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13Op. cit., p. 90. 14Op. cit., p. 474-475.
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Rousseau nos apresenta um processo formativo para seu aluno fictício Emílio, desde o seu
nascimento até o ingresso adulto na sociedade. O que devemos ressalvar é que a construção do caráter se
inicia na infância e, na adolescência, ele será aprimorado. Aqui o educando deverá aprender a discernir entre o
bem e o mal, o certo e o errado, sempre auxiliado pelo seu preceptor, que, aliás, é imprescindível para que
haja um crescimento pessoal, intelectual e moral do aluno.
O genebrino pensou um projeto de educação que fizesse com que as pessoas pudessem
reconstruir sua identidade, preparando um ser humano que pudesse pensar e agir por conta própria, sem ser
levado pelo pensamento de outrem ou corrompido por uma sociedade artificializada que rege as relações
humanas.
O papel da educação, segundo Rousseau (2004), é contribuir para o crescimento e melhoria das
pessoas, e esta educação começa na família e na escola, para que, a partir da convivência e interação com o
outro, o sujeito possa conviver em sociedade aprendendo a distinguir entre o certo e o errado. Apesar de
muitas de suas ideias ainda não serem bem aceitas na pedagogia atual, Emílio ainda serve como referência
para a formação do “[...] respeito pelo outro, como princípio da sociabilidade moral entre os seres humanos”
(POKOJESKI, 2009, p. 14).
O que o genebrino almeja é um aluno que possua um coração bom, coberto por uma
personalidade formada e amadurecida junto com seu educador; alguém que apresente em sua essência uma
liberdade intelectual, moral e social. Para Rousseau (2004), a criança nessa idade tem um corpo sadio, os
membros ágeis, o espírito justo e sem preconceitos, o coração livre e sem paixões que não perturba ninguém,
vive feliz e livre por meio do que a natureza lhe ofereceu. Portanto, questiona o filósofo: “[...] achais que uma
criança que chegou assim aos quinze anos tenha perdido os anos precedentes?” (ROUSSEAU, 2004, p. 283).
ROMANI, Simone; RAJOBAC, Raimundo. Iluminismo pedagógico: educação e adolescência no Livro III do Emílio de Rousseau. Revista Espaço Acadêmico. Maringá, n. 125, out., 2011, p. 109.
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Rousseau nos apresenta um processo formativo para seu aluno fictício Emílio, desde o seu
nascimento até o ingresso adulto na sociedade. O que devemos ressalvar é que a construção do caráter se
inicia na infância e, na adolescência, ele será aprimorado. Aqui o educando deverá aprender a discernir entre o
bem e o mal, o certo e o errado, sempre auxiliado pelo seu preceptor, que, aliás, é imprescindível para que
haja um crescimento pessoal, intelectual e moral do aluno.
O genebrino pensou um projeto de educação que fizesse com que as pessoas pudessem
reconstruir sua identidade, preparando um ser humano que pudesse pensar e agir por conta própria, sem ser
levado pelo pensamento de outrem ou corrompido por uma sociedade artificializada que rege as relações
humanas.
O papel da educação, segundo Rousseau (2004), é contribuir para o crescimento e melhoria das
pessoas, e esta educação começa na família e na escola, para que, a partir da convivência e interação com o
outro, o sujeito possa conviver em sociedade aprendendo a distinguir entre o certo e o errado. Apesar de
muitas de suas ideias ainda não serem bem aceitas na pedagogia atual, Emílio ainda serve como referência
para a formação do “[...] respeito pelo outro, como princípio da sociabilidade moral entre os seres humanos”
(POKOJESKI, 2009, p. 14).
O que o genebrino almeja é um aluno que possua um coração bom, coberto por uma
personalidade formada e amadurecida junto com seu educador; alguém que apresente em sua essência uma
liberdade intelectual, moral e social. Para Rousseau (2004), a criança nessa idade tem um corpo sadio, os
membros ágeis, o espírito justo e sem preconceitos, o coração livre e sem paixões que não perturba ninguém,
vive feliz e livre por meio do que a natureza lhe ofereceu. Portanto, questiona o filósofo: “[...] achais que uma
criança que chegou assim aos quinze anos tenha perdido os anos precedentes?” (ROUSSEAU, 2004, p. 283).
ROMANI, Simone; RAJOBAC, Raimundo. Iluminismo pedagógico: educação e adolescência no Livro III do Emílio de Rousseau. Revista Espaço Acadêmico. Maringá, n. 125, out., 2011, p. 109.
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Rousseau nos apresenta um processo formativo para seu aluno fictício Emílio, desde o seu
nascimento até o ingresso adulto na sociedade. O que devemos ressalvar é que a construção do caráter se
inicia na infância e, na adolescência, ele será aprimorado. Aqui o educando deverá aprender a discernir entre o
bem e o mal, o certo e o errado, sempre auxiliado pelo seu preceptor, que, aliás, é imprescindível para que
haja um crescimento pessoal, intelectual e moral do aluno.
O genebrino pensou um projeto de educação que fizesse com que as pessoas pudessem
reconstruir sua identidade, preparando um ser humano que pudesse pensar e agir por conta própria, sem ser
levado pelo pensamento de outrem ou corrompido por uma sociedade artificializada que rege as relações
humanas.
O papel da educação, segundo Rousseau (2004), é contribuir para o crescimento e melhoria das
pessoas, e esta educação começa na família e na escola, para que, a partir da convivência e interação com o
outro, o sujeito possa conviver em sociedade aprendendo a distinguir entre o certo e o errado. Apesar de
muitas de suas ideias ainda não serem bem aceitas na pedagogia atual, Emílio ainda serve como referência
para a formação do “[...] respeito pelo outro, como princípio da sociabilidade moral entre os seres humanos”
(POKOJESKI, 2009, p. 14).
O que o genebrino almeja é um aluno que possua um coração bom, coberto por uma
personalidade formada e amadurecida junto com seu educador; alguém que apresente em sua essência uma
liberdade intelectual, moral e social. Para Rousseau (2004), a criança nessa idade tem um corpo sadio, os
membros ágeis, o espírito justo e sem preconceitos, o coração livre e sem paixões que não perturba ninguém,
vive feliz e livre por meio do que a natureza lhe ofereceu. Portanto, questiona o filósofo: “[...] achais que uma
criança que chegou assim aos quinze anos tenha perdido os anos precedentes?” (ROUSSEAU, 2004, p. 283).
ROMANI, Simone; RAJOBAC, Raimundo. Iluminismo pedagógico: educação e adolescência no Livro III do Emílio de Rousseau. Revista Espaço Acadêmico. Maringá, n. 125, out., 2011, p. 109.
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Rousseau nos apresenta um processo formativo para seu aluno fictício Emílio, desde o seu
nascimento até o ingresso adulto na sociedade. O que devemos ressalvar é que a construção do caráter se
inicia na infância e, na adolescência, ele será aprimorado. Aqui o educando deverá aprender a discernir entre o
bem e o mal, o certo e o errado, sempre auxiliado pelo seu preceptor, que, aliás, é imprescindível para que
haja um crescimento pessoal, intelectual e moral do aluno.
O genebrino pensou um projeto de educação que fizesse com que as pessoas pudessem
reconstruir sua identidade, preparando um ser humano que pudesse pensar e agir por conta própria, sem ser
levado pelo pensamento de outrem ou corrompido por uma sociedade artificializada que rege as relações
humanas.
O papel da educação, segundo Rousseau (2004), é contribuir para o crescimento e melhoria das
pessoas, e esta educação começa na família e na escola, para que, a partir da convivência e interação com o
outro, o sujeito possa conviver em sociedade aprendendo a distinguir entre o certo e o errado. Apesar de
muitas de suas ideias ainda não serem bem aceitas na pedagogia atual, Emílio ainda serve como referência
para a formação do “[...] respeito pelo outro, como princípio da sociabilidade moral entre os seres humanos”
(POKOJESKI, 2009, p. 14).
O que o genebrino almeja é um aluno que possua um coração bom, coberto por uma
personalidade formada e amadurecida junto com seu educador; alguém que apresente em sua essência uma
liberdade intelectual, moral e social. Para Rousseau (2004), a criança nessa idade tem um corpo sadio, os
membros ágeis, o espírito justo e sem preconceitos, o coração livre e sem paixões que não perturba ninguém,
vive feliz e livre por meio do que a natureza lhe ofereceu. Portanto, questiona o filósofo: “[...] achais que uma
criança que chegou assim aos quinze anos tenha perdido os anos precedentes?” (ROUSSEAU, 2004, p. 283).
ROMANI, Simone; RAJOBAC, Raimundo. Iluminismo pedagógico: educação e adolescência no Livro III do Emílio de Rousseau. Revista Espaço Acadêmico. Maringá, n. 125, out., 2011, p. 109.
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nascimento até o ingresso adulto na sociedade. O que devemos ressalvar é que a construção do caráter se
inicia na infância e, na adolescência, ele será aprimorado. Aqui o educando deverá aprender a discernir entre o
bem e o mal, o certo e o errado, sempre auxiliado pelo seu preceptor, que, aliás, é imprescindível para que
haja um crescimento pessoal, intelectual e moral do aluno.
O genebrino pensou um projeto de educação que fizesse com que as pessoas pudessem
reconstruir sua identidade, preparando um ser humano que pudesse pensar e agir por conta própria, sem ser
levado pelo pensamento de outrem ou corrompido por uma sociedade artificializada que rege as relações
humanas.
O papel da educação, segundo Rousseau (2004), é contribuir para o crescimento e melhoria das
pessoas, e esta educação começa na família e na escola, para que, a partir da convivência e interação com o
outro, o sujeito possa conviver em sociedade aprendendo a distinguir entre o certo e o errado. Apesar de
muitas de suas ideias ainda não serem bem aceitas na pedagogia atual, Emílio ainda serve como referência
para a formação do “[...] respeito pelo outro, como princípio da sociabilidade moral entre os seres humanos”
(POKOJESKI, 2009, p. 14).
O que o genebrino almeja é um aluno que possua um coração bom, coberto por uma
personalidade formada e amadurecida junto com seu educador; alguém que apresente em sua essência uma
liberdade intelectual, moral e social. Para Rousseau (2004), a criança nessa idade tem um corpo sadio, os
membros ágeis, o espírito justo e sem preconceitos, o coração livre e sem paixões que não perturba ninguém,
vive feliz e livre por meio do que a natureza lhe ofereceu. Portanto, questiona o filósofo: “[...] achais que uma
criança que chegou assim aos quinze anos tenha perdido os anos precedentes?” (ROUSSEAU, 2004, p. 283).
ROMANI, Simone; RAJOBAC, Raimundo. Iluminismo pedagógico: educação e adolescência no Livro III do Emílio de Rousseau. Revista Espaço Acadêmico. Maringá, n. 125, out., 2011, p. 109.
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Rousseau nos apresenta um processo formativo para seu aluno fictício Emílio, desde o seu
nascimento até o ingresso adulto na sociedade. O que devemos ressalvar é que a construção do caráter se
inicia na infância e, na adolescência, ele será aprimorado. Aqui o educando deverá aprender a discernir entre o
bem e o mal, o certo e o errado, sempre auxiliado pelo seu preceptor, que, aliás, é imprescindível para que
haja um crescimento pessoal, intelectual e moral do aluno.
O genebrino pensou um projeto de educação que fizesse com que as pessoas pudessem
reconstruir sua identidade, preparando um ser humano que pudesse pensar e agir por conta própria, sem ser
levado pelo pensamento de outrem ou corrompido por uma sociedade artificializada que rege as relações
humanas.
O papel da educação, segundo Rousseau (2004), é contribuir para o crescimento e melhoria das
pessoas, e esta educação começa na família e na escola, para que, a partir da convivência e interação com o
outro, o sujeito possa conviver em sociedade aprendendo a distinguir entre o certo e o errado. Apesar de
muitas de suas ideias ainda não serem bem aceitas na pedagogia atual, Emílio ainda serve como referência
para a formação do “[...] respeito pelo outro, como princípio da sociabilidade moral entre os seres humanos”
(POKOJESKI, 2009, p. 14).
O que o genebrino almeja é um aluno que possua um coração bom, coberto por uma
personalidade formada e amadurecida junto com seu educador; alguém que apresente em sua essência uma
liberdade intelectual, moral e social. Para Rousseau (2004), a criança nessa idade tem um corpo sadio, os
membros ágeis, o espírito justo e sem preconceitos, o coração livre e sem paixões que não perturba ninguém,
vive feliz e livre por meio do que a natureza lhe ofereceu. Portanto, questiona o filósofo: “[...] achais que uma
criança que chegou assim aos quinze anos tenha perdido os anos precedentes?” (ROUSSEAU, 2004, p. 283).
ROMANI, Simone; RAJOBAC, Raimundo. Iluminismo pedagógico: educação e adolescência no Livro III do Emílio de Rousseau. Revista Espaço Acadêmico. Maringá, n. 125, out., 2011, p. 109.
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nascimento até o ingresso adulto na sociedade. O que devemos ressalvar é que a construção do caráter se
inicia na infância e, na adolescência, ele será aprimorado. Aqui o educando deverá aprender a discernir entre o
bem e o mal, o certo e o errado, sempre auxiliado pelo seu preceptor, que, aliás, é imprescindível para que
haja um crescimento pessoal, intelectual e moral do aluno.
O genebrino pensou um projeto de educação que fizesse com que as pessoas pudessem
reconstruir sua identidade, preparando um ser humano que pudesse pensar e agir por conta própria, sem ser
levado pelo pensamento de outrem ou corrompido por uma sociedade artificializada que rege as relações
humanas.
O papel da educação, segundo Rousseau (2004), é contribuir para o crescimento e melhoria das
pessoas, e esta educação começa na família e na escola, para que, a partir da convivência e interação com o
outro, o sujeito possa conviver em sociedade aprendendo a distinguir entre o certo e o errado. Apesar de
muitas de suas ideias ainda não serem bem aceitas na pedagogia atual, Emílio ainda serve como referência
para a formação do “[...] respeito pelo outro, como princípio da sociabilidade moral entre os seres humanos”
(POKOJESKI, 2009, p. 14).
O que o genebrino almeja é um aluno que possua um coração bom, coberto por uma
personalidade formada e amadurecida junto com seu educador; alguém que apresente em sua essência uma
liberdade intelectual, moral e social. Para Rousseau (2004), a criança nessa idade tem um corpo sadio, os
membros ágeis, o espírito justo e sem preconceitos, o coração livre e sem paixões que não perturba ninguém,
vive feliz e livre por meio do que a natureza lhe ofereceu. Portanto, questiona o filósofo: “[...] achais que uma
criança que chegou assim aos quinze anos tenha perdido os anos precedentes?” (ROUSSEAU, 2004, p. 283).
ROMANI, Simone; RAJOBAC, Raimundo. Iluminismo pedagógico: educação e adolescência no Livro III do Emílio de Rousseau. Revista Espaço Acadêmico. Maringá, n. 125, out., 2011, p. 109.
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nascimento até o ingresso adulto na sociedade. O que devemos ressalvar é que a construção do caráter se
inicia na infância e, na adolescência, ele será aprimorado. Aqui o educando deverá aprender a discernir entre o
bem e o mal, o certo e o errado, sempre auxiliado pelo seu preceptor, que, aliás, é imprescindível para que
haja um crescimento pessoal, intelectual e moral do aluno.
O genebrino pensou um projeto de educação que fizesse com que as pessoas pudessem
reconstruir sua identidade, preparando um ser humano que pudesse pensar e agir por conta própria, sem ser
levado pelo pensamento de outrem ou corrompido por uma sociedade artificializada que rege as relações
humanas.
O papel da educação, segundo Rousseau (2004), é contribuir para o crescimento e melhoria das
pessoas, e esta educação começa na família e na escola, para que, a partir da convivência e interação com o
outro, o sujeito possa conviver em sociedade aprendendo a distinguir entre o certo e o errado. Apesar de
muitas de suas ideias ainda não serem bem aceitas na pedagogia atual, Emílio ainda serve como referência
para a formação do “[...] respeito pelo outro, como princípio da sociabilidade moral entre os seres humanos”
(POKOJESKI, 2009, p. 14).
O que o genebrino almeja é um aluno que possua um coração bom, coberto por uma
personalidade formada e amadurecida junto com seu educador; alguém que apresente em sua essência uma
liberdade intelectual, moral e social. Para Rousseau (2004), a criança nessa idade tem um corpo sadio, os
membros ágeis, o espírito justo e sem preconceitos, o coração livre e sem paixões que não perturba ninguém,
vive feliz e livre por meio do que a natureza lhe ofereceu. Portanto, questiona o filósofo: “[...] achais que uma
criança que chegou assim aos quinze anos tenha perdido os anos precedentes?” (ROUSSEAU, 2004, p. 283).
ROMANI, Simone; RAJOBAC, Raimundo. Iluminismo pedagógico: educação e adolescência no Livro III do Emílio de Rousseau. Revista Espaço Acadêmico. Maringá, n. 125, out., 2011, p. 109.
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nascimento até o ingresso adulto na sociedade. O que devemos ressalvar é que a construção do caráter se
inicia na infância e, na adolescência, ele será aprimorado. Aqui o educando deverá aprender a discernir entre o
bem e o mal, o certo e o errado, sempre auxiliado pelo seu preceptor, que, aliás, é imprescindível para que
haja um crescimento pessoal, intelectual e moral do aluno.
O genebrino pensou um projeto de educação que fizesse com que as pessoas pudessem
reconstruir sua identidade, preparando um ser humano que pudesse pensar e agir por conta própria, sem ser
levado pelo pensamento de outrem ou corrompido por uma sociedade artificializada que rege as relações
humanas.
O papel da educação, segundo Rousseau (2004), é contribuir para o crescimento e melhoria das
pessoas, e esta educação começa na família e na escola, para que, a partir da convivência e interação com o
outro, o sujeito possa conviver em sociedade aprendendo a distinguir entre o certo e o errado. Apesar de
muitas de suas ideias ainda não serem bem aceitas na pedagogia atual, Emílio ainda serve como referência
para a formação do “[...] respeito pelo outro, como princípio da sociabilidade moral entre os seres humanos”
(POKOJESKI, 2009, p. 14).
O que o genebrino almeja é um aluno que possua um coração bom, coberto por uma
personalidade formada e amadurecida junto com seu educador; alguém que apresente em sua essência uma
liberdade intelectual, moral e social. Para Rousseau (2004), a criança nessa idade tem um corpo sadio, os
membros ágeis, o espírito justo e sem preconceitos, o coração livre e sem paixões que não perturba ninguém,
vive feliz e livre por meio do que a natureza lhe ofereceu. Portanto, questiona o filósofo: “[...] achais que uma
criança que chegou assim aos quinze anos tenha perdido os anos precedentes?” (ROUSSEAU, 2004, p. 283).
ROMANI, Simone; RAJOBAC, Raimundo. Iluminismo pedagógico: educação e adolescência no Livro III do Emílio de Rousseau. Revista Espaço Acadêmico. Maringá, n. 125, out., 2011, p. 109.
[ 1 ] sujeito
[ 2 ] objeto direto
[ 3 ] objeto indireto
[ 4 ] adjunto adverbial
[ 5 ] predicativo do sujeito
[ 6 ] complemento nominal
( ) “nos” (l. 01)
( ) “do caráter” (l. 02)
( ) “imprescindível” (l. 04)
( ) “o papel da educação” (l. 10)
( ) “a partir da convivência e interação com o outro” (l. 11 e 12)
( ) “um crescimento pessoal, intelectual e moral do aluno” (l. 05)
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