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A geração que não consegue se colocar no lugar do outro!
Separada por uma tela, a nova sociedade virtual não alcança o outro, por isso não consegue se colocar em seu lugar. Estamos vivendo o maior individualismo da história humana.
A falta da empatia, do toque físico, do acolhimento, do contato ocular e a ausência da presença física fazem que a pessoa não veja o outro, não o perceba(b), não note a presença do outro e, consequentemente, não se coloque em seu lugar.(a)
A necessidade da felicidade como objetivo e não como consequência nos faz criar um mundo irreal em que, para o outro, você é feliz, mas não para si mesmo. Esse mundo perfeito, exposto na mídia social, criou uma disputa na qual um pensa que o outro está melhor que ele, que não precisa dele; então, é ele que tem de correr para alcançá-lo.
[...]
O individualismo está ligado também à falta da verdade, ou seja, não quero que o outro saiba minha verdade, já que o que projeto na mídia social não é real, de verdade.
[...] Ama-se tanto a si mesmo(d) ou promove-se tanto esse amor-próprio que esquecemos o outro e tornamos o egoísmo um hábito.
Colocar-se no lugar do outro afeta alguns dos comportamentos mais comuns dessa geração: dá preguiça se colocar no lugar do outro(c) e falta tempo para isso.
A capacidade de nos colocarmos na posição do outro advém da incapacidade que, por vezes, temos de anular a prioridade que damos a nós mesmos.
Quanto mais o indivíduo se afasta, mais prioridade dá a outros aspetos da vida, como o trabalho, por exemplo. De outra forma, quanto mais pessoas “sabem” sobre sua vida nas redes sociais, menos questão você faz de, efetivamente, estar com as pessoas, pois elas podem comprovar o contrário do que é exposto virtualmente.
Na era do virtual, temos dificuldade em admitir que somos apenas humanos. Isso nos desliga do outro, fazendo-nos viver cada um a sua realidade inventada e estagnada apenas nas fotos das redes sociais. Temos vidas fictícias, fragmentadas em momentos, e apenas nos alegra o impacto que isso causa ao outro. Um clique.
Adaptado de https://www.resilienciamag.com/a-geracao-que-nao-consegue-se-colocar-no-lugar-do-outro. Acesso em 23/02/2020.
Marque a opção na qual o trecho textual apresenta um pronome oblíquo átono o qual pode ser colocado de forma proclítica ou de forma enclítica, sem que haja incorreção sintática.
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A geração que não consegue se colocar no lugar do outro!
Separada por uma tela, a nova sociedade virtual não alcança o outro, por isso não consegue se colocar em seu lugar. Estamos vivendo o maior individualismo da história humana.
A falta da empatia, do toque físico, do acolhimento, do contato ocular e a ausência da presença física fazem que a pessoa não veja o outro, não o perceba, não note a presença do outro e, consequentemente, não se coloque em seu lugar.
A necessidade da felicidade como objetivo e não como consequência nos faz criar um mundo irreal em que, para o outro, você é feliz, mas não para si mesmo. Esse mundo perfeito, exposto na mídia social, criou uma disputa na qual um pensa que o outro está melhor que ele, que não precisa dele; então, é ele que tem de correr para alcançá-lo.
[...]
O individualismo está ligado também à falta da verdade, ou seja, não quero que o outro saiba minha verdade, já que o que projeto na mídia social não é real, de verdade.
[...] Ama-se tanto a si mesmo ou promove-se tanto esse amor-próprio que esquecemos o outro e tornamos o egoísmo um hábito.
Colocar-se no lugar do outro afeta alguns dos comportamentos mais comuns dessa geração: dá preguiça se colocar no lugar do outro e falta tempo para isso.
A capacidade de nos colocarmos na posição do outro advém da incapacidade que, por vezes, temos de anular a prioridade que damos a nós mesmos.
Quanto mais o indivíduo se afasta, mais prioridade dá a outros aspetos da vida, como o trabalho, por exemplo. De outra forma, quanto mais pessoas “sabem” sobre sua vida nas redes sociais, menos questão você faz de, efetivamente, estar com as pessoas, pois elas podem comprovar o contrário do que é exposto virtualmente.
Na era do virtual, temos dificuldade em admitir que somos apenas humanos. Isso nos desliga do outro, fazendo-nos viver cada um a sua realidade inventada e estagnada apenas nas fotos das redes sociais. Temos vidas fictícias, fragmentadas em momentos, e apenas nos alegra o impacto que isso causa ao outro. Um clique.
Adaptado de https://www.resilienciamag.com/a-geracao-que-nao-consegue-se-colocar-no-lugar-do-outro. Acesso em 23/02/2020.
Neste excerto “não quero que o outro saiba minha verdade, já que o que projeto na mídia social não é real, de verdade”, a locução conjuntiva em destaque exprime a relação semântica de:
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A geração que não consegue se colocar no lugar do outro!
Separada por uma tela, a nova sociedade virtual não alcança o outro, por isso não consegue se colocar em seu lugar. Estamos vivendo o maior individualismo da história humana.
A falta da empatia, do toque físico, do acolhimento, do contato ocular e a ausência da presença física fazem que a pessoa não veja o outro, não o perceba, não note a presença do outro e, consequentemente, não se coloque em seu lugar.
A necessidade da felicidade como objetivo e não como consequência nos faz criar um mundo irreal em que, para o outro, você é feliz, mas não para si mesmo. Esse mundo perfeito, exposto na mídia social, criou uma disputa na qual um pensa que o outro está melhor que ele, que não precisa dele; então, é ele que tem de correr para alcançá-lo.
[...]
O individualismo está ligado também à falta da verdade, ou seja, não quero que o outro saiba minha verdade, já que o que projeto na mídia social não é real, de verdade.
[...] Ama-se tanto a si mesmo ou promove-se tanto esse amor-próprio que esquecemos o outro e tornamos o egoísmo um hábito.
Colocar-se no lugar do outro afeta alguns dos comportamentos mais comuns dessa geração: dá preguiça se colocar no lugar do outro e falta tempo para isso.
A capacidade de nos colocarmos na posição do outro advém da incapacidade que, por vezes, temos de anular a prioridade que damos a nós mesmos.
Quanto mais o indivíduo se afasta, mais prioridade dá a outros aspetos da vida, como o trabalho, por exemplo. De outra forma, quanto mais pessoas “sabem” sobre sua vida nas redes sociais, menos questão você faz de, efetivamente, estar com as pessoas, pois elas podem comprovar o contrário do que é exposto virtualmente.
Na era do virtual, temos dificuldade em admitir que somos apenas humanos. Isso nos desliga do outro, fazendo-nos viver cada um a sua realidade inventada e estagnada apenas nas fotos das redes sociais. Temos vidas fictícias, fragmentadas em momentos, e apenas nos alegra o impacto que isso causa ao outro. Um clique.
Adaptado de https://www.resilienciamag.com/a-geracao-que-nao-consegue-se-colocar-no-lugar-do-outro. Acesso em 23/02/2020.
Em “O individualismo está ligado também à falta da verdade”, quanto ao emprego do sinal indicativo de crase, é exato afirmar que:
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A geração que não consegue se colocar no lugar do outro!
Separada por uma tela, a nova sociedade virtual não alcança o outro, por isso não consegue se colocar em seu lugar. Estamos vivendo o maior individualismo da história humana.
A falta da empatia, do toque físico, do acolhimento, do contato ocular e a ausência da presença física fazem que a pessoa não veja o outro, não o perceba, não note a presença do outro e, consequentemente, não se coloque em seu lugar.
A necessidade da felicidade como objetivo e não como consequência nos faz criar um mundo irreal em que, para o outro, você é feliz, mas não para si mesmo. Esse mundo perfeito, exposto na mídia social, criou uma disputa na qual um pensa que o outro está melhor que ele, que não precisa dele; então, é ele que tem de correr para alcançá-lo.
[...]
O individualismo está ligado também à falta da verdade, ou seja, não quero que o outro saiba minha verdade, já que o que projeto na mídia social não é real, de verdade.
[...] Ama-se tanto a si mesmo ou promove-se tanto esse amor-próprio que esquecemos o outro e tornamos o egoísmo um hábito.
Colocar-se no lugar do outro afeta alguns dos comportamentos mais comuns dessa geração: dá preguiça se colocar no lugar do outro e falta tempo para isso.
A capacidade de nos colocarmos na posição do outro advém da incapacidade que, por vezes, temos de anular a prioridade que damos a nós mesmos.
Quanto mais o indivíduo se afasta, mais prioridade dá a outros aspetos da vida, como o trabalho, por exemplo. De outra forma, quanto mais pessoas “sabem” sobre sua vida nas redes sociais, menos questão você faz de, efetivamente, estar com as pessoas, pois elas podem comprovar o contrário do que é exposto virtualmente.
Na era do virtual, temos dificuldade em admitir que somos apenas humanos. Isso nos desliga do outro, fazendo-nos viver cada um a sua realidade inventada e estagnada apenas nas fotos das redes sociais. Temos vidas fictícias, fragmentadas em momentos, e apenas nos alegra o impacto que isso causa ao outro. Um clique.
Adaptado de https://www.resilienciamag.com/a-geracao-que-nao-consegue-se-colocar-no-lugar-do-outro. Acesso em 23/02/2020.
No primeiro parágrafo, há somente uma palavra acentuada graficamente. Qual é a regra que respalda essa acentuação gráfica?
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A geração que não consegue se colocar no lugar do outro!
Separada por uma tela, a nova sociedade virtual não alcança o outro, por isso não consegue se colocar em seu lugar. Estamos vivendo o maior individualismo da história humana.
A falta da empatia, do toque físico, do acolhimento, do contato ocular e a ausência da presença física fazem que a pessoa não veja o outro, não o perceba, não note a presença do outro e, consequentemente, não se coloque em seu lugar.
A necessidade da felicidade como objetivo e não como consequência nos faz criar um mundo irreal em que, para o outro, você é feliz, mas não para si mesmo. Esse mundo perfeito, exposto na mídia social, criou uma disputa na qual um pensa que o outro está melhor que ele, que não precisa dele; então, é ele que tem de correr para alcançá-lo.
[...]
O individualismo está ligado também à falta da verdade, ou seja, não quero que o outro saiba minha verdade, já que o que projeto na mídia social não é real, de verdade.
[...] Ama-se tanto a si mesmo ou promove-se tanto esse amor-próprio que esquecemos o outro e tornamos o egoísmo um hábito.
Colocar-se no lugar do outro afeta alguns dos comportamentos mais comuns dessa geração: dá preguiça se colocar no lugar do outro e falta tempo para isso.
A capacidade de nos colocarmos na posição do outro advém da incapacidade que, por vezes, temos de anular a prioridade que damos a nós mesmos.
Quanto mais o indivíduo se afasta, mais prioridade dá a outros aspetos da vida, como o trabalho, por exemplo. De outra forma, quanto mais pessoas “sabem” sobre sua vida nas redes sociais, menos questão você faz de, efetivamente, estar com as pessoas, pois elas podem comprovar o contrário do que é exposto virtualmente.
Na era do virtual, temos dificuldade em admitir que somos apenas humanos. Isso nos desliga do outro, fazendo-nos viver cada um a sua realidade inventada e estagnada apenas nas fotos das redes sociais. Temos vidas fictícias, fragmentadas em momentos, e apenas nos alegra o impacto que isso causa ao outro. Um clique.
Adaptado de https://www.resilienciamag.com/a-geracao-que-nao-consegue-se-colocar-no-lugar-do-outro. Acesso em 23/02/2020.
Levando-se em consideração o emprego dos tempos e modos verbais, no excerto “não quero que o outro saiba minha verdade”, o verbo saber está no presente do subjuntivo, haja vista:
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A geração que não consegue se colocar no lugar do outro!
Separada por uma tela, a nova sociedade virtual não alcança o outro, por isso não consegue se colocar em seu lugar. Estamos vivendo o maior individualismo da história humana(c).
A falta da empatia, do toque físico, do acolhimento, do contato ocular e a ausência da presença física(b) fazem que a pessoa não veja o outro, não o perceba, não note a presença do outro e, consequentemente, não se coloque em seu lugar.
A necessidade da felicidade(a) como objetivo e não como consequência nos faz criar um mundo irreal em que, para o outro, você é feliz, mas não para si mesmo. Esse mundo perfeito, exposto na mídia social, criou uma disputa na qual um pensa que o outro está melhor que ele, que não precisa dele; então, é ele que tem de correr para alcançá-lo.
[...]
O individualismo está ligado também à falta da verdade, ou seja, não quero que o outro saiba minha verdade, já que o que projeto na mídia social não é real, de verdade.
[...] Ama-se tanto a si mesmo ou promove-se tanto esse amor-próprio que esquecemos o outro e tornamos o egoísmo um hábito.
Colocar-se no lugar do outro afeta alguns dos comportamentos mais comuns dessa geração: dá preguiça se colocar no lugar do outro e falta tempo para isso.
A capacidade de nos colocarmos na posição do outro(d) advém da incapacidade que, por vezes, temos de anular a prioridade que damos a nós mesmos.
Quanto mais o indivíduo se afasta, mais prioridade dá a outros aspetos da vida, como o trabalho, por exemplo. De outra forma, quanto mais pessoas “sabem” sobre sua vida nas redes sociais, menos questão você faz de, efetivamente, estar com as pessoas, pois elas podem comprovar o contrário do que é exposto virtualmente.
Na era do virtual, temos dificuldade em admitir que somos apenas humanos. Isso nos desliga do outro, fazendo-nos viver cada um a sua realidade inventada e estagnada apenas nas fotos das redes sociais. Temos vidas fictícias, fragmentadas em momentos, e apenas nos alegra o impacto que isso causa ao outro. Um clique.
Adaptado de https://www.resilienciamag.com/a-geracao-que-nao-consegue-se-colocar-no-lugar-do-outro. Acesso em 23/02/2020.
O substantivo “empatia” equivale, semanticamente, a qual grupo nominal, podendo, assim, substituí-lo?
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Disciplina: Legislação Específica das Agências Reguladoras
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
De acordo como o Art. 7º, da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 36/2013, da ANVISA, que institui ações para a segurança do paciente em serviços de saúde e dá outras providências, assinale a alternativa que apresenta as competências do Núcleo de Segurança do Paciente.
I - Promover mecanismos para identificar e avaliar a existência de não conformidades nos processos e procedimentos realizados e na utilização de equipamentos, medicamentos e insumos, propondo ações preventivas e corretivas.
II - Elaborar, implantar, divulgar e manter atualizado o Plano de Segurança do Paciente em Serviços de Saúde.
III - Estabelecer barreiras para a prevenção de incidentes nos serviços de saúde.
IV - Analisar e avaliar os dados sobre incidentes e eventos adversos decorrentes da prestação do serviço de saúde.
V - Notificar ao Sistema Nacional de Vigilância Sanitária os eventos adversos decorrentes da prestação do serviço de saúde.
VI - Acompanhar os alertas sanitários e outras comunicações de risco divulgadas pelas autoridades sanitárias.
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São objetivos gerais da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher, EXCETO:
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A Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa, aprovada por meio da Portaria nº 2.528/2006, destinada a todo cidadão e cidadã brasileiros como 60 anos ou mais de idade, tem como finalidade:
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A respeito da avaliação psicológica durante o período pré-cirúrgico, é correto afirmar que:
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