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Foram encontradas 30 questões.

3537707 Ano: 2025
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Galvão-SC
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De acordo com a Lei Orgânica do Município, é de competência exclusiva da Câmara Municipal:

 

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3537706 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Galvão-SC
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Todas as palavras devem receber acento gráfico, obrigatoriamente, em:

 

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3537705 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Galvão-SC
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Assinalar a sentença que foi elaborada a partir de um eufemismo, isto é, com a intenção de suavizar uma expressão:

 

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3537704 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Galvão-SC
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O pronome oblíquo átono foi CORRETAMENTE empregado em:

 

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3537703 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Galvão-SC
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Assinalar a alternativa que apresenta o erro de construção do trecho a seguir.

A partir de uma certa idade, não se pode hesitar: os erros que cometemos no presente tem interferência direta no nosso futuro.

 

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3537702 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Galvão-SC
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Assinalar a alternativa na qual o termo sublinhado é objeto indireto.

 

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3537701 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Galvão-SC
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Quais as chances de você ser atingido por lixo espacial?

Em 7 de março de 2024, o Departamento Federal de Proteção Civil e Assistência a Desastres (BBK) enviou um aviso aos residentes da Alemanha: nos dias 8 e 9 de março, pedaços de detritos espaciais poderiam sobrevoar ou até mesmo cair sobre o país — embora isso fosse altamente improvável. Como o esperado, o pallet de baterias descartado da Estação Espacial Internacional (ISS) em 21 de março de 2021 queimou ao reentrar na atmosfera, sobretudo acima da América Central, na tarde de sexta-feira (08/03).

Segundo a Agência Espacial Europeia (ESA), detritos espaciais entram na atmosfera do nosso planeta quase todas as semanas em trajetórias descontroladas — ou seja, não guiados por computadores ou humanos na Terra. O número tem aumentado constantemente desde a década de 1960. Em média, de 1960 a 2000, cerca de 500 pedaços de entulho caíram por ano na Terra. Nos últimos anos, porém, esse montante aumentou ainda mais significativamente: de acordo com a ESA, quase 2,5 mil pedaços de lixo espacial caíram na Terra em 2022. Em 2023, o número foi de cerca de 1,5 mil.

Estima-se que cerca de 44 toneladas de material meteorítico caiam na Terra todos os dias, mas cerca de 95% queima ao entrar na atmosfera. A maior parte do lixo espacial que cai no nosso planeta é composto de detritos de fragmentação de carga útil, ou seja, objetos que são fragmentados ou liberados involuntariamente de uma espaçonave (seja ela tripulada ou não) quando um objeto explode ou colide com outro. Outros detritos espaciais comuns incluem objetos relacionados a missões de foguetes e objetos espaciais liberados intencionalmente após terem cumprido seu propósito. Isso inclui baterias gastas, como a responsável pelo alerta do BKK, e satélites antigos que saíram de operação, por exemplo.

"Alguns combustíveis de espaçonaves são tóxicos, como a hidrazina, por exemplo. Existem metais como o berílio e o magnésio, que geralmente estão na forma de ligas, mas o berílio é definitivamente um caso bastante prejudicial", disse Alice Gorman, arqueóloga espacial e especialista em detritos espaciais, em entrevista em 2021.

Mas, afinal, qual é o risco de ser atingido por detritos espaciais? Especialistas estimam que é três vezes mais provável ser atingido por um meteorito do que por detritos espaciais.

Além disso, uma pessoa tem 65 mil vezes mais probabilidade de ser atingida por um raio do que por um pedaço de lixo espacial. E a probabilidade de alguém morrer em um acidente doméstico é 1,5 milhão de vezes maior do que de ter um detrito espacial atingindo a sua cabeça.

Josélia Pegorim — Climatempo, 2024. Adaptado.

Em relação ao uso da pontuação no texto assinalar a alternativa CORRETA.

 

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3537700 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Galvão-SC
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Quais as chances de você ser atingido por lixo espacial?

Em 7 de março de 2024, o Departamento Federal de Proteção Civil e Assistência a Desastres (BBK) enviou um aviso aos residentes da Alemanha: nos dias 8 e 9 de março, pedaços de detritos espaciais poderiam sobrevoar ou até mesmo cair sobre o país — embora isso fosse altamente improvável. Como o esperado, o pallet de baterias descartado da Estação Espacial Internacional (ISS) em 21 de março de 2021 queimou ao reentrar na atmosfera, sobretudo acima da América Central, na tarde de sexta-feira (08/03).

Segundo a Agência Espacial Europeia (ESA), detritos espaciais entram na atmosfera do nosso planeta quase todas as semanas em trajetórias descontroladas — ou seja, não guiados por computadores ou humanos na Terra. O número tem aumentado constantemente desde a década de 1960. Em média, de 1960 a 2000, cerca de 500 pedaços de entulho caíram por ano na Terra. Nos últimos anos, porém, esse montante aumentou ainda mais significativamente: de acordo com a ESA, quase 2,5 mil pedaços de lixo espacial caíram na Terra em 2022. Em 2023, o número foi de cerca de 1,5 mil.

Estima-se que cerca de 44 toneladas de material meteorítico caiam na Terra todos os dias, mas cerca de 95% queima ao entrar na atmosfera. A maior parte do lixo espacial que cai no nosso planeta é composto de detritos de fragmentação de carga útil, ou seja, objetos que são fragmentados ou liberados involuntariamente de uma espaçonave (seja ela tripulada ou não) quando um objeto explode ou colide com outro. Outros detritos espaciais comuns incluem objetos relacionados a missões de foguetes e objetos espaciais liberados intencionalmente após terem cumprido seu propósito. Isso inclui baterias gastas, como a responsável pelo alerta do BKK, e satélites antigos que saíram de operação, por exemplo.

"Alguns combustíveis de espaçonaves são tóxicos, como a hidrazina, por exemplo. Existem metais como o berílio e o magnésio, que geralmente estão na forma de ligas, mas o berílio é definitivamente um caso bastante prejudicial", disse Alice Gorman, arqueóloga espacial e especialista em detritos espaciais, em entrevista em 2021.

Mas, afinal, qual é o risco de ser atingido por detritos espaciais? Especialistas estimam que é três vezes mais provável ser atingido por um meteorito do que por detritos espaciais.

Além disso, uma pessoa tem 65 mil vezes mais probabilidade de ser atingida por um raio do que por um pedaço de lixo espacial. E a probabilidade de alguém morrer em um acidente doméstico é 1,5 milhão de vezes maior do que de ter um detrito espacial atingindo a sua cabeça.

Josélia Pegorim — Climatempo, 2024. Adaptado.

Em relação às informações apresentadas no texto, assinalar a alternativa CORRETA.

 

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3537699 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Galvão-SC
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Quais as chances de você ser atingido por lixo espacial?

Em 7 de março de 2024, o Departamento Federal de Proteção Civil e Assistência a Desastres (BBK) enviou um aviso aos residentes da Alemanha: nos dias 8 e 9 de março, pedaços de detritos espaciais poderiam sobrevoar ou até mesmo cair sobre o país — embora isso fosse altamente improvável. Como o esperado, o pallet de baterias descartado da Estação Espacial Internacional (ISS) em 21 de março de 2021 queimou ao reentrar na atmosfera, sobretudo acima da América Central, na tarde de sexta-feira (08/03).

Segundo a Agência Espacial Europeia (ESA), detritos espaciais entram na atmosfera do nosso planeta quase todas as semanas em trajetórias descontroladas — ou seja, não guiados por computadores ou humanos na Terra. O número tem aumentado constantemente desde a década de 1960. Em média, de 1960 a 2000, cerca de 500 pedaços de entulho caíram por ano na Terra. Nos últimos anos, porém, esse montante aumentou ainda mais significativamente: de acordo com a ESA, quase 2,5 mil pedaços de lixo espacial caíram na Terra em 2022. Em 2023, o número foi de cerca de 1,5 mil.

Estima-se que cerca de 44 toneladas de material meteorítico caiam na Terra todos os dias, mas cerca de 95% queima ao entrar na atmosfera. A maior parte do lixo espacial que cai no nosso planeta é composto de detritos de fragmentação de carga útil, ou seja, objetos que são fragmentados ou liberados involuntariamente de uma espaçonave (seja ela tripulada ou não) quando um objeto explode ou colide com outro. Outros detritos espaciais comuns incluem objetos relacionados a missões de foguetes e objetos espaciais liberados intencionalmente após terem cumprido seu propósito. Isso inclui baterias gastas, como a responsável pelo alerta do BKK, e satélites antigos que saíram de operação, por exemplo.

"Alguns combustíveis de espaçonaves são tóxicos, como a hidrazina, por exemplo. Existem metais como o berílio e o magnésio, que geralmente estão na forma de ligas, mas o berílio é definitivamente um caso bastante prejudicial", disse Alice Gorman, arqueóloga espacial e especialista em detritos espaciais, em entrevista em 2021.

Mas, afinal, qual é o risco de ser atingido por detritos espaciais? Especialistas estimam que é três vezes mais provável ser atingido por um meteorito do que por detritos espaciais.

Além disso, uma pessoa tem 65 mil vezes mais probabilidade de ser atingida por um raio do que por um pedaço de lixo espacial. E a probabilidade de alguém morrer em um acidente doméstico é 1,5 milhão de vezes maior do que de ter um detrito espacial atingindo a sua cabeça.

Josélia Pegorim — Climatempo, 2024. Adaptado.

Caso “detritos espaciais”, sublinhado no 2º parágrafo, seja substituído por uma locução adjetiva, esta seria:

 

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3537698 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Galvão-SC
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Quais as chances de você ser atingido por lixo espacial?

Em 7 de março de 2024, o Departamento Federal de Proteção Civil e Assistência a Desastres (BBK) enviou um aviso aos residentes da Alemanha: nos dias 8 e 9 de março, pedaços de detritos espaciais poderiam sobrevoar ou até mesmo cair sobre o país — embora isso fosse altamente improvável. Como o esperado, o pallet de baterias descartado da Estação Espacial Internacional (ISS) em 21 de março de 2021 queimou ao reentrar na atmosfera, sobretudo acima da América Central, na tarde de sexta-feira (08/03).

Segundo a Agência Espacial Europeia (ESA), detritos espaciais entram na atmosfera do nosso planeta quase todas as semanas em trajetórias descontroladas — ou seja, não guiados por computadores ou humanos na Terra. O número tem aumentado constantemente desde a década de 1960. Em média, de 1960 a 2000, cerca de 500 pedaços de entulho caíram por ano na Terra. Nos últimos anos, porém, esse montante aumentou ainda mais significativamente: de acordo com a ESA, quase 2,5 mil pedaços de lixo espacial caíram na Terra em 2022. Em 2023, o número foi de cerca de 1,5 mil.

Estima-se que cerca de 44 toneladas de material meteorítico caiam na Terra todos os dias, mas cerca de 95% queima ao entrar na atmosfera. A maior parte do lixo espacial que cai no nosso planeta é composto de detritos de fragmentação de carga útil, ou seja, objetos que são fragmentados ou liberados involuntariamente de uma espaçonave (seja ela tripulada ou não) quando um objeto explode ou colide com outro. Outros detritos espaciais comuns incluem objetos relacionados a missões de foguetes e objetos espaciais liberados intencionalmente após terem cumprido seu propósito. Isso inclui baterias gastas, como a responsável pelo alerta do BKK, e satélites antigos que saíram de operação, por exemplo.

"Alguns combustíveis de espaçonaves são tóxicos, como a hidrazina, por exemplo. Existem metais como o berílio e o magnésio, que geralmente estão na forma de ligas, mas o berílio é definitivamente um caso bastante prejudicial", disse Alice Gorman, arqueóloga espacial e especialista em detritos espaciais, em entrevista em 2021.

Mas, afinal, qual é o risco de ser atingido por detritos espaciais? Especialistas estimam que é três vezes mais provável ser atingido por um meteorito do que por detritos espaciais.

Além disso, uma pessoa tem 65 mil vezes mais probabilidade de ser atingida por um raio do que por um pedaço de lixo espacial. E a probabilidade de alguém morrer em um acidente doméstico é 1,5 milhão de vezes maior do que de ter um detrito espacial atingindo a sua cabeça.

Josélia Pegorim — Climatempo, 2024. Adaptado.

Assinalar a alternativa que apresenta o tipo do texto.

 

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