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Foram encontradas 50 questões.

1318028 Ano: 2012
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: PROMUN
Orgão: Pref. Eusébio-CE
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Um fusca rosa foi autuado em flagrante após dirigir acima da velocidade permitida. Considerando o limite da avenida como 60km/h constatou-se que o fusca estava a exatos 90km/h. A motorista do veículo alegou ser inocente e disse desconhecer o limite de velocidade permitido no local. Considerando que a área onde o fusca foi multado era perto de um hospital e a dois quarteirões de uma escola, pode-se considerar:
 

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1317733 Ano: 2012
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: PROMUN
Orgão: Pref. Eusébio-CE
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Assinale a alternativa que apresenta exemplos corretos de medidas administrativas adotadas de acordo com as competências estabelecidas pelo Código de Trânsito Brasileiro:

 

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1309792 Ano: 2012
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: PROMUN
Orgão: Pref. Eusébio-CE
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Atenção:
Placa I Placa II
Enunciado 1309792-1
As placas I e II significam respectivamente:
 

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1304479 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: PROMUN
Orgão: Pref. Eusébio-CE
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Veja a tirinha para responder a questão.

Enunciado 1304479-1

No último quadrinho “É triste ter que bater em alguém que tem razão.” A palavra destacada pertence a qual classe gramatical?

 

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1303847 Ano: 2012
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: PROMUN
Orgão: Pref. Eusébio-CE
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Por unanimidade, com 70 votos a favor, o plenário do Senado aprovou, em primeiro turno, mudanças na Constituição para garantir a ampliação dos direitos de empregados domésticos. De acordo com a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 66/2012, trabalhadores domésticos passam a ter direito a:
 

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1303367 Ano: 2012
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: PROMUN
Orgão: Pref. Eusébio-CE
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“Ato de controlar o cumprimento das normas estabelecidas na legislação de trânsito, por meio do poder de polícia administrativa de trânsito, no âmbito de circunscrição dos órgãos e entidades executivos de trânsito e de acordo com as competências definidas neste Código.”
A definição supracitada diz respeito a:
 

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1303104 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: PROMUN
Orgão: Pref. Eusébio-CE
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Felicidade Clandestina

Ela era gorda, baixa, sardenta e de cabelos excessivamente crespos, meio arruivados. Tinha um busto enorme; enquanto nós todas ainda éramos achatadas. Como se não bastasse, enchia os dois bolsos da blusa, por cima do busto, com balas. Mas possuía o que qualquer criança devoradora de histórias gostaria de ter: um pai dono de livraria.

Pouco aproveitava. E nós menos ainda: até para aniversário, em vez de pelo menos um livrinho barato, ela nos entregava em mãos um cartão-postal da loja do pai. Ainda por cima era de paisagem do Recife mesmo, onde morávamos, com suas pontes mais do que vistas. Atrás escrevia com letra bordadíssima palavras como "data natalícia" e "saudade".

Mas que talento tinha para a crueldade. Ela toda era pura vingança, chupando balas com barulho. Como essa menina devia nos odiar, nós que éramos imperdoavelmente bonitinhas, esguias, altinhas, de cabelos livres. Comigo exerceu com calma ferocidade o seu sadismo. Na minha ânsia de ler, eu nem notava as humilhações a que ela me submetia: continuava a implorar-lhe emprestados os livros que ela não lia.

Até que veio para ela o magno dia de começar a exercer sobre mim uma tortura chinesa. Como casualmente, informou-me que possuía As reinações de Narizinho, de Monteiro Lobato.

Era um livro grosso, meu Deus, era um livro para se ficar vivendo com ele, comendo-o, dormindo-o. E completamente acima de minhas posses. Disse-me que eu passasse pela sua casa no dia seguinte e que ela o emprestaria.

Até o dia seguinte eu me transformei na própria esperança da alegria: eu não vivia, eu nadava devagar num mar suave, as ondas me levavam e me traziam.

No dia seguinte fui à sua casa, literalmente correndo. Ela não morava num sobrado como eu, e sim numa casa. Não me mandou entrar. Olhando bem para meus olhos, disse-me que havia emprestado o livro a outra menina, e que eu voltasse no dia seguinte para buscá-lo. Boquiaberta, saí devagar, mas em breve a esperança de novo me tomava toda e eu recomeçava na rua a andar pulando, que era o meu modo estranho de andar pelas ruas de Recife. Dessa vez nem caí: guiava-me a promessa do livro, o dia seguinte viria, os dias seguintes seriam mais tarde a minha vida inteira, o amor pelo mundo me esperava, andei pulando pelas ruas como sempre e não caí nenhuma vez.

Mas não ficou simplesmente nisso. O plano secreto da filha do dono de livraria era tranquilo e diabólico. No dia seguinte lá estava eu à porta de sua casa, com um sorriso e o coração batendo. Para ouvir a resposta calma: o livro ainda não estava em seu poder, que eu voltasse no dia seguinte. Mal sabia eu como mais tarde, no decorrer da vida, o drama do "dia seguinte" com ela ia se repetir com meu coração batendo.

E assim continuou. Quanto tempo? Não sei. Ela sabia que era tempo indefinido, enquanto o fel não escorresse todo de seu corpo grosso. Eu já começara a adivinhar que ela me escolhera para eu sofrer, às vezes adivinho. Mas, adivinhando mesmo, às vezes aceito: como se quem quer me fazer sofrer esteja precisando danadamente que eu sofra.

Quanto tempo? Eu ia diariamente à sua casa, sem faltar um dia sequer. Às vezes ela dizia: pois o livro esteve comigo ontem de tarde, mas você só veio de manhã, de modo que o emprestei a outra menina. E eu, que não era dada a olheiras, sentia as olheiras se cavando sob os meus olhos espantados.

Até que um dia, quando eu estava à porta de sua casa, ouvindo humilde e silenciosa a sua recusa, apareceu sua mãe. Ela devia estar estranhando a aparição muda e diária daquela menina à porta de sua casa. Pediu explicações a nós duas. Houve uma confusão silenciosa, entrecortada de palavras pouco elucidativas. A senhora achava cada vez mais estranho o fato de não estar entendendo. Até que essa mãe boa entendeu. Voltou-se para a filha e com enorme surpresa exclamou: mas este livro nunca saiu daqui de casa e você nem quis ler!

E o pior para essa mulher não era a descoberta do que acontecia. Devia ser a descoberta horrorizada da filha que tinha. Ela nos espiava em silêncio: a potência de perversidade de sua filha desconhecida e a menina loura em pé à porta, exausta, ao vento das ruas de Recife. Foi então que, finalmente se refazendo, disse firme e calma para a filha: você vai emprestar o livro agora mesmo. E para mim: "E você fica com o livro por quanto tempo quiser." Entendem? Valia mais do que me dar o livro: "pelo tempo que eu quisesse" é tudo o que uma pessoa, grande ou pequena, pode ter a ousadia de querer.

Como contar o que se seguiu? Eu estava estonteada, e assim recebi o livro na mão. Acho que eu não disse nada. Peguei o livro. Não, não saí pulando como sempre. Saí andando bem devagar. Sei que segurava o livro grosso com as duas mãos, comprimindo-o contra o peito. Quanto tempo levei até chegar em casa, também pouco importa. Meu peito estava quente, meu coração pensativo.

Chegando em casa, não comecei a ler. Fingia que não o tinha, só para depois ter o susto de o ter. Horas depois abri-o, li algumas linhas maravilhosas, fechei-o de novo, fui passear pela casa, adiei ainda mais indo comer pão com manteiga, fingi que não sabia onde guardara o livro, achava-o, abria-o por alguns instantes. Criava as mais falsas dificuldades para aquela coisa clandestina que era a felicidade. A felicidade sempre iria ser clandestina para mim. Parece que eu já pressentia. Como demorei! Eu vivia no ar… Havia orgulho e pudor em mim. Eu era uma rainha delicada.

Às vezes sentava-me na rede, balançando-me com o livro aberto no colo, sem tocá-lo, em êxtase puríssimo.

Não era mais uma menina com um livro: era uma mulher com o seu amante.

Observe as frases do texto:

“nós que éramos imperdoavelmente bonitinhas, esguias, altinhas, de cabelos livres.”
“Até que veio para ela o magno dia de começar a exercer sobre mim uma tortura chinesa.”
“Ela sabia que era tempo indefinido”
“Pediu explicações a nós duas.”

Os termos destacados são, respectivamente, classificados morfologicamente em:

 

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1297507 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: PROMUN
Orgão: Pref. Eusébio-CE
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Assinale a alternativa que não está de acordo com a norma padrão:

 

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1296496 Ano: 2012
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: PROMUN
Orgão: Pref. Eusébio-CE
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As infrações simultâneas podem ser concorrentes ou concomitantes. Em relação a elas avalie as afirmativas:

I. São concorrentes aquelas em que o cometimento de uma infração, tem como consequência o cometimento de outra;

II. São concomitantes aquelas em que o cometimento de uma infração, tem como consequência o cometimento de outra;

III. Ultrapassar pelo acostamento (art. 202) e transitar com o veículo pelo acostamento (art. 193) são exemplo de infrações concomitantes;

IV. deixar de reduzir a velocidade do veículo de forma compatível com a segurança do trânsito ao ultrapassar ciclista (art. 220, XIII) e não manter a distância de 1,50m ao ultrapassar bicicleta (art. 201), são exemplos de infrações concomitantes.

Estão corretas somente as afirmativas:

 

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1174895 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: PROMUN
Orgão: Pref. Eusébio-CE
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Observe os períodos:

I. Este é o amigo ______ gosto de conversar;
II. Feliz o pai ______ filhos são responsáveis;
III. Os candidatos ______ me refiro, fizeram a inscrição no concurso;
IV. Esta é a mulher ______ ele é apaixonado.

Marque a opção que completa respectivamente as lacunas:

 

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