Foram encontradas 270 questões.
Os exteroceptores são os receptores adaptados para que captem as modificações que se originam no meio externo ao organismo ou proveniente do meio exterior. Todos esses receptores pertencem ou têm estreita relação com o sistema estomatognático. Faça a correspondência de acordo com a aplicação na terapia.
(I) Receptores auditivos
(II) Receptores visuais
(III) Receptores olfatórios
(IV) Receptores gustativos
( ) Com a finalidade de encorajar e de preparar o organismo para a mastigação e para a deglutição, é sugerida a apresentação dos alimentos antes de oferecê-los.
( ) Também denominado de quimiorreceptores, o sabor é muito mais sugerido como sentido que estimula a alimentação, sugerindo a estimulação com os sabores primários: doce, salgado e azedo.
( ) A estimulação sonora por meio de feedback da própria fala do indivíduo o ajudará a ajustar os mecanismos neuromusculares para a produção da fonoarticulação e ajudará na reabilitação de crianças com transtorno fonológico.
( ) Durante a alimentação, por intermédio do estímulo do odor dos alimentos, ocorre uma preparação do organismo para a alimentação, desencadeando a secreção salivar.
Marque a opção VERDADEIRA:
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Com o envelhecimento, ocorre redução da sensibilidade tátil, térmica e gustativa da cavidade oral e laringofaringe o que pode interferir na formação do bolo alimentar, no tempo de resposta motora para deglutição e no prazer alimentar. Marque a opção que NÃO está relacionada às alterações da fase oral.
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A intervenção fonoaudiológica em pacientes não colaborativos mostra-se cada vez mais necessária, técnica, presente e eficaz. Que técnica objetiva a limpeza de resíduos alimentares em cavidade oral e na orofaringe por meio da indução e do aumento da resposta motora faríngea, ou mesmo, como estratégia para aumentar o input sensorial da presença do alimento na cavidade oral.
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O recurso da eletroterapia poderá ser eleito ou não como adjuvante na reabilitação das disfagias. Sobre a aplicabilidade da eletroterapia, marque a opção VERDADEIRA.
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Quais alterações são características da Afasia Transcortical Motora?
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Sobre a intervenção fonoaudiológica na Saúde Mental, pode-se afirmar que:
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A fluência é analisada por diversos parâmetros, é uma série de atributos que faz com que o falante seja considerado fluente. De acordo com os parâmetros da fluência, marque a opção que define o parâmetro da continuidade segundo Regina Cupello.
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A geração que não consegue se colocar no lugar do outro!
Separada por uma tela, a nova sociedade virtual não alcança o outro, por isso não consegue se colocar em seu lugar. Estamos vivendo o maior individualismo da história humana.
A falta da empatia, do toque físico, do acolhimento, do contato ocular e a ausência da presença física fazem que a pessoa não veja o outro, não o perceba, não note a presença do outro e, consequentemente, não se coloque em seu lugar.
A necessidade da felicidade como objetivo e não como consequência nos faz criar um mundo irreal em que, para o outro, você é feliz, mas não para si mesmo. Esse mundo perfeito, exposto na mídia social, criou uma disputa na qual um pensa que o outro está melhor que ele, que não precisa dele; então, é ele que tem de correr para alcançá-lo.
[...]
O individualismo está ligado também à falta da verdade, ou seja, não quero que o outro saiba minha verdade, já que o que projeto na mídia social não é real, de verdade.
[...] Ama-se tanto a si mesmo ou promove-se tanto esse amor-próprio que esquecemos o outro e tornamos o egoísmo um hábito.
Colocar-se no lugar do outro afeta alguns dos comportamentos mais comuns dessa geração: dá preguiça se colocar no lugar do outro e falta tempo para isso.
A capacidade de nos colocarmos na posição do outro advém da incapacidade que, por vezes, temos de anular a prioridade que damos a nós mesmos.
Quanto mais o indivíduo se afasta, mais prioridade dá a outros aspetos da vida, como o trabalho, por exemplo. De outra forma, quanto mais pessoas “sabem” sobre sua vida nas redes sociais, menos questão você faz de, efetivamente, estar com as pessoas, pois elas podem comprovar o contrário do que é exposto virtualmente.
Na era do virtual, temos dificuldade em admitir que somos apenas humanos. Isso nos desliga do outro, fazendo-nos viver cada um a sua realidade inventada e estagnada apenas nas fotos das redes sociais. Temos vidas fictícias, fragmentadas em momentos, e apenas nos alegra o impacto que isso causa ao outro. Um clique.
Adaptado de https://www.resilienciamag.com/a-geracao-que-nao-consegue-se-colocar-no-lugar-do-outro. Acesso em 23/02/2020.
O texto em análise apresenta os traços de um gênero textual de base:
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A geração que não consegue se colocar no lugar do outro!
Separada por uma tela, a nova sociedade virtual não alcança o outro, por isso não consegue se colocar em seu lugar. Estamos vivendo o maior individualismo da história humana.
A falta da empatia, do toque físico, do acolhimento, do contato ocular e a ausência da presença física fazem que a pessoa não veja o outro, não o perceba, não note a presença do outro e, consequentemente, não se coloque em seu lugar.
A necessidade da felicidade como objetivo e não como consequência nos faz criar um mundo irreal em que, para o outro, você é feliz, mas não para si mesmo. Esse mundo perfeito, exposto na mídia social, criou uma disputa na qual um pensa que o outro está melhor que ele, que não precisa dele; então, é ele que tem de correr para alcançá-lo.
[...]
O individualismo está ligado também à falta da verdade, ou seja, não quero que o outro saiba minha verdade, já que o que projeto na mídia social não é real, de verdade.
[...] Ama-se tanto a si mesmo ou promove-se tanto esse amor-próprio que esquecemos o outro e tornamos o egoísmo um hábito.
Colocar-se no lugar do outro afeta alguns dos comportamentos mais comuns dessa geração: dá preguiça se colocar no lugar do outro e falta tempo para isso.
A capacidade de nos colocarmos na posição do outro advém da incapacidade que, por vezes, temos de anular a prioridade que damos a nós mesmos.
Quanto mais o indivíduo se afasta, mais prioridade dá a outros aspetos da vida, como o trabalho, por exemplo. De outra forma, quanto mais pessoas “sabem” sobre sua vida nas redes sociais, menos questão você faz de, efetivamente, estar com as pessoas, pois elas podem comprovar o contrário do que é exposto virtualmente.
Na era do virtual, temos dificuldade em admitir que somos apenas humanos. Isso nos desliga do outro, fazendo-nos viver cada um a sua realidade inventada e estagnada apenas nas fotos das redes sociais. Temos vidas fictícias, fragmentadas em momentos, e apenas nos alegra o impacto que isso causa ao outro. Um clique.
Adaptado de https://www.resilienciamag.com/a-geracao-que-nao-consegue-se-colocar-no-lugar-do-outro. Acesso em 23/02/2020.
No título do texto, inexiste a virgulação antes do conectivo “que”, porquanto:
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A geração que não consegue se colocar no lugar do outro!
Separada por uma tela, a nova sociedade virtual não alcança o outro, por isso não consegue se colocar em seu lugar. Estamos vivendo o maior individualismo da história humana.
A falta da empatia, do toque físico, do acolhimento, do contato ocular e a ausência da presença física fazem que a pessoa não veja o outro, não o perceba, não note a presença do outro e, consequentemente, não se coloque em seu lugar.
A necessidade da felicidade como objetivo e não como consequência nos faz criar um mundo irreal em que, para o outro, você é feliz, mas não para si mesmo. Esse mundo perfeito, exposto na mídia social, criou uma disputa na qual um pensa que o outro está melhor que ele, que não precisa dele; então, é ele que tem de correr para alcançá-lo.
[...]
O individualismo está ligado também à falta da verdade, ou seja, não quero que o outro saiba minha verdade, já que o que projeto na mídia social não é real, de verdade.
[...] Ama-se tanto a si mesmo ou promove-se tanto esse amor-próprio que esquecemos o outro e tornamos o egoísmo um hábito.
Colocar-se no lugar do outro afeta alguns dos comportamentos mais comuns dessa geração: dá preguiça se colocar no lugar do outro e falta tempo para isso.
A capacidade de nos colocarmos na posição do outro advém da incapacidade que, por vezes, temos de anular a prioridade que damos a nós mesmos.
Quanto mais o indivíduo se afasta, mais prioridade dá a outros aspetos da vida, como o trabalho, por exemplo. De outra forma, quanto mais pessoas “sabem” sobre sua vida nas redes sociais, menos questão você faz de, efetivamente, estar com as pessoas, pois elas podem comprovar o contrário do que é exposto virtualmente.
Na era do virtual, temos dificuldade em admitir que somos apenas humanos. Isso nos desliga do outro, fazendo-nos viver cada um a sua realidade inventada e estagnada apenas nas fotos das redes sociais. Temos vidas fictícias, fragmentadas em momentos, e apenas nos alegra o impacto que isso causa ao outro. Um clique.
Adaptado de https://www.resilienciamag.com/a-geracao-que-nao-consegue-se-colocar-no-lugar-do-outro. Acesso em 23/02/2020.
Ao se reescrever este fragmento textual “promove-se tanto esse amor-próprio”, colocando-se no plural apenas os termos passivos à flexão de número, de acordo com o contexto, qual frase corresponde corretamente a essa reescritura?
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