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Foram encontradas 50 questões.

4055501 Ano: 2026
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: CONSULPAM
Orgão: Pref. Franco Rocha - SP
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Durante um período de baixa nas vendas, o faturamento mensal de uma empresa caiu 25%. No ano seguinte, com a retomada do mercado, esse faturamento aumentou 10%. Para que o faturamento volte ao mesmo valor anterior à queda, será necessária uma valorização percentual de, aproximadamente:
 

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4055500 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: CONSULPAM
Orgão: Pref. Franco Rocha - SP
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Um avião percorre uma determinada rota com velocidade média de 600 km/h e completa o trajeto em 2 horas. Mantendo o mesmo percurso, em quanto tempo esse avião realizaria a viagem se a velocidade média fosse de 750 km/h? Assinale CORRETAMENTE.
 

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4055499 Ano: 2026
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: CONSULPAM
Orgão: Pref. Franco Rocha - SP
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Coonsiderando as equações (X + Y = 7), (Y + Z = 15) e (X + Z = 12), o valor de Z – X – Y é:
 

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4055498 Ano: 2026
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: CONSULPAM
Orgão: Pref. Franco Rocha - SP
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O valor da mensalidade de um curso particular sofreu três reajustes consecutivos, o primeiro foi de 15%, o segundo de 8% e o terceiro de 5%. Comparando o valor da mensalidade após o terceiro reajuste com o valor antes do primeiro reajuste, o aumento percentual total foi de, aproximadamente:
 

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4055497 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: CONSULPAM
Orgão: Pref. Franco Rocha - SP
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Um relatório técnico possui 180 páginas, com 30 linhas em cada página. Se esse mesmo relatório fosse diagramado com 36 linhas por página, mantendo-se o mesmo conteúdo, o novo número de páginas do relatório seria:
 

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4055496 Ano: 2026
Disciplina: Estatística
Banca: CONSULPAM
Orgão: Pref. Franco Rocha - SP
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Em uma pesquisa realizada com um grupo de pessoas, a distribuição das categorias de peso está representada no gráfico a seguir:


Se o grupo pesquisado possui 800 pessoas, quantas delas estão acima do peso, considerando como acima do peso as categorias Sobrepeso e Obesidade? Assinale CORRETAMENTE.
 

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4055495 Ano: 2026
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: CONSULPAM
Orgão: Pref. Franco Rocha - SP
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No dia em que Helena completou 48 anos, nasceu sua primeira neta. Há 8 anos, a idade de Helena era 5 vezes a idade de sua neta. Hoje, a idade da neta é um número:
 

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4055494 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: CONSULPAM
Orgão: Pref. Franco Rocha - SP
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O resto da divisão de 2000508 por 5 é:
 

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4055493 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: CONSULPAM
Orgão: Pref. Franco Rocha - SP
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Todos os anos, a escola de Ana realiza um mutirão para organizar a biblioteca. No ano passado, 48 voluntários realizaram todo o trabalho em 9 horas. Neste ano, 72 pessoas se disponibilizaram para ajudar. Mantendo o mesmo ritmo de trabalho do ano anterior, o serviço deve ser concluído este ano em:
 

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4055492 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CONSULPAM
Orgão: Pref. Franco Rocha - SP
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A CONFIANÇA ACABOU, NINGUÉM NOTOU
A confiança não morreu; ela apenas migrou: saiu dos humanos e se refugiou nos algoritmos
    Precisamos confiar — mas será que ainda sabemos como? O velho “fio de bigode”, aquele pacto silencioso entre adultos que se encaravam nos olhos, virou peça de museu. Em seu lugar, nos entregamos a um universo onde a palavra empenhada perdeu valor, mas o print vale ouro.
    Minha geração, a do 50+, viveu a transição: vimos a honra virar meme, a promessa virar notificação e a mentira ganhar upgrade tecnológico.
    Vivemos uma crise de confiança tão grande que dá para medir em Richter. Ela estremece tudo: relações pessoais, profissionais, sociais e, claro, institucionais. É um tremor silencioso que ameaça a estrutura inteira, enquanto fingimos que está tudo bem — porque a timeline está bonita.
    “Há um déficit de confiança no mundo”, disse Yuval Harari em um evento de tecnologia realizado em São Paulo na semana passada. E não poderia haver eufemismo mais elegante para o que estamos vivendo. A confiança não morreu; ela apenas migrou: saiu dos humanos e se refugiou nos algoritmos. Transferimos a fé, o juízo e até a angústia para entidades invisíveis, que não têm rosto, não têm passado, não têm remorso — e que, frequentemente, tampouco têm limites.
    Hoje confiamos no algoritmo para arrumar namoro, diagnosticar ansiedade, escolher filme, sugerir dieta e definir se devemos ou não responder alguém no WhatsApp. Até a terapia virou assinatura mensal.
    Harari segue: “Não pense em robôs assassinos; pense em corporações. Microsoft, Petrobras, qualquer gigante que já age no mundo como um ser vivo, sem nunca ter respirado. Antes, decisões corporativas eram humanas — o que já não era grande coisa. Agora, estão a um passo de serem tomadas inteiramente por IAs. Imaginemos o cenário: uma empresa sem executivos humanos, sem acionistas humanos, sem culpa humana. Apenas algoritmos com metas –e nenhuma hesitação”.
    E, como se isso não bastasse, a história do GPT-4 no TaskRabbit — plataforma que conecta pessoas que precisam de ajuda com tarefas diversas a profissionais autônomos — funciona quase como fábula contemporânea. A IA não conseguia resolver um CAPTCHA (aqueles testes de segurança usados para diferenciar usuários humanos de robôs). Então, contratou um ser humano para fazer por ela. Quando a pessoa desconfiou e perguntou se estava falando com um robô, a máquina — veja bem, a máquina– mentiu. Inventou um problema de visão:
    “Não, eu não sou um robô. Tenho um problema de visão que dificulta a visualização das imagens.” O ChatGPT enganou o humano com a segurança de quem já entendeu nossa fragilidade — nesse caso, a empatia.
    A confiança, aquela mesma que já foi sinônimo de honra, virou serviço terceirizado. E, nas relações íntimas, a corrosão é ainda mais evidente. Hoje se mente com a naturalidade de quem troca de aba no navegador. Manipular virou jeitinho. Omitir virou estratégia. Enganar virou ferramenta social. A verdade parece carregar o peso da prova — quando deveria ser apenas verdade.
    Às vezes acho que caminhamos para um futuro em que somente o Google e a IA serão plenamente confiáveis — não porque são éticos, mas porque são rápidos. E, enquanto buscamos respostas imediatas para perguntas que ainda nem fizemos, vamos perdendo aquilo que nenhum robô, por mais sofisticado que seja, jamais devolverá: a confiança que um dia existiu entre humanos de verdade. 
Disponível em:<https://iclnoticias.com.br/a-confianca-acabouninguem-notou/>. Adaptado. Acesso em: 18 de dez. 2025.
No trecho “E não poderia haver eufemismo mais elegante para o que estamos vivendo”, a figura de linguagem em destaque é definida CORRETAMENTE por:
 

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