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Os Brasileiros segundo o Google
Um país de fãs de afiadores de facas, filmes de terror e músicas melosas; de obcecados por campeonatos juniores de futebol, peixes nórdicos e pela convocação da seleção sueca de futebol. Esse é um dos recortes possíveis para quem quisesse entender o brasileiro a partir de suas buscas mais feitas no Google ao longo de 2018. A gigante das buscas — e de tantas outras facetas da vida conectada, incluindo os dados de localização de seus usuários — revelou recentemente quais foram os termos mais buscados em sua plataforma pelos usuários brasileiros, convenientemente dividindo-os em categorias como “como fazer?”, “cultura” e “mortes”. É um documento interessante, ainda que com distorções, sobre os temas que fizeram nossa cabeça nesse ano atribulado.
Antes de tudo, é óbvio que nem todos os resultados surpreendem. São assuntos perenes, como um interminável reality show, e outros particulares a nosso ano, como o nome do presidente eleito. Ainda assim, há bastante espaço para buscas, no mínimo, interessantes. No mesmo Top 10 figuram o “Horário de Brasília” (possivelmente por conta da pane nos relógios dos celulares), a Copa São Paulo de Juniores (que aparece na frente de seu parente profissional, o Brasileirão) e até mesmo o falecido quadrinista Stan Lee.
No relatório, alguns dados saltam aos olhos. Na categoria “O que é?”, assuntos que dominaram o noticiário são refletidos, como a busca pela definição de fascismo, intervenção militar e da Ursal, a inventiva União das Repúblicas Socialistas da América Latina antagonizada por Cabo Daciolo (que não aparece na lista). Há outros termos que passaram batidos, como a doença tuberculose ganglionar, a palavra “momo”, a condição física afonia e até a chaira, que, confesso, fui pesquisar no Google e descobri ser outro nome para amolador de faca.
Já na seara das ações práticas, ou seja, as pesquisas de “como fazer”, o grande vencedor é o Slime, um “brinquedo” que nada mais é do que uma gosma colorida e que parece voltar aos holofotes da juventude com alguma frequência. Também têm destaque as dúvidas de “como fazer figurinhas no Whatsapp” (o que já rendeu belos memes ao longo do ano) e “como fazer gasolina”, que suponho ter sido impulsionada pela greve dos caminheiros, outro tema muito destacado no Google esse ano. Há espaço também para “como fazer bacalhau”, o peixe norueguês que todo ano desafia cozinheiros e cozinheiras natalinos pelo país.
De volta ao mundo da carne, chegamos à categoria de Celebridades. Além de estrelas desse ano, como Pablo Vittar, MC Loma e o involuntariamente polêmico Roger Waters, uma surpresa e tanto: o famoso mais buscado no Brasil foi o ator brucutu Sylvester Stallone. Nem ouso conjecturar o motivo. No Top 10 dos esportistas, duas surpresas em primeiro e décimo lugar: o jovem craque francês Kyllian Mbappé encabeça a lista, que é completa por Lyoto Machida, lutador brasileiro de MMA conhecido por seus chutes e por ter migrado do UFC para a rival Bellator nesse ano.
Também é importante destacar os filmes e músicas mais buscados no ano: entre as produções cinematográficas estão o terror “A Freira” (que fica muito atrás em qualidade se comparada aos antecessores Invocação do Mal 1 e 2) e o filme de herói Deadpool 2. Nas músicas, foram mais buscadas as letras da prosaica “Era uma Vez” de Kell Smith e a bombada “Que Tiro Foi Esse” de Jojo Toddynho, que também apareceu como meme do ano no buscador.
É preciso, porém, sempre entender essas listas tendo em conta suas limitações. Antes de tudo, muitos brasileiros não têm acesso à internet, estando 35% dos cidadãos não conectados . Além disso, o Google não é a única maneira de busca de informações na rede, ainda que faça um esforço descomunal para passar essa impressão. Internautas ainda buscam em redes sociais, nos e-mails e nos sites de notícia. Termos e assuntos que comoveram e movimentaram o país não necessariamente são buscados de maneira uniforme na plataforma. Se mais nada, ao menos, o relatório mostra que, ao contrário das aparências, as eleições não foram o único assunto da internet nesse ano. Ainda bem.
(Daniel Salgado – 13/12/2018 – Disponível em: https://epoca.globo.com. – adaptação)
Considerando o emprego do vocábulo “perenes”, analise as assertivas a seguir, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) O vocábulo é uma paroxítona e pode ser classificado como polissílabo.
( ) A palavra destacada poderia ser substituída por “duradouros” e “perduráveis” sem prejuízo do significado original do texto.
( ) Poder-se-ia formar o também adjetivo “perenal”, por derivação sufixal, a partir da palavra destacada do texto.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Um país de fãs de afiadores de facas, filmes de terror e músicas melosas; de obcecados por campeonatos juniores de futebol, peixes nórdicos e pela convocação da seleção sueca de futebol. Esse é um dos recortes possíveis para quem quisesse entender o brasileiro a partir de suas buscas mais feitas no Google ao longo de 2018. A gigante das buscas — e de tantas outras facetas da vida conectada, incluindo os dados de localização de seus usuários — revelou recentemente quais foram os termos mais buscados em sua plataforma pelos usuários brasileiros, convenientemente dividindo-os em categorias como “como fazer?”, “cultura” e “mortes”. É um documento interessante, ainda que com distorções, sobre os temas que fizeram nossa cabeça nesse ano atribulado.
Antes de tudo, é óbvio que nem todos os resultados surpreendem. São assuntos perenes, como um interminável reality show, e outros particulares a nosso ano, como o nome do presidente eleito. Ainda assim, há bastante espaço para buscas, no mínimo, interessantes. No mesmo Top 10 figuram o “Horário de Brasília” (possivelmente por conta da pane nos relógios dos celulares), a Copa São Paulo de Juniores (que aparece na frente de seu parente profissional, o Brasileirão) e até mesmo o falecido quadrinista Stan Lee.
No relatório, alguns dados saltam aos olhos. Na categoria “O que é?”, assuntos que dominaram o noticiário são refletidos, como a busca pela definição de fascismo, intervenção militar e da Ursal, a inventiva União das Repúblicas Socialistas da América Latina antagonizada por Cabo Daciolo (que não aparece na lista). Há outros termos que passaram batidos, como a doença tuberculose ganglionar, a palavra “momo”, a condição física afonia e até a chaira, que, confesso, fui pesquisar no Google e descobri ser outro nome para amolador de faca.
Já na seara das ações práticas, ou seja, as pesquisas de “como fazer”, o grande vencedor é o Slime, um “brinquedo” que nada mais é do que uma gosma colorida e que parece voltar aos holofotes da juventude com alguma frequência. Também têm destaque as dúvidas de “como fazer figurinhas no Whatsapp” (o que já rendeu belos memes ao longo do ano) e “como fazer gasolina”, que suponho ter sido impulsionada pela greve dos caminheiros, outro tema muito destacado no Google esse ano. Há espaço também para “como fazer bacalhau”, o peixe norueguês que todo ano desafia cozinheiros e cozinheiras natalinos pelo país.
De volta ao mundo da carne, chegamos categoria de Celebridades. Além de estrelas desse ano, como Pablo Vittar, MC Loma e o involuntariamente polêmico Roger Waters, uma surpresa e tanto: o famoso mais buscado no Brasil foi o ator brucutu Sylvester Stallone. Nem ouso conjecturar o motivo. No Top 10 dos esportistas, duas surpresas em primeiro e décimo lugar: o jovem craque francês Kyllian Mbappé encabeça lista, que é completa por Lyoto Machida, lutador brasileiro de MMA conhecido por seus chutes e por ter migrado do UFC para rival Bellator nesse ano.
Também é importante destacar os filmes e músicas mais buscados no ano: entre as produções cinematográficas estão o terror “A Freira” (que fica muito atrás em qualidade se comparada aos antecessores Invocação do Mal 1 e 2) e o filme de herói Deadpool 2. Nas músicas, foram mais buscadas as letras da prosaica “Era uma Vez” de Kell Smith e a bombada “Que Tiro Foi Esse” de Jojo Toddynho, que também apareceu como meme do ano no buscador.
É preciso, porém, sempre entender essas listas tendo em conta suas limitações. Antes de tudo, muitos brasileiros não têm acesso internet, estando 35% dos cidadãos não conectados . Além disso, o Google não é a única maneira de busca de informações na rede, ainda que faça um esforço descomunal para passar essa impressão. Internautas ainda buscam em redes sociais, nos e-mails e nos sites de notícia. Termos e assuntos que comoveram e movimentaram o país não necessariamente são buscados de maneira uniforme na plataforma. Se mais nada, ao menos, o relatório mostra que, ao contrário das aparências, as eleições não foram o único assunto da internet nesse ano. Ainda bem.
(Daniel Salgado – 13/12/2018 – Disponível em: https://epoca.globo.com. – adaptação)
Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas.
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Um país de fãs de afiadores de facas, filmes de terror e músicas melosas; de obcecados por campeonatos juniores de futebol, peixes nórdicos e pela convocação da seleção sueca de futebol. Esse é um dos recortes possíveis para quem quisesse entender o brasileiro a partir de suas buscas mais feitas no Google ao longo de 2018. A gigante das buscas — e de tantas outras facetas da vida conectada, incluindo os dados de localização de seus usuários — revelou recentemente quais foram os termos mais buscados em sua plataforma pelos usuários brasileiros, convenientemente dividindo-os em categorias como “como fazer?”, “cultura” e “mortes”. É um documento interessante, ainda que com distorções, sobre os temas que fizeram nossa cabeça nesse ano atribulado.
Antes de tudo, é óbvio que nem todos os resultados surpreendem. São assuntos perenes, como um interminável reality show, e outros particulares a nosso ano, como o nome do presidente eleito. Ainda assim, há bastante espaço para buscas, no mínimo, interessantes. No mesmo Top 10 figuram o “Horário de Brasília” (possivelmente por conta da pane nos relógios dos celulares), a Copa São Paulo de Juniores (que aparece na frente de seu parente profissional, o Brasileirão) e até mesmo o falecido quadrinista Stan Lee.
No relatório, alguns dados saltam aos olhos. Na categoria “O que é?”, assuntos que dominaram o noticiário são refletidos, como a busca pela definição de fascismo, intervenção militar e da Ursal, a inventiva União das Repúblicas Socialistas da América Latina antagonizada por Cabo Daciolo (que não aparece na lista). Há outros termos que passaram batidos, como a doença tuberculose ganglionar, a palavra “momo”, a condição física afonia e até a chaira, que, confesso, fui pesquisar no Google e descobri ser outro nome para amolador de faca.
Já na seara das ações práticas, ou seja, as pesquisas de “como fazer”, o grande vencedor é o Slime, um “brinquedo” que nada mais é do que uma gosma colorida e que parece voltar aos holofotes da juventude com alguma frequência. Também têm destaque as dúvidas de “como fazer figurinhas no Whatsapp” (o que já rendeu belos memes ao longo do ano) e “como fazer gasolina”, que suponho ter sido impulsionada pela greve dos caminheiros, outro tema muito destacado no Google esse ano. Há espaço também para “como fazer bacalhau”, o peixe norueguês que todo ano desafia cozinheiros e cozinheiras natalinos pelo país.
De volta ao mundo da carne, chegamos à categoria de Celebridades. Além de estrelas desse ano, como Pablo Vittar, MC Loma e o involuntariamente polêmico Roger Waters, uma surpresa e tanto: o famoso mais buscado no Brasil foi o ator brucutu Sylvester Stallone. Nem ouso conjecturar o motivo. No Top 10 dos esportistas, duas surpresas em primeiro e décimo lugar: o jovem craque francês Kyllian Mbappé encabeça a lista, que é completa por Lyoto Machida, lutador brasileiro de MMA conhecido por seus chutes e por ter migrado do UFC para a rival Bellator nesse ano.
Também é importante destacar os filmes e músicas mais buscados no ano: entre as produções cinematográficas estão o terror “A Freira” (que fica muito atrás em qualidade se comparada aos antecessores Invocação do Mal 1 e 2) e o filme de herói Deadpool 2. Nas músicas, foram mais buscadas as letras da prosaica “Era uma Vez” de Kell Smith e a bombada “Que Tiro Foi Esse” de Jojo Toddynho, que também apareceu como meme do ano no buscador.
É preciso, porém, sempre entender essas listas tendo em conta suas limitações. Antes de tudo, muitos brasileiros não têm acesso à internet, estando 35% dos cidadãos não conectados . Além disso, o Google não é a única maneira de busca de informações na rede, ainda que faça um esforço descomunal para passar essa impressão. Internautas ainda buscam em redes sociais, nos e-mails e nos sites de notícia. Termos e assuntos que comoveram e movimentaram o país não necessariamente são buscados de maneira uniforme na plataforma. Se mais nada, ao menos, o relatório mostra que, ao contrário das aparências, as eleições não foram o único assunto da internet nesse ano. Ainda bem.
(Daniel Salgado – 13/12/2018 – Disponível em: https://epoca.globo.com. – adaptação)
Assinale a alternativa que NÃO apresenta um dos motivadores para as pesquisas mais realizadas pelos brasileiros.
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Um país de fãs de afiadores de facas, filmes de terror e músicas melosas; de obcecados por campeonatos juniores de futebol, peixes nórdicos e pela convocação da seleção sueca de futebol. Esse é um dos recortes possíveis para quem quisesse entender o brasileiro a partir de suas buscas mais feitas no Google ao longo de 2018. A gigante das buscas — e de tantas outras facetas da vida conectada, incluindo os dados de localização de seus usuários — revelou recentemente quais foram os termos mais buscados em sua plataforma pelos usuários brasileiros, convenientemente dividindo-os em categorias como “como fazer?”, “cultura” e “mortes”. É um documento interessante, ainda que com distorções, sobre os temas que fizeram nossa cabeça nesse ano atribulado.
Antes de tudo, é óbvio que nem todos os resultados surpreendem. São assuntos perenes, como um interminável reality show, e outros particulares a nosso ano, como o nome do presidente eleito. Ainda assim, há bastante espaço para buscas, no mínimo, interessantes. No mesmo Top 10 figuram o “Horário de Brasília” (possivelmente por conta da pane nos relógios dos celulares), a Copa São Paulo de Juniores (que aparece na frente de seu parente profissional, o Brasileirão) e até mesmo o falecido quadrinista Stan Lee.
No relatório, alguns dados saltam aos olhos. Na categoria “O que é?”, assuntos que dominaram o noticiário são refletidos, como a busca pela definição de fascismo, intervenção militar e da Ursal, a inventiva União das Repúblicas Socialistas da América Latina antagonizada por Cabo Daciolo (que não aparece na lista). Há outros termos que passaram batidos, como a doença tuberculose ganglionar, a palavra “momo”, a condição física afonia e até a chaira, que, confesso, fui pesquisar no Google e descobri ser outro nome para amolador de faca.
Já na seara das ações práticas, ou seja, as pesquisas de “como fazer”, o grande vencedor é o Slime, um “brinquedo” que nada mais é do que uma gosma colorida e que parece voltar aos holofotes da juventude com alguma frequência. Também têm destaque as dúvidas de “como fazer figurinhas no Whatsapp” (o que já rendeu belos memes ao longo do ano) e “como fazer gasolina”, que suponho ter sido impulsionada pela greve dos caminheiros, outro tema muito destacado no Google esse ano. Há espaço também para “como fazer bacalhau”, o peixe norueguês que todo ano desafia cozinheiros e cozinheiras natalinos pelo país.
De volta ao mundo da carne, chegamos à categoria de Celebridades. Além de estrelas desse ano, como Pablo Vittar, MC Loma e o involuntariamente polêmico Roger Waters, uma surpresa e tanto: o famoso mais buscado no Brasil foi o ator brucutu Sylvester Stallone. Nem ouso conjecturar o motivo. No Top 10 dos esportistas, duas surpresas em primeiro e décimo lugar: o jovem craque francês Kyllian Mbappé encabeça a lista, que é completa por Lyoto Machida, lutador brasileiro de MMA conhecido por seus chutes e por ter migrado do UFC para a rival Bellator nesse ano.
Também é importante destacar os filmes e músicas mais buscados no ano: entre as produções cinematográficas estão o terror “A Freira” (que fica muito atrás em qualidade se comparada aos antecessores Invocação do Mal 1 e 2) e o filme de herói Deadpool 2. Nas músicas, foram mais buscadas as letras da prosaica “Era uma Vez” de Kell Smith e a bombada “Que Tiro Foi Esse” de Jojo Toddynho, que também apareceu como meme do ano no buscador.
É preciso, porém, sempre entender essas listas tendo em conta suas limitações. Antes de tudo, muitos brasileiros não têm acesso à internet, estando 35% dos cidadãos não conectados . Além disso, o Google não é a única maneira de busca de informações na rede, ainda que faça um esforço descomunal para passar essa impressão. Internautas ainda buscam em redes sociais, nos e-mails e nos sites de notícia. Termos e assuntos que comoveram e movimentaram o país não necessariamente são buscados de maneira uniforme na plataforma. Se mais nada, ao menos, o relatório mostra que, ao contrário das aparências, as eleições não foram o único assunto da internet nesse ano. Ainda bem.
(Daniel Salgado – 13/12/2018 – Disponível em: https://epoca.globo.com. – adaptação)
Analise as assertivas a seguir, considerando o texto lido:
I. A pesquisa da Google fornece um relatório preciso sobre o perfil dos brasileiros, levando-se em conta suas buscas na internet, no ano de 2018.
II. Entre os assuntos buscados estão alguns relacionados a situações do cotidiano dos brasileiros, além de figuras do esporte, da mídia e do mundo das artes.
III. Uma das restrições da pesquisa deve-se ao fato de que a população brasileira não está 100% conectada à rede mundial de computadores.
Quais estão corretas?
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Segundo Libâneo (2011), “Ao contrário, pois, do que alguns pensam, existe lugar para a escola na sociedade tecnológica e da informação, porque ela tem um papel que nenhuma outra instância cumpre”. Com essa visão, Libâneo afirma que a escola necessita:
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Paulo Freire deixou um legado muito grande para a educação como um todo. Entre as muitas afirmações da sua obra, podemos destacar que:
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Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá;
As aves, que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.
Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas têm mais flores,
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida mais amores.
Em cismar, sozinho, à noite,
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Minha terra tem primores,
Que tais não encontro eu cá;
Em cismar — sozinho, à noite —
Mais prazer encontro eu lá; Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Não permita Deus que eu morra,
Sem que eu volte para lá;
Sem que desfrute os primores
Que não encontro por cá;
Sem qu’inda aviste as palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
(Coimbra, julho de 1843) Gonçalves Dias, no livro “Primeiros cantos”. Série ‘Poesias americanas’. 1846.
Sobre o poema de Gonçalves Dias, analise as seguintes afirmações:
I. É marcado pela função emotiva da linguagem, por extrema subjetividade e pelo desequilíbrio entre o “lá” (onde o eu lírico não está) e o “cá” (onde ele se encontra).
II. O caráter nacionalista é enfatizado no poema, do qual alguns versos compõem o Hino Nacional Brasileiro.
III. A pátria, assim como a natureza e a mulher amada são idealizadas no poema, no qual o eu lírico extravasa seu sentimento amoroso.
IV. Casemiro de Abreu, outro poeta da mesma época, também tratou do tema “saudade”, como se pode observar no poema “Meus oito anos”, mas, diferente de Gonçalves Dias, o objeto da saudade, em Casemiro, é a infância, não a pátria.
Quais estão corretas?
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2302885
Ano: 2019
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Gramado-RS
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Gramado-RS
Provas:
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá;
As aves, que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.
Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas têm mais flores,
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida mais amores.
Em cismar, sozinho, à noite,
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Minha terra tem primores,
Que tais não encontro eu cá;
Em cismar — sozinho, à noite —
Mais prazer encontro eu lá; Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Não permita Deus que eu morra,
Sem que eu volte para lá;
Sem que desfrute os primores
Que não encontro por cá;
Sem qu’inda aviste as palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
(Coimbra, julho de 1843) Gonçalves Dias, no livro “Primeiros cantos”. Série ‘Poesias americanas’. 1846.
O poema anterior pertence a um dos primeiros momentos da Literatura Nacional, o ........................., que vai de 1836 (com a obra ....................... de ..........................) até 1881, quando Machado de Assis publica .................................
Assinale a alternativa que completa as lacunas do texto anterior, com correção e na ordem em que se encontram.
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Dylan, o Nobel e a questão dos gêneros literários
José Ruy Lozano e Flora Bender Garcia
Muitos afirmam que a seleta banca responsável pela eleição de um músico norte-americano, Bob Dylan, para receber a lauda máxima da Academia Sueca na categoria literatura está se ajustando ao tempo. Estaria ela buscando aceitar a ideia de que os gêneros literários extrapolam milenar divisão aristotélica: lirismo, drama e epopeia. A leitura da Poética, de Aristóteles, é conclusiva uma divisão estrita entre música e literatura – esta seria “a arte que se utiliza apenas de palavras, sem ritmo ou metrificadas”, diferente daquela, produzida por “citareiros” e “flauteiros”.
A produção literária ao longo do tempo, no entanto, não se restringiu aos limites estabelecidos pelo filósofo. São muitas as manifestações literárias em que música e palavra permaneceram unidas. Ao outorgar o prêmio a Dylan, a Academia fez referência Homero e Safo, poetas gregos. Tanto as epopeias eram cantadas pelos aedos quanto os poemas líricos eram acompanhados de instrumento. Aliás, recorde-se aqui a origem do termo lírico, do latim (lyricu) “lira”, um instrumento musical. Em alemão, “das lied” tanto significa poema lírico quanto canção. Nas cantigas trovadorescas, anteriores ao Humanismo, não ............ poema e música.
Suponhamos que alguma divisão seja, de fato, essencial. Separemos, pois, as letras das canções do suporte musical. Os menestréis do Trovadorismo eram acompanhados de instrumentos; os textos verbais das cantigas, compostos por trovadores. Dylan é, ao mesmo tempo, trovador e menestrel. Segundo a crítica, não é um instrumentista nem um cantor altura de prêmios. É, entretanto, um grande compositor e, principalmente, letrista. Resta saber se suas letras sobrevivem – enquanto produção com palavras – sem o canto. Caso a resposta seja sim, ............ à categoria de poemas, mas… Seria mesmo ............. a divisão?
Atualizemos a discussão. Os poetas concretos, a partir dos anos 50 do século passado, não usavam unicamente a folha de papel como suporte. Podiam colocar seus textos em esculturas, quadros, filmes ou outdoors. E hoje temos a cibercultura, que inclui a ciberliteratura. Nas nuvens e em suportes digitais, o texto verbal deixa de ser literário?
À guisa de conclusão, fiquemos com as palavras de Ezra Pound, em seu ABC da Literatura: “literatura é a linguagem carregada de significado. Grande literatura é simplesmente a linguagem carregada de significado até o máximo grau possível”. Pode-se afirmar que, em sua carreira, Bob Dylan foi um transgressor não só pela literatura que curtia, incluindo a geração beat, os outsiders, mas também pelas abordagens viscerais que fez e faz em suas composições. Suas canções são, sem sombra de dúvida, linguagem carregada de sentido.
Fonte: http://www.cartaeducacao.com.br/aulas/medio/dylan-o-nobel-e-a-questao-dos-generos-literarios
Texto adaptado especialmente para esta prova.
Assinale a alternativa que apresenta informação INCORRETA sobre o processo de formação de algumas palavras do texto.
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Dylan, o Nobel e a questão dos gêneros literários
José Ruy Lozano e Flora Bender Garcia
Muitos afirmam que a seleta banca responsável pela eleição de um músico norte-americano, Bob Dylan, para receber a lauda máxima da Academia Sueca na categoria literatura está se ajustando ao tempo. Estaria ela buscando aceitar a ideia de que os gêneros literários extrapolam milenar divisão aristotélica: lirismo, drama e epopeia. A leitura da Poética, de Aristóteles, é conclusiva uma divisão estrita entre música e literatura – esta seria “a arte que se utiliza apenas de palavras, sem ritmo ou metrificadas”, diferente daquela, produzida por “citareiros” e “flauteiros”.
A produção literária ao longo do tempo, no entanto, não se restringiu aos limites estabelecidos pelo filósofo. São muitas as manifestações literárias em que música e palavra permaneceram unidas. Ao outorgar o prêmio a Dylan, a Academia fez referência Homero e Safo, poetas gregos. Tanto as epopeias eram cantadas pelos aedos quanto os poemas líricos eram acompanhados de instrumento. Aliás, recorde-se aqui a origem do termo lírico, do latim (lyricu) “lira”, um instrumento musical. Em alemão, “das lied” tanto significa poema lírico quanto canção. Nas cantigas trovadorescas, anteriores ao Humanismo, não ............ poema e música.
Suponhamos que alguma divisão seja, de fato, essencial. Separemos, pois, as letras das canções do suporte musical. Os menestréis do Trovadorismo eram acompanhados de instrumentos; os textos verbais das cantigas, compostos por trovadores. Dylan é, ao mesmo tempo, trovador e menestrel. Segundo a crítica, não é um instrumentista nem um cantor altura de prêmios. É, entretanto, um grande compositor e, principalmente, letrista. Resta saber se suas letras sobrevivem – enquanto produção com palavras – sem o canto. Caso a resposta seja sim, ............ à categoria de poemas, mas… Seria mesmo ............. a divisão?
Atualizemos a discussão. Os poetas concretos, a partir dos anos 50 do século passado, não usavam unicamente a folha de papel como suporte. Podiam colocar seus textos em esculturas, quadros, filmes ou outdoors. E hoje temos a cibercultura, que inclui a ciberliteratura. Nas nuvens e em suportes digitais, o texto verbal deixa de ser literário?
À guisa de conclusão, fiquemos com as palavras de Ezra Pound, em seu ABC da Literatura: “literatura é a linguagem carregada de significado. Grande literatura é simplesmente a linguagem carregada de significado até o máximo grau possível”. Pode-se afirmar que, em sua carreira, Bob Dylan foi um transgressor não só pela literatura que curtia, incluindo a geração beat, os outsiders, mas também pelas abordagens viscerais que fez e faz em suas composições. Suas canções são, sem sombra de dúvida, linguagem carregada de sentido.
Fonte: http://www.cartaeducacao.com.br/aulas/medio/dylan-o-nobel-e-a-questao-dos-generos-literarios
Texto adaptado especialmente para esta prova.
Assinale a alternativa que apresenta a correta flexão de Suponhamos, Separemos, Atualizemos e fiquemos na 2ª pessoa do plural (na mesma forma verbal).
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