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3894325 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE

Rousseau nos apresenta um processo formativo para seu aluno fictício Emílio, desde o seu

nascimento até o ingresso adulto na sociedade. O que devemos ressalvar é que a construção do caráter se

inicia na infância e, na adolescência, ele será aprimorado. Aqui o educando deverá aprender a discernir entre o

bem e o mal, o certo e o errado, sempre auxiliado pelo seu preceptor, que, aliás, é imprescindível para que

haja um crescimento pessoal, intelectual e moral do aluno.

O genebrino pensou um projeto de educação que fizesse com que as pessoas pudessem

reconstruir sua identidade, preparando um ser humano que pudesse pensar e agir por conta própria, sem ser

levado pelo pensamento de outrem ou corrompido por uma sociedade artificializada que rege as relações

humanas.

O papel da educação, segundo Rousseau (2004), é contribuir para o crescimento e melhoria das

pessoas, e esta educação começa na família e na escola, para que, a partir da convivência e interação com o

outro, o sujeito possa conviver em sociedade aprendendo a distinguir entre o certo e o errado. Apesar de

muitas de suas ideias ainda não serem bem aceitas na pedagogia atual, Emílio ainda serve como referência

para a formação do “[...] respeito pelo outro, como princípio da sociabilidade moral entre os seres humanos”

(POKOJESKI, 2009, p. 14).

O que o genebrino almeja é um aluno que possua um coração bom, coberto por uma

personalidade formada e amadurecida junto com seu educador; alguém que apresente em sua essência uma

liberdade intelectual, moral e social. Para Rousseau (2004), a criança nessa idade tem um corpo sadio, os

membros ágeis, o espírito justo e sem preconceitos, o coração livre e sem paixões que não perturba ninguém,

vive feliz e livre por meio do que a natureza lhe ofereceu. Portanto, questiona o filósofo: “[...] achais que uma

criança que chegou assim aos quinze anos tenha perdido os anos precedentes?” (ROUSSEAU, 2004, p. 283).

ROMANI, Simone; RAJOBAC, Raimundo. Iluminismo pedagógico: educação e adolescência no Livro III do Emílio de Rousseau. Revista Espaço Acadêmico. Maringá, n. 125, out., 2011, p. 109.

No trecho “uma criança que chegou assim aos quinze anos tenha perdido os anos precedentes” (l. 20 e 21), a forma verbal em destaque está flexionada no pretérito:
 

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3894324 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE

Rousseau nos apresenta um processo formativo para seu aluno fictício Emílio, desde o seu

nascimento até o ingresso adulto na sociedade. O que devemos ressalvar é que a construção do caráter se

inicia na infância e, na adolescência, ele será aprimorado. Aqui o educando deverá aprender a discernir entre o

bem e o mal, o certo e o errado, sempre auxiliado pelo seu preceptor, que, aliás, é imprescindível para que

haja um crescimento pessoal, intelectual e moral do aluno.

O genebrino pensou um projeto de educação que fizesse com que as pessoas pudessem

reconstruir sua identidade, preparando um ser humano que pudesse pensar e agir por conta própria, sem ser

levado pelo pensamento de outrem ou corrompido por uma sociedade artificializada que rege as relações

humanas.

O papel da educação, segundo Rousseau (2004), é contribuir para o crescimento e melhoria das

pessoas, e esta educação começa na família e na escola, para que, a partir da convivência e interação com o

outro, o sujeito possa conviver em sociedade aprendendo a distinguir entre o certo e o errado. Apesar de

muitas de suas ideias ainda não serem bem aceitas na pedagogia atual, Emílio ainda serve como referência

para a formação do “[...] respeito pelo outro, como princípio da sociabilidade moral entre os seres humanos”

(POKOJESKI, 2009, p. 14).

O que o genebrino almeja é um aluno que possua um coração bom, coberto por uma

personalidade formada e amadurecida junto com seu educador; alguém que apresente em sua essência uma

liberdade intelectual, moral e social. Para Rousseau (2004), a criança nessa idade tem um corpo sadio, os

membros ágeis, o espírito justo e sem preconceitos, o coração livre e sem paixões que não perturba ninguém,

vive feliz e livre por meio do que a natureza lhe ofereceu. Portanto, questiona o filósofo: “[...] achais que uma

criança que chegou assim aos quinze anos tenha perdido os anos precedentes?” (ROUSSEAU, 2004, p. 283).

ROMANI, Simone; RAJOBAC, Raimundo. Iluminismo pedagógico: educação e adolescência no Livro III do Emílio de Rousseau. Revista Espaço Acadêmico. Maringá, n. 125, out., 2011, p. 109.

Deve-se tomar como base o primeiro parágrafo, a fim de marcar a afirmação cujo conteúdo está CORRETO com relação à classificação das palavras.
 

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3894323 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE

Rousseau nos apresenta um processo formativo para seu aluno fictício Emílio, desde o seu

nascimento até o ingresso adulto na sociedade. O que devemos ressalvar é que a construção do caráter se

inicia na infância e, na adolescência, ele será aprimorado. Aqui o educando deverá aprender a discernir entre o

bem e o mal, o certo e o errado, sempre auxiliado pelo seu preceptor, que, aliás, é imprescindível para que

haja um crescimento pessoal, intelectual e moral do aluno.

O genebrino pensou um projeto de educação que fizesse com que as pessoas pudessem

reconstruir sua identidade, preparando um ser humano que pudesse pensar e agir por conta própria, sem ser

levado pelo pensamento de outrem ou corrompido por uma sociedade artificializada que rege as relações

humanas.

O papel da educação, segundo Rousseau (2004), é contribuir para o crescimento e melhoria das

pessoas, e esta educação começa na família e na escola, para que, a partir da convivência e interação com o

outro, o sujeito possa conviver em sociedade aprendendo a distinguir entre o certo e o errado. Apesar de

muitas de suas ideias ainda não serem bem aceitas na pedagogia atual, Emílio ainda serve como referência

para a formação do “[...] respeito pelo outro, como princípio da sociabilidade moral entre os seres humanos”

(POKOJESKI, 2009, p. 14).

O que o genebrino almeja é um aluno que possua um coração bom, coberto por uma

personalidade formada e amadurecida junto com seu educador; alguém que apresente em sua essência uma

liberdade intelectual, moral e social. Para Rousseau (2004), a criança nessa idade tem um corpo sadio, os

membros ágeis, o espírito justo e sem preconceitos, o coração livre e sem paixões que não perturba ninguém,

vive feliz e livre por meio do que a natureza lhe ofereceu. Portanto, questiona o filósofo: “[...] achais que uma

criança que chegou assim aos quinze anos tenha perdido os anos precedentes?” (ROUSSEAU, 2004, p. 283).

ROMANI, Simone; RAJOBAC, Raimundo. Iluminismo pedagógico: educação e adolescência no Livro III do Emílio de Rousseau. Revista Espaço Acadêmico. Maringá, n. 125, out., 2011, p. 109.

Qual alternativa contém CORREÇÃO relativa aos elementos que compõem cada palavra?
 

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3894322 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE

Rousseau nos apresenta um processo formativo para seu aluno fictício Emílio, desde o seu

nascimento até o ingresso adulto na sociedade. O que devemos ressalvar é que a construção do caráter se

inicia na infância e, na adolescência, ele será aprimorado. Aqui o educando deverá aprender a discernir entre o

bem e o mal, o certo e o errado, sempre auxiliado pelo seu preceptor, que, aliás, é imprescindível para que

haja um crescimento pessoal, intelectual e moral do aluno.

O genebrino pensou um projeto de educação que fizesse com que as pessoas pudessem

reconstruir sua identidade, preparando um ser humano que pudesse pensar e agir por conta própria, sem ser

levado pelo pensamento de outrem ou corrompido por uma sociedade artificializada que rege as relações

humanas.

O papel da educação, segundo Rousseau (2004), é contribuir para o crescimento e melhoria das

pessoas, e esta educação começa na família e na escola, para que, a partir da convivência e interação com o

outro, o sujeito possa conviver em sociedade aprendendo a distinguir entre o certo e o errado. Apesar de

muitas de suas ideias ainda não serem bem aceitas na pedagogia atual, Emílio ainda serve como referência

para a formação do “[...] respeito pelo outro, como princípio da sociabilidade moral entre os seres humanos”

(POKOJESKI, 2009, p. 14).

O que o genebrino almeja é um aluno que possua um coração bom, coberto por uma

personalidade formada e amadurecida junto com seu educador; alguém que apresente em sua essência uma

liberdade intelectual, moral e social. Para Rousseau (2004), a criança nessa idade tem um corpo sadio, os

membros ágeis, o espírito justo e sem preconceitos, o coração livre e sem paixões que não perturba ninguém,

vive feliz e livre por meio do que a natureza lhe ofereceu. Portanto, questiona o filósofo: “[...] achais que uma

criança que chegou assim aos quinze anos tenha perdido os anos precedentes?” (ROUSSEAU, 2004, p. 283).

ROMANI, Simone; RAJOBAC, Raimundo. Iluminismo pedagógico: educação e adolescência no Livro III do Emílio de Rousseau. Revista Espaço Acadêmico. Maringá, n. 125, out., 2011, p. 109.

A respeito deste excerto “Aqui o educando deverá aprender a discernir entre o bem e o mal, o certo e o errado, sempre auxiliado pelo seu preceptor, que, aliás, é imprescindível para que haja um crescimento pessoal, intelectual e moral do aluno (l. 03, 04 e 05) e dos elementos estruturais das palavras, assinale a alternativa cujo teor está CORRETO.
 

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3894321 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
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Rousseau nos apresenta um processo formativo para seu aluno fictício Emílio, desde o seu

nascimento até o ingresso adulto na sociedade. O que devemos ressalvar é que a construção do caráter se

inicia na infância e, na adolescência, ele será aprimorado. Aqui o educando deverá aprender a discernir entre o

bem e o mal, o certo e o errado, sempre auxiliado pelo seu preceptor, que, aliás, é imprescindível para que

haja um crescimento pessoal, intelectual e moral do aluno.

O genebrino pensou um projeto de educação que fizesse com que as pessoas pudessem

reconstruir sua identidade, preparando um ser humano que pudesse pensar e agir por conta própria, sem ser

levado pelo pensamento de outrem ou corrompido por uma sociedade artificializada que rege as relações

humanas.

O papel da educação, segundo Rousseau (2004), é contribuir para o crescimento e melhoria das

pessoas, e esta educação começa na família e na escola, para que, a partir da convivência e interação com o

outro, o sujeito possa conviver em sociedade aprendendo a distinguir entre o certo e o errado. Apesar de

muitas de suas ideias ainda não serem bem aceitas na pedagogia atual, Emílio ainda serve como referência

para a formação do “[...] respeito pelo outro, como princípio da sociabilidade moral entre os seres humanos”

(POKOJESKI, 2009, p. 14).

O que o genebrino almeja é um aluno que possua um coração bom, coberto por uma

personalidade formada e amadurecida junto com seu educador; alguém que apresente em sua essência uma

liberdade intelectual, moral e social. Para Rousseau (2004), a criança nessa idade tem um corpo sadio, os

membros ágeis, o espírito justo e sem preconceitos, o coração livre e sem paixões que não perturba ninguém,

vive feliz e livre por meio do que a natureza lhe ofereceu. Portanto, questiona o filósofo: “[...] achais que uma

criança que chegou assim aos quinze anos tenha perdido os anos precedentes?” (ROUSSEAU, 2004, p. 283).

ROMANI, Simone; RAJOBAC, Raimundo. Iluminismo pedagógico: educação e adolescência no Livro III do Emílio de Rousseau. Revista Espaço Acadêmico. Maringá, n. 125, out., 2011, p. 109.

A palavra “ressalvar” (l. 02), com base no AOLP 199012, apresenta essa forma ortográfica tendo em vista que:
12Op. cit., p. 26.
 

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3894320 Ano: 2025
Disciplina: Português
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Rousseau nos apresenta um processo formativo para seu aluno fictício Emílio, desde o seu

nascimento até o ingresso adulto na sociedade. O que devemos ressalvar é que a construção do caráter se

inicia na infância e, na adolescência, ele será aprimorado. Aqui o educando deverá aprender a discernir entre o

bem e o mal, o certo e o errado, sempre auxiliado pelo seu preceptor, que, aliás, é imprescindível para que

haja um crescimento pessoal, intelectual e moral do aluno.

O genebrino pensou um projeto de educação que fizesse com que as pessoas pudessem

reconstruir sua identidade, preparando um ser humano que pudesse pensar e agir por conta própria, sem ser

levado pelo pensamento de outrem ou corrompido por uma sociedade artificializada que rege as relações

humanas.

O papel da educação, segundo Rousseau (2004), é contribuir para o crescimento e melhoria das

pessoas, e esta educação começa na família e na escola, para que, a partir da convivência e interação com o

outro, o sujeito possa conviver em sociedade aprendendo a distinguir entre o certo e o errado. Apesar de

muitas de suas ideias ainda não serem bem aceitas na pedagogia atual, Emílio ainda serve como referência

para a formação do “[...] respeito pelo outro, como princípio da sociabilidade moral entre os seres humanos”

(POKOJESKI, 2009, p. 14).

O que o genebrino almeja é um aluno que possua um coração bom, coberto por uma

personalidade formada e amadurecida junto com seu educador; alguém que apresente em sua essência uma

liberdade intelectual, moral e social. Para Rousseau (2004), a criança nessa idade tem um corpo sadio, os

membros ágeis, o espírito justo e sem preconceitos, o coração livre e sem paixões que não perturba ninguém,

vive feliz e livre por meio do que a natureza lhe ofereceu. Portanto, questiona o filósofo: “[...] achais que uma

criança que chegou assim aos quinze anos tenha perdido os anos precedentes?” (ROUSSEAU, 2004, p. 283).

ROMANI, Simone; RAJOBAC, Raimundo. Iluminismo pedagógico: educação e adolescência no Livro III do Emílio de Rousseau. Revista Espaço Acadêmico. Maringá, n. 125, out., 2011, p. 109.

No tocante à acentuação gráfica da forma verbal “é” (l. 16), por exemplo, o AOLP 199011 prescreve o seguinte: “BASE VIII – Da acentuação gráfica das palavras oxítonas - 1o) Acentuam-se com acento agudo: a) As palavras oxítonas terminadas nas vogais tónicas/tônicas abertas grafadas -a, -e ou -o, seguidas ou não de -s: está, estás, já, olá; até, é, és, olé, pontapé(s); avó(s), dominó(s), paletó(s), só(s)”. A rigor, tal forma verbal NÃO deveria ser enquadrada nessa regra, porque:
11Acordo ortográfico da língua portuguesa: atos internacionais e normas correlatas. – 2. ed. – Brasília: Senado Federal, Coordenação de Edições Técnicas, 2014, p. 19.
 

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3894319 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE

Rousseau nos apresenta um processo formativo para seu aluno fictício Emílio, desde o seu

nascimento até o ingresso adulto na sociedade. O que devemos ressalvar é que a construção do caráter se

inicia na infância e, na adolescência, ele será aprimorado. Aqui o educando deverá aprender a discernir entre o

bem e o mal, o certo e o errado, sempre auxiliado pelo seu preceptor, que, aliás, é imprescindível para que

haja um crescimento pessoal, intelectual e moral do aluno.

O genebrino pensou um projeto de educação que fizesse com que as pessoas pudessem

reconstruir sua identidade, preparando um ser humano que pudesse pensar e agir por conta própria, sem ser

levado pelo pensamento de outrem ou corrompido por uma sociedade artificializada que rege as relações

humanas.

O papel da educação, segundo Rousseau (2004), é contribuir para o crescimento e melhoria das

pessoas, e esta educação começa na família e na escola, para que, a partir da convivência e interação com o

outro, o sujeito possa conviver em sociedade aprendendo a distinguir entre o certo e o errado. Apesar de

muitas de suas ideias ainda não serem bem aceitas na pedagogia atual, Emílio ainda serve como referência

para a formação do “[...] respeito pelo outro, como princípio da sociabilidade moral entre os seres humanos”

(POKOJESKI, 2009, p. 14).

O que o genebrino almeja é um aluno que possua um coração bom, coberto por uma

personalidade formada e amadurecida junto com seu educador; alguém que apresente em sua essência uma

liberdade intelectual, moral e social. Para Rousseau (2004), a criança nessa idade tem um corpo sadio, os

membros ágeis, o espírito justo e sem preconceitos, o coração livre e sem paixões que não perturba ninguém,

vive feliz e livre por meio do que a natureza lhe ofereceu. Portanto, questiona o filósofo: “[...] achais que uma

criança que chegou assim aos quinze anos tenha perdido os anos precedentes?” (ROUSSEAU, 2004, p. 283).

ROMANI, Simone; RAJOBAC, Raimundo. Iluminismo pedagógico: educação e adolescência no Livro III do Emílio de Rousseau. Revista Espaço Acadêmico. Maringá, n. 125, out., 2011, p. 109.

Em relação aos encontros vocálicos e consonânticos e aos dígrafos constantes da citação direta do último parágrafo, indique a asserção cujo teor apresenta a devida CORREÇÃO.
 

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3894318 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE

Rousseau nos apresenta um processo formativo para seu aluno fictício Emílio, desde o seu

nascimento até o ingresso adulto na sociedade. O que devemos ressalvar é que a construção do caráter se

inicia na infância e, na adolescência, ele será aprimorado. Aqui o educando deverá aprender a discernir entre o

bem e o mal, o certo e o errado, sempre auxiliado pelo seu preceptor, que, aliás, é imprescindível para que

haja um crescimento pessoal, intelectual e moral do aluno.

O genebrino pensou um projeto de educação que fizesse com que as pessoas pudessem

reconstruir sua identidade, preparando um ser humano que pudesse pensar e agir por conta própria, sem ser

levado pelo pensamento de outrem ou corrompido por uma sociedade artificializada que rege as relações

humanas.

O papel da educação, segundo Rousseau (2004), é contribuir para o crescimento e melhoria das

pessoas, e esta educação começa na família e na escola, para que, a partir da convivência e interação com o

outro, o sujeito possa conviver em sociedade aprendendo a distinguir entre o certo e o errado. Apesar de

muitas de suas ideias ainda não serem bem aceitas na pedagogia atual, Emílio ainda serve como referência

para a formação do “[...] respeito pelo outro, como princípio da sociabilidade moral entre os seres humanos”

(POKOJESKI, 2009, p. 14).

O que o genebrino almeja é um aluno que possua um coração bom, coberto por uma

personalidade formada e amadurecida junto com seu educador; alguém que apresente em sua essência uma

liberdade intelectual, moral e social. Para Rousseau (2004), a criança nessa idade tem um corpo sadio, os

membros ágeis, o espírito justo e sem preconceitos, o coração livre e sem paixões que não perturba ninguém,

vive feliz e livre por meio do que a natureza lhe ofereceu. Portanto, questiona o filósofo: “[...] achais que uma

criança que chegou assim aos quinze anos tenha perdido os anos precedentes?” (ROUSSEAU, 2004, p. 283).

ROMANI, Simone; RAJOBAC, Raimundo. Iluminismo pedagógico: educação e adolescência no Livro III do Emílio de Rousseau. Revista Espaço Acadêmico. Maringá, n. 125, out., 2011, p. 109.

Em “Rousseau nos apresenta um processo formativo para seu aluno fictício Emílio, desde o seu nascimento até o ingresso adulto na sociedade (l. 01 e 02), quanto às palavras sublinhadas, é CORRETO afirmar que:
 

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3894317 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
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Rousseau nos apresenta um processo formativo para seu aluno fictício Emílio, desde o seu

nascimento até o ingresso adulto na sociedade. O que devemos ressalvar é que a construção do caráter se

inicia na infância e, na adolescência, ele será aprimorado. Aqui o educando deverá aprender a discernir entre o

bem e o mal, o certo e o errado, sempre auxiliado pelo seu preceptor, que, aliás, é imprescindível para que

haja um crescimento pessoal, intelectual e moral do aluno.

O genebrino pensou um projeto de educação que fizesse com que as pessoas pudessem

reconstruir sua identidade, preparando um ser humano que pudesse pensar e agir por conta própria, sem ser

levado pelo pensamento de outrem ou corrompido por uma sociedade artificializada que rege as relações

humanas.

O papel da educação, segundo Rousseau (2004), é contribuir para o crescimento e melhoria das

pessoas, e esta educação começa na família e na escola, para que, a partir da convivência e interação com o

outro, o sujeito possa conviver em sociedade aprendendo a distinguir entre o certo e o errado. Apesar de

muitas de suas ideias ainda não serem bem aceitas na pedagogia atual, Emílio ainda serve como referência

para a formação do “[...] respeito pelo outro, como princípio da sociabilidade moral entre os seres humanos”

(POKOJESKI, 2009, p. 14).

O que o genebrino almeja é um aluno que possua um coração bom, coberto por uma

personalidade formada e amadurecida junto com seu educador; alguém que apresente em sua essência uma

liberdade intelectual, moral e social. Para Rousseau (2004), a criança nessa idade tem um corpo sadio, os

membros ágeis, o espírito justo e sem preconceitos, o coração livre e sem paixões que não perturba ninguém,

vive feliz e livre por meio do que a natureza lhe ofereceu. Portanto, questiona o filósofo: “[...] achais que uma

criança que chegou assim aos quinze anos tenha perdido os anos precedentes?” (ROUSSEAU, 2004, p. 283).

ROMANI, Simone; RAJOBAC, Raimundo. Iluminismo pedagógico: educação e adolescência no Livro III do Emílio de Rousseau. Revista Espaço Acadêmico. Maringá, n. 125, out., 2011, p. 109.

Levando-se em consideração os princípios ortoépicos, em qual trecho existe consoante constritivo-fricativo-palatal-surda?
 

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3894316 Ano: 2025
Disciplina: Pedagogia
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nascimento até o ingresso adulto na sociedade. O que devemos ressalvar é que a construção do caráter se

inicia na infância e, na adolescência, ele será aprimorado. Aqui o educando deverá aprender a discernir entre o

bem e o mal, o certo e o errado, sempre auxiliado pelo seu preceptor, que, aliás, é imprescindível para que

haja um crescimento pessoal, intelectual e moral do aluno.

O genebrino pensou um projeto de educação que fizesse com que as pessoas pudessem

reconstruir sua identidade, preparando um ser humano que pudesse pensar e agir por conta própria, sem ser

levado pelo pensamento de outrem ou corrompido por uma sociedade artificializada que rege as relações

humanas.

O papel da educação, segundo Rousseau (2004), é contribuir para o crescimento e melhoria das

pessoas, e esta educação começa na família e na escola, para que, a partir da convivência e interação com o

outro, o sujeito possa conviver em sociedade aprendendo a distinguir entre o certo e o errado. Apesar de

muitas de suas ideias ainda não serem bem aceitas na pedagogia atual, Emílio ainda serve como referência

para a formação do “[...] respeito pelo outro, como princípio da sociabilidade moral entre os seres humanos”

(POKOJESKI, 2009, p. 14).

O que o genebrino almeja é um aluno que possua um coração bom, coberto por uma

personalidade formada e amadurecida junto com seu educador; alguém que apresente em sua essência uma

liberdade intelectual, moral e social. Para Rousseau (2004), a criança nessa idade tem um corpo sadio, os

membros ágeis, o espírito justo e sem preconceitos, o coração livre e sem paixões que não perturba ninguém,

vive feliz e livre por meio do que a natureza lhe ofereceu. Portanto, questiona o filósofo: “[...] achais que uma

criança que chegou assim aos quinze anos tenha perdido os anos precedentes?” (ROUSSEAU, 2004, p. 283).

ROMANI, Simone; RAJOBAC, Raimundo. Iluminismo pedagógico: educação e adolescência no Livro III do Emílio de Rousseau. Revista Espaço Acadêmico. Maringá, n. 125, out., 2011, p. 109.

Considerado este fragmento do texto “esta educação começa na família e na escola, para que, a partir da convivência e interação com o outro, o sujeito possa conviver em sociedade aprendendo a distinguir entre o certo e o errado” (l. 11 e 12), qual item, entre os itens listados abaixo e extraídos dos PCN10, tem relação direta com o teor desse trecho?
10Op. cit., p. 7-8.
 

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