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O ursinho, não!
01 Um dia depois que a menina completou 10 anos, a mãe desconfiou de alguma coisa e resolveu levá-la ao médico.
02 Abraçada ao urso de pelúcia que tinha ganho de aniversário – um ursinho barato; a mãe, faxineira, não tinha dinheiro para
03 presentes sofisticados – a garota se recusava a ir. Finalmente, e depois de levar uns trancos, concordou. Com uma condição:
04 – O ursinho tem de ir comigo. Ele é o meu filho querido.
05 Foram ao posto de saúde. O médico não teve a menor dificuldade em fazer o diagnóstico: a garota estava com
06 três meses de gravidez. A mãe ouviu a notícia em silêncio. No fundo, não esperava outra coisa. Essa havia sido também a sua
07 história e a história de suas irmãs e de muitas outras mulheres pobres. Limitou-se a pegar a garota pela mão e levou-a para
08 fora. Sentaram num banco da praça, em frente ao posto de saúde, e ali ficaram algum tempo, a mulher quieta, a menina
09 embalando o ursinho de pelúcia e cantando baixinho. Finalmente, a inevitável pergunta:
10 – Quem foi?
11 A garota disse um nome qualquer. Provavelmente era um dos muitos garotos da vila onde moravam. Chance de
12 assumir a paternidade? Nenhuma. Tudo com ela, a mãe. E foi o que disse à menina:
13 – Você vai ter esse filho, e eu vou criar ele como se fosse seu irmãozinho. Você entendeu? – a garota fez que sim,
14 com a cabeça.
15 – E você vai ajudar?
16 Nova afirmativa. E aí ela fitou a mãe, os olhos cheios de lágrimas:
17 – Mas o ursinho eu não dou pra ele, mãe. O ursinho é só meu. É o meu filhinho, ninguém me tira!
18 – Está bem! – disse a mãe. O ursinho é só seu!
19 Levantaram-se, foram para casa, a menina sempre abraçada ao ursinho, que exibia o eterno e fixo sorriso dos
20 bichos de pelúcia.
Adaptado de SCLIAR, Moacir. In http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff05109809.htm. Acesso em 06/07/2017.
Ao se analisar esta oração “eu vou criar ele” (l. 13), observa-se o uso de um pronome que não corresponde ao padrão culto da língua portuguesa. Em qual alternativa se encontra a forma equivalente a essa oração com base nessa variante, isto é, o padrão culto?
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O ursinho, não!
01 Um dia depois que a menina completou 10 anos, a mãe desconfiou de alguma coisa e resolveu levá-la ao médico.
02 Abraçada ao urso de pelúcia que tinha ganho de aniversário – um ursinho barato; a mãe, faxineira, não tinha dinheiro para
03 presentes sofisticados – a garota se recusava a ir. Finalmente, e depois de levar uns trancos, concordou. Com uma condição:
04 – O ursinho tem de ir comigo. Ele é o meu filho querido.
05 Foram ao posto de saúde. O médico não teve a menor dificuldade em fazer o diagnóstico: a garota estava com
06 três meses de gravidez. A mãe ouviu a notícia em silêncio. No fundo, não esperava outra coisa. Essa havia sido também a sua
07 história e a história de suas irmãs e de muitas outras mulheres pobres. Limitou-se a pegar a garota pela mão e levou-a para
08 fora. Sentaram num banco da praça, em frente ao posto de saúde, e ali ficaram algum tempo, a mulher quieta, a menina
09 embalando o ursinho de pelúcia e cantando baixinho. Finalmente, a inevitável pergunta:
10 – Quem foi?
11 A garota disse um nome qualquer. Provavelmente era um dos muitos garotos da vila onde moravam. Chance de
12 assumir a paternidade? Nenhuma. Tudo com ela, a mãe. E foi o que disse à menina:
13 – Você vai ter esse filho, e eu vou criar ele como se fosse seu irmãozinho. Você entendeu? – a garota fez que sim,
14 com a cabeça.
15 – E você vai ajudar?
16 Nova afirmativa. E aí ela fitou a mãe, os olhos cheios de lágrimas:
17 – Mas o ursinho eu não dou pra ele, mãe. O ursinho é só meu. É o meu filhinho, ninguém me tira!
18 – Está bem! – disse a mãe. O ursinho é só seu!
19 Levantaram-se, foram para casa, a menina sempre abraçada ao ursinho, que exibia o eterno e fixo sorriso dos
20 bichos de pelúcia.
Adaptado de SCLIAR, Moacir. In http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff05109809.htm. Acesso em 06/07/2017.
Na linha 12, observa-se o emprego obrigatório do sinal indicativo de crase. Assinale a opção em que o uso da crase NÃO é obrigatório, é facultativo.
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O ursinho, não!
01 Um dia depois que a menina completou 10 anos, a mãe desconfiou de alguma coisa e resolveu levá-la ao médico.
02 Abraçada ao urso de pelúcia que tinha ganho de aniversário – um ursinho barato; a mãe, faxineira, não tinha dinheiro para
03 presentes sofisticados – a garota se recusava a ir. Finalmente, e depois de levar uns trancos, concordou. Com uma condição:
04 – O ursinho tem de ir comigo. Ele é o meu filho querido.
05 Foram ao posto de saúde. O médico não teve a menor dificuldade em fazer o diagnóstico: a garota estava com
06 três meses de gravidez. A mãe ouviu a notícia em silêncio. No fundo, não esperava outra coisa. Essa havia sido também a sua
07 história e a história de suas irmãs e de muitas outras mulheres pobres. Limitou-se a pegar a garota pela mão e levou-a para
08 fora. Sentaram num banco da praça, em frente ao posto de saúde, e ali ficaram algum tempo, a mulher quieta, a menina
09 embalando o ursinho de pelúcia e cantando baixinho. Finalmente, a inevitável pergunta:
10 – Quem foi?
11 A garota disse um nome qualquer. Provavelmente era um dos muitos garotos da vila onde moravam. Chance de
12 assumir a paternidade? Nenhuma. Tudo com ela, a mãe. E foi o que disse à menina:
13 – Você vai ter esse filho, e eu vou criar ele como se fosse seu irmãozinho. Você entendeu? – a garota fez que sim,
14 com a cabeça.
15 – E você vai ajudar?
16 Nova afirmativa. E aí ela fitou a mãe, os olhos cheios de lágrimas:
17 – Mas o ursinho eu não dou pra ele, mãe. O ursinho é só meu. É o meu filhinho, ninguém me tira!
18 – Está bem! – disse a mãe. O ursinho é só seu!
19 Levantaram-se, foram para casa, a menina sempre abraçada ao ursinho, que exibia o eterno e fixo sorriso dos
20 bichos de pelúcia.
Adaptado de SCLIAR, Moacir. In http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff05109809.htm. Acesso em 06/07/2017.
No contexto em que essa história é ambientada, a problemática que se configura como pano de fundo é a:
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O ursinho, não!
01 Um dia depois que a menina completou 10 anos, a mãe desconfiou de alguma coisa e resolveu levá-la ao médico.
02 Abraçada ao urso de pelúcia que tinha ganho de aniversário – um ursinho barato; a mãe, faxineira, não tinha dinheiro para
03 presentes sofisticados – a garota se recusava a ir. Finalmente, e depois de levar uns trancos, concordou. Com uma condição:
04 – O ursinho tem de ir comigo. Ele é o meu filho querido.
05 Foram ao posto de saúde. O médico não teve a menor dificuldade em fazer o diagnóstico: a garota estava com
06 três meses de gravidez. A mãe ouviu a notícia em silêncio. No fundo, não esperava outra coisa. Essa havia sido também a sua
07 história e a história de suas irmãs e de muitas outras mulheres pobres. Limitou-se a pegar a garota pela mão e levou-a para
08 fora. Sentaram num banco da praça, em frente ao posto de saúde, e ali ficaram algum tempo, a mulher quieta, a menina
09 embalando o ursinho de pelúcia e cantando baixinho. Finalmente, a inevitável pergunta:
10 – Quem foi?
11 A garota disse um nome qualquer. Provavelmente era um dos muitos garotos da vila onde moravam. Chance de
12 assumir a paternidade? Nenhuma. Tudo com ela, a mãe. E foi o que disse à menina:
13 – Você vai ter esse filho, e eu vou criar ele como se fosse seu irmãozinho. Você entendeu? – a garota fez que sim,
14 com a cabeça.
15 – E você vai ajudar?
16 Nova afirmativa. E aí ela fitou a mãe, os olhos cheios de lágrimas:
17 – Mas o ursinho eu não dou pra ele, mãe. O ursinho é só meu. É o meu filhinho, ninguém me tira!
18 – Está bem! – disse a mãe. O ursinho é só seu!
19 Levantaram-se, foram para casa, a menina sempre abraçada ao ursinho, que exibia o eterno e fixo sorriso dos
20 bichos de pelúcia.
Adaptado de SCLIAR, Moacir. In http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff05109809.htm. Acesso em 06/07/2017.
Com relação à figura do ursinho, o qual, apesar de ser apenas um objeto, pode ser considerado também um personagem, é correto afirmar que:
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O ursinho, não!
01 Um dia depois que a menina completou 10 anos, a mãe desconfiou de alguma coisa e resolveu levá-la ao médico.
02 Abraçada ao urso de pelúcia que tinha ganho de aniversário – um ursinho barato; a mãe, faxineira, não tinha dinheiro para
03 presentes sofisticados – a garota se recusava a ir. Finalmente, e depois de levar uns trancos, concordou. Com uma condição:
04 – O ursinho tem de ir comigo. Ele é o meu filho querido.
05 Foram ao posto de saúde. O médico não teve a menor dificuldade em fazer o diagnóstico: a garota estava com
06 três meses de gravidez. A mãe ouviu a notícia em silêncio. No fundo, não esperava outra coisa. Essa havia sido também a sua
07 história e a história de suas irmãs e de muitas outras mulheres pobres. Limitou-se a pegar a garota pela mão e levou-a para
08 fora. Sentaram num banco da praça, em frente ao posto de saúde, e ali ficaram algum tempo, a mulher quieta, a menina
09 embalando o ursinho de pelúcia e cantando baixinho. Finalmente, a inevitável pergunta:
10 – Quem foi?
11 A garota disse um nome qualquer. Provavelmente era um dos muitos garotos da vila onde moravam. Chance de
12 assumir a paternidade? Nenhuma. Tudo com ela, a mãe. E foi o que disse à menina:
13 – Você vai ter esse filho, e eu vou criar ele como se fosse seu irmãozinho. Você entendeu? – a garota fez que sim,
14 com a cabeça.
15 – E você vai ajudar?
16 Nova afirmativa. E aí ela fitou a mãe, os olhos cheios de lágrimas:
17 – Mas o ursinho eu não dou pra ele, mãe. O ursinho é só meu. É o meu filhinho, ninguém me tira!
18 – Está bem! – disse a mãe. O ursinho é só seu!
19 Levantaram-se, foram para casa, a menina sempre abraçada ao ursinho, que exibia o eterno e fixo sorriso dos
20 bichos de pelúcia.
Adaptado de SCLIAR, Moacir. In http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff05109809.htm. Acesso em 06/07/2017.
O narrador, no terceiro parágrafo (da l. 05 à l. 09), coloca a situação vivenciada pelas duas personagens como:
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O ursinho, não!
01 Um dia depois que a menina completou 10 anos, a mãe desconfiou de alguma coisa e resolveu levá-la ao médico.
02 Abraçada ao urso de pelúcia que tinha ganho de aniversário – um ursinho barato; a mãe, faxineira, não tinha dinheiro para
03 presentes sofisticados – a garota se recusava a ir. Finalmente, e depois de levar uns trancos, concordou. Com uma condição:
04 – O ursinho tem de ir comigo. Ele é o meu filho querido.
05 Foram ao posto de saúde. O médico não teve a menor dificuldade em fazer o diagnóstico: a garota estava com
06 três meses de gravidez. A mãe ouviu a notícia em silêncio. No fundo, não esperava outra coisa. Essa havia sido também a sua
07 história e a história de suas irmãs e de muitas outras mulheres pobres. Limitou-se a pegar a garota pela mão e levou-a para
08 fora. Sentaram num banco da praça, em frente ao posto de saúde, e ali ficaram algum tempo, a mulher quieta, a menina
09 embalando o ursinho de pelúcia e cantando baixinho. Finalmente, a inevitável pergunta:
10 – Quem foi?
11 A garota disse um nome qualquer. Provavelmente era um dos muitos garotos da vila onde moravam. Chance de
12 assumir a paternidade? Nenhuma. Tudo com ela, a mãe. E foi o que disse à menina:
13 – Você vai ter esse filho, e eu vou criar ele como se fosse seu irmãozinho. Você entendeu? – a garota fez que sim,
14 com a cabeça.
15 – E você vai ajudar?
16 Nova afirmativa. E aí ela fitou a mãe, os olhos cheios de lágrimas:
17 – Mas o ursinho eu não dou pra ele, mãe. O ursinho é só meu. É o meu filhinho, ninguém me tira!
18 – Está bem! – disse a mãe. O ursinho é só seu!
19 Levantaram-se, foram para casa, a menina sempre abraçada ao ursinho, que exibia o eterno e fixo sorriso dos
20 bichos de pelúcia.
Adaptado de SCLIAR, Moacir. In http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff05109809.htm. Acesso em 06/07/2017.
O tema principal dessa história sustenta-se em:
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- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualTipologias TextuaisTexto Narrativo
O ursinho, não!
01 Um dia depois que a menina completou 10 anos, a mãe desconfiou de alguma coisa e resolveu levá-la ao médico.
02 Abraçada ao urso de pelúcia que tinha ganho de aniversário – um ursinho barato; a mãe, faxineira, não tinha dinheiro para
03 presentes sofisticados – a garota se recusava a ir. Finalmente, e depois de levar uns trancos, concordou. Com uma condição:
04 – O ursinho tem de ir comigo. Ele é o meu filho querido.
05 Foram ao posto de saúde. O médico não teve a menor dificuldade em fazer o diagnóstico: a garota estava com
06 três meses de gravidez. A mãe ouviu a notícia em silêncio. No fundo, não esperava outra coisa. Essa havia sido também a sua
07 história e a história de suas irmãs e de muitas outras mulheres pobres. Limitou-se a pegar a garota pela mão e levou-a para
08 fora. Sentaram num banco da praça, em frente ao posto de saúde, e ali ficaram algum tempo, a mulher quieta, a menina
09 embalando o ursinho de pelúcia e cantando baixinho. Finalmente, a inevitável pergunta:
10 – Quem foi?
11 A garota disse um nome qualquer. Provavelmente era um dos muitos garotos da vila onde moravam. Chance de
12 assumir a paternidade? Nenhuma. Tudo com ela, a mãe. E foi o que disse à menina:
13 – Você vai ter esse filho, e eu vou criar ele como se fosse seu irmãozinho. Você entendeu? – a garota fez que sim,
14 com a cabeça.
15 – E você vai ajudar?
16 Nova afirmativa. E aí ela fitou a mãe, os olhos cheios de lágrimas:
17 – Mas o ursinho eu não dou pra ele, mãe. O ursinho é só meu. É o meu filhinho, ninguém me tira!
18 – Está bem! – disse a mãe. O ursinho é só seu!
19 Levantaram-se, foram para casa, a menina sempre abraçada ao ursinho, que exibia o eterno e fixo sorriso dos
20 bichos de pelúcia.
Adaptado de SCLIAR, Moacir. In http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff05109809.htm. Acesso em 06/07/2017.
A história contada por Scliar caracteriza-se por ser um texto:
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Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE

En “Y no cejando, a la vez, en el empeño de construir un espacio científico” (lín. 31), el vocablo “cejando” puede sustituirse en el texto por:
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Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE

El vocablo concertar (lín. 29) puede sustituirse en el texto por:
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Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE

Las formas verbales “fuese” (lín. 10) y “entendamos” (lín. 23) corresponden respectivamente al:
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