Foram encontradas 290 questões.
Deve-se destacar que o quesito baseia-se,
unicamente, nos PCN (Brasil. Secretaria de Educação
Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: terceiro e
quarto ciclos do ensino fundamental: língua
portuguesa/Secretaria de Educação Fundamental. Brasília:
MEC/SEF, 1998,106 p.).
https://www.educacaoetransformacao.com.br/atividades-de-portugues-6-ano/atividades-de-portugues-6-ano-pronomes-2/. Acesso em 30.10.18.
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Com fundamento no que dizem Costa e Foltran (2013)*− “A
escola concebe que a realidade representada por esses gêneros
(narrativos) é simples e, por essa razão, recomenda que sua
exploração didática aconteça primordialmente no ensino
fundamental”, deve-se afirmar, corretamente, que:
*COSTA, I. B. ; FOLTRAN, M. J. (Con)textualização. In: Iara Bemquerer Costa; Maria José Foltran. (Org.). A tessitura da escrita. v. 1, 1 ed. São Paulo: Contexto, 2013, p. 13.
*COSTA, I. B. ; FOLTRAN, M. J. (Con)textualização. In: Iara Bemquerer Costa; Maria José Foltran. (Org.). A tessitura da escrita. v. 1, 1 ed. São Paulo: Contexto, 2013, p. 13.
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Costa e Foltran (2013)* afirmam que “No contexto escolar, a
preocupação com o texto surge a partir de um diagnóstico
bastante negativo sobre o domínio de leitura e escrita
apresentado pelos egressos da educação básica. [...] Não foi
difícil constatar que o empenho dos professores se concentrava
principalmente no ensino de nomenclatura e classificação
gramatical, e que esse conhecimento não garantia o domínio
efetivo da norma culta e muito menos a capacidade de ler e
escrever textos, tendo em vista as reais condições dessas
habilidades”*. Considerando essa afirmação, as atividades
voltadas para a leitura e a compreensão de textos devem ser
baseadas principalmente em estratégias que:
*COSTA, I. B. ; FOLTRAN, M. J. (Con)textualização. In: Iara Bemquerer Costa; Maria José Foltran. (Org.). A tessitura da escrita. v. 1, 1 ed. São Paulo: Contexto, 2013, p. 13.
*COSTA, I. B. ; FOLTRAN, M. J. (Con)textualização. In: Iara Bemquerer Costa; Maria José Foltran. (Org.). A tessitura da escrita. v. 1, 1 ed. São Paulo: Contexto, 2013, p. 13.
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Com base neste fragmento da redação de um aluno nas
séries finais do Ensino Fundamental, extraído de Santos (2015,
p. 163)*, “A leitura faz agente se consentrar na hora da prova,
teste e quis. A leitura faz coisas extraordinárias. A leitura faz
agente ser educado, e com a leitura encina coisas novas, tipo,
palavras, falar serto, a consentrar, etc.”, levando-se em
consideração os objetivos das atividades voltadas para o ensino
da modalidade escrita da língua portuguesa nesse contexto,
marque a afirmativa correta.
*SANTOS, Priscilla. A redação nas séries finais do ensino fundamental: da análise de erros às estratégias didáticas. Tese (Doutorado – Doutorado em Linguística) – Departamento de Linguística, Português e Línguas Clássicas, da Universidade de Brasília. 2015.
*SANTOS, Priscilla. A redação nas séries finais do ensino fundamental: da análise de erros às estratégias didáticas. Tese (Doutorado – Doutorado em Linguística) – Departamento de Linguística, Português e Línguas Clássicas, da Universidade de Brasília. 2015.
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De acordo com Perini (1997: 13, apud Bagno*), “qualquer
falante de português possui um conhecimento implícito
altamente elaborado da língua, muito embora não seja capaz de
explicitar esse conhecimento. E [...] esse conhecimento não é
fruto de instrução na escola, mas foi adquirido de maneira tão
natural e espontânea quanto a nossa habilidade de andar”. Esse
trecho explicita as bases de uma prática didático-pedagógica a
qual coloca em relevo:
*BAGNO, Marcos.Preconceito lingüístico. São Paulo: Loyola,1999, p. 124.
*BAGNO, Marcos.Preconceito lingüístico. São Paulo: Loyola,1999, p. 124.
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Nas aulas de língua portuguesa cujo tema é as regras ortográficas, no Ensino Fundamental, da sexta à nona série, o professor tem dificuldade de estabelecer uma relação prática e concreta entre a grafia das palavras e a sua prolação. Nesse contexto, qual característica fonológica NÃO representa exemplo desse tipo de dificuldade?
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“A priori, vale destacar a importância da descrição
normativa para os estudos de uma língua, pois é a partir desse
tipo de prática que podemos promover reflexões sobre os usos
reais que o falante faz de sua língua. Enquanto estudiosos de
uma língua, temos de reconhecer o papel e a relevância da
abordagem tradicional, sem, contudo, deixar de lado, as
contribuições que as pesquisas linguísticas têm proporcionado
para a compreensão e o funcionamento da linguagem”*. Com
referência ao estudo em sala de aula dos conteúdos
morfológicos e sintáticos, levando-se em consideração o excerto
que introduz esta questão, assinale a assertiva correta quanto
ao papel da gramática tradicional nesse contexto.
*KANTHACK, G. S. Letras Vernáculas: sintaxe da língua portuguesa (EAD – UESC, mód. 4, v. 2). Ilhéus: Editus, 2011, p. 15.
*KANTHACK, G. S. Letras Vernáculas: sintaxe da língua portuguesa (EAD – UESC, mód. 4, v. 2). Ilhéus: Editus, 2011, p. 15.
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Deve-se analisar este trecho: “Em O programa de
capacitação de professores estará sendo implantado
brevemente pelo governo e Gilse fará um tratamento de dentes,
observa-se que as expressões assinaladas têm nítido sentido
passivo e são interpretadas pelas gramáticas como
complementos nominais, apesar de poderem ser substituídas
pelos adjetivos docente e dentário, que funcionalmente são
adjuntos adnominais”*. A relação entre sintaxe e morfologia,
nas gramáticas tradicionais, não é suficientemente explorada;
com frequência, essas duas partes da gramática não se fundem
para se ter um estudo morfossintático. Com base nisso, é
correto afirmar que:
*http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/diaadia/diadia/arquivos/File/conteudo/artigos_teses/LinguaPortuguesa/artigos/artigo(1). pdfda. ROSSIGNOLI, W. A. Aspectos da sintaxe portuguesa: uma leitura crítica da gramática tradicional, p. 8
*http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/diaadia/diadia/arquivos/File/conteudo/artigos_teses/LinguaPortuguesa/artigos/artigo(1). pdfda. ROSSIGNOLI, W. A. Aspectos da sintaxe portuguesa: uma leitura crítica da gramática tradicional, p. 8
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Às vezes, as orações coordenadas e as subordinadas
reduzidas de infinitivo, de gerúndio ou de particípio não trazem
o conectivo, e isso dificulta, de certa forma, o entendimento dos
alunos sobre a relação semântica existente entre as orações.
Com base na análise desta citação de Oscar Wilde
(www.citador.pt) “A educação é uma coisa admirável, mas é
bom recordar que nada do que vale a pena saber pode ser
ensinado”, considerando apenas as orações reduzidas de
infinitivo nela constantes, assinale a alternativa correta com
relação à exata compreensão dessa análise a que deveria chegar
o aluno.
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As atividades relacionadas às conjunções com base na
tradição normativa baseiam-se em sua dicotomia, ou seja, as
coordenativas e as subordinativas. De algum modo, tal
estratégia pode facilitar aos alunos identificar e classificar tais
palavras, uma vez que eles:
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