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No período Ainda que fosse bom jogador, não ganharia a partida, a oração destacada encerra a ideia de
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“Todos os dias esvaziava uma garrafa, colocava dentro dela sua mensagem e a entregava ao mar. Nunca recebeu resposta. Mas tornou-se alcoólatra.”
Marina Colasanti – Ernani Terra Ed. Ática, pág. 272 – 2002.
O conectivo MAS que introduz a conclusão do conto - tornou-se alcoólatra- permite a seguinte interpretação:
I- A personagem tornou-se alcoólatra porque nunca recebeu uma resposta.
II- O fato aconteceu porque a personagem escreveu muitas mensagens.
III- A solidão sem remédio tem sempre como consequência o vício.
IV- Esvaziou muitas garrafas. Enviou muitas mensagens. Não recebeu resposta. Mas, como tinha bebido todos os dias, tornou-se alcoólatra.
Analise as afirmações e, a seguir, assinale a alternativa correta.
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Identifique o período em que a oração destacada exerce função de sujeito
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Considerando uma partida de futebol, podemos dizer que só não é linguagem não-verbal:
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Observe a lista das “definições” abaixo, proposta para algumas palavras da língua portuguesa.
“Comensal” - alimenta-se com cloreto de sódio;
“Dogmatizar” – misturar cães ingleses;
“Paisagem” – progenitores atuam;
“Vergastar” - assistir a uma pessoa fazendo compras.
Millor Fernandes – Ernani Terra Ed. Ática - pág. 77 - 2002
É correto afirmar que o autor das “definições” consegue provocar riso porque
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Marque a alternativa em que os prefixos possuem o mesmo significado.
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“Os infelizes tinham caminhado o dia inteiro, estavam cansados e famintos. Ordinariamente andavam pouco, mas haviam repousado bastante na areia do rio seco, a viagem progredia bem três léguas. Fazia horas que procuravam uma sombra. A folhagem dos juazeiros apareceu longe, através dos galos pelados da caatinga rala”.
Graciliano Ramos – Vidas Secas – Ernani Terra, Ed. Ática, pág. 273 – 2002.
É correto afirmar:
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A LINGUAGEM
A experiência da linguagem
Na abertura de sua obra Política, Aristóteles afirma que somente o homem é um “animal político”, isto é social, cívico, porque somente ele é dotado de linguagem. Os outros animais, escreve Aristóteles, possuem voz (phone) e com ela exprimem dor e prazer, mas o homem possui a palavra (logos) e, com ela, exprime o bom e o mau, o justo e o injusto. Exprimir e possuir em comum esses valores é o que torna possível a vida social e política e, dela, somente os homens são capazes.
Dizer que somos seres falantes significa dizer que temos e somos linguagem, que ela é uma criação humana (uma instituição sociocultural), ao mesmo tempo que nos cria como humanos (seres sociais e culturais). A linguagem é nossa via de acesso ao mundo e ao pensamento, ela nos envolve e nos habita, assim como a envolvemos e a habitamos. Ter experiência da linguagem é ter uma experiência espantosa: emitimos e ouvimos sons, escrevemos e lemos letras, mas sem que saibamos como, experimentamos sentidos, significados, significações, emoções, desejos, idéias.
Em primeiro plano, teremos que especificar melhor que tipo de signo é o signo lingüístico.
Por que uma palavra é diferente, por exemplo, da fumaça que indica fogo? Ou, se preferir, qual a diferença entre a fumaça - signo de fogo, que vejo, e a palavra fumaça que pronuncio ou escuto? A fumaça é uma coisa que indica outra coisa (fogo). A palavra fumaça, porém, é um símbolo, isto é, algo que indica, representa, exprime alguma coisa que é de natureza diferente dela.
O símbolo é um análogo(a bandeira simboliza a nação, por exemplo) e não um efeito da coisa indicada, representada ou exprimida, considerada então como símbolo não-verbal.
O símbolo verbal ou palavra me reenvia a coisas que não são palavras: coisas materiais, idéias, pessoas, valores, seres inexistentes, etc. A linguagem é simbólica e, pelas palavras, nos coloca em relação com o ausente. A linguagem é, pois, inseparável da imaginação.
Em outro plano, temos que especificar melhor as várias funções que atribuímos à linguagem (indicativa ou denotativa, comunicativa, expressiva, conotativa, fática ou metalinguística), e para isso precisamos indagar com o que a linguagem nos relaciona com o mundo e com outros seres humanos. Mas como se dá essa relação? Merece nesse ponto um amiúde estudo sobre Semiologia.
Convite à Filosofia – Marilena Chaui – editora ática, 2001 pág. 147
Em relação ao texto, pode-se afirmar que:
I. A linguagem cria, interpreta e decifra significações, podendo fazê-lo miticamente ou logicamente, magicamente ou racionalmente, simbolicamente ou conceitualmente.
II. A linguagem é uma forma de nossa experiência total de seres que vivem no mundo e com outros: é uma dimensão da nossa experiência.
III. A linguagem não traduz pensamentos, mas participa ativamente da formação e formulação das ideias e dos valores.
IV. A linguagem não é simples relação binária entre significante e significado, signo e ideia, mas uma relação ternária, na qual os signos são símbolos que veiculam significações.
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Em uma manhã de inverno em 1978, a assistente social Zélia Machado, 49 anos de idade, encontrou um bebê recém-nascido em um terreno baldio em frente de sua casa, em Curitiba. Era uma menina morena que chorava muito ainda com o cordão umbilical, embrulhada em uma sacola de papel. Zélia, uma descendente de ucranianos de olhos azuis, levou a criança ao hospital e, ignorando a opinião contrária de parentes e amigos, resolveu adotá-la. “Foi a melhor decisão da minha vida”, diz hoje. Aos dezoito anos, Patrícia, a filha adotiva, está se preparando para o vestibular e tem com a mãe um relacionamento melhor do que muitos filhos biológicos em outras famílias. “Às vezes até esqueço que fui adotada”, conta.
Histórias como essa compõem a primeira grande pesquisa sobre adoção no Brasil, feita pela psicóloga paranaense Lídia Weber em doze estados de diferentes regiões. O estudo, que acaba de ser apresentado no XXVI Congresso Internacional de Psicologia, realizado em Montreal, Canadá, desmente alguns mitos sobre adoção no país. Mostra, por exemplo, que a adoção é uma experiência muito mais tranqüila e gratificante do que se imagina para pais e filhos. “Oitenta e cinco por cento dos casos estudados foram bem-sucedidos”, atesta a pesquisadora. “Esse resultado desmente a tese de muitos psicólogos e psiquiatras segundo a qual a perda dos pais biológicos é irreparável e determinante de todos os problemas nas crianças adotadas.”
Perfil dos filhos adotivos...e dos pais que adotam
64% são brancos 91% estavam casados na época da adoção.
60% são mulheres 55% não podiam ter filhos.
69% eram recém-nascidos na época da adoção 45% já tinham filhos biológicos.
62% nunca tiveram notícias de seus pais biológicos 40% têm curso superior completo.
69% sempre souberam que eram adotivos 50% recebem mais de 1.500,00 reais por mês.
In: Veja, 18/9/1996 (com adaptações)
Com base no texto, assinale a alternativa correta.
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Marque a alternativa em que ocorre derivação parassintética.
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