Foram encontradas 266 questões.
“Um dos objetivos básicos da História é compreender o
tempo vivido de outras épocas e converter o passado em
‘nossos tempos’. A História propõe-se reconstruir os tempos
distantes da experiência do presente e assim transformá-los em
tempos familiares para nós.”
BITTENCOURT, Circe Maria Fernandes. Ensino de História: Fundamentos e métodos. São Paulo; Cortez, 2008, pag. 204.
Sobre o tempo que o historiador trabalha, podemos afirmar que:
BITTENCOURT, Circe Maria Fernandes. Ensino de História: Fundamentos e métodos. São Paulo; Cortez, 2008, pag. 204.
Sobre o tempo que o historiador trabalha, podemos afirmar que:
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Em 1968, o Prefeito José Walter Cavalcante faz a demolição
completa da praça e ergue uma coisa esquisita com canteiros
altos em forma de caixões, interceptando a vista horizontal de
tal modo que quem estivesse de um lado não enxergava o outro
lado. Como era no tempo da ditadura militar, muita gente
achava que aquelas paliçadas de cimento armado eram para
evitar aglomeração no centro da praça e dificultar os comícios e
mobilizações de protesto. O bate-papo vespertino, os bancos
parlamentares e o convescote dos aposentados... tudo isso
finou. Os cronistas e historiadores consideram que o Dr. José
Walter, querendo ou não, decretou a morte da praça.
LEITÃO, Juarez. A Praça do Ferreira - República do Ceará Moleque. 2002, p. 27.
No ano de 2024, completa 60 anos do Regime Militar implantado no Brasil, marcando 20 anos de governo autoritário. Muitas mudanças aconteceram no âmbito político e econômico e nos espaços também. Temos um exemplo colocado na citação acima que fala da Praça do Ferreira, que foi modificada supostamente para conter os protestos.
Sobre as mudanças da Praça do Ferreira, podemos considerar que:
LEITÃO, Juarez. A Praça do Ferreira - República do Ceará Moleque. 2002, p. 27.
No ano de 2024, completa 60 anos do Regime Militar implantado no Brasil, marcando 20 anos de governo autoritário. Muitas mudanças aconteceram no âmbito político e econômico e nos espaços também. Temos um exemplo colocado na citação acima que fala da Praça do Ferreira, que foi modificada supostamente para conter os protestos.
Sobre as mudanças da Praça do Ferreira, podemos considerar que:
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“Acontece nesta segunda-feira, 1°, na Praça do Ferreira, a
35° edição do Festival de Mentiras. O evento busca ressaltar a
cultura de irreverência tão presente na história da Capital que
vaiou o sol em 1942. O momento marca a abertura do mês do
Humorista.”
https://www.opovo.com.br/vidaearte/2024/04/01/ festival-na-praca-do-ferreira-premia-o-mentiroso-do-ano.
O jornal O Povo divulgou o Festival da Mentira, evento tradicional da cidade, que marca a nossa cultura do bom humor. Esse evento acontece embaixo de uma árvore que também faz parte da nossa identidade. É o chamado:
https://www.opovo.com.br/vidaearte/2024/04/01/ festival-na-praca-do-ferreira-premia-o-mentiroso-do-ano.
O jornal O Povo divulgou o Festival da Mentira, evento tradicional da cidade, que marca a nossa cultura do bom humor. Esse evento acontece embaixo de uma árvore que também faz parte da nossa identidade. É o chamado:
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“(...) Antônio Sales, em depoimento posterior, afirmou que
de início se posicionara contra a insistente ideia de Sabino e
Ulisses de se criar um grêmio literário, pois temia que se
fundasse mais uma sociedade como tantas anteriores com
caráter formal de uma academia -mirim, burguesa, retórica e
quase burocrática. Sales queria algo original, um tanto
escandaloso, que sacudisse o nosso meio e tivesse repercussão
lá fora.”
FARIAS, Ailton. História do Ceará. Fortaleza, Armazém da Cultura, 2012, pág. 164-65.
O século XIX em Fortaleza foi caracterizado por movimentações artísticas e literárias. Na última década do século, jovens se reuniram para formar um grêmio literário com críticas aos estrangeirismos, tradição, sendo antecessores da Semana de Arte Moderna em 30 anos. Estamos falando da:
FARIAS, Ailton. História do Ceará. Fortaleza, Armazém da Cultura, 2012, pág. 164-65.
O século XIX em Fortaleza foi caracterizado por movimentações artísticas e literárias. Na última década do século, jovens se reuniram para formar um grêmio literário com críticas aos estrangeirismos, tradição, sendo antecessores da Semana de Arte Moderna em 30 anos. Estamos falando da:
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“Por décadas, uma historiografia mais antiga, do final do
século XX, considerou a atual Barra do (rio) Ceará como local
onde ‘nascera’ a capital cearense, atribuindo o ‘feito’ à Martins
Soares Moreno e ao Forte de São Sebastião – daí, inclusive, o
porquê no livro Iracema (1865), de Jose de Alencar, a referência
ao ‘Guerreiro Branco’ Martim, cujas relações com a índia teria
dado origem ao povo cearense”.
FARIAS, Ailton. História do Ceará. Fortaleza, Armazém da Cultura, 2012, pág. 26.
A discussão em torno do local onde nascera Fortaleza foi questionada em 1965, pelo historiador Raimundo Girão, que atribuiu como marco inicial o:
FARIAS, Ailton. História do Ceará. Fortaleza, Armazém da Cultura, 2012, pág. 26.
A discussão em torno do local onde nascera Fortaleza foi questionada em 1965, pelo historiador Raimundo Girão, que atribuiu como marco inicial o:
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“São intensos os debates acerca dos pressupostos de uma
apreensão objetiva dos acontecimentos vividos no calor do
momento, de um presente que envolve emocionalmente quem
o analisa e que constitui, por essa razão, uma história
descartada por muitos historiadores.”
BITTENCOURT, Circe Maria Fernandes. Ensino de História: Fundamentos e métodos. São Paulo; Cortez: 2008, pág. 151.
Bittencourt nos coloca a discussão sobre um método de pesquisa da História. Ela se refere à:
BITTENCOURT, Circe Maria Fernandes. Ensino de História: Fundamentos e métodos. São Paulo; Cortez: 2008, pág. 151.
Bittencourt nos coloca a discussão sobre um método de pesquisa da História. Ela se refere à:
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“O tempo dos historiadores, portanto, é sempre um tempo
humano. Ele não é o tempo dos físicos dos astrônomos.
Tampouco é o tempo dos calendários ou mera cronologia, ainda
que destes modos de situar o tempo objetivamente o
historiador precise se valer no decorrer de suas narrativas e
análises historiográficas.”
BARROS. José D’ Assunção. O tempo dos historiadores. Petrópolis, RJ; Vozes, 2013, págs. 14-15.
Na citação acima, Barros conceitua o tempo dos historiadores. Para pensar o tempo histórico precisamos ainda de conceitos auxiliares da História. Estamos nos referindo à:
BARROS. José D’ Assunção. O tempo dos historiadores. Petrópolis, RJ; Vozes, 2013, págs. 14-15.
Na citação acima, Barros conceitua o tempo dos historiadores. Para pensar o tempo histórico precisamos ainda de conceitos auxiliares da História. Estamos nos referindo à:
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Com o avanço das técnicas arqueológicas, a paleontologia
tem contribuído muito para a construção historiográfica das
cidades onde foram encontrados fosseis raros evidenciando a
existência de vida pré-Histórica e indígena bem anterior à
colonização europeia, indicando marcos históricos antes da
invenção da escrita. Os sítios arqueológicos são preservados
pelo governo do Estado na construção de museus nos
municípios fomentando a história local.
https://alascaconsultoria.blog/2019/07/19/novosestudos-arqueologicos-no-ceara-e-piaui/
Nessa perspectiva, podemos considerar os dois museus:
https://alascaconsultoria.blog/2019/07/19/novosestudos-arqueologicos-no-ceara-e-piaui/
Nessa perspectiva, podemos considerar os dois museus:
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“No século XIX há um amplo desenvolvimento das forças
produtivas que não deixou de repercutir na cultura, na ciência e
na filosofia e, portanto, nos estudos sobre história. Novas
correntes de pensamento buscavam dar forma racional às
transformações ininterruptas que aconteciam.”
COSTA, Frederico Costa Ferreira. BARROS, Franscisco Sylvio de Oliveira. História no ensino Fundamental. SATE/UECE, 2012, pág. 14.
A citação acima se refere às correntes de pensamento que são:
COSTA, Frederico Costa Ferreira. BARROS, Franscisco Sylvio de Oliveira. História no ensino Fundamental. SATE/UECE, 2012, pág. 14.
A citação acima se refere às correntes de pensamento que são:
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“Tradicionalmente se chama de “pré-história” o período que
antecede a invenção da escrita. Ora, essa definição é muito
frágil - será que uma pintura numa pedra, uma lenda, uma
inscrição qualquer etc. não servem também como fontes
históricas? Claro que sim. Entendemos que homem é um ser
histórico; onde há presença humana há História. Assim, o
homem faz história desde quando surgiu na terra e não apenas
quando inventou a escrita.”
FARIAS, Ailton. História do Ceará. Fortaleza, Armazém da Cultura, 2012, pág. 14.
Na citação acima, temos o antigo conceito de pré-história e a sua contestação conceitual. Com base nesses elementos podemos considerar que:
FARIAS, Ailton. História do Ceará. Fortaleza, Armazém da Cultura, 2012, pág. 14.
Na citação acima, temos o antigo conceito de pré-história e a sua contestação conceitual. Com base nesses elementos podemos considerar que:
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