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Foram encontradas 130 questões.

230489 Ano: 2016
Disciplina: Geografia
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
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Observe a imagem a seguir.

enunciado 230489-1

O elemento em destaque na imagem resulta da ação de agentes físicos, químicos e biológicos. O primeiro agente tem papel preponderante, favorecido pela associação entre o vento e o tipo de rocha. Considerando as características do tipo de rocha, verifica-se que a baixa resistência dela ao intemperismo ocorre em virtude de ela
 

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230488 Ano: 2016
Disciplina: Geografia
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
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A Geografia mobiliza diferentes categorias para a análise do espaço geográfico, dentre as quais destaca-se o território. Raffestin e Souza são exemplos de autores que contribuem com o debate sobre essa categoria. Como elementos comuns à problemática apresentada por esses autores está a compreensão de território como
 

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230487 Ano: 2016
Disciplina: Geografia
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
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Os cursos d´água, que se configuraram ao longo da história como apoio à sedentarização da sociedade, têm sido objeto de diversas intervenções do poder público no espaço geográfico. Nas áreas urbanas, as canalizações dos corpos hídricos têm favorecido
 

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230486 Ano: 2016
Disciplina: Geografia
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
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De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais de Geografia, um dos eixos temáticos a serem trabalhados no terceiro ciclo do ensino fundamental é
 

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230485 Ano: 2016
Disciplina: Geografia
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
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Leia o texto a seguir.

O problema é que os geógrafos sempre tiveram dificuldade para fazer teoria e a Geografia sempre foi, de modo geral, uma disciplina que se contentou com uma abordagem empírica. Assim, a discussão do objeto não se dava com a extensão, a profundidade e a força que deveria ter.

SANTOS, Milton. Testamento intelectual. Entrevistado por Jesus de Paula Assis; colaboração de Maria Encarnação Sposito. São Paulo: Editora UNESP, 2004

Nesse trecho, Milton Santos reforça a

 

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230484 Ano: 2016
Disciplina: Geografia
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
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Ao longo do desenvolvimento da Geografia, vislumbrou-se uma diversidade de objetos de análise, com vistas ao alcance de cientificidade dessa área do conhecimento. Considerando o contexto atual, uma das principais defesas que tem balizado o debate teórico-metodológico dessa área de conhecimento é o de que essa ciência objetiva
 

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230483 Ano: 2016
Disciplina: Geografia
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
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Pesquisas atuais que versam sobre o ensino de Geografia no Brasil, têm comprovado que o livro didático é um material utilizado pela maioria dos professores da educação básica para encaminhar o processo de ensino e aprendizagem. Em paralelo, essas pesquisas têm constatado que esse material tem sido usado como
 

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230433 Ano: 2016
Disciplina: Geografia
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
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A segurança pública tem sido um dos pontos problemáticos no estado de Goiás nas últimas décadas, especialmente em função do número de crimes violentos, como os homicídios. Dentre as 500 cidades mais violentas do Brasil no ano de 2012, conforme a lista publicada no Mapa da Violência (Waiselfisz, 2014), com base nos dados do Sistema de Informações de Mortalidade, do Ministério da Saúde, aparecem cidades goianas como Luziânia (15ª), Planaltina (75ª), Cocalzinho de Goiás (99ª), Santo Antônio do Descoberto (108ª), Formosa (111ª), Valparaíso de Goiás (115ª) e Águas Lindas de Goiás (129ª). Uma característica geográfica que aglutina tais cidades é o fato de que elas fazem parte da
 

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230345 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
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O pequeno sonho da reescrita

Sírio Possenti

Meu pequeno sonho é que não haja mais aulas de português que não sejam de fato aulas de português. Basta de aulas para dividir palavras em sílabas, ditar com pronúncias artificiais, copiar do quadro, sublinhar substantivos, "tirar" verbos da 2ª conjugação, responder a perguntas bobas (Quem subiu a montanha?) para supostamente verificar a compreensão de frases banais como "O burrinho subiu a montanha para pastar".

Muitas aulas de gramática também são bem bobas. Alguém sabe por que as aulas de todos os anos começam com sujeito e predicado? Já imaginaram aulas de matemática recomeçando sempre com soma e multiplicação? As adjetivas explicativas estão entre vírgulas? E quem colocou as vírgulas?

Meu sonho geral inclui que se leia muito e durante as aulas. E que os textos lidos sejam comentados e sejam do tipo que mexe com a cabeça dos alunos, que os colocam "pra cima", exigem que seus cérebros trabalhem (poemas, textos de divulgação científica, trechos exemplares de livros que possam mostrar diferenças de estilo de época e mudanças da língua, entre outros). E que as letras de música que eles eventualmente analisem não sejam da marca Michel Teló - para isso não precisam sair de casa. Que sejam, por exemplo, como “Construção” (Chico Buarque), de um lado (até para falar com relevância das proparoxítonas, se se quiser), ou “Cuitelinho”, de outro.

Mas meu principal pequeno sonho tem a ver com escrita. Escreve-se mais hoje – com os aparelhos eletrônicos – do que nunca antes, o que gera um pouco de otimismo. Mas me refiro à escrita "trabalhada", discutida, analisada.

As aulas são para escrever e revisar textos. O professor no papel de revisor ou editor, exatamente como nas editoras, é bem mais interessante do que como simples corretor ou vigia da língua. É que as atividades em torno dos textos devem fazer sentido histórico. E a revisão tem esse sentido. Nossos alunos merecem aulas de verdade!

Disponível em: <http://revistalingua.com.br/textos/113/o-pequeno-sonho-da-reescrita-339017-1.asp> . Acesso em: 17 maio 2016.
Ao escrever o texto, o locutor defende a ideia de que:
 

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230342 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
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A educação do ser poético

Por que motivo as crianças, de modo geral, são poetas e, com o tempo, deixam de sê-lo? Será a poesia um estado de infância relacionada com a necessidade de jogo, a ausência de conhecimento livresco, a despreocupação com os mandamentos práticos de viver – estado de pureza da mente, em suma? [...] O que eu pediria à escola, se não me faltassem luzes pedagógicas, era considerar a poesia como primeira visão direta das coisas e, depois, como veículo de informação prática e teórica, preservando em cada aluno o fundo mágico, lúdico, intuitivo e criativo, que se identifica basicamente com a sensibilidade poética. [...] E a arte, como a educação e tudo o mais, que fim mais alto pode ter em mira senão este, de contribuir para a educação do ser humano à vida, o que, numa palavra, se chama felicidade?

ANDRADE, C. Drummond. A educação do ser poético. In: Jornal do Brasil, Rio de Janeiro. 20 jul. 1974.

A crônica de Drummond sugere a existência de duas concepções de poesia. Essas concepções e a indicação da preferida pelo poeta estão expressas em:
 

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