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Professores do MedioTec compartilham experiências exitosas no ensino remoto
Práticas inovadoras e criativas têm sido o diferencial nas aulas remotas dos cursos técnicos oferecidos aos alunos do MedioTec/Pronatec. Em tempos de ensino remoto, professores e coordenadores têm se reinventado para passar os conteúdos com qualidade, de forma a motivar os alunos do programa. Na última quinta-feira (26/11), professores e coordenadores do MedioTec tiveram a oportunidade de socializar experiências exitosas no ensino remoto, durante mais uma capacitação pedagógica promovida pela coordenação do Pronatec/Funece. O encontro virtual ocorreu via Google Meet.
O coordenador do Pronatec/MedioTec/Funece, professor Hidelbrando Soares, destacou a atuação da equipe de professores do MedioTec, que desafiam o quadro da pandemia da Covid-19 e estão produzindo resultados importantes para o programa. Para ele, a Universidade Estadual do Ceará vem conquistado uma posição de destaque e resultados de qualidade no processo de formação da juventude cearense. E as capacitações promovidas à equipes do Pronatec/MedioTec contribuem para boas ações em sala de aula.
“As nossas capacitações são uma grande estratégia para analisar e discutir os desafios que aparecem. São também um momento de troca de experiências e boas práticas do que vem sendo desenvolvido nas turmas, que podem ser socializadas e compartilhadas para toda a rede Pronatec. A preocupação com as capacitações sempre esteve presente nas ações da equipe pedagógica do programa, e isso tem sido nosso diferencial quando comparamos as experiências de Pronatec no Ceará e mesmo no Nordeste. Precisamos sempre estar discutindo novas metodologias e novas práticas, para que esse ambiente remoto sirva de estímulo para nossos estudantes e seu projeto de vida”, enfatizou o coordenador.
A coordenadora psicopedagógica do Pronatec, professora Ana Ignez Belém, também ressaltou o momento de compartilhamento de informações, que, segundo ela, são importantes para a prática pedagógica. “As experiências passadas pelos nossos pares são as melhores fontes de aprendizagem. Momentos como esse potencializam a atividade pedagógica de ensino e aprendizagem. É um momento rico para pensar nossa didática e estratégia, e também em como essa didática está chegando aos alunos”.
Durante o encontro, experiências exitosas no ensino remoto foram apresentadas pelos professores Ítalo Pinto Carneiro, que promoveu palestras virtuais com profissionais da área técnica; Francisco Valdizar Forte, que traçou estratégias de acompanhamento contra a evasão escolar e fortaleceu o uso de ferramentas da informática para dinamizar as aulas; e Thiago Sampaio de Lima, que falou sobre o uso de jogos on-line como ferramenta de aprendizagem.
Segundo o professor Ítalo Carneiro, do curso técnico em Segurança do Trabalho, uma das estratégias usadas nas salas de aula virtuais foi possibilitar aos alunos de Caucaia e Fortaleza uma palestra com uma médica do trabalho e outra sobre uso de equipamentos de proteção individual (EPIs). Para o docente, é importante que os estudantes saibam na prática a aplicação dos conteúdos e conheçam o trabalho de profissionais.
“Pensei que, se não posso levar os alunos a uma visita técnica por conta da pandemia, poderia trazer uma empresa até o momento de aula dos alunos. Após introduzir o conteúdo, convido um profissional de uma empresa de grande porte, para abordar dentro daquele conteúdo a parte prática e de vivência dele. Isso contribui para que o aluno consiga ver, por exemplo, um técnico de segurança do trabalho atuando dentro de uma grande instituição, e veja que ele pode crescer e ser como aquele profissional”, analisou.
Já o professor Valdizar Forte contou que tentou trazer conteúdos de informática com base nos conhecimentos dos alunos sobre o assunto, além de levar em conta se eles tinham computador em casa, que ferramentas usavam e se tinham acesso à internet com facilidade.
“Em cima disso, tracei à disciplina de Informática Básica, sem fugir do conteúdo proposto na apostila e buscando trazer assuntos voltados para a área profissional. Mesmo em tempos de pandemia, não tivemos problema de reprovação e não participação dos alunos. Sabemos que a realidade de cada aluno e em cada município é diferente, mas tentamos despertar neles à ideia de que o curso pode fazer a diferença em suas vidas. O professor deve ser o maior motivador. Estamos no momento de repensar o processo educacional, de trazer as novidades tecnológicas e agregá-las ao processo de ensino e aprendizagem. O ensino jamais vai voltar a ser o que era, vai ser híbrido. As tecnologias mais do que nunca vão fazer parte do processo educacional”, ensinou Valdizar.
O professor Thiago Sampaio compartilhou sua estratégia de aplicar jogos on-line entre os estudantes durante as aulas virtuais, elaborando perguntas de acordo com os conteúdos abordados nas disciplinas até então ministradas por ele nos municípios de Brejo Santo, Campos Sales e Mombaça. O professor informou que usa a plataforma Wordwall na elaboração dos jogos e explicou a funcionalidade da ferramenta. “O objetivo maior é o aprendizado dos alunos. Sempre que usamos o jogo em sala de aula é uma alegria. É uma forma de incentivá-los, e pode render ainda uma bonificação na nota, a critério do professor. A intenção não é gerar competição, mas motivá-los a sempre querer aprender mais para ganhar o próximo jogo. Quando um assunto rende dificuldades, podemos discutir quais respostas foram mais acertadas e quais eles mais erraram”, esclarece o professor Thiago.
Durante o encontro, também foi destacado que algumas turmas já realizaram aulas de campo presenciais, obedecendo todos os critérios de distanciamento social e com uso de máscaras. Entre as atividades práticas, estão aula de campo realizada com alunos do curso técnico em Agronegócio em um sítio de Limoeiro do Norte e visita técnica a uma Unidade Básica de Saúde (UBS) de Mombaça, que recebeu alunos do curso técnico em Gerência de Saúde.
A coordenadora de Ensino do Pronatec/Funece parabenizou o empenho dos professores e coordenadores ao trazer conteúdo diferenciado para os estudantes durante o ensino remoto e ressaltou a dedicação de toda a equipe. “Este ano está sendo desafiador em todas as perspectivas. Fico muito feliz em fazer parte de uma equipe que aceitou participar de uma experiência de aulas remotas. É tudo novo para todos, estamos todos aprendendo. Temos um espírito coletivo muito bom e a gente só cresce. É muito bom saber que temos um programa onde todo mundo se ajuda. Sabemos que, para que um tenha sucesso, é importante que todos também tenham”.
(Disponível em http://www.uece.br/pronatec/
2020/11/27/professores-do-mediotec-compartilham-experiencias-exitosas-no-ensino-remoto/ Acessado em 22 de jun. de 2022 – com adaptações).
Quanto às regras de acentuação gráfica e às de ortografia, está corretamente grafado o que se enuncia somente em qual item?
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Professores do MedioTec compartilham experiências exitosas no ensino remoto
Práticas inovadoras e criativas têm sido o diferencial nas aulas remotas dos cursos técnicos oferecidos aos alunos do MedioTec/Pronatec. Em tempos de ensino remoto, professores e coordenadores têm se reinventado para passar os conteúdos com qualidade, de forma a motivar os alunos do programa. Na última quinta-feira (26/11), professores e coordenadores do MedioTec tiveram a oportunidade de socializar experiências exitosas no ensino remoto, durante mais uma capacitação pedagógica promovida pela coordenação do Pronatec/Funece. O encontro virtual ocorreu via Google Meet.
O coordenador do Pronatec/MedioTec/Funece, professor Hidelbrando Soares, destacou a atuação da equipe de professores do MedioTec, que desafiam o quadro da pandemia da Covid-19 e estão produzindo resultados importantes para o programa. Para ele, a Universidade Estadual do Ceará vem conquistado uma posição de destaque e resultados de qualidade no processo de formação da juventude cearense. E as capacitações promovidas à equipes do Pronatec/MedioTec contribuem para boas ações em sala de aula.
“As nossas capacitações são uma grande estratégia para analisar e discutir os desafios que aparecem. São também um momento de troca de experiências e boas práticas do que vem sendo desenvolvido nas turmas, que podem ser socializadas e compartilhadas para toda a rede Pronatec. A preocupação com as capacitações sempre esteve presente nas ações da equipe pedagógica do programa, e isso tem sido nosso diferencial quando comparamos as experiências de Pronatec no Ceará e mesmo no Nordeste. Precisamos sempre estar discutindo novas metodologias e novas práticas, para que esse ambiente remoto sirva de estímulo para nossos estudantes e seu projeto de vida”, enfatizou o coordenador.
A coordenadora psicopedagógica do Pronatec, professora Ana Ignez Belém, também ressaltou o momento de compartilhamento de informações, que, segundo ela, são importantes para a prática pedagógica. “As experiências passadas pelos nossos pares são as melhores fontes de aprendizagem. Momentos como esse potencializam a atividade pedagógica de ensino e aprendizagem. É um momento rico para pensar nossa didática e estratégia, e também em como essa didática está chegando aos alunos”.
Durante o encontro, experiências exitosas no ensino remoto foram apresentadas pelos professores Ítalo Pinto Carneiro, que promoveu palestras virtuais com profissionais da área técnica; Francisco Valdizar Forte, que traçou estratégias de acompanhamento contra a evasão escolar e fortaleceu o uso de ferramentas da informática para dinamizar as aulas; e Thiago Sampaio de Lima, que falou sobre o uso de jogos on-line como ferramenta de aprendizagem.
Segundo o professor Ítalo Carneiro, do curso técnico em Segurança do Trabalho, uma das estratégias usadas nas salas de aula virtuais foi possibilitar aos alunos de Caucaia e Fortaleza uma palestra com uma médica do trabalho e outra sobre uso de equipamentos de proteção individual (EPIs). Para o docente, é importante que os estudantes saibam na prática a aplicação dos conteúdos e conheçam o trabalho de profissionais.
“Pensei que, se não posso levar os alunos a uma visita técnica por conta da pandemia, poderia trazer uma empresa até o momento de aula dos alunos. Após introduzir o conteúdo, convido um profissional de uma empresa de grande porte, para abordar dentro daquele conteúdo a parte prática e de vivência dele. Isso contribui para que o aluno consiga ver, por exemplo, um técnico de segurança do trabalho atuando dentro de uma grande instituição, e veja que ele pode crescer e ser como aquele profissional”, analisou.
Já o professor Valdizar Forte contou que tentou trazer conteúdos de informática com base nos conhecimentos dos alunos sobre o assunto, além de levar em conta se eles tinham computador em casa, que ferramentas usavam e se tinham acesso à internet com facilidade.
“Em cima disso, tracei à disciplina de Informática Básica, sem fugir do conteúdo proposto na apostila e buscando trazer assuntos voltados para a área profissional. Mesmo em tempos de pandemia, não tivemos problema de reprovação e não participação dos alunos. Sabemos que a realidade de cada aluno e em cada município é diferente, mas tentamos despertar neles à ideia de que o curso pode fazer a diferença em suas vidas. O professor deve ser o maior motivador. Estamos no momento de repensar o processo educacional, de trazer as novidades tecnológicas e agregá-las ao processo de ensino e aprendizagem. O ensino jamais vai voltar a ser o que era, vai ser híbrido. As tecnologias mais do que nunca vão fazer parte do processo educacional”, ensinou Valdizar.
O professor Thiago Sampaio compartilhou sua estratégia de aplicar jogos on-line entre os estudantes durante as aulas virtuais, elaborando perguntas de acordo com os conteúdos abordados nas disciplinas até então ministradas por ele nos municípios de Brejo Santo, Campos Sales e Mombaça. O professor informou que usa a plataforma Wordwall na elaboração dos jogos e explicou a funcionalidade da ferramenta. “O objetivo maior é o aprendizado dos alunos. Sempre que usamos o jogo em sala de aula é uma alegria. É uma forma de incentivá-los, e pode render ainda uma bonificação na nota, a critério do professor. A intenção não é gerar competição, mas motivá-los a sempre querer aprender mais para ganhar o próximo jogo. Quando um assunto rende dificuldades, podemos discutir quais respostas foram mais acertadas e quais eles mais erraram”, esclarece o professor Thiago.
Durante o encontro, também foi destacado que algumas turmas já realizaram aulas de campo presenciais, obedecendo todos os critérios de distanciamento social e com uso de máscaras. Entre as atividades práticas, estão aula de campo realizada com alunos do curso técnico em Agronegócio em um sítio de Limoeiro do Norte e visita técnica a uma Unidade Básica de Saúde (UBS) de Mombaça, que recebeu alunos do curso técnico em Gerência de Saúde.
A coordenadora de Ensino do Pronatec/Funece parabenizou o empenho dos professores e coordenadores ao trazer conteúdo diferenciado para os estudantes durante o ensino remoto e ressaltou a dedicação de toda a equipe. “Este ano está sendo desafiador em todas as perspectivas. Fico muito feliz em fazer parte de uma equipe que aceitou participar de uma experiência de aulas remotas. É tudo novo para todos, estamos todos aprendendo. Temos um espírito coletivo muito bom e a gente só cresce. É muito bom saber que temos um programa onde todo mundo se ajuda. Sabemos que, para que um tenha sucesso, é importante que todos também tenham”.
(Disponível em http://www.uece.br/pronatec/
2020/11/27/professores-do-mediotec-compartilham-experiencias-exitosas-no-ensino-remoto/ Acessado em 22 de jun. de 2022 – com adaptações).
“Mesmo em tempos de pandemia, não tivemos problema de reprovação e não participação dos alunos.”. Assinale a alternativa, em que a reescrita desse trecho do texto mantém a correção gramatical e as mesmas relações de sentido.
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Professores do MedioTec compartilham experiências exitosas no ensino remoto
Práticas inovadoras e criativas têm sido o diferencial nas aulas remotas dos cursos técnicos oferecidos aos alunos do MedioTec/Pronatec. Em tempos de ensino remoto, professores e coordenadores têm se reinventado para passar os conteúdos com qualidade, de forma a motivar os alunos do programa. Na última quinta-feira (26/11), professores e coordenadores do MedioTec tiveram a oportunidade de socializar experiências exitosas no ensino remoto, durante mais uma capacitação pedagógica promovida pela coordenação do Pronatec/Funece. O encontro virtual ocorreu via Google Meet.
O coordenador do Pronatec/MedioTec/Funece, professor Hidelbrando Soares, destacou a atuação da equipe de professores do MedioTec, que desafiam o quadro da pandemia da Covid-19 e estão produzindo resultados importantes para o programa. Para ele, a Universidade Estadual do Ceará vem conquistado uma posição de destaque e resultados de qualidade no processo de formação da juventude cearense. E as capacitações promovidas à equipes do Pronatec/MedioTec contribuem para boas ações em sala de aula.
“As nossas capacitações são uma grande estratégia para analisar e discutir os desafios que aparecem. São também um momento de troca de experiências e boas práticas do que vem sendo desenvolvido nas turmas, que podem ser socializadas e compartilhadas para toda a rede Pronatec. A preocupação com as capacitações sempre esteve presente nas ações da equipe pedagógica do programa, e isso tem sido nosso diferencial quando comparamos as experiências de Pronatec no Ceará e mesmo no Nordeste. Precisamos sempre estar discutindo novas metodologias e novas práticas, para que esse ambiente remoto sirva de estímulo para nossos estudantes e seu projeto de vida”, enfatizou o coordenador.
A coordenadora psicopedagógica do Pronatec, professora Ana Ignez Belém, também ressaltou o momento de compartilhamento de informações, que, segundo ela, são importantes para a prática pedagógica. “As experiências passadas pelos nossos pares são as melhores fontes de aprendizagem. Momentos como esse potencializam a atividade pedagógica de ensino e aprendizagem. É um momento rico para pensar nossa didática e estratégia, e também em como essa didática está chegando aos alunos”.
Durante o encontro, experiências exitosas no ensino remoto foram apresentadas pelos professores Ítalo Pinto Carneiro, que promoveu palestras virtuais com profissionais da área técnica; Francisco Valdizar Forte, que traçou estratégias de acompanhamento contra a evasão escolar e fortaleceu o uso de ferramentas da informática para dinamizar as aulas; e Thiago Sampaio de Lima, que falou sobre o uso de jogos on-line como ferramenta de aprendizagem.
Segundo o professor Ítalo Carneiro, do curso técnico em Segurança do Trabalho, uma das estratégias usadas nas salas de aula virtuais foi possibilitar aos alunos de Caucaia e Fortaleza uma palestra com uma médica do trabalho e outra sobre uso de equipamentos de proteção individual (EPIs). Para o docente, é importante que os estudantes saibam na prática a aplicação dos conteúdos e conheçam o trabalho de profissionais.
“Pensei que, se não posso levar os alunos a uma visita técnica por conta da pandemia, poderia trazer uma empresa até o momento de aula dos alunos. Após introduzir o conteúdo, convido um profissional de uma empresa de grande porte, para abordar dentro daquele conteúdo a parte prática e de vivência dele. Isso contribui para que o aluno consiga ver, por exemplo, um técnico de segurança do trabalho atuando dentro de uma grande instituição, e veja que ele pode crescer e ser como aquele profissional”, analisou.
Já o professor Valdizar Forte contou que tentou trazer conteúdos de informática com base nos conhecimentos dos alunos sobre o assunto, além de levar em conta se eles tinham computador em casa, que ferramentas usavam e se tinham acesso à internet com facilidade.
“Em cima disso, tracei à disciplina de Informática Básica, sem fugir do conteúdo proposto na apostila e buscando trazer assuntos voltados para a área profissional. Mesmo em tempos de pandemia, não tivemos problema de reprovação e não participação dos alunos. Sabemos que a realidade de cada aluno e em cada município é diferente, mas tentamos despertar neles à ideia de que o curso pode fazer a diferença em suas vidas. O professor deve ser o maior motivador. Estamos no momento de repensar o processo educacional, de trazer as novidades tecnológicas e agregá-las ao processo de ensino e aprendizagem. O ensino jamais vai voltar a ser o que era, vai ser híbrido. As tecnologias mais do que nunca vão fazer parte do processo educacional”, ensinou Valdizar.
O professor Thiago Sampaio compartilhou sua estratégia de aplicar jogos on-line entre os estudantes durante as aulas virtuais, elaborando perguntas de acordo com os conteúdos abordados nas disciplinas até então ministradas por ele nos municípios de Brejo Santo, Campos Sales e Mombaça. O professor informou que usa a plataforma Wordwall na elaboração dos jogos e explicou a funcionalidade da ferramenta. “O objetivo maior é o aprendizado dos alunos. Sempre que usamos o jogo em sala de aula é uma alegria. É uma forma de incentivá-los, e pode render ainda uma bonificação na nota, a critério do professor. A intenção não é gerar competição, mas motivá-los a sempre querer aprender mais para ganhar o próximo jogo. Quando um assunto rende dificuldades, podemos discutir quais respostas foram mais acertadas e quais eles mais erraram”, esclarece o professor Thiago.
Durante o encontro, também foi destacado que algumas turmas já realizaram aulas de campo presenciais, obedecendo todos os critérios de distanciamento social e com uso de máscaras. Entre as atividades práticas, estão aula de campo realizada com alunos do curso técnico em Agronegócio em um sítio de Limoeiro do Norte e visita técnica a uma Unidade Básica de Saúde (UBS) de Mombaça, que recebeu alunos do curso técnico em Gerência de Saúde.
A coordenadora de Ensino do Pronatec/Funece parabenizou o empenho dos professores e coordenadores ao trazer conteúdo diferenciado para os estudantes durante o ensino remoto e ressaltou a dedicação de toda a equipe. “Este ano está sendo desafiador em todas as perspectivas. Fico muito feliz em fazer parte de uma equipe que aceitou participar de uma experiência de aulas remotas. É tudo novo para todos, estamos todos aprendendo. Temos um espírito coletivo muito bom e a gente só cresce. É muito bom saber que temos um programa onde todo mundo se ajuda. Sabemos que, para que um tenha sucesso, é importante que todos também tenham”.
(Disponível em http://www.uece.br/pronatec/
2020/11/27/professores-do-mediotec-compartilham-experiencias-exitosas-no-ensino-remoto/ Acessado em 22 de jun. de 2022 – com adaptações).
Ainda acerca das ideias presentes no texto, é correto afirmar que o ensino remoto:
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Práticas inovadoras e criativas têm sido o diferencial nas aulas remotas dos cursos técnicos oferecidos aos alunos do MedioTec/Pronatec. Em tempos de ensino remoto, professores e coordenadores têm se reinventado para passar os conteúdos com qualidade, de forma a motivar os alunos do programa. Na última quinta-feira (26/11), professores e coordenadores do MedioTec tiveram a oportunidade de socializar experiências exitosas no ensino remoto, durante mais uma capacitação pedagógica promovida pela coordenação do Pronatec/Funece. O encontro virtual ocorreu via Google Meet.
O coordenador do Pronatec/MedioTec/Funece, professor Hidelbrando Soares, destacou a atuação da equipe de professores do MedioTec, que desafiam o quadro da pandemia da Covid-19 e estão produzindo resultados importantes para o programa. Para ele, a Universidade Estadual do Ceará vem conquistado uma posição de destaque e resultados de qualidade no processo de formação da juventude cearense. E as capacitações promovidas à equipes do Pronatec/MedioTec contribuem para boas ações em sala de aula.
“As nossas capacitações são uma grande estratégia para analisar e discutir os desafios que aparecem. São também um momento de troca de experiências e boas práticas do que vem sendo desenvolvido nas turmas, que podem ser socializadas e compartilhadas para toda a rede Pronatec. A preocupação com as capacitações sempre esteve presente nas ações da equipe pedagógica do programa, e isso tem sido nosso diferencial quando comparamos as experiências de Pronatec no Ceará e mesmo no Nordeste. Precisamos sempre estar discutindo novas metodologias e novas práticas, para que esse ambiente remoto sirva de estímulo para nossos estudantes e seu projeto de vida”, enfatizou o coordenador.
A coordenadora psicopedagógica do Pronatec, professora Ana Ignez Belém, também ressaltou o momento de compartilhamento de informações, que, segundo ela, são importantes para a prática pedagógica. “As experiências passadas pelos nossos pares são as melhores fontes de aprendizagem. Momentos como esse potencializam a atividade pedagógica de ensino e aprendizagem. É um momento rico para pensar nossa didática e estratégia, e também em como essa didática está chegando aos alunos”.
Durante o encontro, experiências exitosas no ensino remoto foram apresentadas pelos professores Ítalo Pinto Carneiro, que promoveu palestras virtuais com profissionais da área técnica; Francisco Valdizar Forte, que traçou estratégias de acompanhamento contra a evasão escolar e fortaleceu o uso de ferramentas da informática para dinamizar as aulas; e Thiago Sampaio de Lima, que falou sobre o uso de jogos on-line como ferramenta de aprendizagem.
Segundo o professor Ítalo Carneiro, do curso técnico em Segurança do Trabalho, uma das estratégias usadas nas salas de aula virtuais foi possibilitar aos alunos de Caucaia e Fortaleza uma palestra com uma médica do trabalho e outra sobre uso de equipamentos de proteção individual (EPIs). Para o docente, é importante que os estudantes saibam na prática a aplicação dos conteúdos e conheçam o trabalho de profissionais.
“Pensei que, se não posso levar os alunos a uma visita técnica por conta da pandemia, poderia trazer uma empresa até o momento de aula dos alunos. Após introduzir o conteúdo, convido um profissional de uma empresa de grande porte, para abordar dentro daquele conteúdo a parte prática e de vivência dele. Isso contribui para que o aluno consiga ver, por exemplo, um técnico de segurança do trabalho atuando dentro de uma grande instituição, e veja que ele pode crescer e ser como aquele profissional”, analisou.
Já o professor Valdizar Forte contou que tentou trazer conteúdos de informática com base nos conhecimentos dos alunos sobre o assunto, além de levar em conta se eles tinham computador em casa, que ferramentas usavam e se tinham acesso à internet com facilidade.
“Em cima disso, tracei à disciplina de Informática Básica, sem fugir do conteúdo proposto na apostila e buscando trazer assuntos voltados para a área profissional. Mesmo em tempos de pandemia, não tivemos problema de reprovação e não participação dos alunos. Sabemos que a realidade de cada aluno e em cada município é diferente, mas tentamos despertar neles à ideia de que o curso pode fazer a diferença em suas vidas. O professor deve ser o maior motivador. Estamos no momento de repensar o processo educacional, de trazer as novidades tecnológicas e agregá-las ao processo de ensino e aprendizagem. O ensino jamais vai voltar a ser o que era, vai ser híbrido. As tecnologias mais do que nunca vão fazer parte do processo educacional”, ensinou Valdizar.
O professor Thiago Sampaio compartilhou sua estratégia de aplicar jogos on-line entre os estudantes durante as aulas virtuais, elaborando perguntas de acordo com os conteúdos abordados nas disciplinas até então ministradas por ele nos municípios de Brejo Santo, Campos Sales e Mombaça. O professor informou que usa a plataforma Wordwall na elaboração dos jogos e explicou a funcionalidade da ferramenta. “O objetivo maior é o aprendizado dos alunos. Sempre que usamos o jogo em sala de aula é uma alegria. É uma forma de incentivá-los, e pode render ainda uma bonificação na nota, a critério do professor. A intenção não é gerar competição, mas motivá-los a sempre querer aprender mais para ganhar o próximo jogo. Quando um assunto rende dificuldades, podemos discutir quais respostas foram mais acertadas e quais eles mais erraram”, esclarece o professor Thiago.
Durante o encontro, também foi destacado que algumas turmas já realizaram aulas de campo presenciais, obedecendo todos os critérios de distanciamento social e com uso de máscaras. Entre as atividades práticas, estão aula de campo realizada com alunos do curso técnico em Agronegócio em um sítio de Limoeiro do Norte e visita técnica a uma Unidade Básica de Saúde (UBS) de Mombaça, que recebeu alunos do curso técnico em Gerência de Saúde.
A coordenadora de Ensino do Pronatec/Funece parabenizou o empenho dos professores e coordenadores ao trazer conteúdo diferenciado para os estudantes durante o ensino remoto e ressaltou a dedicação de toda a equipe. “Este ano está sendo desafiador em todas as perspectivas. Fico muito feliz em fazer parte de uma equipe que aceitou participar de uma experiência de aulas remotas. É tudo novo para todos, estamos todos aprendendo. Temos um espírito coletivo muito bom e a gente só cresce. É muito bom saber que temos um programa onde todo mundo se ajuda. Sabemos que, para que um tenha sucesso, é importante que todos também tenham”.
(Disponível em http://www.uece.br/pronatec/
2020/11/27/professores-do-mediotec-compartilham-experiencias-exitosas-no-ensino-remoto/ Acessado em 22 de jun. de 2022 – com adaptações).
Acerca das ideias apresentadas pelo texto, é correto afirmar somente que:
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Na chamada Era Vargas, o país passou da transição da chamada República Velha em que as oligarquias comandavam o país para um presidente populista e autoritário, que ficou 15 anos no poder e conquistou as camadas populares e foi o primeiro presidente a repensar na identidade nacional, buscando uma harmonia nas três raças sob o viés de uma democracia racial. Com relação a esse período, podemos considerar que:
I- A ascensão de Getúlio Vargas deu-se como um resultado direto da Revolução de 1930 que destituiu o presidente João Pessoa e não aceitou os resultados da eleição que dava a vitória de Júlio Prestes, mostrando sua capacidade de diplomacia.
II- Vargas instituiu o Ensino Religioso e a capoeira nas escolas como forma de reconhecimento da miscigenação e ainda financiou pesquisas sobre a identidade brasileira, resultando nas obras Casa Grande e Senzala e Raízes do Brasil.
III- A utilização da propaganda a seu favor foi um recurso que encobria as medidas ditatoriais do Estado Novo, dando prestígio ao presidente pelos seus feitos. Esse recurso foi seguido por todos os outros políticos posteriormente.
IV- Declarou que o Brasil vivia em uma democracia racial em comparação com os Estados Unidos, enfatizando a civilidade do país em conviver com os diferentes tipos étnicos. Esse foi um período realmente harmonioso dos brasileiros.
V- Criou o Ministério do Trabalho para garantir direitos dos trabalhadores e para mediar com os empregadores os ganhos mútuos. Criou o regime de trabalho conhecido hoje como CLT e garantiu o fim das greves nas fábricas.
Estão CORRETAS:
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O açúcar chega ao Brasil A primeira vez que se mencionou o açúcar e a intenção de implantar uma produção desse gênero no Brasil foi em 1516, quando o rei d. Manuel ordenou que se distribuíssem machados, enxadas e demais ferramentas “às pessoas que fossem povoar o Brasil e que se procurasse um homem prático capaz de ali dar princípio a um engenho de açúcar...” Como se pode notar, a ideia era obter lucro com a nova terra, antes que ela se transformasse num problema. E era esse o “sentido da colonização”: povoar; mas sempre pensando no bem da metrópole.
(SCHWARCZ, Lilia Moritz. Brasil: Uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015, p. 53-54.)
A citação acima nos fala da intenção do rei D. Manuel em trazer o plantio da cana de açúcar e iniciar um ciclo muito rentável de produção que o sistema colonial prometia. Assim, sobre o sistema colonial no Brasil, podemos considerar que:
I- Apesar de D. Manuel ter intenção de plantar de imediato a cana-de-açúcar no Brasil, o plantio só se concretizou em 1530 com a mão de obra escrava indígena inicialmente e a criação de engenhos de açúcar e de um Governo-Geral.
II- A primeira capitania a receber as mudas de cana-de-açúcar foi a de São Vicente, Martin Afonso construiu o primeiro engenho de açúcar que ficou conhecido como o Engenho do Governador em 1532, tendo sucesso na plantação.
III- O sistema colonial visava explorar uma diversidade de matéria-prima para abastecer as metrópoles e evitar que tivessem prejuízos. As colônias tinham diversas atividades da exploração do pau-brasil, da cana-de-açúcar e dos minérios.
IV- Em 1534, D. João implantou o sistema de capitanias hereditárias para facilitar o povoamento e a produção de cana-de-açúcar para a metrópole. Os donatários administravam, por conta própria, o sistema que não prosperou em todas.
V- A escravidão indígena de imediato foi promissora e com pouca resistência, porém, ao se converter ao Cristianismo, se recusavam a serem escravos em suas próprias terras, passando a resistir violentamente a sua escravidão.
Estão CORRETAS:
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Portanto, Vossa Alteza, que tanto deseja acrescentar a santa fé católica, deve cuidar da sua salvação. E prazerá a Deus que com pouco trabalho seja assim.
Eles não lavram, nem criam. Não há aqui boi, nem vaca, nem cabra, nem ovelha, nem galinha, nem qualquer outra alimária, que costumada seja ao viver dos homens. Nem comem senão desse inhame, que aqui há muito, e dessa semente e frutos, que a terra e as árvores de si lançam. E com isto andam tais e tão rijos e tão nédios, que o não somos nós tanto, com quanto trigo e legumes comemos. Neste dia, enquanto ali andaram, dançaram e bailaram sempre com os nossos, ao som dum tamboril dos nossos, em maneira que são muito mais nossos amigos que nós seus.
(Carta de Pero Vaz de Caminha. Disponível em: http://objdigital.bn.br/Acervo_Digital/Livros_eletronicos/carta.pdf.)
Na Carta de Pero Vaz, podemos ver o choque cultural que os portugueses têm com os nativos da América, tendo como referência seus próprios hábitos que estranham como ser possível viver sem a palavra de Deus e sem o alimento dos europeus. Nesse sentido, com relação aos acontecimentos do século XV e à descoberta de novas terras, podemos considerar que:
I- Em meio à crise da Igreja Católica com o Protestantismo, a descoberta de novos povos foi considerada como uma saída para a crise e para a catequização dos nativos para aumentar o número de fiéis, mesmo indo de encontro aos interesses da Coroa portuguesa na dominação dos povos nativos.
II- O Novo Mundo tinha um imaginário fantástico na sociedade portuguesa, havia crenças da existência de monstros, de sereias e de animais gigantes, criando uma áurea de medo e de curiosidade. Assim, Pero Vaz vê os nativos como povos estranhos, mas com uma inocência que possibilita a dominação da Igreja.
III- A descrição de Caminha mostra um olhar eurocêntrico de sociedade que é contrastada com a realidade dos povos nativos, que vai ser considerada por ele como povos inocentes por andar sem roupas, não comer das comidas europeias e nem usar as mesmas armas. Essa inocência é incivilidade.
IV- Não houve um choque de culturas porque os europeus já tinham uma ideia do que iriam encontrar, pois tinham como objetivo seguir para um caminho marítimo para a Índia, então, ao se deparar com os povos pardos, pensaram que pudessem ter chegado ao seu destino final inicialmente.
V- Considerando a Carta de Caminha, percebemos um olhar de superioridade comum aos povos europeus nesse momento, quando se deparam com povos diferentes apesar da descoberta de novas terras e de povos ter causado um grande problema para a Igreja Católica que afirmava não haver vida além do oceano Atlântico.
Estão CORRETAS:
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
Tendo em vista o que determina a Lei de Diretrizes e Bases (LDB) da educação nacional para a organização dos currículos escolares, é CORRETO afirmar.
I. A inclusão de novos componentes curriculares de caráter obrigatório, na Base Nacional Comum Curricular, dependerá de aprovação do Conselho Nacional de Educação e de homologação pelo Ministro de Estado da Educação.
II. O ensino da História do Brasil levará em conta as contribuições das diferentes culturas e etnias para a formação do povo brasileiro, especialmente das matrizes indígena, africana e europeia.
III. Dentre os critérios que tornam a prática da Educação Física facultativa para os alunos, incluem-se “ser maior de 21 anos de idade” e “cumprir jornada diária de trabalho igual ou superior a quatro horas”.
IV. Somente nos estabelecimentos de ensino fundamental e de ensino médio públicos, é obrigatório o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena.
V. Os sistemas de ensino promoverão a valorização dos profissionais da educação, assegurando-lhes, dentre outras vantagens, progressão funcional baseada na titulação ou habilitação, e na avaliação do desempenho.
São verdadeiras as afirmações:
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Disciplina: Direito Constitucional
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
O padrão mínimo de qualidade da educação, de que trata o § 1º, do Art. 211, da Constituição Federal, conforme inclusão contida na Emenda Constitucional nº 108, de 2020, considerará as condições adequadas de oferta e terá como referência:
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Professores do MedioTec compartilham experiências exitosas no ensino remoto
Práticas inovadoras e criativas têm sido o diferencial nas aulas remotas dos cursos técnicos oferecidos aos alunos do MedioTec/Pronatec. Em tempos de ensino remoto, professores e coordenadores têm se reinventado para passar os conteúdos com qualidade, de forma a motivar os alunos do programa. Na última quinta-feira (26/11), professores e coordenadores do MedioTec tiveram a oportunidade de socializar experiências exitosas no ensino remotoa, durante mais uma capacitação pedagógica promovida pela coordenação do Pronatec/Funece. O encontro virtual ocorreu via Google Meet.
O coordenador do Pronatec/MedioTec/Funece, professor Hidelbrando Soares, destacou a atuação da equipe de professores do MedioTec, que desafiam o quadro da pandemia da Covid-19 e estão produzindo resultados importantes para o programa. Para ele, a Universidade Estadual do Ceará vem conquistado uma posição de destaqueb e resultados de qualidade no processo de formação da juventude cearense. E as capacitações promovidas à equipes do Pronatec/MedioTec contribuem para boas ações em sala de aula.
“As nossas capacitações são uma grande estratégia para analisar e discutir os desafios que aparecem. São também um momento de troca de experiências e boas práticas do que vem sendo desenvolvido nas turmas, que podem ser socializadas e compartilhadas para toda a rede Pronatec. A preocupação com as capacitações sempre esteve presente nas ações da equipe pedagógica do programa, e isso tem sido nosso diferencial quando comparamos as experiências de Pronatec no Ceará e mesmo no Nordeste. Precisamos sempre estar discutindo novas metodologias e novas práticas, para que esse ambiente remoto sirva de estímulo para nossos estudantes e seu projeto de vida”, enfatizou o coordenador.
A coordenadora psicopedagógica do Pronatec, professora Ana Ignez Belém, também ressaltou o momento de compartilhamento de informações, que, segundo ela, são importantes para a prática pedagógica. “As experiências passadas pelos nossos pares são as melhores fontes de aprendizagem. Momentos como esse potencializam a atividade pedagógica de ensino e aprendizagem. É um momento rico para pensar nossa didática e estratégia, e também em como essa didática está chegando aos alunos”.
Durante o encontro, experiências exitosas no ensino remoto foram apresentadas pelos professores Ítalo Pinto Carneiro, que promoveu palestras virtuais com profissionais da área técnica; Francisco Valdizar Forte, que traçou estratégias de acompanhamento contra a evasão escolar e fortaleceu o uso de ferramentas da informática para dinamizar as aulas; e Thiago Sampaio de Lima, que falou sobre o uso de jogos on-line como ferramenta de aprendizagem.
Segundo o professor Ítalo Carneiro, do curso técnico em Segurança do Trabalho, uma das estratégias usadas nas salas de aula virtuais foi possibilitar aos alunos de Caucaia e Fortaleza uma palestra com uma médica do trabalho e outra sobre uso de equipamentos de proteção individual (EPIs). Para o docente, é importante que os estudantes saibam na prática a aplicação dos conteúdos e conheçam o trabalho de profissionais.
“Pensei que, se não posso levar os alunos a uma visita técnica por conta da pandemia, poderia trazer uma empresa até o momento de aula dos alunos. Após introduzir o conteúdo, convido um profissional de uma empresa de grande porte, para abordar dentro daquele conteúdo a parte prática e de vivência dele. Isso contribui para que o aluno consiga ver, por exemplo, um técnico de segurança do trabalho atuando dentro de uma grande instituição, e veja que ele pode crescer e ser como aquele profissional”, analisou.
Já o professor Valdizar Forte contou que tentou trazer conteúdos de informática com base nos conhecimentos dos alunos sobre o assunto, além de levar em conta se eles tinham computador em casa, que ferramentas usavam e se tinham acesso à internet com facilidade.
“Em cima disso, tracei à disciplina de Informática Básica, sem fugir do conteúdo proposto na apostila e buscando trazer assuntos voltados para a área profissional. Mesmo em tempos de pandemia, não tivemos problema de reprovação e não participação dos alunos. Sabemos que a realidade de cada aluno e em cada município é diferente, mas tentamos despertar neles à ideia de que o curso pode fazer a diferença em suas vidas. O professor deve ser o maior motivador. Estamos no momento de repensar o processo educacional, de trazer as novidades tecnológicas e agregá-las ao processo de ensino e aprendizagem. O ensino jamais vai voltar a ser o que era, vai ser híbrido. As tecnologias mais do que nunca vão fazer parte do processo educacional”, ensinou Valdizar.
O professor Thiago Sampaio compartilhou sua estratégia de aplicar jogos on-line entre os estudantes durante as aulas virtuais, elaborando perguntas de acordo com os conteúdos abordados nas disciplinas até então ministradas por ele nos municípios de Brejo Santo, Campos Sales e Mombaça. O professor informou que usa a plataforma Wordwall na elaboração dos jogos e explicou a funcionalidade da ferramenta. “O objetivo maior é o aprendizado dos alunos. Sempre que usamos o jogo em sala de aula é uma alegria. É uma forma de incentivá-los, e pode render ainda uma bonificação na nota, a critério do professor.c A intenção não é gerar competição, mas motivá-los a sempre querer aprender mais para ganhar o próximo jogo. Quando um assunto rende dificuldades, podemos discutir quais respostas foram mais acertadas e quais eles mais erraram”, esclarece o professor Thiago.
Durante o encontro, também foi destacado que algumas turmas já realizaram aulas de campo presenciais, obedecendo todos os critérios de distanciamento social e com uso de máscaras. Entre as atividades práticas, estão aula de campo realizada com alunos do curso técnico em Agronegócio em um sítio de Limoeiro do Norte e visita técnica a uma Unidade Básica de Saúde (UBS) de Mombaça, que recebeu alunos do curso técnico em Gerência de Saúde.
A coordenadora de Ensino do Pronatec/Funece parabenizou o empenho dos professores e coordenadores ao trazer conteúdo diferenciado para os estudantese durante o ensino remoto e ressaltou a dedicação de toda a equipe. “Este ano está sendo desafiador em todas as perspectivas. Fico muito feliz em fazer parte de uma equipe que aceitou participar de uma experiência de aulas remotas. É tudo novo para todos, estamos todos aprendendo. Temos um espírito coletivo muito bom e a gente só cresce. É muito bom saber que temos um programa onde todo mundo se ajuda. Sabemos que, para que um tenha sucesso, é importante que todos também tenham”.
(Disponível em http://www.uece.br/pronatec/
2020/11/27/professores-do-mediotec-compartilham-experiencias-exitosas-no-ensino-remoto/ Acessado em 22 de jun. de 2022 – com adaptações).
Assinale a alternativa em que a palavra entre parênteses substitui a palavra destacada mantendo as relações de sentido e a correção gramatical do texto.
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