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Foram encontradas 230 questões.

3894335 Ano: 2025
Disciplina: Pedagogia
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
Para a literatura internética em seu sentido mais amplo, os PCN13 apontam: “Um outro aspecto interessante é a possibilidade de, estando conectado com alguma rede, poder destinar os textos produzidos a leitores reais, ou interagir com outros colegas, também via rede, ampliando as possibilidades de interlocução por meio da escrita e permitindo acesso online ao conhecimento enciclopédico acumulado pela humanidade”. Na mesma linha, tem-se a BNCC14: “O foco passa a estar no reconhecimento das potencialidades das tecnologias digitais para a realização de uma série de atividades relacionadas a todas as áreas do conhecimento, a diversas práticas sociais e ao mundo do trabalho. São definidas competências e habilidades, nas diferentes áreas, que permitem aos estudantes” competências e habilidades específicas, à exceção de
13Op. cit., p. 90. 14Op. cit., p. 474-475.
 

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3894334 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE

Rousseau nos apresenta um processo formativo para seu aluno fictício Emílio, desde o seu

nascimento até o ingresso adulto na sociedade. O que devemos ressalvar é que a construção do caráter se

inicia na infância e, na adolescência, ele será aprimorado. Aqui o educando deverá aprender a discernir entre o

bem e o mal, o certo e o errado, sempre auxiliado pelo seu preceptor, que, aliás, é imprescindível para que

haja um crescimento pessoal, intelectual e moral do aluno.

O genebrino pensou um projeto de educação que fizesse com que as pessoas pudessem

reconstruir sua identidade, preparando um ser humano que pudesse pensar e agir por conta própria, sem ser

levado pelo pensamento de outrem ou corrompido por uma sociedade artificializada que rege as relações

humanas.

O papel da educação, segundo Rousseau (2004), é contribuir para o crescimento e melhoria das

pessoas, e esta educação começa na família e na escola, para que, a partir da convivência e interação com o

outro, o sujeito possa conviver em sociedade aprendendo a distinguir entre o certo e o errado. Apesar de

muitas de suas ideias ainda não serem bem aceitas na pedagogia atual, Emílio ainda serve como referência

para a formação do “[...] respeito pelo outro, como princípio da sociabilidade moral entre os seres humanos”

(POKOJESKI, 2009, p. 14).

O que o genebrino almeja é um aluno que possua um coração bom, coberto por uma

personalidade formada e amadurecida junto com seu educador; alguém que apresente em sua essência uma

liberdade intelectual, moral e social. Para Rousseau (2004), a criança nessa idade tem um corpo sadio, os

membros ágeis, o espírito justo e sem preconceitos, o coração livre e sem paixões que não perturba ninguém,

vive feliz e livre por meio do que a natureza lhe ofereceu. Portanto, questiona o filósofo: “[...] achais que uma

criança que chegou assim aos quinze anos tenha perdido os anos precedentes?” (ROUSSEAU, 2004, p. 283).

ROMANI, Simone; RAJOBAC, Raimundo. Iluminismo pedagógico: educação e adolescência no Livro III do Emílio de Rousseau. Revista Espaço Acadêmico. Maringá, n. 125, out., 2011, p. 109.

O par dos termos destacados neste excerto “preparando um ser humano que pudesse pensar e agir por conta própria, sem ser levado pelo pensamento de outrem” (l. 07 e 08) constituem exemplo de:
 

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3894333 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE

Rousseau nos apresenta um processo formativo para seu aluno fictício Emílio, desde o seu

nascimento até o ingresso adulto na sociedade. O que devemos ressalvar é que a construção do caráter se

inicia na infância e, na adolescência, ele será aprimorado. Aqui o educando deverá aprender a discernir entre o

bem e o mal, o certo e o errado, sempre auxiliado pelo seu preceptor, que, aliás, é imprescindível para que

haja um crescimento pessoal, intelectual e moral do aluno.

O genebrino pensou um projeto de educação que fizesse com que as pessoas pudessem

reconstruir sua identidade, preparando um ser humano que pudesse pensar e agir por conta própria, sem ser

levado pelo pensamento de outrem ou corrompido por uma sociedade artificializada que rege as relações

humanas.

O papel da educação, segundo Rousseau (2004), é contribuir para o crescimento e melhoria das

pessoas, e esta educação começa na família e na escola, para que, a partir da convivência e interação com o

outro, o sujeito possa conviver em sociedade aprendendo a distinguir entre o certo e o errado. Apesar de

muitas de suas ideias ainda não serem bem aceitas na pedagogia atual, Emílio ainda serve como referência

para a formação do “[...] respeito pelo outro, como princípio da sociabilidade moral entre os seres humanos”

(POKOJESKI, 2009, p. 14).

O que o genebrino almeja é um aluno que possua um coração bom, coberto por uma

personalidade formada e amadurecida junto com seu educador; alguém que apresente em sua essência uma

liberdade intelectual, moral e social. Para Rousseau (2004), a criança nessa idade tem um corpo sadio, os

membros ágeis, o espírito justo e sem preconceitos, o coração livre e sem paixões que não perturba ninguém,

vive feliz e livre por meio do que a natureza lhe ofereceu. Portanto, questiona o filósofo: “[...] achais que uma

criança que chegou assim aos quinze anos tenha perdido os anos precedentes?” (ROUSSEAU, 2004, p. 283).

ROMANI, Simone; RAJOBAC, Raimundo. Iluminismo pedagógico: educação e adolescência no Livro III do Emílio de Rousseau. Revista Espaço Acadêmico. Maringá, n. 125, out., 2011, p. 109.

Qual figura de pensamento se estabelece entre os substantivos sublinhados neste fragmento textual “o sujeito possa conviver em sociedade aprendendo a distinguir entre o certo e o errado” (l. 12)?
 

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3894332 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE

Rousseau nos apresenta um processo formativo para seu aluno fictício Emílio, desde o seu

nascimento até o ingresso adulto na sociedade. O que devemos ressalvar é que a construção do caráter se

inicia na infância e, na adolescência, ele será aprimorado. Aqui o educando deverá aprender a discernir entre o

bem e o mal, o certo e o errado, sempre auxiliado pelo seu preceptor, que, aliás, é imprescindível para que

haja um crescimento pessoal, intelectual e moral do aluno.

O genebrino pensou um projeto de educação que fizesse com que as pessoas pudessem

reconstruir sua identidade, preparando um ser humano que pudesse pensar e agir por conta própria, sem ser

levado pelo pensamento de outrem ou corrompido por uma sociedade artificializada que rege as relações

humanas.

O papel da educação, segundo Rousseau (2004), é contribuir para o crescimento e melhoria das

pessoas, e esta educação começa na família e na escola, para que, a partir da convivência e interação com o

outro, o sujeito possa conviver em sociedade aprendendo a distinguir entre o certo e o errado. Apesar de

muitas de suas ideias ainda não serem bem aceitas na pedagogia atual, Emílio ainda serve como referência

para a formação do “[...] respeito pelo outro, como princípio da sociabilidade moral entre os seres humanos”

(POKOJESKI, 2009, p. 14).

O que o genebrino almeja é um aluno que possua um coração bom, coberto por uma

personalidade formada e amadurecida junto com seu educador; alguém que apresente em sua essência uma

liberdade intelectual, moral e social. Para Rousseau (2004), a criança nessa idade tem um corpo sadio, os

membros ágeis, o espírito justo e sem preconceitos, o coração livre e sem paixões que não perturba ninguém,

vive feliz e livre por meio do que a natureza lhe ofereceu. Portanto, questiona o filósofo: “[...] achais que uma

criança que chegou assim aos quinze anos tenha perdido os anos precedentes?” (ROUSSEAU, 2004, p. 283).

ROMANI, Simone; RAJOBAC, Raimundo. Iluminismo pedagógico: educação e adolescência no Livro III do Emílio de Rousseau. Revista Espaço Acadêmico. Maringá, n. 125, out., 2011, p. 109.

Quanto à relação semântica entre os termos “ser humano” (l. 07) e “criança” (l. 18), assinale a afirmativa CORRETA.
 

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3894331 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE

Rousseau nos apresenta um processo formativo para seu aluno fictício Emílio, desde o seu

nascimento até o ingresso adulto na sociedade. O que devemos ressalvar é que a construção do caráter se

inicia na infância e, na adolescência, ele será aprimorado. Aqui o educando deverá aprender a discernir entre o

bem e o mal, o certo e o errado, sempre auxiliado pelo seu preceptor, que, aliás, é imprescindível para que

haja um crescimento pessoal, intelectual e moral do aluno.

O genebrino pensou um projeto de educação que fizesse com que as pessoas pudessem

reconstruir sua identidade, preparando um ser humano que pudesse pensar e agir por conta própria, sem ser

levado pelo pensamento de outrem ou corrompido por uma sociedade artificializada que rege as relações

humanas.

O papel da educação, segundo Rousseau (2004), é contribuir para o crescimento e melhoria das

pessoas, e esta educação começa na família e na escola, para que, a partir da convivência e interação com o

outro, o sujeito possa conviver em sociedade aprendendo a distinguir entre o certo e o errado. Apesar de

muitas de suas ideias ainda não serem bem aceitas na pedagogia atual, Emílio ainda serve como referência

para a formação do “[...] respeito pelo outro, como princípio da sociabilidade moral entre os seres humanos”

(POKOJESKI, 2009, p. 14).

O que o genebrino almeja é um aluno que possua um coração bom, coberto por uma

personalidade formada e amadurecida junto com seu educador; alguém que apresente em sua essência uma

liberdade intelectual, moral e social. Para Rousseau (2004), a criança nessa idade tem um corpo sadio, os

membros ágeis, o espírito justo e sem preconceitos, o coração livre e sem paixões que não perturba ninguém,

vive feliz e livre por meio do que a natureza lhe ofereceu. Portanto, questiona o filósofo: “[...] achais que uma

criança que chegou assim aos quinze anos tenha perdido os anos precedentes?” (ROUSSEAU, 2004, p. 283).

ROMANI, Simone; RAJOBAC, Raimundo. Iluminismo pedagógico: educação e adolescência no Livro III do Emílio de Rousseau. Revista Espaço Acadêmico. Maringá, n. 125, out., 2011, p. 109.

Dado este excerto “Emílio ainda serve como referência para a formação do ‘[...] respeito pelo outro” (l. 13 e 14), qual alternativa contém um solecismo referente à regência do substantivo grifado?
 

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3894330 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE

Rousseau nos apresenta um processo formativo para seu aluno fictício Emílio, desde o seu

nascimento até o ingresso adulto na sociedade. O que devemos ressalvar é que a construção do caráter se

inicia na infância e, na adolescência, ele será aprimorado. Aqui o educando deverá aprender a discernir entre o

bem e o mal, o certo e o errado, sempre auxiliado pelo seu preceptor, que, aliás, é imprescindível para que

haja um crescimento pessoal, intelectual e moral do aluno.

O genebrino pensou um projeto de educação que fizesse com que as pessoas pudessem

reconstruir sua identidade, preparando um ser humano que pudesse pensar e agir por conta própria, sem ser

levado pelo pensamento de outrem ou corrompido por uma sociedade artificializada que rege as relações

humanas.

O papel da educação, segundo Rousseau (2004), é contribuir para o crescimento e melhoria das

pessoas, e esta educação começa na família e na escola, para que, a partir da convivência e interação com o

outro, o sujeito possa conviver em sociedade aprendendo a distinguir entre o certo e o errado. Apesar de

muitas de suas ideias ainda não serem bem aceitas na pedagogia atual, Emílio ainda serve como referência

para a formação do “[...] respeito pelo outro, como princípio da sociabilidade moral entre os seres humanos”

(POKOJESKI, 2009, p. 14).

O que o genebrino almeja é um aluno que possua um coração bom, coberto por uma

personalidade formada e amadurecida junto com seu educador; alguém que apresente em sua essência uma

liberdade intelectual, moral e social. Para Rousseau (2004), a criança nessa idade tem um corpo sadio, os

membros ágeis, o espírito justo e sem preconceitos, o coração livre e sem paixões que não perturba ninguém,

vive feliz e livre por meio do que a natureza lhe ofereceu. Portanto, questiona o filósofo: “[...] achais que uma

criança que chegou assim aos quinze anos tenha perdido os anos precedentes?” (ROUSSEAU, 2004, p. 283).

ROMANI, Simone; RAJOBAC, Raimundo. Iluminismo pedagógico: educação e adolescência no Livro III do Emílio de Rousseau. Revista Espaço Acadêmico. Maringá, n. 125, out., 2011, p. 109.

Com concernência aos princípios da regência verbal e ao contexto em que os verbos do último parágrafo estão contidos, pode-se afirmar, com a devida EXATIDÃO, que:
 

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3894329 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE

Rousseau nos apresenta um processo formativo para seu aluno fictício Emílio, desde o seu

nascimento até o ingresso adulto na sociedade. O que devemos ressalvar é que a construção do caráter se

inicia na infância e, na adolescência, ele será aprimorado. Aqui o educando deverá aprender a discernir entre o

bem e o mal, o certo e o errado, sempre auxiliado pelo seu preceptor, que, aliás, é imprescindível para que

haja um crescimento pessoal, intelectual e moral do aluno.

O genebrino pensou um projeto de educação que fizesse com que as pessoas pudessem

reconstruir sua identidade, preparando um ser humano que pudesse pensar e agir por conta própria, sem ser

levado pelo pensamento de outrem ou corrompido por uma sociedade artificializada que rege as relações

humanas.

O papel da educação, segundo Rousseau (2004), é contribuir para o crescimento e melhoria das

pessoas, e esta educação começa na família e na escola, para que, a partir da convivência e interação com o

outro, o sujeito possa conviver em sociedade aprendendo a distinguir entre o certo e o errado. Apesar de

muitas de suas ideias ainda não serem bem aceitas na pedagogia atual, Emílio ainda serve como referência

para a formação do “[...] respeito pelo outro, como princípio da sociabilidade moral entre os seres humanos”

(POKOJESKI, 2009, p. 14).

O que o genebrino almeja é um aluno que possua um coração bom, coberto por uma

personalidade formada e amadurecida junto com seu educador; alguém que apresente em sua essência uma

liberdade intelectual, moral e social. Para Rousseau (2004), a criança nessa idade tem um corpo sadio, os

membros ágeis, o espírito justo e sem preconceitos, o coração livre e sem paixões que não perturba ninguém,

vive feliz e livre por meio do que a natureza lhe ofereceu. Portanto, questiona o filósofo: “[...] achais que uma

criança que chegou assim aos quinze anos tenha perdido os anos precedentes?” (ROUSSEAU, 2004, p. 283).

ROMANI, Simone; RAJOBAC, Raimundo. Iluminismo pedagógico: educação e adolescência no Livro III do Emílio de Rousseau. Revista Espaço Acadêmico. Maringá, n. 125, out., 2011, p. 109.

Em “a construção do caráter se inicia na infância e, na adolescência, ele será aprimorado” (l. 02 e 03), em atinência à voz verbal, indique a assertiva CORRETA.
 

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3894328 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE

Rousseau nos apresenta um processo formativo para seu aluno fictício Emílio, desde o seu

nascimento até o ingresso adulto na sociedade. O que devemos ressalvar é que a construção do caráter se

inicia na infância e, na adolescência, ele será aprimorado. Aqui o educando deverá aprender a discernir entre o

bem e o mal, o certo e o errado, sempre auxiliado pelo seu preceptor, que, aliás, é imprescindível para que

haja um crescimento pessoal, intelectual e moral do aluno.

O genebrino pensou um projeto de educação que fizesse com que as pessoas pudessem

reconstruir sua identidade, preparando um ser humano que pudesse pensar e agir por conta própria, sem ser

levado pelo pensamento de outrem ou corrompido por uma sociedade artificializada que rege as relações

humanas.

O papel da educação, segundo Rousseau (2004), é contribuir para o crescimento e melhoria das

pessoas, e esta educação começa na família e na escola, para que, a partir da convivência e interação com o

outro, o sujeito possa conviver em sociedade aprendendo a distinguir entre o certo e o errado. Apesar de

muitas de suas ideias ainda não serem bem aceitas na pedagogia atual, Emílio ainda serve como referência

para a formação do “[...] respeito pelo outro, como princípio da sociabilidade moral entre os seres humanos”

(POKOJESKI, 2009, p. 14).

O que o genebrino almeja é um aluno que possua um coração bom, coberto por uma

personalidade formada e amadurecida junto com seu educador; alguém que apresente em sua essência uma

liberdade intelectual, moral e social. Para Rousseau (2004), a criança nessa idade tem um corpo sadio, os

membros ágeis, o espírito justo e sem preconceitos, o coração livre e sem paixões que não perturba ninguém,

vive feliz e livre por meio do que a natureza lhe ofereceu. Portanto, questiona o filósofo: “[...] achais que uma

criança que chegou assim aos quinze anos tenha perdido os anos precedentes?” (ROUSSEAU, 2004, p. 283).

ROMANI, Simone; RAJOBAC, Raimundo. Iluminismo pedagógico: educação e adolescência no Livro III do Emílio de Rousseau. Revista Espaço Acadêmico. Maringá, n. 125, out., 2011, p. 109.

No tocante ao segundo parágrafo, quanto aos grupos oracionais que o compõem, é CORRETO fazer a seguinte afirmação:
 

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3894327 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE

Rousseau nos apresenta um processo formativo para seu aluno fictício Emílio, desde o seu

nascimento até o ingresso adulto na sociedade. O que devemos ressalvar é que a construção do caráter se

inicia na infância e, na adolescência, ele será aprimorado. Aqui o educando deverá aprender a discernir entre o

bem e o mal, o certo e o errado, sempre auxiliado pelo seu preceptor, que, aliás, é imprescindível para que

haja um crescimento pessoal, intelectual e moral do aluno.

O genebrino pensou um projeto de educação que fizesse com que as pessoas pudessem

reconstruir sua identidade, preparando um ser humano que pudesse pensar e agir por conta própria, sem ser

levado pelo pensamento de outrem ou corrompido por uma sociedade artificializada que rege as relações

humanas.

O papel da educação, segundo Rousseau (2004), é contribuir para o crescimento e melhoria das

pessoas, e esta educação começa na família e na escola, para que, a partir da convivência e interação com o

outro, o sujeito possa conviver em sociedade aprendendo a distinguir entre o certo e o errado. Apesar de

muitas de suas ideias ainda não serem bem aceitas na pedagogia atual, Emílio ainda serve como referência

para a formação do “[...] respeito pelo outro, como princípio da sociabilidade moral entre os seres humanos”

(POKOJESKI, 2009, p. 14).

O que o genebrino almeja é um aluno que possua um coração bom, coberto por uma

personalidade formada e amadurecida junto com seu educador; alguém que apresente em sua essência uma

liberdade intelectual, moral e social. Para Rousseau (2004), a criança nessa idade tem um corpo sadio, os

membros ágeis, o espírito justo e sem preconceitos, o coração livre e sem paixões que não perturba ninguém,

vive feliz e livre por meio do que a natureza lhe ofereceu. Portanto, questiona o filósofo: “[...] achais que uma

criança que chegou assim aos quinze anos tenha perdido os anos precedentes?” (ROUSSEAU, 2004, p. 283).

ROMANI, Simone; RAJOBAC, Raimundo. Iluminismo pedagógico: educação e adolescência no Livro III do Emílio de Rousseau. Revista Espaço Acadêmico. Maringá, n. 125, out., 2011, p. 109.

Qual oração apresenta a mesma função que tem este fragmento oracional “que a natureza lhe ofereceu” (l. 20)?
 

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3894326 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE

Rousseau nos apresenta um processo formativo para seu aluno fictício Emílio, desde o seu

nascimento até o ingresso adulto na sociedade. O que devemos ressalvar é que a construção do caráter se

inicia na infância e, na adolescência, ele será aprimorado. Aqui o educando deverá aprender a discernir entre o

bem e o mal, o certo e o errado, sempre auxiliado pelo seu preceptor, que, aliás, é imprescindível para que

haja um crescimento pessoal, intelectual e moral do aluno.

O genebrino pensou um projeto de educação que fizesse com que as pessoas pudessem

reconstruir sua identidade, preparando um ser humano que pudesse pensar e agir por conta própria, sem ser

levado pelo pensamento de outrem ou corrompido por uma sociedade artificializada que rege as relações

humanas.

O papel da educação, segundo Rousseau (2004), é contribuir para o crescimento e melhoria das

pessoas, e esta educação começa na família e na escola, para que, a partir da convivência e interação com o

outro, o sujeito possa conviver em sociedade aprendendo a distinguir entre o certo e o errado. Apesar de

muitas de suas ideias ainda não serem bem aceitas na pedagogia atual, Emílio ainda serve como referência

para a formação do “[...] respeito pelo outro, como princípio da sociabilidade moral entre os seres humanos”

(POKOJESKI, 2009, p. 14).

O que o genebrino almeja é um aluno que possua um coração bom, coberto por uma

personalidade formada e amadurecida junto com seu educador; alguém que apresente em sua essência uma

liberdade intelectual, moral e social. Para Rousseau (2004), a criança nessa idade tem um corpo sadio, os

membros ágeis, o espírito justo e sem preconceitos, o coração livre e sem paixões que não perturba ninguém,

vive feliz e livre por meio do que a natureza lhe ofereceu. Portanto, questiona o filósofo: “[...] achais que uma

criança que chegou assim aos quinze anos tenha perdido os anos precedentes?” (ROUSSEAU, 2004, p. 283).

ROMANI, Simone; RAJOBAC, Raimundo. Iluminismo pedagógico: educação e adolescência no Livro III do Emílio de Rousseau. Revista Espaço Acadêmico. Maringá, n. 125, out., 2011, p. 109.

Em referência à classificação dos termos da oração, associe a primeira coluna à segunda, com o intuito de identificar corretamente a função de cada termo, no contexto em que ele se insere. Para fazê-lo, assinale a sequência que preenche, de modo correto, os parênteses de cima para baixo

[ 1 ] sujeito 
[ 2 ] objeto direto 
[ 3 ] objeto indireto 
[ 4 ] adjunto adverbial 
[ 5 ] predicativo do sujeito 
[ 6 ] complemento nominal 

( ) “nos” (l. 01) 
( ) “do caráter” (l. 02) 
( ) “imprescindível” (l. 04) 
( ) “o papel da educação” (l. 10) 
( ) “a partir da convivência e interação com o outro” (l. 11 e 12) 
( ) “um crescimento pessoal, intelectual e moral do aluno” (l. 05)
 

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