Foram encontradas 432 questões.
Veja a importância da leitura para a saúde mental e neurológica
Com frequência, ouve-se dizer que a leitura é fundamental para uma boa educação, o que é algo inegável. Livros
acadêmicos, religiosos, contos, poesias, romances e, até mesmo, aqueles pertencentes à cultura pop oferecem ao leitor um
conhecimento amplo e diversificado sobre diversos assuntos, bem como uma melhoria no vocabulário.
Contudo, um tema que também deveria ser mais debatido é sobre a importância da leitura para a saúde mental e
neurológica. Isso porque ela trabalha diferentes regiões do cérebro, que vão desde a área visual até a de processamento e
memorização. Por isso, oferece diversos benefícios a curto e longo prazo. Segundo o Dr. Lucas Pizetta de Amorim, psiquiatra da
Clínica Revitalis, o hábito de ler aprimora o foco, a concentração e a atenção aos detalhes.
A longo prazo, por sua vez, a atividade promove o retardo do declínio cognitivo. “Estudos indicam que pessoas que leem
regularmente têm um risco menor de desenvolver doenças neurodegenerativas como a demência e o Alzheimer”, acrescenta.
Além disso, a Dra. Priscila Mageste, médica do sono e curadora de Neurologia na Conexa – ecossistema digital de saúde
integral –, revela que, a longo prazo, o hábito de ler beneficia a neuroplasticidade (capacidade cerebral de aprender e se
reprogramar), o que leva a melhoras no aprendizado e na interpretação.
Assim como a saúde neurológica, o bem-estar da mente também é beneficiado pela leitura. Andrea Deis, gestora
empresarial e especialista em Neurociências, comenta que a atividade ajuda a reduzir a ansiedade e o estresse, bem como
aprimorar as habilidades interpessoais.
Além disso, esse hábito influencia o comportamento empático. “A leitura nos permite vivenciar diferentes perspectivas e
experiências por meio das histórias. Isso pode aumentar nossa empatia e capacidade de compreender emocionalmente o
outro”, explica Carolina Porfírio, psicóloga e coordenadora de Saúde Mental na Conexa.
Para obter os benefícios da leitura, não basta apenas ler uma página de livro por dia, é preciso regularidade. De acordo
com Marta Siqueira, psicanalista e psicoterapeuta, o período mínimo indicado de leitura é de quatro horas semanais, podendo
ser dividido em sessões diárias de 30 a 60 minutos.
A profissional também ressalta que, caso precise ler por muito tempo em um determinado dia, o indicado é realizar
intervalos de 15 a 20 minutos a cada uma hora. Isso porque o cérebro só consegue se manter concentrado em qualquer
atividade por um período de até 90 minutos seguidos. Após isso, ele fica sobrecarregado e a concentração começa a cair.
Além de estipular um tempo para a leitura, também é preciso encontrar espaços e momentos adequados para a prática.
Marta Siqueira comenta que o recomendado é um ambiente iluminado e silencioso. Em relação aos períodos, a profissional
sugere os intervalos durante o dia, de manhã e antes de dormir. “Ler antes de dormir pode ajudar a relaxar e melhorar a
qualidade do sono. Ler pela manhã pode ser uma ótima maneira de começar o dia com uma mente fresca”, complementa.
Adquirir o hábito de ler diariamente requer um pouco de tempo e técnicas certas. Segundo a especialista em Neurociências
Andrea Deis, começar com leituras leves e com temas que te interessam, bem como participar de clubes do livro e utilizar
aplicativos digitais para ler, são táticas que podem te ajudar nessa empreitada.
Outra dica é variar o gênero e os autores lidos. “Explore diferentes tipos de livros. Se você não está gostando de um livro, não
hesite em abandoná-lo. A diversidade de leituras mantém o hábito interessante e estimulante”, pontua a psicóloga Carolina Porfírio.
Muitas pessoas que não apresentam o costume de ler já podem ter sido leitoras assíduas um dia. Contudo, esse hábito
saudável pode ter sido deixado de lado. A psicoterapeuta Marta Siqueira explica que isso ocorre devido a três fatores principais:
falta de propósito, o indivíduo não entende o que a leitura acrescentará em sua vida; falta de tempo, compromissos diários
podem reduzir o tempo disponível para leitura; distrações digitais, uso excessivo das redes sociais.
Portanto, para reverter essa situação, a profissional recomenda estabelecer um propósito inabalável, estimular-se com
pequenas recompensas, reduzir o tempo nas redes sociais e colocar a leitura na agenda.
(Disponível em: https://jovempan.com.br/edicase/ Acesso em: julho de 2024.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Veja a importância da leitura para a saúde mental e neurológica
Com frequência, ouve-se dizer que a leitura é fundamental para uma boa educação, o que é algo inegável. Livros
acadêmicos, religiosos, contos, poesias, romances e, até mesmo, aqueles pertencentes à cultura pop oferecem ao leitor um
conhecimento amplo e diversificado sobre diversos assuntos, bem como uma melhoria no vocabulário.
Contudo, um tema que também deveria ser mais debatido é sobre a importância da leitura para a saúde mental e
neurológica. Isso porque ela trabalha diferentes regiões do cérebro, que vão desde a área visual até a de processamento e
memorização. Por isso, oferece diversos benefícios a curto e longo prazo. Segundo o Dr. Lucas Pizetta de Amorim, psiquiatra da
Clínica Revitalis, o hábito de ler aprimora o foco, a concentração e a atenção aos detalhes.
A longo prazo, por sua vez, a atividade promove o retardo do declínio cognitivo. “Estudos indicam que pessoas que leem
regularmente têm um risco menor de desenvolver doenças neurodegenerativas como a demência e o Alzheimer”, acrescenta.
Além disso, a Dra. Priscila Mageste, médica do sono e curadora de Neurologia na Conexa – ecossistema digital de saúde
integral –, revela que, a longo prazo, o hábito de ler beneficia a neuroplasticidade (capacidade cerebral de aprender e se
reprogramar), o que leva a melhoras no aprendizado e na interpretação.
Assim como a saúde neurológica, o bem-estar da mente também é beneficiado pela leitura. Andrea Deis, gestora
empresarial e especialista em Neurociências, comenta que a atividade ajuda a reduzir a ansiedade e o estresse, bem como
aprimorar as habilidades interpessoais.
Além disso, esse hábito influencia o comportamento empático. “A leitura nos permite vivenciar diferentes perspectivas e
experiências por meio das histórias. Isso pode aumentar nossa empatia e capacidade de compreender emocionalmente o
outro”, explica Carolina Porfírio, psicóloga e coordenadora de Saúde Mental na Conexa.
Para obter os benefícios da leitura, não basta apenas ler uma página de livro por dia, é preciso regularidade. De acordo
com Marta Siqueira, psicanalista e psicoterapeuta, o período mínimo indicado de leitura é de quatro horas semanais, podendo
ser dividido em sessões diárias de 30 a 60 minutos.
A profissional também ressalta que, caso precise ler por muito tempo em um determinado dia, o indicado é realizar
intervalos de 15 a 20 minutos a cada uma hora. Isso porque o cérebro só consegue se manter concentrado em qualquer
atividade por um período de até 90 minutos seguidos. Após isso, ele fica sobrecarregado e a concentração começa a cair.
Além de estipular um tempo para a leitura, também é preciso encontrar espaços e momentos adequados para a prática.
Marta Siqueira comenta que o recomendado é um ambiente iluminado e silencioso. Em relação aos períodos, a profissional
sugere os intervalos durante o dia, de manhã e antes de dormir. “Ler antes de dormir pode ajudar a relaxar e melhorar a
qualidade do sono. Ler pela manhã pode ser uma ótima maneira de começar o dia com uma mente fresca”, complementa.
Adquirir o hábito de ler diariamente requer um pouco de tempo e técnicas certas. Segundo a especialista em Neurociências
Andrea Deis, começar com leituras leves e com temas que te interessam, bem como participar de clubes do livro e utilizar
aplicativos digitais para ler, são táticas que podem te ajudar nessa empreitada.
Outra dica é variar o gênero e os autores lidos. “Explore diferentes tipos de livros. Se você não está gostando de um livro, não
hesite em abandoná-lo. A diversidade de leituras mantém o hábito interessante e estimulante”, pontua a psicóloga Carolina Porfírio.
Muitas pessoas que não apresentam o costume de ler já podem ter sido leitoras assíduas um dia. Contudo, esse hábito
saudável pode ter sido deixado de lado. A psicoterapeuta Marta Siqueira explica que isso ocorre devido a três fatores principais:
falta de propósito, o indivíduo não entende o que a leitura acrescentará em sua vida; falta de tempo, compromissos diários
podem reduzir o tempo disponível para leitura; distrações digitais, uso excessivo das redes sociais.
Portanto, para reverter essa situação, a profissional recomenda estabelecer um propósito inabalável, estimular-se com
pequenas recompensas, reduzir o tempo nas redes sociais e colocar a leitura na agenda.
(Disponível em: https://jovempan.com.br/edicase/ Acesso em: julho de 2024.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Veja a importância da leitura para a saúde mental e neurológica
Com frequência, ouve-se dizer que a leitura é fundamental para uma boa educação, o que é algo inegável. Livros
acadêmicos, religiosos, contos, poesias, romances e, até mesmo, aqueles pertencentes à cultura pop oferecem ao leitor um
conhecimento amplo e diversificado sobre diversos assuntos, bem como uma melhoria no vocabulário.
Contudo, um tema que também deveria ser mais debatido é sobre a importância da leitura para a saúde mental e
neurológica. Isso porque ela trabalha diferentes regiões do cérebro, que vão desde a área visual até a de processamento e
memorização. Por isso, oferece diversos benefícios a curto e longo prazo. Segundo o Dr. Lucas Pizetta de Amorim, psiquiatra da
Clínica Revitalis, o hábito de ler aprimora o foco, a concentração e a atenção aos detalhes.
A longo prazo, por sua vez, a atividade promove o retardo do declínio cognitivo. “Estudos indicam que pessoas que leem
regularmente têm um risco menor de desenvolver doenças neurodegenerativas como a demência e o Alzheimer”, acrescenta.
Além disso, a Dra. Priscila Mageste, médica do sono e curadora de Neurologia na Conexa – ecossistema digital de saúde
integral –, revela que, a longo prazo, o hábito de ler beneficia a neuroplasticidade (capacidade cerebral de aprender e se
reprogramar), o que leva a melhoras no aprendizado e na interpretação.
Assim como a saúde neurológica, o bem-estar da mente também é beneficiado pela leitura. Andrea Deis, gestora
empresarial e especialista em Neurociências, comenta que a atividade ajuda a reduzir a ansiedade e o estresse, bem como
aprimorar as habilidades interpessoais.
Além disso, esse hábito influencia o comportamento empático. “A leitura nos permite vivenciar diferentes perspectivas e
experiências por meio das histórias. Isso pode aumentar nossa empatia e capacidade de compreender emocionalmente o
outro”, explica Carolina Porfírio, psicóloga e coordenadora de Saúde Mental na Conexa.
Para obter os benefícios da leitura, não basta apenas ler uma página de livro por dia, é preciso regularidade. De acordo
com Marta Siqueira, psicanalista e psicoterapeuta, o período mínimo indicado de leitura é de quatro horas semanais, podendo
ser dividido em sessões diárias de 30 a 60 minutos.
A profissional também ressalta que, caso precise ler por muito tempo em um determinado dia, o indicado é realizar
intervalos de 15 a 20 minutos a cada uma hora. Isso porque o cérebro só consegue se manter concentrado em qualquer
atividade por um período de até 90 minutos seguidos. Após isso, ele fica sobrecarregado e a concentração começa a cair.
Além de estipular um tempo para a leitura, também é preciso encontrar espaços e momentos adequados para a prática.
Marta Siqueira comenta que o recomendado é um ambiente iluminado e silencioso. Em relação aos períodos, a profissional
sugere os intervalos durante o dia, de manhã e antes de dormir. “Ler antes de dormir pode ajudar a relaxar e melhorar a
qualidade do sono. Ler pela manhã pode ser uma ótima maneira de começar o dia com uma mente fresca”, complementa.
Adquirir o hábito de ler diariamente requer um pouco de tempo e técnicas certas. Segundo a especialista em Neurociências
Andrea Deis, começar com leituras leves e com temas que te interessam, bem como participar de clubes do livro e utilizar
aplicativos digitais para ler, são táticas que podem te ajudar nessa empreitada.
Outra dica é variar o gênero e os autores lidos. “Explore diferentes tipos de livros. Se você não está gostando de um livro, não
hesite em abandoná-lo. A diversidade de leituras mantém o hábito interessante e estimulante”, pontua a psicóloga Carolina Porfírio.
Muitas pessoas que não apresentam o costume de ler já podem ter sido leitoras assíduas um dia. Contudo, esse hábito
saudável pode ter sido deixado de lado. A psicoterapeuta Marta Siqueira explica que isso ocorre devido a três fatores principais:
falta de propósito, o indivíduo não entende o que a leitura acrescentará em sua vida; falta de tempo, compromissos diários
podem reduzir o tempo disponível para leitura; distrações digitais, uso excessivo das redes sociais.
Portanto, para reverter essa situação, a profissional recomenda estabelecer um propósito inabalável, estimular-se com
pequenas recompensas, reduzir o tempo nas redes sociais e colocar a leitura na agenda.
(Disponível em: https://jovempan.com.br/edicase/ Acesso em: julho de 2024.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Veja a importância da leitura para a saúde mental e neurológica
Com frequência, ouve-se dizer que a leitura é fundamental para uma boa educação, o que é algo inegável. Livros
acadêmicos, religiosos, contos, poesias, romances e, até mesmo, aqueles pertencentes à cultura pop oferecem ao leitor um
conhecimento amplo e diversificado sobre diversos assuntos, bem como uma melhoria no vocabulário.
Contudo, um tema que também deveria ser mais debatido é sobre a importância da leitura para a saúde mental e
neurológica. Isso porque ela trabalha diferentes regiões do cérebro, que vão desde a área visual até a de processamento e
memorização. Por isso, oferece diversos benefícios a curto e longo prazo. Segundo o Dr. Lucas Pizetta de Amorim, psiquiatra da
Clínica Revitalis, o hábito de ler aprimora o foco, a concentração e a atenção aos detalhes.
A longo prazo, por sua vez, a atividade promove o retardo do declínio cognitivo. “Estudos indicam que pessoas que leem
regularmente têm um risco menor de desenvolver doenças neurodegenerativas como a demência e o Alzheimer”, acrescenta.
Além disso, a Dra. Priscila Mageste, médica do sono e curadora de Neurologia na Conexa – ecossistema digital de saúde
integral –, revela que, a longo prazo, o hábito de ler beneficia a neuroplasticidade (capacidade cerebral de aprender e se
reprogramar), o que leva a melhoras no aprendizado e na interpretação.
Assim como a saúde neurológica, o bem-estar da mente também é beneficiado pela leitura. Andrea Deis, gestora
empresarial e especialista em Neurociências, comenta que a atividade ajuda a reduzir a ansiedade e o estresse, bem como
aprimorar as habilidades interpessoais.
Além disso, esse hábito influencia o comportamento empático. “A leitura nos permite vivenciar diferentes perspectivas e
experiências por meio das histórias. Isso pode aumentar nossa empatia e capacidade de compreender emocionalmente o
outro”, explica Carolina Porfírio, psicóloga e coordenadora de Saúde Mental na Conexa.
Para obter os benefícios da leitura, não basta apenas ler uma página de livro por dia, é preciso regularidade. De acordo
com Marta Siqueira, psicanalista e psicoterapeuta, o período mínimo indicado de leitura é de quatro horas semanais, podendo
ser dividido em sessões diárias de 30 a 60 minutos.
A profissional também ressalta que, caso precise ler por muito tempo em um determinado dia, o indicado é realizar
intervalos de 15 a 20 minutos a cada uma hora. Isso porque o cérebro só consegue se manter concentrado em qualquer
atividade por um período de até 90 minutos seguidos. Após isso, ele fica sobrecarregado e a concentração começa a cair.
Além de estipular um tempo para a leitura, também é preciso encontrar espaços e momentos adequados para a prática.
Marta Siqueira comenta que o recomendado é um ambiente iluminado e silencioso. Em relação aos períodos, a profissional
sugere os intervalos durante o dia, de manhã e antes de dormir. “Ler antes de dormir pode ajudar a relaxar e melhorar a
qualidade do sono. Ler pela manhã pode ser uma ótima maneira de começar o dia com uma mente fresca”, complementa.
Adquirir o hábito de ler diariamente requer um pouco de tempo e técnicas certas. Segundo a especialista em Neurociências
Andrea Deis, começar com leituras leves e com temas que te interessam, bem como participar de clubes do livro e utilizar
aplicativos digitais para ler, são táticas que podem te ajudar nessa empreitada.
Outra dica é variar o gênero e os autores lidos. “Explore diferentes tipos de livros. Se você não está gostando de um livro, não
hesite em abandoná-lo. A diversidade de leituras mantém o hábito interessante e estimulante”, pontua a psicóloga Carolina Porfírio.
Muitas pessoas que não apresentam o costume de ler já podem ter sido leitoras assíduas um dia. Contudo, esse hábito
saudável pode ter sido deixado de lado. A psicoterapeuta Marta Siqueira explica que isso ocorre devido a três fatores principais:
falta de propósito, o indivíduo não entende o que a leitura acrescentará em sua vida; falta de tempo, compromissos diários
podem reduzir o tempo disponível para leitura; distrações digitais, uso excessivo das redes sociais.
Portanto, para reverter essa situação, a profissional recomenda estabelecer um propósito inabalável, estimular-se com
pequenas recompensas, reduzir o tempo nas redes sociais e colocar a leitura na agenda.
(Disponível em: https://jovempan.com.br/edicase/ Acesso em: julho de 2024.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Veja a importância da leitura para a saúde mental e neurológica
Com frequência, ouve-se dizer que a leitura é fundamental para uma boa educação, o que é algo inegável. Livros
acadêmicos, religiosos, contos, poesias, romances e, até mesmo, aqueles pertencentes à cultura pop oferecem ao leitor um
conhecimento amplo e diversificado sobre diversos assuntos, bem como uma melhoria no vocabulário.
Contudo, um tema que também deveria ser mais debatido é sobre a importância da leitura para a saúde mental e
neurológica. Isso porque ela trabalha diferentes regiões do cérebro, que vão desde a área visual até a de processamento e
memorização. Por isso, oferece diversos benefícios a curto e longo prazo. Segundo o Dr. Lucas Pizetta de Amorim, psiquiatra da
Clínica Revitalis, o hábito de ler aprimora o foco, a concentração e a atenção aos detalhes.
A longo prazo, por sua vez, a atividade promove o retardo do declínio cognitivo. “Estudos indicam que pessoas que leem
regularmente têm um risco menor de desenvolver doenças neurodegenerativas como a demência e o Alzheimer”, acrescenta.
Além disso, a Dra. Priscila Mageste, médica do sono e curadora de Neurologia na Conexa – ecossistema digital de saúde
integral –, revela que, a longo prazo, o hábito de ler beneficia a neuroplasticidade (capacidade cerebral de aprender e se
reprogramar), o que leva a melhoras no aprendizado e na interpretação.
Assim como a saúde neurológica, o bem-estar da mente também é beneficiado pela leitura. Andrea Deis, gestora
empresarial e especialista em Neurociências, comenta que a atividade ajuda a reduzir a ansiedade e o estresse, bem como
aprimorar as habilidades interpessoais.
Além disso, esse hábito influencia o comportamento empático. “A leitura nos permite vivenciar diferentes perspectivas e
experiências por meio das histórias. Isso pode aumentar nossa empatia e capacidade de compreender emocionalmente o
outro”, explica Carolina Porfírio, psicóloga e coordenadora de Saúde Mental na Conexa.
Para obter os benefícios da leitura, não basta apenas ler uma página de livro por dia, é preciso regularidade. De acordo
com Marta Siqueira, psicanalista e psicoterapeuta, o período mínimo indicado de leitura é de quatro horas semanais, podendo
ser dividido em sessões diárias de 30 a 60 minutos.
A profissional também ressalta que, caso precise ler por muito tempo em um determinado dia, o indicado é realizar
intervalos de 15 a 20 minutos a cada uma hora. Isso porque o cérebro só consegue se manter concentrado em qualquer
atividade por um período de até 90 minutos seguidos. Após isso, ele fica sobrecarregado e a concentração começa a cair.
Além de estipular um tempo para a leitura, também é preciso encontrar espaços e momentos adequados para a prática.
Marta Siqueira comenta que o recomendado é um ambiente iluminado e silencioso. Em relação aos períodos, a profissional
sugere os intervalos durante o dia, de manhã e antes de dormir. “Ler antes de dormir pode ajudar a relaxar e melhorar a
qualidade do sono. Ler pela manhã pode ser uma ótima maneira de começar o dia com uma mente fresca”, complementa.
Adquirir o hábito de ler diariamente requer um pouco de tempo e técnicas certas. Segundo a especialista em Neurociências
Andrea Deis, começar com leituras leves e com temas que te interessam, bem como participar de clubes do livro e utilizar
aplicativos digitais para ler, são táticas que podem te ajudar nessa empreitada.
Outra dica é variar o gênero e os autores lidos. “Explore diferentes tipos de livros. Se você não está gostando de um livro, não
hesite em abandoná-lo. A diversidade de leituras mantém o hábito interessante e estimulante”, pontua a psicóloga Carolina Porfírio.
Muitas pessoas que não apresentam o costume de ler já podem ter sido leitoras assíduas um dia. Contudo, esse hábito
saudável pode ter sido deixado de lado. A psicoterapeuta Marta Siqueira explica que isso ocorre devido a três fatores principais:
falta de propósito, o indivíduo não entende o que a leitura acrescentará em sua vida; falta de tempo, compromissos diários
podem reduzir o tempo disponível para leitura; distrações digitais, uso excessivo das redes sociais.
Portanto, para reverter essa situação, a profissional recomenda estabelecer um propósito inabalável, estimular-se com
pequenas recompensas, reduzir o tempo nas redes sociais e colocar a leitura na agenda.
(Disponível em: https://jovempan.com.br/edicase/ Acesso em: julho de 2024.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
Significado mole em palavra dura
Uma característica engraçada das palavras é o fato de terem significados mais ou menos precisos. É conveniente, para que
a gente consiga comunicar. Por exemplo, se eu disser que uma rocha é mole, talvez as pessoas fiquem confusas. Em princípio,
a palavra “mole” não se aplica a rochas – que, de acordo com a nossa experiência, são duras.
O mundo digital, no entanto, tem uma semântica própria, em que as palavras significam o contrário do que querem dizer
na vida real. A palavra “conteúdo”, por exemplo, significa quase sempre “ausência de conteúdo”. É curioso. A frase “vou criar
um conteúdo filmando o meu gato dormindo” quer dizer, na verdade, “vou produzir um pouco de vácuo”.
A palavra “amigo”, no Facebook, significa muitas vezes o contrário do que vem nos dicionários. No Facebook, é possível
ser amigo de pessoas que nem conhecemos. Diga-se que essa é, por vezes, a maneira mais eficaz de nutrir amizade por alguém.
Mas não é esse o significado do termo.
Por outro lado, a palavra “seguidor” não significa, nas redes sociais, discípulo ou partidário. É mais frequente significar
“pessoa que nos observa porque tem interesse na nossa queda”. São seguidores que vêm atrás de nós porque pretendem nos
dar uma rasteira.
A palavra cujo significado mudou mais radicalmente foi “compartilhar”. Compartilhar, fora do mundo digital, é um ato de
generosidade. Quando, por exemplo, compartilhamos um pão com alguém, isso quer dizer que lhe damos um pouco do nosso
pão. Nas redes sociais, o ato não é exatamente generoso, uma vez que compartilhar significa, na verdade, exibir.
Alguém que compartilha a fotografia de um pão não oferece nada aos outros. Quem compartilha uma foto do seu carro
novo não dá carona a quem vê. Quando alguém compartilha imagens das suas férias, normalmente até ganha dinheiro com
isso, porque uma agência de viagens, uma companhia aérea ou um hotel estão pagando. Sinto em dizer que esse dinheiro
também não é compartilhado. O alambique das redes sociais transforma a mesquinhez da exibição na nobreza da partilha. É
ótimo.
(PEREIRA, Ricardo Araújo. Significado mole em palavra dura. Jornal Folha de S. Paulo, 2024. Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ricardo-araujo-pereira/. Acesso em: 26/05/2024. Adaptado.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Significado mole em palavra dura
Uma característica engraçada das palavras é o fato de terem significados mais ou menos precisos. É conveniente, para que
a gente consiga comunicar. Por exemplo, se eu disser que uma rocha é mole, talvez as pessoas fiquem confusas. Em princípio,
a palavra “mole” não se aplica a rochas – que, de acordo com a nossa experiência, são duras.
O mundo digital, no entanto, tem uma semântica própria, em que as palavras significam o contrário do que querem dizer
na vida real. A palavra “conteúdo”, por exemplo, significa quase sempre “ausência de conteúdo”. É curioso. A frase “vou criar
um conteúdo filmando o meu gato dormindo” quer dizer, na verdade, “vou produzir um pouco de vácuo”.
A palavra “amigo”, no Facebook, significa muitas vezes o contrário do que vem nos dicionários. No Facebook, é possível
ser amigo de pessoas que nem conhecemos. Diga-se que essa é, por vezes, a maneira mais eficaz de nutrir amizade por alguém.
Mas não é esse o significado do termo.
Por outro lado, a palavra “seguidor” não significa, nas redes sociais, discípulo ou partidário. É mais frequente significar
“pessoa que nos observa porque tem interesse na nossa queda”. São seguidores que vêm atrás de nós porque pretendem nos
dar uma rasteira.
A palavra cujo significado mudou mais radicalmente foi “compartilhar”. Compartilhar, fora do mundo digital, é um ato de
generosidade. Quando, por exemplo, compartilhamos um pão com alguém, isso quer dizer que lhe damos um pouco do nosso
pão. Nas redes sociais, o ato não é exatamente generoso, uma vez que compartilhar significa, na verdade, exibir.
Alguém que compartilha a fotografia de um pão não oferece nada aos outros. Quem compartilha uma foto do seu carro
novo não dá carona a quem vê. Quando alguém compartilha imagens das suas férias, normalmente até ganha dinheiro com
isso, porque uma agência de viagens, uma companhia aérea ou um hotel estão pagando. Sinto em dizer que esse dinheiro
também não é compartilhado. O alambique das redes sociais transforma a mesquinhez da exibição na nobreza da partilha. É
ótimo.
(PEREIRA, Ricardo Araújo. Significado mole em palavra dura. Jornal Folha de S. Paulo, 2024. Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ricardo-araujo-pereira/. Acesso em: 26/05/2024. Adaptado.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Significado mole em palavra dura
Uma característica engraçada das palavras é o fato de terem significados mais ou menos precisos. É conveniente, para que
a gente consiga comunicar. Por exemplo, se eu disser que uma rocha é mole, talvez as pessoas fiquem confusas. Em princípio,
a palavra “mole” não se aplica a rochas – que, de acordo com a nossa experiência, são duras.
O mundo digital, no entanto, tem uma semântica própria, em que as palavras significam o contrário do que querem dizer
na vida real. A palavra “conteúdo”, por exemplo, significa quase sempre “ausência de conteúdo”. É curioso. A frase “vou criar
um conteúdo filmando o meu gato dormindo” quer dizer, na verdade, “vou produzir um pouco de vácuo”.
A palavra “amigo”, no Facebook, significa muitas vezes o contrário do que vem nos dicionários. No Facebook, é possível
ser amigo de pessoas que nem conhecemos. Diga-se que essa é, por vezes, a maneira mais eficaz de nutrir amizade por alguém.
Mas não é esse o significado do termo.
Por outro lado, a palavra “seguidor” não significa, nas redes sociais, discípulo ou partidário. É mais frequente significar
“pessoa que nos observa porque tem interesse na nossa queda”. São seguidores que vêm atrás de nós porque pretendem nos
dar uma rasteira.
A palavra cujo significado mudou mais radicalmente foi “compartilhar”. Compartilhar, fora do mundo digital, é um ato de
generosidade. Quando, por exemplo, compartilhamos um pão com alguém, isso quer dizer que lhe damos um pouco do nosso
pão. Nas redes sociais, o ato não é exatamente generoso, uma vez que compartilhar significa, na verdade, exibir.
Alguém que compartilha a fotografia de um pão não oferece nada aos outros. Quem compartilha uma foto do seu carro
novo não dá carona a quem vê. Quando alguém compartilha imagens das suas férias, normalmente até ganha dinheiro com
isso, porque uma agência de viagens, uma companhia aérea ou um hotel estão pagando. Sinto em dizer que esse dinheiro
também não é compartilhado. O alambique das redes sociais transforma a mesquinhez da exibição na nobreza da partilha. É
ótimo.
(PEREIRA, Ricardo Araújo. Significado mole em palavra dura. Jornal Folha de S. Paulo, 2024. Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ricardo-araujo-pereira/. Acesso em: 26/05/2024. Adaptado.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Significado mole em palavra dura
Uma característica engraçada das palavras é o fato de terem significados mais ou menos precisos. É conveniente, para que
a gente consiga comunicar. Por exemplo, se eu disser que uma rocha é mole, talvez as pessoas fiquem confusas. Em princípio,
a palavra “mole” não se aplica a rochas – que, de acordo com a nossa experiência, são duras.
O mundo digital, no entanto, tem uma semântica própria, em que as palavras significam o contrário do que querem dizer
na vida real. A palavra “conteúdo”, por exemplo, significa quase sempre “ausência de conteúdo”. É curioso. A frase “vou criar
um conteúdo filmando o meu gato dormindo” quer dizer, na verdade, “vou produzir um pouco de vácuo”.
A palavra “amigo”, no Facebook, significa muitas vezes o contrário do que vem nos dicionários. No Facebook, é possível
ser amigo de pessoas que nem conhecemos. Diga-se que essa é, por vezes, a maneira mais eficaz de nutrir amizade por alguém.
Mas não é esse o significado do termo.
Por outro lado, a palavra “seguidor” não significa, nas redes sociais, discípulo ou partidário. É mais frequente significar
“pessoa que nos observa porque tem interesse na nossa queda”. São seguidores que vêm atrás de nós porque pretendem nos
dar uma rasteira.
A palavra cujo significado mudou mais radicalmente foi “compartilhar”. Compartilhar, fora do mundo digital, é um ato de
generosidade. Quando, por exemplo, compartilhamos um pão com alguém, isso quer dizer que lhe damos um pouco do nosso
pão. Nas redes sociais, o ato não é exatamente generoso, uma vez que compartilhar significa, na verdade, exibir.
Alguém que compartilha a fotografia de um pão não oferece nada aos outros. Quem compartilha uma foto do seu carro
novo não dá carona a quem vê. Quando alguém compartilha imagens das suas férias, normalmente até ganha dinheiro com
isso, porque uma agência de viagens, uma companhia aérea ou um hotel estão pagando. Sinto em dizer que esse dinheiro
também não é compartilhado. O alambique das redes sociais transforma a mesquinhez da exibição na nobreza da partilha. É
ótimo.
(PEREIRA, Ricardo Araújo. Significado mole em palavra dura. Jornal Folha de S. Paulo, 2024. Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ricardo-araujo-pereira/. Acesso em: 26/05/2024. Adaptado.)
1. Espaço vazio (...) existente entre os corpos celestes;
2. Esvaziamento absoluto ou quase absoluto de matéria;
3. Sentimento de esvaziamento intelectual ou espiritual;
4. Zona atmosférica afetada por correntes descendentes.
(Disponível em: https://michaelis.uol.com.br/moderno-portugues/busca/portugues-brasileiro/vacuo. Adaptado.)
Na passagem “vou produzir um pouco de vácuo” (2º§), a palavra “vácuo” foi empregada com sentido aproximado ao descrito em:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Significado mole em palavra dura
Uma característica engraçada das palavras é o fato de terem significados mais ou menos precisos. É conveniente, para que
a gente consiga comunicar. Por exemplo, se eu disser que uma rocha é mole, talvez as pessoas fiquem confusas. Em princípio,
a palavra “mole” não se aplica a rochas – que, de acordo com a nossa experiência, são duras.
O mundo digital, no entanto, tem uma semântica própria, em que as palavras significam o contrário do que querem dizer
na vida real. A palavra “conteúdo”, por exemplo, significa quase sempre “ausência de conteúdo”. É curioso. A frase “vou criar
um conteúdo filmando o meu gato dormindo” quer dizer, na verdade, “vou produzir um pouco de vácuo”.
A palavra “amigo”, no Facebook, significa muitas vezes o contrário do que vem nos dicionários. No Facebook, é possível
ser amigo de pessoas que nem conhecemos. Diga-se que essa é, por vezes, a maneira mais eficaz de nutrir amizade por alguém.
Mas não é esse o significado do termo.
Por outro lado, a palavra “seguidor” não significa, nas redes sociais, discípulo ou partidário. É mais frequente significar
“pessoa que nos observa porque tem interesse na nossa queda”. São seguidores que vêm atrás de nós porque pretendem nos
dar uma rasteira.
A palavra cujo significado mudou mais radicalmente foi “compartilhar”. Compartilhar, fora do mundo digital, é um ato de
generosidade. Quando, por exemplo, compartilhamos um pão com alguém, isso quer dizer que lhe damos um pouco do nosso
pão. Nas redes sociais, o ato não é exatamente generoso, uma vez que compartilhar significa, na verdade, exibir.
Alguém que compartilha a fotografia de um pão não oferece nada aos outros. Quem compartilha uma foto do seu carro
novo não dá carona a quem vê. Quando alguém compartilha imagens das suas férias, normalmente até ganha dinheiro com
isso, porque uma agência de viagens, uma companhia aérea ou um hotel estão pagando. Sinto em dizer que esse dinheiro
também não é compartilhado. O alambique das redes sociais transforma a mesquinhez da exibição na nobreza da partilha. É
ótimo.
(PEREIRA, Ricardo Araújo. Significado mole em palavra dura. Jornal Folha de S. Paulo, 2024. Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ricardo-araujo-pereira/. Acesso em: 26/05/2024. Adaptado.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container