Foram encontradas 50 questões.
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Formiga-MG
Considerando a Lei Complementar nº 41/2011, quanto a avaliação dos servidores públicos, o critério denominado adaptação é definido expressamente como:
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Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Formiga-MG
“Para o cumprimento do estágio probatório será computado todo o tempo de efetivo exercício do servidor, inclusive no exercício de cargo em comissão, função gratificada ou agente político, sendo, nestes casos, avaliado pelo seu superior hierárquico.” Considerando a Lei Complementar nº 41/2011, o trecho apresentado está:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Formiga-MG
Aécio Neves da Cunha, que passou, recentemente, por uma cirurgia de apendicite, já ocupou diversos cargos na política brasileira. Atualmente, Aécio Neves da Cunha ocupa o cargo de:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Formiga-MG
Os países latino-americanos possuem em comum algumas características socioeconômicas que precisam ser superadas para melhorar o nível de desenvolvimento da população. São considerados problemas socioeconômicos enfrentados de forma geral pelos países da América Latina:
I. Os países que integram a América Latina possuem semelhanças quanto à condição de subdesenvolvimento, tais como economia fragilizada e atrasada, problemas sociais e políticos.
II. São identificadas duas formas de produção: uma destinada ao mercado interno (monocultura) e outra direcionada ao abastecimento externo (policultura).
III. Os países latinos são grandes importadores de produtos primários. Além disso, tiveram uma industrialização pioneira em relação às nações desenvolvidas, motivo que fez com que a América Latina se tornasse independente.
IV. A pecuária nos países da América Latina apresenta lugar de destaque, sendo uma atividade praticada de forma semi- -intensiva.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Formiga-MG
Além da erosão dos solos, a agricultura trouxe outro grave problema para o meio ambiente. As técnicas agrícolas modernas ainda fazem uso de vários produtos que, se por um lado facilitam a tarefa do homem do campo, por outro agridem bastante a natureza. Considerando as atividades que provocam contaminação dos solos em áreas agrícolas, analise as afirmativas a seguir.
I. Os agrotóxicos causam sérios danos à saúde dos trabalhadores rurais, que estão em contato direto com eles, e às pessoas que consomem alimentos tratados com tais produtos.
II. As águas das chuvas carregam os agrotóxicos usados nas plantações, contaminando os lençóis freáticos e os rios.
III. Desde 2008, o Brasil é o maior consumidor de agrotóxico do mundo, tendo ultrapassado os Estados Unidos.
IV. O uso excessivo de pesticidas não implica nas alterações de resistência das pragas.
Estão corretas as afirmativas
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Considerando algumas teclas de atalho do Microsoft Word 2013, Configuração Local, Idioma Português-Brasil, relacione adequadamente as colunas a seguir.
1. CTRL + SHIFT + A
2. CTRL + SHIFT + D
3. CTRL + SHIFT + H
4. CTRL + SHIFT + K
5. CTRL + SHIFT + W
( ) Aplicar formatação de texto oculta.
( ) Sublinhar palavras, mas não espaços.
( ) Formatar todas as letras como maiúsculas.
( ) Aplicar sublinhado duplo ao texto.
( ) Formatar letras como versaletes.
A sequência está correta em
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Em relação à Comunicação de Dados, “a é um dos desenvolvimentos mais importantes na história dos sistemas de informação e de comunicação.” Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.
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Considerando o Microsoft Word 2013, Configuração Local, Idioma Português-Brasil, sabe-se que cada documento que um usuário cria está baseado em um modelo, sendo que este modelo é controlado por um tema. Os temas podem ser alterados, e o usuário poderá acrescentar temas realizando uma busca na Web. Por padrão, o Word 2013 traz uma quantidade de temas. Assinale, a seguir, o total de temas padrão do Word 2013.
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Texto para responder a questão.
Agudo decifrador das calamidades do presente, Byung- -Chul Han é também, ele próprio, um fenômeno de nossa época. O autor dos dois livros aqui resenhados não se parece com o clássico intelectual europeu, tampouco com o acadêmico que profere seus saberes desde o púlpito de uma renomada universidade estadunidense. A sua peculiaridade, contudo, não se restringe ao exotismo de ser asiático e ter um nome impronunciável para boa parte dos ocidentais, mas se concentra sobretudo no seu estilo inconfundível e – em vários sentidos – absolutamente contemporâneo.
[...]
“Vivemos numa época pobre de negatividade”, eis um dos principais argumentos de “A sociedade do cansaço”. Isso não teria impedido, porém, o desenvolvimento de formas peculiares de violência, mais sutis e invisíveis, próprias de “uma sociedade permissiva e pacificada”. Assim, contrariamente ao que ocorria algum tempo atrás, essa violência da positividade que hoje impera “não é privativa, mas saturante; não excludente, mas exaustiva”. Sob lemas como o famoso “Yes, we can”, ao qual poderíamos acrescentar outros como “just do it” ou “porque eu mereço”, Byung-Chul Han parece acertar em cheio: “No lugar de proibição, mandamento ou lei, entram projeto, iniciativa e motivação”.
Todo esse estímulo positivo, porém, cansa: “A sociedade do desempenho produz depressivos e fracassados”. O paradoxo é complicado, pois, ao acreditarmos que nos libertamos de todas as opressões que vinham de fora, vemo-nos enredados em coações autodestrutivas que são altamente eficientes, entre outros motivos “porque a vítima dessa violência imagina ser alguém livre”.
Já em “A sociedade da transparência”, o autor arremete contra a mania de exposição que hoje também abunda, e que estaria igualmente afiliada a essa tola positividade sem sombras nem relevos. “Tudo deve tornar-se visível; o imperativo da transparência coloca em suspeita tudo o que não se submete à visibilidade”, constata. Quando a informação e a comunicação penetram por toda parte, sem deixar margem alguma ao mistério, destrói-se algo primordial para os relacionamentos humanos: a confiança. “A intensa exigência por transparência aponta precisamente para o fato de que o fundamento moral da sociedade se tornou frágil”, após o declínio de valores outrora bastante prezados como a honestidade e a sinceridade. Assim, vivemos numa “sociedade da desconfiança e ela suspeita que, em virtude do desaparecimento da confiança, agarra-se ao controle”.
(Paula Sibilia, publicado por Revista Quatro Cinco Um, nº 10, abril de 2018. Fragmento.)
Observe a charge a seguir.

(Disponível em: https://www.otempo.com.br/charges/charge-o-tempo- 04-07-2019-1.2204499.)
Estabelecendo um paralelo com o texto apresentado, pode- -se afirmar que a charge apresentada:
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Texto para responder a questão.
Agudo decifrador das calamidades do presente, Byung- -Chul Han é também, ele próprio, um fenômeno de nossa época. O autor dos dois livros aqui resenhados não se parece com o clássico intelectual europeu, tampouco com o acadêmico que profere seus saberes desde o púlpito de uma renomada universidade estadunidense. A sua peculiaridade, contudo, não se restringe ao exotismo de ser asiático e ter um nome impronunciável para boa parte dos ocidentais, mas se concentra sobretudo no seu estilo inconfundível e – em vários sentidos – absolutamente contemporâneo.
[...]
“Vivemos numa época pobre de negatividade”, eis um dos principais argumentos de “A sociedade do cansaço”. Isso não teria impedido, porém, o desenvolvimento de formas peculiares de violência, mais sutis e invisíveis, próprias de “uma sociedade permissiva e pacificada”. Assim, contrariamente ao que ocorria algum tempo atrás, essa violência da positividade que hoje impera “não é privativa, mas saturante; não excludente, mas exaustiva”. Sob lemas como o famoso “Yes, we can”, ao qual poderíamos acrescentar outros como “just do it” ou “porque eu mereço”, Byung-Chul Han parece acertar em cheio: “No lugar de proibição, mandamento ou lei, entram projeto, iniciativa e motivação”.
Todo esse estímulo positivo, porém, cansa: “A sociedade do desempenho produz depressivos e fracassados”. O paradoxo é complicado, pois, ao acreditarmos que nos libertamos de todas as opressões que vinham de fora, vemo-nos enredados em coações autodestrutivas que são altamente eficientes, entre outros motivos “porque a vítima dessa violência imagina ser alguém livre”.
Já em “A sociedade da transparência”, o autor arremete contra a mania de exposição que hoje também abunda, e que estaria igualmente afiliada a essa tola positividade sem sombras nem relevos. “Tudo deve tornar-se visível; o imperativo da transparência coloca em suspeita tudo o que não se submete à visibilidade”, constata. Quando a informação e a comunicação penetram por toda parte, sem deixar margem alguma ao mistério, destrói-se algo primordial para os relacionamentos humanos: a confiança. “A intensa exigência por transparência aponta precisamente para o fato de que o fundamento moral da sociedade se tornou frágil”, após o declínio de valores outrora bastante prezados como a honestidade e a sinceridade. Assim, vivemos numa “sociedade da desconfiança e ela suspeita que, em virtude do desaparecimento da confiança, agarra-se ao controle”.
(Paula Sibilia, publicado por Revista Quatro Cinco Um, nº 10, abril de 2018. Fragmento.)
O fragmento apresentado faz parte do texto de Paula Sibilia, sobre a autora:
Paula Sibilia é antropóloga, ensaísta e pesquisadora argentina residente no Rio de Janeiro, dedica-se ao estudo de diversos temas culturais contemporâneos sob a perspectiva genealógica, contemplando particularmente as relações entre corpos, subjetividades, tecnologias e manifestações midiáticas ou artísticas. Também é mestre em Comunicação (UFF), doutora em Saúde Coletiva (IMS-UERJ) e em Comunicação e Cultura (ECO-UFRJ), e professora na Universidade Federal Fluminense (UFF).
(Disponível em: http://www.ihu.unisinos.br/78-noticias/578000- ensaista-feroz.)
Acerca do objetivo comunicacional do texto de Paula Sibilia, pode-se afirmar que:
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