Foram encontradas 40 questões.
Uma grande rede varejista tem lojas instaladas em todas
as regiões do Brasil, sendo que 60% delas estão na região Sudeste. Sabe-se que 70% das lojas da região Sudeste estão concentradas no Estado de São Paulo e que
nos outros estados da região Sudeste há um total de 45
lojas. Desse modo, é correto concluir que o número total
de lojas dessa rede varejista em todo o Brasil é igual a
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Em uma caminhada, a distância total percorrida por Giovane foi igual a 4/5 da distância total percorrida por Elias. Sabendo-se que Elias percorreu 2/5 da distância total em ritmo
mais acelerado, e os 1800 m restantes em ritmo mais lento, é correto afirmar que a diferença entre as distâncias
totais percorridas por Elias e por Giovane foi igual a
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Considere um bloco com a forma de paralelepípedo reto
retângulo de base quadrada, conforme mostra a figura.

Se o volume desse bloco é 9000 cm3, então a soma das áreas das suas faces laterais é igual a:

Se o volume desse bloco é 9000 cm3, então a soma das áreas das suas faces laterais é igual a:
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A cada três instalações iguais completadas, a quantidade
de fio utilizada excedeu à quantidade prevista inicialmente em 2,7 m. Nessas condições, para onze das mesmas
instalações completadas, a quantidade de fio utilizada
excederá à quantidade prevista inicialmente em
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Considere uma placa metálica de formato retangular.
Sabe-se que a medida de seu comprimento e a medida
da sua largura têm soma igual a 42 cm e estão na razão 5/2, nessa ordem. Nessas condições, a área dessa placa
é igual a:
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Leia o texto para responder à questão.
Ideologia mortal
A cada novo massacre a tiros nos Estados Unidos – e
contam-se nada menos que 121 com quatro vítimas ou mais
desde 1982 – renovam-se as discussões acerca do controle
de armas de fogo no país, cuja legislação acerca do tema é
uma das mais permissivas do mundo.
Em 16 de março, um homem assassinou 8 pessoas, 6
delas de origem asiática, na cidade de Atlanta. Dias depois, um atirador abriu fogo num supermercado em Boulder, no
Colorado, matando outras dez.
As preocupações atuais vêm estribadas também no crescimento das mortes por armas de fogo em assaltos e brigas
domésticas. No ano passado, registraram-se quase 20 mil
óbitos por tiros nos EUA, um salto considerável em relação à
média de 15 mil óbitos desde 2016.
Embora aponte-se a concorrência de fatores associados
à pandemia nos casos específicos desses últimos crimes,
estudos mostram que o acesso praticamente irrestrito a pistolas, fuzis e rifles, somado a uma cultura que enaltece sua
posse, constitui o agente estrutural por trás do fenômeno.
Foi isso que permitiu que os Estados Unidos se tornassem, de longe, a nação com o maior número de armas per
capita do mundo. Em 2018, o país abrigava 393 milhões delas para 326 milhões de habitantes – nada menos que 45%
do total em circulação no planeta.
Não obstante a evidente necessidade de cercear tal
comércio, pouco ou nada se avançou nas últimas décadas
nesse sentido. As resistências ancoram-se numa emenda à
Constituição do fim do século 18, que consagra o direito de
possuir e portar armas de fogo.
Além disso, sempre que o Congresso ensaia endurecer
as regras, o poderoso lobby do setor atua para barrar as
iniciativas. Mesmo alterações que poderiam ser feitas sem
precisar da concordância do Congresso são consideradas de
difícil execução, dados os altos custos políticos envolvidos.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 27.03.2021. Adaptado)
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Leia o texto para responder à questão.
Ideologia mortal
A cada novo massacre a tiros nos Estados Unidos – e
contam-se nada menos que 121 com quatro vítimas ou mais
desde 1982 – renovam-se as discussões acerca do controle
de armas de fogo no país, cuja legislação acerca do tema é
uma das mais permissivas do mundo.
Em 16 de março, um homem assassinou 8 pessoas, 6
delas de origem asiática, na cidade de Atlanta. Dias depois, um atirador abriu fogo num supermercado em Boulder, no
Colorado, matando outras dez.
As preocupações atuais vêm estribadas também no crescimento das mortes por armas de fogo em assaltos e brigas
domésticas. No ano passado, registraram-se quase 20 mil
óbitos por tiros nos EUA, um salto considerável em relação à
média de 15 mil óbitos desde 2016.
Embora aponte-se a concorrência de fatores associados
à pandemia nos casos específicos desses últimos crimes,
estudos mostram que o acesso praticamente irrestrito a pistolas, fuzis e rifles, somado a uma cultura que enaltece sua
posse, constitui o agente estrutural por trás do fenômeno.
Foi isso que permitiu que os Estados Unidos se tornassem, de longe, a nação com o maior número de armas per
capita do mundo. Em 2018, o país abrigava 393 milhões delas para 326 milhões de habitantes – nada menos que 45%
do total em circulação no planeta.
Não obstante a evidente necessidade de cercear tal
comércio, pouco ou nada se avançou nas últimas décadas
nesse sentido. As resistências ancoram-se numa emenda à
Constituição do fim do século 18, que consagra o direito de
possuir e portar armas de fogo.
Além disso, sempre que o Congresso ensaia endurecer
as regras, o poderoso lobby do setor atua para barrar as
iniciativas. Mesmo alterações que poderiam ser feitas sem
precisar da concordância do Congresso são consideradas de
difícil execução, dados os altos custos políticos envolvidos.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 27.03.2021. Adaptado)
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Leia o texto para responder à questão.
Ideologia mortal
A cada novo massacre a tiros nos Estados Unidos – e
contam-se nada menos que 121 com quatro vítimas ou mais
desde 1982 – renovam-se as discussões acerca do controle
de armas de fogo no país, cuja legislação acerca do tema é
uma das mais permissivas do mundo.
Em 16 de março, um homem assassinou 8 pessoas, 6
delas de origem asiática, na cidade de Atlanta. Dias depois, um atirador abriu fogo num supermercado em Boulder, no
Colorado, matando outras dez.
As preocupações atuais vêm estribadas também no crescimento das mortes por armas de fogo em assaltos e brigas
domésticas. No ano passado, registraram-se quase 20 mil
óbitos por tiros nos EUA, um salto considerável em relação à
média de 15 mil óbitos desde 2016.
Embora aponte-se a concorrência de fatores associados
à pandemia nos casos específicos desses últimos crimes,
estudos mostram que o acesso praticamente irrestrito a pistolas, fuzis e rifles, somado a uma cultura que enaltece sua
posse, constitui o agente estrutural por trás do fenômeno.
Foi isso que permitiu que os Estados Unidos se tornassem, de longe, a nação com o maior número de armas per
capita do mundo. Em 2018, o país abrigava 393 milhões delas para 326 milhões de habitantes – nada menos que 45%
do total em circulação no planeta.
Não obstante a evidente necessidade de cercear tal
comércio, pouco ou nada se avançou nas últimas décadas
nesse sentido. As resistências ancoram-se numa emenda à
Constituição do fim do século 18, que consagra o direito de
possuir e portar armas de fogo.
Além disso, sempre que o Congresso ensaia endurecer
as regras, o poderoso lobby do setor atua para barrar as
iniciativas. Mesmo alterações que poderiam ser feitas sem
precisar da concordância do Congresso são consideradas de
difícil execução, dados os altos custos políticos envolvidos.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 27.03.2021. Adaptado)
• ... renovam-se as discussões acerca do controle de armas de fogo no país... (1° parágrafo) • ... somado a uma cultura que enaltece sua posse... (4° parágrafo) • ... sempre que o Congresso ensaia endurecer as regras... (7° parágrafo)
Os termos destacados significam, correta e respectivamente:
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Leia o texto para responder à questão.
O assalto
A casa luxuosa no Leblon é guardada por um molosso de
feia catadura*, que dorme de olhos abertos, ou talvez nem
durma, de tão vigilante. Por isso, a família vive tranquila, e
nunca se teve notícia de assalto à residência tão bem protegida.
Até a semana passada. Na noite de quinta-feira, um homem conseguiu abrir o pesado portão de ferro e penetrar
no jardim. Ia fazer o mesmo com a porta da casa, quando
o cachorro, que muito de astúcia o deixara chegar lá, para
acender-lhe o clarão de esperança e depois arrancar-lhe toda
ilusão, avançou contra ele, abocanhando-lhe a perna esquerda. O ladrão quis sacar do revólver, mas não teve tempo para
isso. Caindo ao chão, sob as patas do inimigo, suplicou-lhe
com os olhos que o deixasse viver, e com a boca prometeu
que nunca mais tentaria assaltar aquela casa. Falou em voz
baixa, para não despertar os moradores, temendo que se
agravasse a situação.
O animal pareceu compreender a súplica do ladrão, e
deixou-o sair em estado deplorável. No jardim, ficou um pedaço de calça. No dia seguinte, a empregada não entendeu
bem por que uma voz, pelo telefone, disse que era da Saúde
Pública e indagou se o cão era vacinado. Nesse momento, o
cão estava junto da doméstica e abanou o rabo, afirmativamente.
(Carlos Drummond de Andrade. O sorvete e outras histórias, 1993. Adaptado)
* Cão robusto de feia aparência
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Leia o texto para responder à questão.
O assalto
A casa luxuosa no Leblon é guardada por um molosso de
feia catadura*, que dorme de olhos abertos, ou talvez nem
durma, de tão vigilante. Por isso, a família vive tranquila, e
nunca se teve notícia de assalto à residência tão bem protegida.
Até a semana passada. Na noite de quinta-feira, um homem conseguiu abrir o pesado portão de ferro e penetrar
no jardim. Ia fazer o mesmo com a porta da casa, quando
o cachorro, que muito de astúcia o deixara chegar lá, para
acender-lhe o clarão de esperança e depois arrancar-lhe toda
ilusão, avançou contra ele, abocanhando-lhe a perna esquerda. O ladrão quis sacar do revólver, mas não teve tempo para
isso. Caindo ao chão, sob as patas do inimigo, suplicou-lhe
com os olhos que o deixasse viver, e com a boca prometeu
que nunca mais tentaria assaltar aquela casa. Falou em voz
baixa, para não despertar os moradores, temendo que se
agravasse a situação.
O animal pareceu compreender a súplica do ladrão, e
deixou-o sair em estado deplorável. No jardim, ficou um pedaço de calça. No dia seguinte, a empregada não entendeu
bem por que uma voz, pelo telefone, disse que era da Saúde
Pública e indagou se o cão era vacinado. Nesse momento, o
cão estava junto da doméstica e abanou o rabo, afirmativamente.
(Carlos Drummond de Andrade. O sorvete e outras histórias, 1993. Adaptado)
* Cão robusto de feia aparência
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