do mundo. Os olhos têm de ser educados para que a nossa alegria

aumente. As crianças não veem “a fim de”.

Seu olhar não tem nenhum objetivo prático. Veem porque é divertido ver.

5 Educar é mostrar a vida a quem ainda não a viu. O educador diz: “Veja!” – e, ao falar, aponta. O aluno olha na

direção apontada e vê o que nunca viu. O seu mundo se expande. Ele fica mais rico interiormente. E, ficando mais

rico interiormente, ele pode sentir mais alegria e dar mais alegria – que é a razão pela qual vivemos.

Já li muitos livros [...], mas, por mais que me esforce, não consigo me lembrar de qualquer referência à educação

do olhar, ou à importância do olhar na educação, em qualquer um deles. [...]

10 A palavra amor se tornou maldita entre os educadores. Envergonham-se de que a educação seja coisa do amor –

piegas. Mas o amor – Platão, Nietzsche e Freud o sabiam – nada tem de piegas. O amor marca o impreciso e o forte

círculo de prazer que liga os corpos aos objetos. Sem o amor tudo nos seria indiferente – indigno de ser aprendido,

inclusive a ciência. Não teríamos sentido de direção ou não teríamos prioridades.

Prova de inteligência não é possuir todas as ferramentas. É possuir as ferramentas de que se vai necessitar.

15 Sabedoria oriental: “O tolo soma ferramentas. O sábio diminui as ferramentas.” O importante não é tê-las. É saber

onde as encontrar.

A educação se divide em duas partes: educação das habilidades e educação da sensibilidade. Sem a educação

da sensibilidade, todas as habilidades são tolas e sem sentido.

Os saberes – que os professores ensinam – nos dão meios para viver.

20 Os sabores – que os educadores despertam – nos dão razões para viver. [...]

Aquilo que [...] sabemos chega para a gente fazer um paraíso na Terra. E por que é que não o fazemos? Porque

o conhecimento não basta. Sabedoria não se consegue com a soma de conhecimentos. [...]

Educação não é a transmissão de uma soma de conhecimentos. [...] Educar é ensinar a pensar, isto é, brincar

com os conhecimentos.


Disponível em: <https://www.revistaeducacao.com.br/para-pensar>. Acesso em: 10 ago. 2019. Adaptado.

Das alternativas a seguir, qual melhor define o trecho “O tolo soma ferramentas. O sábio diminui as ferramentas” (linha 15), conforme empregado no texto?

 

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1893966 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Diamantina-MG
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INSTRUÇÃO: Leia o texto 01, com atenção, e responda às questões 01 a 13.


PARA PENSAR

1 [...] Segundo Nietzsche, a primeira tarefa da educação é ensinar a ver. É através dos olhos que as crianças

tomam contato com a beleza e o fascínio do mundo. Os olhos têm de ser educados para que a nossa alegria

aumente. As crianças não veem “a fim de”.

Seu olhar não tem nenhum objetivo prático. Veem porque é divertido ver.

5 Educar é mostrar a vida a quem ainda não a viu. O educador diz: “Veja!” – e, ao falar, aponta. O aluno olha na

direção apontada e vê o que nunca viu. O seu mundo se expande. Ele fica mais rico interiormente. E, ficando mais

rico interiormente, ele pode sentir mais alegria e dar mais alegria – que é a razão pela qual vivemos.

Já li muitos livros [...], mas, por mais que me esforce, não consigo me lembrar de qualquer referência à educação

do olhar, ou à importância do olhar na educação, em qualquer um deles. [...]

10 A palavra amor se tornou maldita entre os educadores. Envergonham-se de que a educação seja coisa do amor –

piegas. Mas o amor – Platão, Nietzsche e Freud o sabiam – nada tem de piegas. O amor marca o impreciso e o forte

círculo de prazer que liga os corpos aos objetos. Sem o amor tudo nos seria indiferente – indigno de ser aprendido,

inclusive a ciência. Não teríamos sentido de direção ou não teríamos prioridades.

Prova de inteligência não é possuir todas as ferramentas. É possuir as ferramentas de que se vai necessitar.

15 Sabedoria oriental: “O tolo soma ferramentas. O sábio diminui as ferramentas.” O importante não é tê-las. É saber

onde as encontrar.

A educação se divide em duas partes: educação das habilidades e educação da sensibilidade. Sem a educação

da sensibilidade, todas as habilidades são tolas e sem sentido.

Os saberes – que os professores ensinam – nos dão meios para viver.

20 Os sabores – que os educadores despertam – nos dão razões para viver. [...]

Aquilo que [...] sabemos chega para a gente fazer um paraíso na Terra. E por que é que não o fazemos? Porque

o conhecimento não basta. Sabedoria não se consegue com a soma de conhecimentos. [...]

Educação não é a transmissão de uma soma de conhecimentos. [...] Educar é ensinar a pensar, isto é, brincar

com os conhecimentos.


Disponível em: <https://www.revistaeducacao.com.br/para-pensar>. Acesso em: 10 ago. 2019. Adaptado.

De acordo com o texto, pode-se afirmar que a educação ideal

 

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1893965 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: COTEC
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PARA PENSAR

1 [...] Segundo Nietzsche, a primeira tarefa da educação é ensinar a ver. É através dos olhos que as crianças

tomam contato com a beleza e o fascínio do mundo. Os olhos têm de ser educados para que a nossa alegria

aumente. As crianças não veem “a fim de”.

Seu olhar não tem nenhum objetivo prático. Veem porque é divertido ver.

5 Educar é mostrar a vida a quem ainda não a viu. O educador diz: “Veja!” – e, ao falar, aponta. O aluno olha na

direção apontada e vê o que nunca viu. O seu mundo se expande. Ele fica mais rico interiormente. E, ficando mais

rico interiormente, ele pode sentir mais alegria e dar mais alegria – que é a razão pela qual vivemos.

Já li muitos livros [...], mas, por mais que me esforce, não consigo me lembrar de qualquer referência à educação

do olhar, ou à importância do olhar na educação, em qualquer um deles. [...]

10 A palavra amor se tornou maldita entre os educadores. Envergonham-se de que a educação seja coisa do amor –

piegas. Mas o amor – Platão, Nietzsche e Freud o sabiam – nada tem de piegas. O amor marca o impreciso e o forte

círculo de prazer que liga os corpos aos objetos. Sem o amor tudo nos seria indiferente – indigno de ser aprendido,

inclusive a ciência. Não teríamos sentido de direção ou não teríamos prioridades.

Prova de inteligência não é possuir todas as ferramentas. É possuir as ferramentas de que se vai necessitar.

15 Sabedoria oriental: “O tolo soma ferramentas. O sábio diminui as ferramentas.” O importante não é tê-las. É saber

onde as encontrar.

A educação se divide em duas partes: educação das habilidades e educação da sensibilidade. Sem a educação

da sensibilidade, todas as habilidades são tolas e sem sentido.

Os saberes – que os professores ensinam – nos dão meios para viver.

20 Os sabores – que os educadores despertam – nos dão razões para viver. [...]

Aquilo que [...] sabemos chega para a gente fazer um paraíso na Terra. E por que é que não o fazemos? Porque

o conhecimento não basta. Sabedoria não se consegue com a soma de conhecimentos. [...]

Educação não é a transmissão de uma soma de conhecimentos. [...] Educar é ensinar a pensar, isto é, brincar

com os conhecimentos.


Disponível em: <https://www.revistaeducacao.com.br/para-pensar>. Acesso em: 10 ago. 2019. Adaptado.

Assinale a alternativa que contém a ideia central do texto:

 

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1893998 Ano: 2019
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Diamantina-MG
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Assinale a alternativa que, em conformidade com o Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Diamantina (MG), demonstra o único exemplo de vacância ou desprovimento de cargo público:

Questão Anulada

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